Sega promete física melhorada para Sonic 4: Episode II

Depois de ter criado uma enorme expectativa nos fãs com o anúncio do Sonic the Hedgehog 4: Episode I e de ter decepcionado muita gente com o lançamento da versão final, a Sega parece ter aprendido com os erros e para o segundo episódio, já revelou que entregará um reformulado sistema de física.
Programado como uma série de pequenos capítulos que seriam vendidos por preços mais em conta, o primeiro prometia ser uma volta às origens, com a boa e velha jogabilidade em duas dimensões e gráficos muito bonitos, mas o jogo não funcionava como deveria, com o controle do personagem sendo estranho e as críticas não demoraram a surgir.
Quando a Sega anunciou o Sonic Generations, parecia que a desenvolvedora havia desistido do Sonic 4, mas após alguns rumores surgirem na web a produção do Episode II foi confirmada e agora esperamos que o game seja tão divertido quanto o último lançamento, lançado em dezembro passado, aproveitando a sua mecânica fantástica e oferecendo cenários belíssimos.
Sonic the Hedgehog 4: Episode II ainda não tem uma data prevista para lançamento, mas está confirmado para Xbox 360, Playstation 3, iOS, Windows Phone 7 e dispositivos Android com processadores Nvidia Tegra e embora o Wii esteja descartado, é provável que o jogo também seja lançado para o Wii U.
[via 1UP]
Cave deverá desenvolver jogos para mais plataformas

Aqueles que gostam de Shoot ‘em ups, ou os populares “jogos de navinha”, provavelmente conhecem a Cave, estúdio japonês formado em 1994 por ex-integrantes da Toaplan, desenvolvedora que na década de 80 lançou títulos que marcaram o gênero, como o Truxton e Zero Wing.
Atualmente a Cave produz seus jogos para smartphones, Arcades e principalmente para o Xbox 360, mas de acordo com Makoto Asada, chefe de desenvolvimento da empresa, a situação do mercado os tem levado a considerar a possibilidade de lançar seus títulos para outras plataformas, apesar de alguns projetos ainda continuarem sendo feitos com o console da Microsoft em mente.
Isso significa que não apenas os donos de um Playstation 3, 3DS ou PS Vita estejam nos plano, mas que eles também pretendem expandir as ofertas de jogos para os celulares, já que para Asada, é preciso aumentar a base de jogadores atingidos e o executivo não poupou críticas à maneira como a divisão japonesa da Microsoft tem lidando com o mercado local, citando por exemplo que desde o lançamento do Lost Odyssey, que aconteceu em 2007, a empresa não disponibiliza um grande jogo por lá.
Apesar de seus jogos atingirem apenas um público mais restrito, a notícia é muito boa para quem aprecia um bom bullet hell, mas não quer adquirir um Xbox 360.
[via Andriasang]
A bonita (e cara) camiseta dos 25 anos do Legend of Zelda

Quem conhece a loja King of Games sabe que duas das principais características de suas camisetas são as estampas belíssimas e o preço bastante alto. Por isso, os 5500 ienes, ou US$ 70, cobrados pela camiseta comemorativa aos 25 anos da série The Legend of Zelda não chega a ser uma surpresa, mas o valor certamente impedirá muitos fãs de adquirirem esta belezinha.
Disponível nas cores verde e preto, a camiseta trará uma estampa muito bonita na parte da frente feita com tinta metálica, além da logo dos 25 anos nas costas e outra ilustração na manga, com o texto Legend of Zelda escrito com o alfabeto de Hyrule. Nem na etiqueta os caras deixaram de homenagear a criação de Shigeru Miyamoto, já que o emblemático coração estará presente.
É importante dizer que a camiseta estará em pré-venda até fevereiro do ano que vem e só serão enviadas a partir de maio, portanto, mesmo que você compre agora, ainda terá que esperar longos meses até poder andar pelas ruas ostentando a roupa que lhe custará quase R$ 200.
[via Joystiq]
JXD S7100, o tablet que NÃO é diferente
De uma coisa não podemos discordar, boa parte das empresas chinesas não tem a menor vergonha de roubar a ideia alheia. Veja por exemplo o caso do S7100, tablet Android da JXD. Com um preço sugerido de US$ 140 e uma tela de 7 polegadas capaz de exibir imagens com 800 x 480 pixels de resolução, ele conta ainda com um processador ARM Cortex A9, 512MB de memória, saída HDMI e até 16GB de armazenamento interno.
Pelas especificações, poderia ser apenas mais um portátil xing-ling tentando conquistar aqueles que não estão dispostos a pagar por um iPad ou Galaxy Tab, mas eles queriam atingir o público gamer e para conseguir isso, resolveram basear o aparelho em algo que pudesse chamar a atenção e ao olhar a imagem abaixo, fica evidente que o alvo foi o controle do Wii U. Mas copiar um produto não é o bastante e para não desagradar os Sonysta, repare que os botões são idênticos aos da família Playstation.
A situação fica ainda mais ridícula quando visitamos o site do produto, praticamente idêntico ao da Apple e podemos ler em letras garrafais que eles se orgulham de “serem diferentes…”, para logo depois não terem medo de afirmar que o S7100 roda jogos da Apple, do Android, Sony, Nintendo, Arcades e Sega, além de várias imagens darem forte destaque para emuladores rodando no tablet.
O pior é que o negócio até parece interessante, mas com uma cara de pau tão grande, acho que vou deixar para lá mesmo.
[via Joystiq]
Presidente da Nintendo fala sobre para o Facebook e modelo Free-to- Play

