Preview: Warhammer 40,000: Space Marine
Você, caro leitor, com certeza já deve ter ouvido falar da franquia Warhammer. Sinceramente, não conheço praticamente nada. O que me chamou atenção em Warhammer 40,000: Space Marine (além do nome maneiro), foi essa mistura estranha e legal ao mesmo tempo do medieval com futurista. Mas como se trata de um demo com fases aleatórias, vou me ater mais ao gameplay, deixando o enredo de lado.
Os gráficos são medianos e mesmo assim pecam em alguns pontos. O level design é razoável, mas ao menos consegue trazer aquele clima de destruição da guerra. A trilha sonora é bem discreta, mas cumpre bem seu papel. Seus inimigos são basicamente orcs. Essa ambientação toda, me lembra muito o Doom Troopers de SNES/Mega Drive
Dead Island terá criação, troca e venda de itens

Atenção matadores de zumbis, está chegando a hora. A não ser que uma hecatombe que nos transforme em mortos-vivos aconteça até lá, daqui a uma semana teremos a oportunidade de ver se o Dead Island será tão bom quanto muitos estão imaginando e para reforçar a ideia de que ele deverá ser algo como uma mistura entre o Borderlands e o Left 4 Dead, Doug McLeod da Deep SIlver, empresa que fará a distribuição do game, exaltou em uma entrevista o sistema de criação de armas e como o jogo quer se aproximar dos RPGs.
“Acho que as pessoas realmente gostarão de criar todo tipo de armas bobas, como bombas de desodorante. Vocês precisam ver uma para acreditar, é impressionante.
Eu não sou o o maior fã de zumbis, mas quando comecei a jogar mais e me envolver mais com o meu personagem, percebi que o jogo compartilha muito com os outros RPGs. Você encontrará itens em todo lugar, como vassouras, martelos. Quanto mais você joga, mais encontrará os de próximo nível – os itens incomuns, que serão verdes e então os próximos, que serão azuis. Há ainda os laranja, recentemente encontrei o meu primeiro item laranja e era um pé-de-cabra lendário. Isso é tudo o que posso dizer sobre isso.”
Primeiras imagens do gameplay de Counter-Strike: Global Offensive
Eis que depois de um longo e tenebroso inverno, a franquia do FPS mais jogado e adorado do mundo receberá uma senhora atualização, conforme já mostrado aqui anteriormente. Além da excelente notícia de que o jogo será cross-plataform (noobs morrerão de faquinha tanto nos PCs quanto nos XBox-360 e PS3), o que dá uma nova dimensão ao jogo, os gráficos estão bastante promissores, além da presença de novos mapas, armas e modos de jogo.

Para quem joga CS desde os primórdios é impossível conter a ansiedade. Apesar de ter um formato um pouco desgastado, o bom e velho CS consegue manter uma legião de milhões de apaixonados espalhados pelo mundo, que mantém os servidores lotados constantemente.
Jogo de zumbi para a Live usa a CryEngine 3
Se você possui um Xbox 360 e ainda não se cansou dos jogos de zumbis, então acho que vale a pena ficar de olho em um que está sendo conhecido por enquanto como Class3. Utilizando a CryEngine 3 e distribuído digitalmente através da Xbox Live, o título desenvolvido pela novata Undead Labs em parceria com a Microsoft Game Studios será um jogo de sobrevivência em um mundo aberto e a promessa é que o lugar seja modificado em tempo real de acordo com as ações dos jogadores.
Ainda sem uma data prevista para seu lançamento, a característica principal do game em terceira pessoa será oferecer aos jogadores a liberdade para escolher o que deverá fazer para manter-se vivo, disponibilizando armas variadas, veículos e lutas corpo-a-corpo, além de poder montar seus abrigos e organizar missões para obter comida, munição ou resgatar outros sobreviventes.
