Compre um carro blindado 0km pela metade do preço e concorra a 5 iPhones blindados com Kevlar
Post publicitário
No dia 7 de dezembro, uma pessoa vai poder comprar um 0km com totalmente blindado com a tecnologia DuPont Armura em um site de compras coletivas por metade do valor real, ou R$ 39.900. O critério é simples, ganha quem conseguir ser mais rápido no clique. Ao longo dos próximos dias, mais detalhes sobre o modelo e tipo de carro serão divulgados no site. Caso você não tenha dinheiro para comprar um carro blindado, mesmo pela metade do valor, não tem problema, pois no mesmo site você pode se cadastrar para participar de um concurso cultural, que vai dar 5 iPhones blindados com Kevlar para as frases mais criativas. Acompanhe as frases no Twitter pela hashtag #SouBlindado.
O carro com painéis Kevlar passou por testes feitos pelo Exército, e conta com certificação do Ministério da Defesa. Um carro blindado com o sistema DuPont Armura tem um peso extra de 90kg, o que pode parecer muito, mas quem tem carro blindado sabe que é justamente o contrário. O efeito prático de uma blindagem mais leve é menos impacto no desempenho do carro e também na hora de pagar a conta do combustível. Visitando o site www.soublindado.com.br, você pode conferir mais informações sobre a blindagem DuPont, os detalhes desta oferta, modelo e marca do carro, e principalmente, em que site de compras a venda será feita.
Esclarecimento: Este post publicitário faz parte de uma campanha da DuPont. Para veicular o seu anúncio (sujeito a aprovação) ou saber mais sobre este tipo de post, clique aqui.
Google se dá mal ao permitir contrabando de drogas
A turma do logo colorido se deu bem mal por aceitar anúncios de produtos proibidos publicados por empresas estrangeiras nos Estados Unidos. Mais especificamente, o problema é que lá, como aqui e maior parte do mundo civilizado, é proibido comprar medicamentos do exterior sem receita.

Isso logicamente nunca parou os milhares, quiçá milhões, de combalidos cidadãos norte-americanos que cruzam a fronteira fisicamente todos os anos para trazer remédios baratos para casa. E também nunca garantiu que estes mesmos cidadãos comprassem seus medicamentos do país do norte pela internet.
Os vendedores canadenses, que não têm nada a ver com as leis dos sulinos, faturaram bilhões ao anunciar dentro dos Estados Unidos seus remédios mais baratos. Para tanto, eles faziam como qualquer ecommerce e usavam o Google Adwords.
Aparentemente, a empresa de buscas tentou durante anos bloquear os anúncios ilegais, como mostra este post do blog oficial de 2010, mas o Departamento de Justiça ianque não viu isso e tascou-lhes a multa igual pela incapacidade de evitar um crime.
Uma observação: é preciso muito esforço para burlar a segurança do AdWords, mesmo para o Brasil. Tente anunciar termos considerados médicos para ver por si mesmo.
Apesar o valor salgado, um pouco superior ao valor do passe do Neymar, esta não é a maior bolada já recebida por violações com drogas. A campeã é a Pfizer, com US$ 2,3 bilhões.
Um porta-voz imaginário do Google que não quis se identificar afirma que a empresa está seriamente comprometida a mudar isso no futuro próximo. Aguardemos.
Com informações do Paid Content.
Campanha Claro “compare e venha” com simulador de tarifas – Post publicitário
Você já parou pra pensar em quanto dinheiro você gasta com seu pré-pago? É uma ligação daqui, uma mensagem dali, um DDD de lá. Então, quer saber? Acesse o site www.compareevenha.com.br e faça um teste. Entre no simulador de tarifas, preencha os campos e veja como a Claro é muito mais vantagem. Tá esperando o quê? Entre agora mesmo no site e aproveite para conhecer os pacotes promocionais. Porque na Claro você fala mais e paga muito menos. Pode comparar!
Esclarecimento: Este post faz parte da campanha “compare e venha” da Claro. O texto é de responsabilidade do anunciante. Para saber mais sobre este tipo de post publicitário, clique aqui
Case para ninguém botar defeito…
O case é lá de meados de maio desse ano, mas a remarca ainda é atual. Assunto: complexidade x simplicidade.
Todos precisamos vender algo. Quer seja uma idéia, um produto, um serviço, uma habilidade… Em uma dada escala, o lero-lero tem que ser profissional e normalmente contratamos alguém para fazer isso para podermos nos preocupar apenas com a peleja de trabalhar — o que, no fim das contas, é o que vai pagar as contas.
Quem esnoba não sabe ao certo o que é e nem o quanto pode nos ser útil. Não é marketaria. Marketing. Uma rara arte de levar a melhor mensagem para dentro do mecanismo de critérios e estilos de escolha daquele cujo todo o seu mingau depende.
Quem defende (demais) está sujeito aos exageros sem sentido “que fazem todo o sentido” quando são explicados. A maioria daqueles que compram marketing, de tanto nem entender o que o caboclo está dizendo, acaba achando uma boa idéia por duas razões: 1) deram um orçamento para ele queimar com o padrão; e 2) “tá todo mundo fazendo a mesma coisa, então, bóra”.
Anúncios japoneses adiantam o futuro (do spam)?

