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Para proteger o Vita, Sony tira jogos da PSN

Por: em 27/03/12 na(s) categoria(s): Portáteis, Sony


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Como sempre acontece antes do lançamento de um novo videogame, a Sony disse para quem quisesse ouvir que o Playstation Vita traria um avançado sistema de proteção contra pirataria, mas se o portátil até agora está se mantendo longe da ameaça, o desafio foi aceito e alguns já deram o primeiro passo, descobrindo como rodar homebrews no aparelho.

A maneira encontrada para fazer isso é através de uma falha no MotorStorm Arctic Edge, título para o PSP que roda no seu sucessor e podia ser adquirido através da loja online da Sony. Podia, já que ao saber do problema a empresa o removeu da PS Store e agora mais um jogo sofreu o mesmo destino, o Everybody’s Tennis e o motivo para ele não poder mais ser adquirido digitalmente é o mesmo, o risco de ser usado por alguns para explorar uma brecha do PSVita.

Os autores do hack alegam que o intuito deles é apenas rodar programas não-oficiais, sem o interesse em pirataria, mas a Sony pelo jeito não quer saber da história e está tentando fazer o possível para que não aconteça com o novo portátil o mesmo que vimos no PSP.

É uma pena no entanto que a única solução encontrada por ela tenha sido remover jogos da loja, impedindo assim que os interessados os adquiram, episódio que infelizmente deverá se tornar motivo de desculpas para alguns justificarem a pirataria quando ela estiver disponível no Vita, o que inevitavelmente irá acontecer.

[via Edge]

Epic Mickey para o 3DS será continuação do Castle of Illusion

Por: em 27/03/12 na(s) categoria(s): Museu, Nintendo, Portáteis


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Semana passada tivemos a confirmação de que Warren Spector está trabalhando numa continuação para o Epic Mickey e além de versões para o Playstation 3, Xbox 360 e Wii, o jogo também aparecerá no 3DS, mas o que poderia ser considerada apenas uma maneira de atingir um público maior, acabou tornando-se algo muito promissor, especialmente para quem teve um Mega Drive.

Isso porque de acordo com a revista Nintendo Power, o jogo servirá como uma continuação para o clássico Castle of Illusion, com o desenvolvimento ficando a cargo da Dreamrift, mesma empresa que desenvolveu para o DS o elogiado Henry Hatsworth in the Puzzling Adventure.

Epic Mickey 2: Power of Illusion terá muito de sua jogabilidade baseada na utilização da stylus do 3DS, permitindo ao jogador desenhar itens como plataformas flutuantes e canhões e quanto mais preciso forem esses desenhos, mais poderosos esses objetos serão. Foi dito ainda que cada personagem salvo por Mickey aparecerá na fortaleza que o camundongo usa como base e para deixar o jogo com o estilo do original, os sprites dos personagens e cenários serão feitos a mão pelo estúdio e cada estágio será baseado em uma animação da Disney.

O conceito é interessante, só vamos ver se ele será bem executado, mas já fico feliz em saber que os responsáveis estão usando como inspiração um dos grandes jogos da geração 16-bits e que ao lado do World of Illusion, merecia um remake em alta definição.

[via Eurogamer]

Phantasy Star Online 2 será gratuito

Por: em 26/03/12 na(s) categoria(s): Celulares, Computadores, MMO, Portáteis


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Infelizmente a minha única experiência com o Phantasy Star Online resume-se a alguns poucos minutos com a versão para o Dreamcast, numa época em que tínhamos que nos divertir online com uma sofrível conexão discada, mas ainda assim a impressão deixada pelo game foi muito boa. Por isso eu tenho uma certa expectativa em relação ao Phantasy Star Online 2, que será lançado no Japão no início do verão do hemisfério norte e algumas informações divulgadas pela Sega sugerem que o game deverá ser bem mais acessível que o original.

A principal delas diz respeito ao modelo de cobrança, que será o famoso Free-to-Play. Assim, qualquer pessoa poderá baixar e jogar gratuitamente, com o faturamento vindo das microtransações. A empresa também anunciou estar trabalhando em uma versão simplificada para os dispositivos iOS e Android, que contará com elementos sociais e compartilhará informações com o jogo principal, como a criação de personagens.

Contudo, os grandes destaques deverão ser mesmo as versões para PC e Playstation Vita, onde os jogadores de uma plataforma poderão jogar com os da outra e nos permitirá, por exemplo, começarmos uma partida no portátil e continuarmos no computador.

A previsão é de que o período de testes tenha início no Japão no próximo mês, com cerca de 100 mil pessoas participando e se tivermos um pouco de sorte, não deverá demorar muito até que uma versão localizada para o ocidente seja disponibilizada.

