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Epic diz que indústria de games ainda é imatura

Por: em 09/12/11 na(s) categoria(s): Indústria, Portáteis, Sony


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Muito tem sido dito de uns anos para cá sobre o quanto a narrativa precisa melhorar nos games, ou como ainda estamos longe de atingir gráficos fotorealistas, porém, para Mike Capps, presidente da Epic Games, a indústria como um todo ainda precisa evoluir e um dos seus principais problemas está no fato de os envolvidos não compartilharem conhecimento, impedindo que as empresas se tornem maiores e melhores.

De uma perspectiva de negócios, nossa indústria de games é chocantemente imatura, porque tão poucos caras possuíam experiência de negócios antes de entrar para ela. É fantástico porque o empreendedorismo deles dá certo, é de onde veio a nossa indústria, mas não há muito compartilhamento, não há muitos grandes livros sobre como montar um negócio de games, então tentamos compartilhar isso por alguma razão as pessoas nos ouvem e nós tentamos aprender o máximo que podemos com todo o mundo e seus erros. Isso simplesmente parece ser a coisa certa a se fazer.

Ele ainda revelou ainda que embora a Epic esteja dando suporte ao Playstation Vita, não há nenhum jogo sendo desenvolvido para o portátil, simplesmente porque eles ainda tem dúvidas sobre como será a recepção do aparelho no ocidente, mercado para onde suas criações são voltadas. Capps ainda se justificou dizendo que apesar de achar o videogame uma grande plataforma, o executivo possui um smartphone e é difícil concorrer com isso.

Essa não é a primeira vez que ouço alguém reclamar da falta de interesse dos desenvolvedores em partilhar suas experiências com outros (embora não consiga lembrar quem foi a outra pessoa) e realmente acredito que uma maior união entre os profissionais seria melhor para todos, mas como neste mercado um quer comer o outro vivo, acho que isso nunca acontecerá.

[via GamesIndustry]

Nintendo diz que 3DS está revigorado

Por: em 08/12/11 na(s) categoria(s): Indústria, Nintendo, Portáteis


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Eu já declarei algumas vezes aqui no MBG que não tenho a menor vontade de adquirir um 3DS, seja por seus jogos ainda não me interessarem, por achar que ele não possui muitas diferenças em relação ao seu antecessor que justifiquem a compra, ou simplesmente porque quase não jogo nos portáteis. O início do portátil também não ajudou muito a me fazer mudar de ideia, com um pequeno número de jogos realmente bons e as baixas vendas, mas mesmo assim, ainda é cedo para dizermos que o videogame é um fracasso.

Na verdade, segundo uma entrevista concedida por Satoru Iwata, apesar de todos os problema enfrentados pela Nintendo, o desempenho do videogame tem sido melhor do que o do DS no seu início de vida e o novo aparelho deverá chegar nos próximos dias a marca de 3 milhões de unidades vendidas no Japão, duas semanas antes do que foi registrado pelo portátil anterior. Além disso, a expectativa por parte da empresa de Kyoto é que 4 milhões de cópias sejam entregues antes do aniversário de um ano do 3DS, que acontecerá em fevereiro.

Outro número bastante interessante revelado pelo presidente da Nintendo foi o das vendas do Mario Kart 7. Apenas na primeira semana cerca 420 mil cópias foram vendidas por lá, algo que representa quase o dobro do que eles conseguiram com a versão do jogo de corrida para o DS, que acabou vendendo mais de 20 milhões de unidades e tanto a série Mario Kart quanto os jogos principais do encanador costumam ter lançamentos ainda melhores fora do arquipélago.

A minha maior dúvida em relação ao 3DS e ao Vita é a médio e longo prazo, quando os celulares e tablets deverão estar ainda mais forte no mundo dos games, porém, continuo batendo na tecla de que eu não abro mão dos botões físicos, mas será que a maioria – especialmente os gamers casuais – faz questão disso?

[via Eurogamer]

Grupo quer que modificação de consoles seja permitida nos EUA

Por: em 07/12/11 na(s) categoria(s): Indústria, Microsoft, Nintendo, Portáteis, Sony


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As pessoas que defendem o direito de poder modificar seus consoles ganharam um forte aliado nesta batalha. A Electronic Frontier Foundation (EFF), organização que defende o direito da liberdade de expressão, quer que os consoles e tablets sejam inseridos na mesma lei de direitos autorais que permite aos proprietários alterarem seus celulares, algo que havia sido proposto por eles mesmos no ano passado.

Caso a ideia seja aceita, quem possui um console poderia usá-lo da maneira que achar melhor, seja instalando outro sistema operacional ou rodando aplicativos desenvolvidos por terceiros, não dependendo da aprovação dos fabricantes. Segundo Corynne McSherry, diretor da EFF, “o DMCA supostamente serve para impedir a violação de direitos autorais, mas ao invés disso é usado erroneamente para ameaçar criadores, inovadores e consumidores, desencorajando-os a usar plena e justamente suas propriedades.

Já a apresentação do projeto diz que “os videogames atuais são sofisticados computadores, capazes de rodar não somente jogos, mas sistemas operacionais completos. No entanto, as três principais fabricantes — Sony, Microsoft e Nintendo — tem implantado restrições técnicas que forçam os compradores de consoles a se limitarem a sistemas operacionais e softwares exclusivos oferecidos por vendedores autorizados, mesmo não havendo evidências de que outras opções irão infringir os direitos autorais.

