Digitalizando livros físicos, um pequeno grande tutorial

Desde o surgimento dos livros digitais, há uma turma por aí que torce o nariz para eles, aparentemente sem motivo. Se antes não havia dispositivo que pudesse imitar a textura sem brilho do papel, hoje as vantagens de se ler a série A Song of Ice and Fire em formato digital superam muito as possíveis vantagens que poderiam haver em lê-la no livro físico, por exemplo. Daí se conclui que a turma supracitada tem algo mais parecido com uma parafilia, querendo sentir o toque e o cheiro do papel, e ver toda a sua coleção pegando poeira e sendo tomada por traças numa bela estante estrategicamente posicionada para impressionar as visitas. Mas tara é tara, e cada um com as suas.
O assunto deste texto, porém, é outro. Apesar de a disponibilidade de livros digitais hoje ser grande, podendo-se achar quase qualquer título nas Amazons da vida, nem tudo são flores. Aquele “quase” ali inclui livros acadêmicos, livros lançados apenas no Brasil (sejamos sinceros: nenhum serviço brasileiro de livros digitais se compara minimamente com a Amazon), edições antigas, e uma série de outras possibilidades que impedem leitores adeptos deste novo formato de conseguir ler em seus aparelhinhos. No Brasil, a demanda por livros digitais é ainda muito pequena, seja por falta de quem compre ou pela falta de eReaders, o que desencoraja editoras a digitalizar seu acervo.
Criando um álbum físico utilizando suas fotos digitais
Os serviços móveis de compartilhamento de fotos como Instagram e Picplz são uma tendência entre os usuários do iPhone e Android. Usuários tem verdadeira adoração em tirar fotos de seus momentos, às vezes até de momentos bem peculiares, aplicar efeitos e compartilhar suas criações digitais com amigos e familiares, seja no Twitter ou Flickr
Mas nem sempre a fotografia digital é suficiente. A fotografia impressa ainda não perdeu totalmente o seu encanto. E isso nos leva a criação de álbuns físicos a partir de fotos digitais. Datas como mudança de estação, dia das mães, pais, graduação são ótimos motivos para a criação dessas lembranças físicas.
O primeiro passo para criar um álbum de impressão ou um livro de fotos é escolher as fotografias que você vai usar.
Gravando o áudio do PC
Domingão… programando drivers para GNU/Linux®… toca o telefone. Quem será? E, mais importante: por que, afinal de contas, ainda não coloquei “ringtones” diferentes para cada um dos meus contatos mais próximos?
Como sou um sujeito nostálgico, resolvi que toda vez que meu irmão me ligasse, meu Android tocaria a música do jogo “Venom Strikes Back”, do saudoso MSX. Achar a música foi fácil, graças ao trabalho do RicBit.
Gravar a música do YouTube (atenção para esta parte, salsas) sem a instalação de nenhum aplicativo, também parecia simples. O Windows 7 tem um gravador de som, não tem? Seleciono a fonte de áudio como a placa interna e não o microfone, inicio o gravador, inicio o vídeo do YouTube, espero o final da música, paro o gravador, exporto a música. Simples, não é? Deveria ser… Continue lendo »
Botões do Twitter e Facebook em blogs WordPress
Depois de muita espera, o Twitter finalmente lançou seu botão oficial, o Tweet Button. Junto do Facebook, a melhor forma de se obter tráfego oriundo de mídias sociais agora fornece, também, uma opção central para que sites do mundo inteiro fomentem o compartilhamento de links dentro dessas redes.
Nossa plataforma de blogs favorita, o WordPress, também não ficou para trás e, no dia do lançamento do Tweet Button, já havia inúmeros plugins no diretório oficial baseados nele. Com tantas opções ao alcance de um clique, qual escolher? E como fazer com que o novo botão conviva pacificamente com o “Like” do Facebook?
Existem diferentes combinações de plugins, e dá para fazer o mesmo sem a ajuda de nenhum, trabalhando diretamente no código. O passo-a-passo abaixo, entretanto, faz uso de dois plugins, um para cada rede, que, depois de configurados, ficam lado a lado, dessa forma:
Abrindo portas usando o Universal Plug and Play
E numa promoção incrível você consegue um roteador wireless por um preço BEM especial junto com o seu notebook. Você se considera até esperto por não ter que gastar com algo tão supérfluo, afinal a geringonça é só um hub normal com uma antena pra você não se dar ao trabalho de ligar “o fio azul” toda vez que quiser usar a internet no portátil. Até que chega a hora de usar um programa que necessita da abertura de portas (esta, não esta).
Alguns roteadores wireless (não só eles, mas como são o tipo de hub doméstico cada vez mais usado, a taxa de aberrações é visível) parecem seres acéfalos: possuem os padrões de outros “normais”, funcionam bem na sua função de transmitir dados, mas quando precisam fazer um servicinho simples de abrir portas se mostram bem incapazes.
Você aprende, decora e quase reprograma o firmware do aparelho </exagero>, mas a porta continua BEM fechada. Alguns roteadores se salvam, e se tornam outro completamente melhor com o advento do DD-WRT, um firmware com base Linux (LINUX!) gratuito, que permite configurações bem mais avançadas que os meros vindos de fábrica. Mas para isso é preciso um hardware pelo menos decente dentro do WLAN, coisa que aquele tal roteador promocional muito provavelmente não tem.
Como configurar o Reader2Twitter?
O Reader2Twitter é um site que permite enviar para o Twitter os itens compartilhados no Google Reader. É uma boa forma de expandir as recomendações feitas no agregador de feeds para mais gente, afinal, em regra tem-se mais seguidores no Twitter do que no Reader.
A configuração não é das mais difíceis, mas requer alguma atenção em certos detalhes. Assim, elaborei um screencast, um tutorial em vídeo, com o procedimento. Espero que seja útil!
Se preferir assistir em HD (alta definição), o que é bastante recomendável, vá à página do vídeo no Vimeo. Problemas de se ter conta gratuita lá