Você já assistiu o clássico “The Minority Report“, do Spielberg? Então, lá atrás o filme já propunha algumas interatividades e reconhecimentos de biometria que ainda não são lá uma realidade muito consistente. Não se depender dos japoneses…

Em julho, as onze empresas que controlam o sistema de metrô de Tóquio se uniram para lançar o projeto chamado de “Digital Signage Promotion”.
O lance é o seguinte: basta você passar na frente do anúncio para que ele ‘capture’ alguns dados seus como altura, sexo, idade, etc… quer você queira, quer não. Passou, entregou. Perdeu, perdeu japinha… Os dados são então utilizados para direcionar a propaganda para aquela maioria analisada pelo sistema, direcionando-a para o público e momentos mais adequados.
O ataque parte dos early-haters que dizem ser o tal recurso uma invasão descarada de privacidade. A defesa, na forma maciça dos publicitários que são donos da idéia e do sistema, alega que assim como a Internet filtra dados do usuário para melhor conhecer as suas preferências e direcionar-lhes propaganda especificada, o projeto em nada diferiria disso.
Ou seja, na internet nos filtram sem opt-in e nos mandam spam com a gentileza miserável do opt-out.
Agora, sub-spam sutilizado sem opt-in/out é a bola da vez? Na rua mesmo?
Te agrada a ideia, pedestre?
Fonte: DailyTech
AdMob x iAds… fight!
Agora pertencendo a Google, a AdMob anunciou seu SDK com alvo direto na integração de propaganda online dentro de aplicações nativas do iPhone OS para iPad. O SDK já disponível para download contém toda a nova codificação para o iPad e para servir a iPhones também.
Junto do SDK, a AdMob está fazendo demontrações de Ads feitos em HTML5 que a companhia já pretende integrar nos próximos meses. O que claramente revela que a empresa pretende morder os calcanhares da plataforma proprietária Apple (iAds).
Ninguém sabe quem teve a idéia primeiro, mas nesse caso isso pouco importa. A Apple como proprietária do equipamento e da AppStore, poderia até vetar toda a implantação se quisesse. A empresa já tem em seu histórico uma série questionável de decisões contra diversas apps e pretere inúmeras recusas quase que diariamente, ao seu gosto, foco e determinações.
O que fica declaradamente aberto é o interesse da Google, via AdMob, de morder a sua fatia com a sua boca enorme de práticas com o webadvertising.
Nada foi dito ainda sobre como a Apple pretende manipular os novos termos de uso para o iPhone OS 4, especialmente no que diz respeito à coleta de dados de third-parties (apps terceiras) e serviços de analytics.
Steve Jobs, entretanto, deu uma breve declaração na D8 sobre os novos termos de serviço (TOS) alegando que:
“… nós só vamos autorizar analytics que não disponibilizem informações sobre o nosso produto e ‘exclusivamente’ para o propósito de propaganda” (e nada mais).
O que indica que se tanto Google quanto AdMob se segurarem e não pescarem infos e dados sobre o aparelho além daquelas que estão diretamente associadas com a linkagem padrão e apenas para os fins acordados de propaganda online, a Apple não deverá argumentar contra.
Você já consegue imaginar as mesas de criação e reuniões onde os VPs de segurança e OS da Apple começam a pular quando Steve Jobs diz “blindem tudo!”, não é?