O grande medo por parte das fabricantes em relação a abertura de seus sistemas está numa possível maior facilidade na reprodução de cópias ilegais de jogos, o que sinceramente acho válido e embora eu não sinta necessidade de “destravar” um dos meus consoles para rodar homebrews, durante um bom tempo pensei em fazer isso com o meu Wii, simplesmente porque esta seria a única maneira de jogar a versão europeia do Xenoblade Chronicles, mas felizmente a Nintendo mudou de ideia e lançará o jogo nos EUA.

Quanto a ser a favor ou não das modificações dos consoles, continuo pensando que enquanto as empresas não aceitam esse tipo de coisa, acho que não adianta fazer e depois reclamar porque foi banido e vale lembrar que embora o jailbreak em celulares já seja aceito nos EUA, fazer isso elimina a garantia do aparelho.

[via 1UP]

Versões digitais dos jogos para o Vita poderão custar menos

Por: em 05/12/11 na(s) categoria(s): Portáteis, Rumores, Sony


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Embora os executivos da Sony tenham declarado por diversas vezes que ainda não está na hora dos videogames adotarem apenas a distribuição digital, algo supostamente revelado por alguém da companhia provavelmente fará com que as vendas digitais de jogos para o Playstation Vita sejam muito superiores as físicas.

Isso porque de acordo com o blog Thrifty Nerd, uma fonte anônima lhe garantiu que os games para o videogame terão como limite máximo o valor de US$ 40, o que já seria bem interessante, mas o que tem chamado a atenção é que o mesmo título, se comprado digitalmente, poderia custar cerca de US$ 23. O motivo para uma diferença tão grande de preço estaria na óbvia ausência da caixa e do manual, algo que não parece estar sendo levado em consideração na hora de vender jogos por download para o PSP.

Se a possibilidade for mesmo confirmada – o que é plausível, mas diferença parece exagerada – a Sony poderia atingir dois problemas de uma só vez, que seria conquistar um número maior de consumidores com jogos a preços acessíveis, tanto por download quanto fisicamente e praticamente obrigar os jogadores a investir nos caros cartões de memória proprietários que serão utilizados pelo portátil.

Eu tenho visto pelos comentários aqui no Meio Bit Games que grande parte dos jogadores já preferem adquirir seus jogos digitalmente, seja pela praticidade, pela economia de espaço ou mesmo para fugir dos impostos exorbitantes cobrados pelo nosso governo e se um jogo para o PSVita custar tão barato, acredito que muitas pessoas colocarão o aparelho mais para o topo das suas listas de desejo.

[via MCV]

CG – Monster Hunter Tri G

Por: em 04/12/11 na(s) categoria(s): Nintendo, Portáteis, Vídeos


Na minha lista de games que quero jogar o quanto antes (e que por sinal só aumenta), está o Monster Hunter Tri para Wii. A ideia de ser um caçador num mundo virtual com uma vasta fauna sempre me pareceu interessante e o jogo da Capcom parece fazer isso com maestria em sua série. Só torço para que o modo multiplayer funcione bem no console da Nintendo e principalmente, que o jogo seja divertido também quando jogamos sozinhos.

Devaneios a parte, aproveitando o sucesso que o jogo fez, principalmente no Japão, a desenvolvedora resolveu adaptá-lo para o 3DS e lançará o como Monster Hunter Tri G, título que utilizará o polêmico segundo analógico do portátil e funcionará como um versão melhorada do original, trazendo novos monstros, armas e modificações na jogabilidade.

Mesmo que você não se interesse muito pelo game, recomendo dar uma olhada no vídeo abaixo, que é a bela abertura dessa nova versão, quem além de ser uma animação fantástica, mostra algumas das espécies que encontraremos no game. Aproveitei também para deixar a abertura da versão para o Wii, que considero ainda melhor. Mas qual das duas aberturas é a sua favorita?

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Guarde dinheiro, pois os memory sticks do PS Vita custarão caro

Por: em 30/11/11 na(s) categoria(s): Portáteis, Sony


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E o temor de muitos jogadores que estão interessados no Playstation Vita se confirmou. Depois de a Sony anunciar os preços para o Japão dos cartões de memória que serão utilizados pelo portátil, a rede de lojas GameStop revelou que nos Estados Unidos eles não custarão muito menos.

A versão com menos capacidade de armazenamento (4GB) será vendida por US$ 29,99, enquanto que a de 8GB custará US$ 44,99 e a de 16GB US$ 69,99. Mas se você quiser “bastante” espaço para guardar suas músicas, jogos e vídeos, poderá adquirir um cartão de 32GB, pagando a pequena bagatela de US$ 119,99, ou seja, quase metade do PS Vita sem conexão 3G.

Apenas para lhe situar em relação aos preços, um cartão de memória SD de 32GB pode ser comprado nos Estados Unidos por algo em torno de US$ 47, portanto, com o valor cobrado pela versão do Vita, poderíamos comprar dois SDs de 32GB, mais um de 16GB e ainda sobraria US$ 4 para comprar uns doces.

O grande problema é que assim como aconteceu com o PSP, o novo portátil utilizará um cartão proprietário, fabricado somente pela Sony e enquanto não chegarem ao mercado adaptadores ou Memory Sticks genéricos, ter um Playstation Vita custará bem mais do que apenas os US$ 249 do videogame.

[via Gamespot]