[via Andriasang]

Sakaguchi está desenvolvendo jogos para o iOS

Por: em 22/03/12 na(s) categoria(s): Celulares, Portáteis


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O grande problema de alguém criar alguma coisa muito grandiosa como um FInal Fantasy é que as pessoas sempre esperarão algo ainda maior e talvez seja por isso que quase todo anuncio da Mistwalker seja recebido com uma certa decepção por parte dos fãs, o que provavelmente acontecerá quando souberem que o game designer está se dedicando a jogos para smarthphones e tablets.

Estou trabalhando em três jogos novos jogos para o iOS,“ revelou o japonês através de um email ao site Siliconera.“Meu plano é publicar atualizações no meu Facebook conforme fizer progresso.

Sakaguchi limitou-se a falar apenas sobre um dos jogos, que será sobre surfe, um dos seus hobbies então só nos resta especular sobre o que poderiam ser os outros dois. Levando em consideração os projetos que ele já esteve envolvido, seria legal se fosse utilizados alguns dos conceitos do Cry On, game em que prometeu que nos faria chorar e acabou sendo cancelado, mas se fosse para apostar, algo me diz que um spin-off do Blue Dragon está neste pacote ou então algum game parecido com um adventure.

Talvez essa não seja a notícia por qual muitos esperavam, mas acho que o pai do Final Fantasy merece um voto de confiança e seja qual for o estilo adotado para os jogos, que eles sejam divertidos e se for o caso, tenham um bom enredo.

BigN explica porque jogos do Mario continuam agradando

Por: em 16/03/12 na(s) categoria(s): Nintendo, Portáteis


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Lançar um jogo que faça sucesso não é uma tarefa muito fácil e sustentar uma série por alguns anos é ainda mais complicado. O que dizer então de uma marca nascida no início da década de 80, que passou por diversas gerações e que consegue manter-se relevante até hoje, vendendo não apenas milhões de cópias de seus jogos, mas ajudando também a vender consoles?

Talvez os games do Mario sejam uma exceção, mas o fato é que a Nintendo parece ter o dom de reinventar a franquia (não só ela, diga-se) e ao ser perguntando pelo pessoal do GamesRadar sobre qual seria o segredo para isso, Koichi Hayashida, diretor do Super Mario 3D Land deu a seguinte explicação:

Um dos elementos é que toda vez que lançamos um novo hardware, as capacidades únicas daquela tecnologia nos levam a descobrir novas combinações para a jogabilidade que sejam familiares ao universo do Mario. Novo com algo especial daquele hardware. Essa combinação do familiar com o novo dá às pessoas a sensação de algo revigorado.

Durante a Game Developer Conference, o próprio Hayashida admitiu no entanto que não é só o avanço do hardware o responsável pela longevidade da franquia e revelou os três itens na receita para o sucesso da série, que lhe foi passada por Shigeru Miyamoto: sempre considerar ideias que estejam além do que as pessoas esperam da série; fazer com que os jogadores deem risada de conceitos que as surpreendam e por fim, algo que está diretamente relacionado ao comentário transcrito acima, que todos os envolvido na produção devem conhecer profundamente o sistema para qual o jogo está sendo desenvolvido.

Acho que um título consegue ilustrar muito bem essa ideia, o Super Mario 64, que além de ter se aproveitado do poder de processamento do Nintendo 64 para levar o personagem para as três dimensões, também valeu-se da alavanca analógica do controle para tornar a jogabilidade muito melhor e levou vários conceitos importantíssimos para a franquia e ajudou a definir como seriam os jogos de plataforma em 3D.

É claro que tais dicas não valeriam para muitos outros jogos, mas ainda assim, será que alguém ousaria afirmar que eles estão fazendo a coisa da maneira errada?

3DS é um fracasso, só que ao contrário

Por: em 08/03/12 na(s) categoria(s): Nintendo, Portáteis


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Todos nós acompanhamos o início complicado que o 3DS teve, mas a redução no preço do portátil surtiu efeito e de acordo com a Nintendo, um ano após ele ter sido lançado nos Estados Unidos o número de venda foi praticamente o dobro (4,5 milhões de unidades) do alcançado pelo DS (2,3 milhões) durante o mesmo espaço de tempo.

Além disso, a fabricante informou que se até o seu primeiro aniversário o DS havia vendido 5 milhões de cópias e contava com uma biblioteca com 58 títulos, o seu sucessor teve 9 milhões e mais de 100 games disponíveis, o que gerou um faturamento de 1,2 bilhão de dólares, contra US$ 540 milhões do antigo aparelho.

O Nintendo 3DS fechou o primeiro ano com uma longa lista de realizações, mas nós apenas arranhamos a superfície,” disse Reggie Fils-Aime. “Nós apenas começamos, mas essa plataforma foi feita para um longo prazo.

Eu ainda quero ver como ficarão as vendas do 3DS com a chegada do Vita, mas pelo menos por enquanto a BigN tem mostrado que aquela ideia de que não há mercado para portáteis dedicados a games não é muito correta. Resta saber se as boas vendas se sustentarão por muito tempo.

[via MCV]