Você está vendo os artigos na categoria “Portáteis”

God of War: Chain of Olympus

Por: em 11/03/08 na(s) categoria(s): Análises, Portáteis


Pense um pouco. Quantos jogos você conhece que são capazes de fazer uma pessoa dizer que compraria um determinado videogame só por causa deles? Provavelmente não são muitos. Após fazer um enorme sucesso no Playstation 2, a série God of War chega ao PSP com o título Chain of Olympus e é seguro afirmar que já entra para esta seleta lista.

doriprata10_08.03.08

Kratos está de volta

God of War: Chain of Olympus conta a história de Kratos, um humano que foi enviado ao submundo para livrar a Grécia Antiga da escuridão. Com poderes sobre-humanos, o Fantasma de Esparta se torna então a única esperança dos Deuses. O jogo se passa antes da odisséia vivida pelos jogadores no primeiro God of War para Playstation 2 e mostra uma parte da história nunca antes vista.

O jogo segue o mesmo estilo dos outros jogos da série, mesclando animações feitas com a engine do próprio jogo com outras em CG para contar a história e isso ajuda a não tornar o game repetitivo. Vale lembrar que esta série é um dos principais responsáveis por várias pessoas se interessarem por mitologia grega, o que por si só já garante muitos méritos ao jogo.

Próximo do cinema

Muitas pessoas podem até não gostar da série, mas se há algo que os produtores sabem fazer brilhantemente em God of War e dar um ar cinematográfico à aventura. Tudo foi pensando para deixar o jogo parecendo um filme e isso ajuda a prender o jogador. Chain of Olympus por exemplo, já no início o coloca no meio de uma batalha contra um monstro imenso que lembra o Brumack do jogo Gears of War. Essa luta serve para mostrar ao jogador que o protagonista não terá vida fácil e que muita ação o aguarda.

E os controles?

A jogabilidade de Chain of Olympus é praticamente idêntica aos jogos lançados para PS2. Mesmo o PSP tendo dois botões a menos (L2 e R2) e apenas um analógico, quem jogou os primeiros games não terão dificuldade em se adaptar aos comandos neste aqui.

A grosso modo, está tudo aqui. Os combos, a esquiva, os Quick Time Events, as lutas contra chefes, ou seja, você estará praticamente jogando o mesmo jogo que tanto lhe agradou no console maior.

Tecnicamente perfeito

A parte técnica de GoW:CoO é simplesmente incrível. É impressionante ver o trabalho realizado pela produtora e arriscaria dizer que o jogo pode mudar a forma como alguns jogadores vêem os jogos para portáteis.

Graficamente falando, embora o jogo esteja levemente inferior a versão do PS2, não há como se encantar com o jogo. Seja pela tela reduzida que acaba mascarando alguns defeitos, seja pela direção artística acima da média. Este provavelmente é o jogo mais bonito já lançado para um portátil e talvez ainda demore para perder este posto. Movimentação, efeitos especiais, cenários colossais, sangue (muito sangue), monstros imensos, enfim, a aventura do Deus da Guerra é um colírio para os olhos do início ao fim e e se tornou o jogo ideal para mostrar para aquele seu vizinho chato que vive dizendo que videogames portáteis são para crianças.

A trilha sonora também impressiona. Com músicas orquestradas e composições belíssimas. Ainda temos o ótimo trabalho de dublagem e efeitos sonoros dignos de um Oscar.

Veredicto

Logo após iniciar o jogo já fica evidente que se trata de um título diferenciado. Chain of Olympus é um daqueles jogos que adoramos mostrar para as pessoas e que mostram que todo o investimento feito em um videogame valeu a pena. Sua grande falha é se parecer demais com as versões do Playstation 2, portanto se você não gostou das duas primeiras aventuras, este aqui não lhe fará mudar de idéia, porém, se você é daqueles que jogaram GoW1 e GoW2 dezenas de vezes, comemore, o Fantasma de Esparta está de volta e no melhor estilo.

