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Digital Drops Blog de Brinquedo

O que Siri uniu homem nenhum separa

Por em 22 de julho de 2014

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Um dos recursos mais legais do iOS é que você pode definir graus de parentesco para seus contatos, isso permite que eles tenham prioridade em chamados mesmo em modo não perturbe, os “cargos” podem ser usados como atalho e acima de tudo fazem com que a interação via Siri seja muito mais natural. Ninguém pede pra secretária ligar pra Dona Fulana, pede “ligue pra minha mãe”.

Dá para definir isso facilmente, basta dizer por exemplo:

Please Siri add Luciana Vendramini as my girlfrend (and redirect the restraining order papers to my business address)

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Sem tempo agora? Facebook vai permitir salvar itens da timeline para ler depois

Por em 21 de julho de 2014

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Ah… o Facebook. Essa rede social que se iniciou como um projeto dentro de uma faculdade, tomou o mundo como seu quintal e hoje já acabou com o Orkut, aproxima familiares que moram longe, afasta os que moram perto e vê nossas publicações como uma gigantesca Matrix em forma de Data Warehouse.

A ferramenta já é utilizada muito além da interação entre usuários, como nos casos onde o login é a validação em outros sites, como em cadastros de serviços que em tese nada têm à ver com rede social e, claro, para comércio.

Em verdade, há quem seja viciado em Facebook, em compartilhar, em receber likes, em discutir com estranhos e ver fotos de filhotes. Só que se você tem o mínimo de responsabilidade, quase nunca sobra tempo para conferir tudo o que seus amigos e parentes postam em suas respectivas timelines.

Seja por falta de tempo, seja pelo monstruoso fluxo de informações, seja por tudo isso junto e misturado.

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Quer cremar seus entes queridos? Tem uma app pra isso

Por em 18 de julho de 2014

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As formas com que os humanos dispõem dos restos mortais de seus mortos são quase infinitas. Mesmo desconsiderando os inúmeros rituais, os passos práticos variam imensamente de cultura para cultura. Na Índia o corpo pode ser jogado no Ganges (não clique) ou cremado em uma cerimônia onde às vezes até a viúva pira e se joga na estrutura homônima. Alguns lugares praticam embalsamamento, em outros casos o enterro não é algo permanente, os jazigos não são perpétuos e as famílias se reúnem para exumar o defunto e transferir os restos para um ossário. É algo cruel e surreal de se ver (de novo, não clique).

No Tibet existe algo chamado “enterro aéreo”, que não, não envolve catapultas, mas o desmembramento do corpo, com direito a fatiar os órgãos e esmagar os ossos com pedras, misturando com farinha e leite. Em uma variação o corpo é disposto inteiro, depois que as aves de rapina deixam só os ossos eles são processados e viram ração de aves menores (preciso avisar?). Há toda uma explicação espiritual, mas o enterro aéreo é realizado por pura necessidade. O Tibet quase não tem árvores, o que inviabiliza cremação ou resomação, e a maior parte do país é pedra e montanha, não dá pra desperdiçar terreno com cemitérios.
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Em breve será possível personalizar a interface de relógios com Android Wear

Por em 18 de julho de 2014

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Eu me lembro de uma época, no final dos anos 80 e começo dos anos 90, que relógios da Champion vendiam feito adaptadores de cabos da Apple em dia de lançamento de iPhone novo.

Ok, nem tanto, mas era uma febre em qualquer grupo de aborrescentes, na escola, no bairro, onde fosse.

Isso porque eles permitiam que a pessoa trocasse a pulseira do aparelho e ele assumia outras cores e você poderia combinar com cada roupa diferente, com o tênis, com o raio que o parta.

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Algoritmo do Yahoo encontra a rota mais bonita ao invés da mais rápida

Por em 16 de julho de 2014

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O GPS foi a salvação da lavoura para quem precisa circular por cidades desconhecidas e/ou não tem senso de direção. Ele sempre mostra o caminho mais curto e alguns apps com colaboração de usuários até avisam onde há congestionamentos ou obras na pista. continue lendo

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Lightroom CC continua parcialmente funcional após vencimento da licença

Por em 11 de julho de 2014

Se você leva a fotografia a sério então deve conhecer os programas da Adobe. O Photoshop é o mais conhecido, mesmo pelos leigos, que já chamam qualquer edição ou alteração drástica de imagem simplesmente como Photoshopada. Para os conhecedores avançados da fotografia, e para quase a totalidade dos fotógrafos profissionais, existe um outro programa muito mais importante. O Lightroom veio para transformar o nosso fluxo de trabalho e nos presentear com qualidade, a possibilidade de automatizar vários processos e economizar tempo em edições em lote. Ou seja, tudo que precisávamos nessa nova realidade da fotografia digital onde o fotógrafo é responsável pela captura da imagem e também pelo seu processo de “revelação”.

Justamente pela ferramenta ter se tornado tão importante, muitos usuários ficaram preocupados com a iniciativa da Adobe em transformar seus principais produtos em um serviço de assinatura anual. Se eu não desejo mais pagar pelo serviço, como ficam minhas milhares de fotos que estão organizadas e editadas dentro de um catálogo do Lightroom? Quando você tem a versão completa do programa, nada impede que você não o atualize para a nova versão, escolhendo assim manter a versão antiga e totalmente funcional. Eu mesmo ainda utilizo o Lightroom 4 e estou feliz (por enquanto). Quem migrou para o Creative Cloud não tinha essa opção. Quando a assinatura acabava o programa se tornava inútil. Pelo menos até agora.

Toda a suíte de aplicativos CC passou por uma atualização em 2014 e assumiu sua mais nova versão. No caso do Lightroom CC a novidade é que ao acabar a assinatura anual (e o usuário resolver não renovar) o programa não vai se tornar totalmente inerte. Serão desativados o modo Develop e o modo Maps. O primeiro vai impedir que você faça edições mais finas em suas fotos, mas anda é possível manter o modo biblioteca. Ou seja, você continua com suas fotos organizadas, pode exportar os arquivos em alta resolução e se utilizar das edições básicas que encontramos na biblioteca. O modo Maps será desativado por conta dos royalties pagos ao Google para a utilização de seu serviço de georreferenciamento. Pode parecer pouco, mas você não vai perder sua enorme biblioteca e organização por conta da finalização do pagamento do serviço.

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Quase 80% dos aplicativos da loja da Apple são softwares zumbis

Por em 10 de julho de 2014

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Nesta quinta-feira a loja de aplicativos da Apple completa seu sexto aniversário, com números impressionantes, como 75 bilhões de downloads e desenvolvedores faturando mais de US$ 15 bilhões com suas criações.

Mas um relatório publicado pela empresa de análise de mercado mobile Adjust, que levantou dados sobre o ciclo de vida dos aplicativos do iOS, mostra que 80% dos quase 1,2 milhão de apps disponíveis na loja foram baixados pouquíssimas vezes, ou até casos onde nenhum download foi registrado.

O relatório usa o termo “zombie app” para descrever os aplicativos que sequer entram nas métricas dos rankings da loja da maçã.

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