Enquanto a maior parte das desenvolvedoras estão se arriscando nas redes sociais e lançando jogos gratuitos que obtêm lucro através de microtransações, a Nintendo continua não dando muita atenção para essas duas tendências e durante uma entrevista, Reggie Fils-Aime, presidente e COO da Nintendo of America, falou o que ele pensa sobre esses dois assuntos.
“Quando você olha para a experiência dos games em redes sociais, há uma variedade de valores de entretenimento. Alguns são fortes, outros não, mas no fim, como eles irão evoluir? Fazer a mesma coisa repetidamente deixou de ser legal.”
Já sobre o modelo Free-to-Play, o executivo afirmou que ter os jogos desenvolvidos por eles apenas em aparelhos fabricados pela Nintendo é uma vantagem competitiva e por isso não planejam disponibiliza-los em outras plataformas, algo que ele nem tem certeza se o Facebook é. Por outro lado, Reggie não descartou a possibilidade de a empresa testar jogos gratuitos, já que eles estão dispostos a encontrar novas maneiras de lucrar com suas criações.
Olhando dessa maneira eu não tiro a razão da Nintendo. Por mais que ter suas marcas em outras plataformas pudesse representar algumas vendas a mais, imagina o que seria dos consoles da BigN caso pudéssemos jogar um Mario Bros. no celular ou encarar um The Legend of Zelda numa rede social. Será que os videogames venderiam tanto?
Acredito que nenhuma outra empresa possa continuar apostando em suas marcas para manter os consoles vivos e talvez esse cenário mude um dia, mas por enquanto ainda vejo muitas pessoas dispostas a pagar caro por um console da Nintendo, “apenas” para ter acesso a algumas das principais franquias da indústria.
[via GameInformer]
PS Vita, 3DS e PSP: Teste revela qual bateria dura mais
Como os portáteis há muito deixaram de ser usados apenas para jogarmos, tornando-se cada vez mais poderosos e servindo para vermos vídeos, fotos e ouvirmos músicas, uma característica importante desses aparelhos é a duração de suas baterias e por isso um jogador resolveu colocar lado a lado, um Playstation Vita, um PSP e um 3DS, para saber qual deles aguentaria mais tempo ligado.
Após deixar o brilho das telas e o volume no máximo, assim como o efeito 3D do portátil da Nintendo, o rapaz chegou a um resultado até certo ponto surpreendente, constatando que a bateria do Vita durou mais que a do 3DS.
Enquanto o modelo utilizado do PS Vita foi o 3G, rodando o Uncharted: Golden Abyss, o 3DS esteve com o jogo Monster Hunter 3G e o PSP-3000 utilizou o jogo Monster Hunter Portable 3rd em UMD, mas se os dois primeiros utilizaram a bateria padrão, o último contou com a ajuda de uma expandida, com 2200mAh, sendo que a original é de 1200mAh.
No vídeo acelerado encontrado logo abaixo, é possível ver os aparelhos em funcionamento e o tempo exato que cada um deles aguentou foi o seguinte:

