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SwiftKey recebe investimento de US$ 17,5 milhões para expandir seus negócios nos EUA

Por em 4 de setembro de 2013

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Se você possui ou já testou um dispositivo Android, muito provavelmente você conhece o teclado SwiftKey. Para quem não conhece, trata-se de um teclado virtual que torna a digitação uma tarefa absurdamente mais rápida que nos teclados normais da plataforma. Isso porque ele prevê o que vai ser digitado de forma personalizada, baseada em dicionários de até três idiomas simultâneos, mas também nas palavras que o usuário mais digita em suas mensagens de texto, emails e até mesmo nas redes sociais.

A mágica é permitir que, com poucos toques na tela, você consiga elaborar frases complexas, mesmo que isso inclua suas palavras escritas propositalmente de forma diferente, maneirismos e gírias. De verdade, é uma das coisas que deveria existir no iOS. Mas essa é uma outra discussão.

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KitKat, a versão 4.4 do Android

Por em 3 de setembro de 2013
Estátua do mascote do Android 4.4 KitKat nos jardins do Google

Estátua do mascote do Android 4.4 KitKat nos jardins do Google

Desde os primórdios, o Google sempre utilizou nomes de gostosuras doces nas versões do Android. Começou pelo Cupcake, passando por Donut, Eclair, Froyo, Gingerbread, Honeycomb, Ice Cream Sandwich, até chegar ao Jelly Bean, que nomeia não somente uma, mas três versões da plataforma móvel da empresa. Até hoje, todos os rumores apontavam que a nova versão do Android (na verdade, deveria ter sido a 4.3) se chamaria Key Lime Pie, mas, aparentemente, o Google mudou de ideia.

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Twitter lança programa de beta tester para Android

Por em 30 de agosto de 2013

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Se há algo que eu gosto de fazer muito, é comer testar novidades em produtos e serviços. Como colaborador do Google, já tive a felicidade de colocar as mãos (êpa!) em novidades antes dos usuários e, confesso, a sensação é muito boa (#mimimi fanboy do Google #mimimi). Mas, sinceramente, ainda mais gratificante do que ter acesso a algumas coisas quase que com exclusividade, é poder enviar o feedback aos desenvolvedores e, assim, ajudar a corrigir problemas e, em alguns casos, até modificar o funcionamento de certas coisas.

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Crie música à partir do seu DNA. Ou quase isso.

Por em 30 de agosto de 2013

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Você com certeza já presenciou alguma pessoa se empolgando e exclamando que determinada música que começava a tocar no rádio (ou numa balada), tinha sido feita pra ela. “Nossa, essa música é a minha cara, tem tudo a ver comigo!“. Ou já quis uma música que fosse de fato feita pra você, mas nem todo mundo é narcisista a ponto de criar algo assim para si, e nem todo mundo tem a sorte de se relacionar com alguém com tamanha habilidade musical (ou de, pelo menos, se relacionar com alguém, vai saber…).

Bem, pra estas situações, o app IDNAtity pode quebrar um galho. Criado pela MEA Mobile, este aplicativo compõe uma música baseado nos padrões genéticos e estéticos do usuário. O conceito do uso do DNA ficou meio obscuro pra mim, já que não é necessariamente obrigatório entrar com um exemplo do seu DNA para que a composição seja feita (o que, isso sim, seria genial!!).

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Twitter passa a agrupar conversas com uma linha azul muito bizarra

Por em 28 de agosto de 2013
Nova linha azul interligando os tweets de uma mesma conversa e compartilhamento de tweets via DM no Android

Nova linha azul interligando os tweets de uma mesma conversa e compartilhamento de tweets via DM no Android

Sou totalmente a favor de novidades nos mais variados produtos e serviços, principalmente quando elas acrescentam algo realmente útil e geram um benefício imediato ao usuário. Contudo, há alguns updates que fazem com que eu me pergunte: “por que raio isso foi implementado?”. Isso ocorreu hoje com o Twitter.

Por algum motivo que ainda tento entender, o serviço do passarinho azul anunciou a inserção de uma linha azul da morte na timeline dos usuários que tem o objetivo de agrupar (ou algo assim) os tweets em conversas. Eu não teria absolutamente nada contra, se a lógica da timeline continuasse. O problema é que, diferente da organização padrão, que é a ordem cronológica inversa dos tweets (os mais velhos ficam na parte de baixo), o novo agrupamento utiliza a ordem cronológica normal, fazendo com que as coisas fiquem… digamos… muito bagunçadas.

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Google começa a integrar o sistema de autenticação de seus apps para iOS

Por em 27 de agosto de 2013
App do Google+ para iOS foi um dos primeiros a receber a novidade

App do Google+ para iOS foi um dos primeiros a receber a novidade

Quando se utiliza muitos serviços de uma mesma empresa, é fundamental que se tenha um sistema de login integrado que não obrigue o usuário a ficar digitando as suas credenciais toda vez que quiser acessar um serviço diferente. Se os serviços em questão forem do Google, o usuário do Android sabe muito bem a facilidade que o sistema de autenticação do robozinho verde proporciona. Basta abrir qualquer app do Google, selecionar a conta cadastrada no aparelho e… pronto. O app autentica sem que se tenha que digitar nada.

Mas, quando você utiliza boa parte dos mesmo aplicativos em outra plataforma, a coisa fica bem diferente. No iOS, por exemplo, tenho uma penca de aplicativos do Google e, quando atualizo alguns deles (eles se desconectam, não me pergunte o porquê) ou baixo um novo app, lá vou eu digitar as minha credenciais. Para facilitar a minha vida, ainda utilizo a segunda camara de verificação, o que ainda me obriga a pegar um código gerado pelo Authenticator. Mas, felizmente, o Google está começando a mexer os pauzinhos para ajudar, ainda que tarde, o usuário de seus serviços.

Na última atualização do Google+ e YouTube para a plataforma móvel da Apple, notei que o Google alterou o sistema de autenticação de ambos os aplicativos. Ao clicar em sair, os apps não desconectam o usuário, apenas finalizam as sessões mantendo os dados de login gravados. Ao retornar ao app, o usuário apenas precisa clicar na conta desejada e… pronto. Está lindamente logado novamente ao aplicativo sem ter que digitar nada. Ao tentar remover totalmente a conta do aplicativo (afinal, ele tem que deixar), o aplicativo avisa ao usuário que “esta conta será removida do Google+ e de outros aplicativos do Google neste dispositivo”.
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Google Keep para Android ganha lembretes por hora e geolocalização e integração com o Now

Por em 23 de agosto de 2013
Usuário pode criar lembretes baseados na localização geográfica

Usuário pode criar lembretes baseados na localização geográfica

O Google começou a liberar, nesta quinta-feira, uma atualização do Google Keep aos usuários do Android. Talvez a mais significativa atualização no app desde o seu lançamento, a versão 2.0 passa a contar com o sistema de lembretes para as tarefas adicionadas pelos usuários. Eles podem funcionar tanto de acordo com uma data e hora estabelecidas pelo usuário, como pela geolocalização. Basta que o usuário defina um local e, quando chegar nele, o aplicativo cuidará de alertá-lo.

Além dos dois tipos de alertas, o aplicativo também ganhou integração com o Google Now. O assistente virtual do Google se encarregará de manter o usuário informado sobre as suas futuras tarefas, caso tenha o app instalado/ativado no aparelho. O aplicativo também ganhou a possibilidade de o usuário adicionar imagens da “Galeria” do dispositivo aos lembretes, uma vez que, até então, somente era possível adicionar fotografias tiradas na hora.
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