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Papo & Yo, um jogo para PS3 ambientado no Brasil

Por: em 09/03/12 na(s) categoria(s): Preview, Sony


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Talvez você nunca tenha ouvido falar nele, mas Papo & Yo é um dos jogos independentes que serão lançados exclusivamente para o Playstation 3 e que tem chamado a atenção não só por nos colocar numa aventura no meio de uma favela brasileira, mas também por contar com uma direção artística belíssima, além de trazer personagens bastante inusitados.

No game acompanharemos o menino Quico, que tem a companhia de um gigante conhecido como Monster e parece um rinoceronte, além de um robô chamado Lula. A coisa começa a ficar interessante quando sabemos que o monstro morre de medo do robô, ficando paralisado quando ele está próximo e embora o grandalhão seja bastante pacífico, a situação foge do controle quando ele come algo que é viciado, sapos venenosos, podendo matar até mesmo o pequeno Quico.

Caberá ao jogador conseguir gerenciar esses dois, usando suas habilidades para resolver quebra-cabeças enquanto corre pela favela e de acordo com o seus criador, Vander Caballero, o game foi a maneira que encontrou de contar as dificuldades de sua infância, quando ele vivia uma relação de amor e ódio com seu pai, um alcoólatra que mudava completamente seu temperamento e Monster é uma clara referência a esta situação.

Ainda sem uma data de lançamento prevista, o jogo que está sendo financiado pelo projeto Pub Fund da Sony conquistou muitos admiradores durante a E3 do ano passado e deve ser um dos mais criativos games deste ano, se não por sua jogabilidade, ao menos por causa dos seus carismáticos personagens e pelos trailers que podem ser vistos logo abaixo, o trabalho dos canadenses da Minority está sendo muito bem feito.

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Deadlight é um promissor jogo de terror em 2D

Por: em 06/03/12 na(s) categoria(s): Microsoft, Preview


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Mesmo que você já esteja farto de jogos onde os zumbis tornaram a Terra um lugar bem pior do que já é, acho que vale a pena ficar de olho no Deadlight, título que será lançado exclusivamente através da Xbox Live e que está sendo criado pelos espanhóis da Tequila Works.

É verdade que o nome do estúdio não seja muito conhecido, mas ele foi formado por profissionais que trabalharam em títulos de grande porte, como o Heavy Rain, Castlevania: Lords of Shadow e até mesmo o Diablo III e após ver o trailer abaixo e que mostra um pouco da jogabilidade, tive a sensação de estar assistindo uma variação do ótimo Shadow Complex e a maneira como o protagonista utiliza o cenário para matar os inimigos é algo muito legal.

Passado na costa oeste dos Estados Unidos no ano de 1986, mais precisamente na cidade de Seattle, no jogo controlaremos Randall Wayne, um sujeito que fará o possível para sobreviver em um ambiente hostil cheio de humanos que foram contaminados por uma misteriosa doença e além da belíssima direção artística, um aspecto que deverá agradar é a jogabilidade em duas dimensões onde teremos que resolver uma série de quebra-cabeças.

Infelizmente o Deadlight ainda não tem uma data prevista para seu lançamento, mas isso deverá acontecer durante o verão do hemisfério norte, quando a Microsoft normalmente libera alguns dos principais lançamentos do ano para a Xbox Live e tenho a sensação de que o jogo conseguirá fazer com que o gênero Survival-Horrorse fique muito bem em 2D.

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Trailer mostra o impressionante mundo de Dear Esther

Por: em 18/01/12 na(s) categoria(s): Computadores, Preview, Vídeos


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Se você gosta de jogos artísticos e está cansado de ver lançamentos onde temos que atirar em tudo o que se move, acho que será uma boa ideia dar uma chance ao Dear Esther, jogo em primeira pessoa que será lançado pelo Steam no dia 14 de fevereiro.

Descrito como uma história de fantasma, nele estaremos perdidos em uma ilha deserta, sem saber ao certo como fomos parar ali e tendo como recordação apenas alguns trechos de um terrível acidente. O foco da jogabilidade estará na exploração do lugar, cabendo ao jogador tentar descobrir os mistérios da ilha ou simplesmente, quem somos, deixando a todo momento a dúvida sobre se tudo aquilo não passa de uma ilusão.

Para um jogo com tamanha pretensão, ter um mundo convincente é de suma importância e o trailer abaixo mostra que este deverá ser um dos aspectos mais elogiados do título. O mais impressionante é que Dear Esther nasceu como uma modificação do Half-Life 2, tornando-se um produto separado posteriormente, ou seja, por mais difícil que seja acreditar, o que você verá no vídeo é algo criado com a utilização da boa e velha engine Source, portanto, talvez seja a hora de repensarmos o conceito de que ela está ultrapassada.

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Asura’s Wrath, é jogo ou desenho?