Embora o jogo tenha um enorme potencial, a produtora já avisou que a ideia em sua plenitude só deverá ser aproveitada no Class4, que como o nome sugere, será uma continuação par o Class3. Pois é, mesmo sem ainda ter lançado o game os caras já estão trabalhando na sua sequência e se no primeiro apenas duas pessoas poderão jogar cooperativamente, o outro deverá ser um verdadeiro MMO, com os servidores abrigando centenas de pessoas e ele aproveitará a opinião dos fãs para trazer muito mais complexidade.
O vídeo abaixo mostra um pouco da engine utilizada no game e apesar de não ter trechos da jogabilidade, serve para reforçar a ideia de que este deverá ser o mais bonito jogo já lançado pela Xbox Live.
Revolução na Indústria 3D ou marmotagem da braba?
A Euclideon, uma Startup australiana anunciou ano passado que teria desenvollvido uma tecnologia revolucionária milhares de vezes superior aos tradicionais polígonos usados em videogames e placas aceleradoras 3D.
Dizem eles que utilizam ao invés de polígonos, “átomos”, com uma densidade de 64 por milímetro cúbico, o que se traduziria na impressionante definição de 15 milhões de polígonos por metro cúbico.
O conceito de átomo não é novo, em computação gráfica se chamam VOXELS, de Volumetric Picture Element, o equivalente 3D de um pixel. Não são muito usados pois demandam muito, muito processamento.
A novidade é que a Euclideon não só apareceu com um vídeo demonstrando uma implementação preliminar da tecnologia Unlimited Detail, como prometem imagens 100 mil vezes melhores que as tradicionais e um número infinito de detalhes. No demo a câmera chega a encostar no chão e vemos os grãos de areia que compõe o local onde estamos “pisando”.
CA-LA-RO que alegações extraordinárias demandam demonstrações extraordinárias, e isso ainda não aconteceu. John Carmack, que entende um tiquinho de programação 3D comentou no Twitter que a tecnologia da Euclideon não tem nem chance de rodar nos sistemas atuais. Talvez daqui a vários anos funcione.
Outros estão sendo menos diplomáticos. As acusações de marmotagem, fraude, safadeza estão correndo mundo. Não seria a primeira vez que uma empresa montaria um demo, conseguiria milhões de investidores e depois sumiria do mapa.
Como não temos dinheiro na jogada, a nós cabe apenas esperar. Se for verdade teremos jogos maravilhosos. Se não, dá pra ser feliz com um 360, ainda mais quem cresceu com um Atari.
Aqui o tal vídeo. Tire suas conclusões:
Fonte: Geekologie
World Without End é RPG indie de quadrinista da Marvel
Embora jogue esse tipo de jogo muito menos do que deveria, eu adoro RPGs de estratégia por turno. O meu contato com o gênero só aconteceu com o Final Fantasy Tactics e confesso não ser um grande conhecedor do estilo, mas acho o conceito desses jogos muito legal e por isso fiquei bastante interessado no World Without End, título que será lançado para Android e dispositivos iOS.
Para tentar se diferenciar dos demais o game não utiliza aqueles quadrinhos nos mapas e a movimentação dos personagens é livre, mas nele teremos um certa quantidade de pontos de ação que serão gastos de acordo com o que realizarmos nas batalhas, com habilidades especiais consumindo mais pontos e nos obrigando a calcular com sabedoria o que faremos, já que um golpe mais poderoso pode não matar o inimigo e nos deixar vulnerável até o próximo turno.
A parte visual do WWE tem recebido um grande destque e isso pode ser explicado porque o seu criador é o multitalentoso Steve Uy, roteirista e ilustrador que já trabalhou em revistas em quadrinhos da Marvel. O artista que também atua como programador e músico agora tenta a sua primeira investida no mundo dos games e está tentando levantar 15 mil dólares em doação para terminar o game, que terá cerca de 15 horas de duração e será vendido por US$ 3.
Parece bem interessante, não acha?
[via Game | Life]


