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Digital Drops Blog de Brinquedo

Para alegria do Peter Jackson YouTube agora toca vídeos a 60 fps

Por em 31 de outubro de 2014

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Vou contar um segredo: o cinema é todo errado, e nem digo de erros comuns como explosões distantes ouvidas imediatamente por quem está em 1º plano. É bem pior.

Nossos olhos não conseguem distinguir imagens individuais acima de 10 frames por segundo, daí a ilusão do movimento causado pelos 24 fotogramas do cinema, mas esse número é insuficiente. A imagem que vemos é borrada quando tenta captar movimentos rápidos, a grande diferença quando comparamos vídeo e cinema é que achamos o vídeo, a 30 fps “rápido demais”, quando o que acontece é que o cinema a 24 fps é que é em câmera lenta.

As tentativas de produzir cinema em velocidade maior não deram muito certo. Estamos acostumados com 24 fps, apesar das imagens muito mais nítidas, dos efeitos especiais lindamente evidentes, O Hobbit em High Frame Rate, a 48 fps ficou… estranho. 
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Na Reversal Russia, selfies em grupo transmitem piolhos

Por em 28 de outubro de 2014

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Quando você pensa que já viu de tudo nessa vida, sempre podemos contar com a boa e velha Mãe Rússia para nos lembrarmos que existem coisas entre o céu e a terra que desafiam a lógica de qualquer mente minimamente sã. A última veio do departamento regional de Kursk do Rospotrebnadzor, ou Serviço Federal de Supervisão e Proteção dos Direitos do Consumidor e Bem-Estar Humano, o equivalente russo mais ou menos próximo ao nosso PROCON.

Imaginem só: segundo alerta publicado nesta segunda (em russo, claro), os jovens do país foram aconselhados a maneirar na loucura dos selfies como forma de se protegerem de… piolhos.

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Não tá fácil pra ninguém: internet afetando a mais antiga das profissões

Por em 28 de outubro de 2014
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Como uma dama que troca favores por dinheiro da Nova Zelândia se parece.

Chamada de mais antiga das profissões, a prostituição existe desde sempre. Sequer é exclusividade humana. Pinguins e macacos também a praticam. Nos velhos tempos teve status de prática sagrada, com templos dedicados, sacerdotisas bem-pagas e legislação protegendo o direito das mulheres envolvidas, mas na média é uma atividade disseminada em todas as culturas humanas, mas sempre mal-vista, ao menos publicamente. Nem mesmo o movimento feminista é como um todo amigável, há alas que atacam a prostituição com furor digno de um pastor conservador, enquanto outras toleram e outras aceitam que liberdade sobre o próprio corpo inclui fazer coisas que outros não aprovem.

Não que isso tenha afetado a clientela, os mesmos hipócritas que atacam a prostituição no palanque ou no púlpito de noite estão no Bataclan confraternizando com as meninas. A ameaça agora é outra, e nem tem a ver com o surto de moralismo que o mundo vive. A culpa é da… internet.

Mais precisamente dos apps de encontros.
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Twitter salva TwitPic aos 49″ do segundo tempo

Por em 27 de outubro de 2014

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Quando o Twitter resolveu que mudaria suas APIs, fechando a porta na cara de muitos apps menores o caos se instaurou, e não foi bonito. Alguns clients deram mais sorte, como o Tweetbot e o Twwetdeck, esse último comprado pela própria empresa e virou client oficial (ainda que bem desfigurado). O mesmo aconteceu com serviço de hospedagem de fotos, que vitimou principalmente o TwitPic, aquele que mesmo sendo horroroso foi por muito tempo o principal repositório de fotos do popular site de microblogs.

O serviço anunciou sua morte, mas ainda não é hora para pânico: o Twitter anunciou neste sábado que adquiriu a empresa, mas não pense você que tudo voltará a ser como antes.

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PhotoMath — Magia Matemática para Windows Phone e iOS

Por em 22 de outubro de 2014

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É raro presenciar boas idéias ainda em sua gênese, mas desta vez tivemos o privilégio.

O programa é o PhotoMath, para Windows Phone, iOS e futuramente Android. A idéia é enganosamente simples, e foi kibada de um episódio de Big Bang Theory: um app que leia via OCR uma equação e a resolva.

O PhotoMath faz isso e mais, pois mostra passo-a-passo a resolução da danada, veja:
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Na guerra contra o WhatsApp, Telegram passa a aceitar username

Por em 15 de outubro de 2014

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Eu poderia começar este texto falando sobre a fragmentação da comunicação instantânea nos dias de hoje, mas acredito que seja um tema interessante para um texto exclusivamente sobre o assunto. O que me levou a escrever este texto foi uma rasteira muito interessante que o Telegram passou no WhatsApp e, de quebra, no Viber.

No início da noite desta quarta-feira, o pessoal do Telegram anunciou, através do Twitter, duas excelentes novidades aos usuários. A primeira delas foi a disponibilização de uma interface web do serviço. Assim, passa a ser possível utilizar o Telegram sem ter que fazer a instalação de nenhum programa (computador) ou app (mobile).
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Poki — cliente Pocket para Windows Phone

Por em 15 de outubro de 2014

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O Pocket é uma daquelas aplicações multiplataformas essenciais, desde quando se chamava Read It Later. Permite que mesmo gente beirando níveis patológicos de déficit de atenção consiga coletar e organizar informação sem parar de se dispersar, que é quando estamos realmente felizes.

Ele é ferramenta auxiliar essencial de aplicações como o Flipboard e o Feedly. Você vê uma notícia, passa os olhos, acha que há mérito e marca para leitura posterior. Se quiser acrescenta uma tag organizacional. Quando o depois chegar, seus links estarão todos lá.

Presente em todas as principais plataformas, o Pocket fazia falta no Windows Phone, mas aí surge outro fenômeno curioso: o WP já chegou a um ponto onde é interessante desenvolver para ele, então se o autor do software original não quer, tem quem queira. No caso do Pocket, surgiu o Poki, tanto para Windows Phone quanto para Windows Windows.
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