Prós:

- Gráficos e sons inacreditáveis;

- Jogabilidade sólida;

- O ótimo enredo abordando mitologia grega

Contras:

- Pouca inovação;

- Pode ser terminado em menos de 7 horas;

- Será difícil achar outro jogo de PSP bonito depois de jogar Chain of Olympus.

doriprata4_11.03.08
 
doriprata_gow2_11.03.08 doriprata_gow3_11.03.08 doriprata_gow_11.03.08

Space Invader Extreme

Por: em 04/03/08 na(s) categoria(s): Portáteis


Me odeiem gamemaníacos das antigas. Vou reconhecer um dos meus maiores defeitos. Nunca gostei do clássico Space Invader. Sempre achei o jogo chato, principalmente por seu ritmo muito lento. Mesmo assim respeito o jogo e sei de sua importância para a indústria.

Porém, estou prestes a passar a gostar da franquia. Após jogar o demo da versão Extreme que foi lançada recentemente no Japão para PSP achei o game viciante, com uma jogabilidade frenética, músicas legais e gráficos simples, porém funcionais. Um detalhe que achei legal é que o som dos tiros e das naves destruídas vão modificando a música e o game ganhou um tempero de jogos musicais.

Só espero que seja lançada uma versão americana para que eu possa usufruir plenamente deste jogo.

Análise: Elite Beat Agents

Por: em 03/03/08 na(s) categoria(s): Análises, Portáteis


Neste final de semana, passei mais de 20 horas dentro de um ônibus. A minha única salvação foi meu equipamento de viagem que continha 4 coisas fundamentais. Um nintendo DS, um fone de ouvido (pra não ficar atrapalhando ninguém na viagem), Mario & Sonic at the Olympic games (que em breve também terá uma análise) e Elite Beat Agents, o alvo deste artigo.

Desenvolvido no ano de 2006 pela Inis, empresa japonesa que ganhou alguns prêmios por causa deste jogo. Elite Beat Agents chega ao extremo no quesito diversão! Beirando à perfeição. A mecânica do jogo funciona assim. Os agentes ajudam certas pessoas a completarem seus objetivos como por exemplo. Ajudar um casal de jovens a cuidar das crianças, ajudar moças indefesas a escapar de uma ilha deserta, ajudar um cachorrinho perdido a voltar para casa e (na última fase) ajudar a terra de uma invasão alienígena que tentam proibir nossas músicas. E como eles fazem isso? Dançando! Dançando? Mas que besta! No começo até eu achei idiota mesmo, mas joguei uma, joguei duas e na terceira já estava animado e cantando junto (three, two, one, go!) para ver qual era a música da vez, sobre as músicas? Continue lendo que eu falo sobre elas.

elite

Como que eu danço no jogo? Usando a stylus, a canetinha do DS, na tela sensível ao toque. Algumas bolas vão aparecendo na tela e você deve bater (cuidado com a força) com a caneta na tela nessas bolas e assim a coreografia começa. No início, as músicas são MUITO fáceis, mas no final elas são MUITO difíceis, chegando ao extremo que a bateção da caneta na tela fica uma coisa de louco! Durante o jogo, você tem uma barra de energia que conta como sua vida, essa barra lentamente vai caindo e a cada acerto nas bolas, recupera-se um pouco desta energia. Portanto se ficar errando a energia uma hora acaba e game over! Elite Beat Agents tem 3 dificuldades, o fácil (que eu não joguei, não chego a esse extremo), o normal e o difícil. Mas o modo difícil abre apenas quando você termina o normal. Também são abertas músicas novas quando termina-se o modo normal.