Por: em 16/01/12 na(s) categoria(s): Microsoft, Preview, Sony


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De vez em quando somos surpreendidos com algum jogo que não havia nos chamado a atenção e há alguns dias isso aconteceu comigo ao testar a demo do Asura’s Wrath, que está disponível na Xbox Live e Plystation Network. Sem saber quase nada sobre a produção, iniciei a partida no meu Playstation 3 e após escolher a primeira das duas fases disponíveis, passei alguns minutos tentando entender toda a maluquice que se passava ali.

Ora, digamos que mesmo nos videogames não chega a ser muito natural presenciarmos um sujeito cheio de marcas pelo corpo enfrentando um gigante parecido com o buda, correndo numa velocidade sobre-humana e soltando bolas de energia no percurso. Então comecei a prestar a atenção nos bons diálogos, na forma como a batalha era brilhantemente coreografada e percebi que aquilo tudo poderia ser um interessante desenho japonês.

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Amy, a nova aventura do criador do Flashback

Por: em 07/11/11 na(s) categoria(s): Microsoft, Preview, Sony


A carreira do francês Paul Cuisset é um tanto curiosa. Ao mesmo tempo em que trabalhou em alguns jogos que nem merecem ser lembrados, como Shaq Fu e Fade to Black, seu nome também aparece em alguns títulos que fizeram sucesso, como o Time Commando, a série Moto Racer e principalmente, Flashback: The Quest for Identity, jogo que pelo meu avatar vocês já devem saber que sou um grande fã.

Cuisset manteve-se longe dos holofotes durante alguns anos, até que lançou em 2008 para o Nintendo DS o jogo Mister Slime, que teve uma recepção morna por parte da crítica, mas o próximo lançamento da VectorCell, estúdio fundado por ele, tem tudo para apagar essa imagem e mostrar que ele é um bom game designer.

Amy é um survivor horror focado na relação entre duas personagens, a garotinha que dá nome ao game e Lana, que será controlada por nós. Havia uma grande expectativa para vermos o jogo em ação, já que as fotos e demos técnicas mostravam que graficamente ele estava muito acima da média dos títulos lançados digitalmente e com o primeiro trecho da jogabilidade divulgado, ficou claro que ele teve uma como grande inspiração o belíssimo ICO (além de um pouquinho do Silent Hill aqui e ali).

Durante boa parte da aventura teremos que proteger a criança, que por sua vez nos ajudará a alcançar lugares que seriam inacessíveis e uma das grandes preocupações dos desenvolvedores é fazer com que a sensação de proteção passada pela obra do Team ICO também esteja presente em Amy, algo que pode ser visto num trecho em que a protagonista é perseguida por um monstro. Manter-se junto da menina também faz com que Lana continue viva, já que apenas ela pode fazer com que o vírus que infecta a mulher tenha seu efeito reduzido.

Com uma campanha que durará cerca de dez horas e lançamento previsto para o Xbox 360 e Playstation 3, a VectorCell garante que ele será otimizado para o console da Sony e não apenas uma simples conversão. Infelizmente nada foi dito sobre o preço ou quando o game estará disponível, mas o desenvolvimento já chegou ao fim e como ele está previsto para o outono do hemisfério norte, nas próximas semanas já devermos poder jogá-lo.

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Activision apoia segundo analógico do 3DS

Por: em 15/09/11 na(s) categoria(s): Nintendo, Preview


Passada a decepção e espanto (ok, talvez não tenha passado ainda) do anúncio do acessório que adicionará um segundo analógico ao 3DS, talvez seja a hora de olharmos para como os donos do portátil poderão ser beneficiados com isso.

Na verdade chega a ser estranho a Nintendo não ter optado por trazer dois analógicos desde o início, principalmente porque esse sempre foi um dos principais motivos de reclamações no PSP e se a BigN pretendia levar ao consumidor algo mais do que jogos onde “riscaríamos” a tela, essa nova alavanca seria fundamental. O grande  problema foi a maneira como eles perceberam o erro, depois do videogame já estar no mercado e criando uma gambiarra horrível.

Porém, para Eric Hirshberg, chefe da Activision, a decisão foi acertada. Ao lhe perguntarem se o acessório poderia fazer com que o 3DS recebesse mais jogos parecidos com o que veremos no PS Vita, ele respondeu:

O seu pensamento é muito similar ao meu. Isso fará com que o hardware seja mais relevante e compatível com o estilo dos jogos que fazemos. Não tenho nada para anunciar em relação a isso, mas penso que seja uma grande decisão e que abre a plataforma para mais estilos de jogos.

De fato o segundo analógico deve ser considerado algo bem vindo ao portátil, porém, continuo achando que ele só se tornará viável mesmo quando a Nintendo lançar um novo modelo do portátil, com ele já embutido e por isso só consigo pensar que a tira abaixo é única explicação lógica para a situação.

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