Ao contrário de Guitar Hero e seus derivados. Elite Beat Agents tem músicas variadas e não apenas de rock. Essas músicas também são de variadas época, algo que me agradou muito. Foi bem legal ouvir Jamiroquai e Y.M.C.A. enquanto eu jogava. Vamos a uma listinha de algumas músicas do jogo:

  • Sk8ter Boi – Avril Lavigne
  • Highway star – Deep Purple
  • Y.M.C.A. (com direito a coreografia) – Village People
  • September – Earth, Wind and Fire
  • Canned Heat – Jamiroquai
  • Material Girl – Madonna
  • Without a Fight – Hoobastank
  • Jumpin’ Jack Flash (a mais fodástica de todas) – The Rolling Stones

O jogo é tão viciante que em algumas músicas que eu perdi várias vezes eu continuava e continuava e tentava mais uma vez. Joguei até terminar a bateria do coitado do DS! Daí eu fiquei chupando o dedo o resto da viagem. Você me perguntaria: "Vale a pena?" Sim! E como vale, o jogo é muito bom, as músicas ficam na cabeça por um bom tempo e as histórias são muito legais e engraçadas! Abaixo segue um vídeo de um viciado ao extremo jogando na última fase (Rolling Stones):

Se você já jogou, deixe seu comentário ou alguma informação que eu não mencionei sobre o jogo, se tiver alguma dúvida, eu posso tentar respondê-la, comente, participe!

PSP2 ou PS2P?

Por: em 29/02/08 na(s) categoria(s): Portáteis


É quase unanimidade que a aparência do PSP é uma de suas melhores características, mesmo assim vivem pipocando na web novas releituras para o visual do aparelho.

Esta daqui com certeza é uma das mais estranhas interessantes. Nela o autor acrescentou mais um analógico ao portátil, além dos botões L2 e R2. Como sonhar não custa nada, ele especula que o sucessor do Playstation Portable teria uma web cam de 2 megapixels, GPS e telefone celular, tela OLED e compatibilidade com todos os jogos do PS2, inclusive rodando os games direto do CD/DVD. Pois é, agora imagine o tamanho do trambolho.

doriprata_29.02.08

Eu não gostei do design. Os analógicos continuam em uma posição desconfortável, a tela parece não se "encaixar" no restante do aparelho e o resultado parece mais um "Super-Ultra-Neo-Geo-Pocket-Game-Gear-Gizmondo-Tabajara". Se for pensar bem ainda prefiro este aqui.

[via Kotaku]

PSP versão God of War!

Por: em 27/02/08 na(s) categoria(s): Portáteis, Sony


Uma coisa que gosto de ver, mas que não compraria (mesmo se tivesse dinheiro e já tivesse o console) são as modificações do Nintendo DS e do PSP. Já vi uma do Warhammer e do Crisis Core (que só tinha 77.777 unidades!), e agora temos o do God of War – Chains of Olympus:

rodrigo_flausino_27_02_2008_01.jpg rodrigo_flausino_27_02_2008_02.jpg

Segundo o Destructoid, será lançado em junho, virá com o GOW do PSP, o filme Superbad e a possibilidade do download de Syphon Filter: Combat Ops (não sei se é um demo ou o jogo completo).

Muito bonita a artwork de Kratos no aparelho, mas achei a cor um pouco forte demais. O que vocês acham?

[Via ene3 e Destructoid]

Crie seu próprio jogo para o Zune

Por: em 23/02/08 na(s) categoria(s): Indústria, Portáteis


Imagem cortesia MicrosoftÉ isso aí: a próxima versão do XNA Game Studio, a plataforma de desenvolvimento de jogos da Microsoft, além do suporte a Windows e Xbox 360 permitirá que os projetos sejam exportados para o Zune. Aliás, para todos os modelos, desde os mais antigos.

Como  a criatividade dos desenvolvedores sempre supera as limitações da interface, é bem possível que apareçam coisas interessantes. No entanto, de algumas amarras o projetista não conseguirá se ver livre, como, por exemplo, o tamanho máximo do jogo: 16MB. Além disso, músicas com DRM não poderão ser tocadas (o que é bem óbvio).

Já a rede WiFi está liberada (jogos multi-player). O único porém é que o jogo em si não poderá ser compartilhado através dela.

Interessado? Então chegou a hora de aprender C#…

[via XNA Creator Club