Google Play é a nova plataforma de conteúdo do Google

O Google anunciou hoje algo que já deveria ter acontecido há muito tempo, a unificação dos seus serviços de distribuição de entretenimento e agora quando quisermos adquirir jogos, filmes, música e livros, teremos que acessar apenas o Google Play.
Além da centralização do conteúdo, outra característica que deverá agradar aos consumidores é o armazenamento de todo o conteúdo na nuvem. Desta forma quando comprarmos uma música, por exemplo, poderemos acessá-la através do nosso celular ou ouví-la no computador, bastando acessar nossa conta. O serviço possui ainda uma opção para recomendarmos aos nossos amigos aquele filme do qual gostamos e como os diversos dispositivos como celulares e tablets estarão interligados, adquirir cópias digitais dos produtos será algo bastante simples (desde que estivermos conectados, é claro).
Quem adquiriu algum item antes dessa mudança não precisa se preocupar, já que como eles estão atrelados à sua conta, serão mantidos, mas o grande problema é que aqui no Brasil ainda não teremos acesso as mais de 8 milhões de músicas, mais de 4 milhões de eBooks e centenas de filmes, nos restando apenas os aplicativos e jogos vendidos na loja, que vale mencionar, passam de 400 mil.
iPad 3–Mesmo Hype, mesma encheção de saco
dica: não é um Playbook
O estado da mídia de tecnologia –e isso é mundial, não falo de Brasil- é preocupante. Há um desespero por novidade que se Steve Jobs anunciasse a cura do câncer (too soon?) e não encerrasse a apresentação com um One More Thing, teria colunista dizendo que a Apple foi fraca e se restringiu a um único lançamento.
Não sei se a empresa está perdendo a mão nos vazamentos ou o jornalismo está ficando melhor, mas vazou bastante coisa do iPad 3, o suposto (primeiro uso correto do termo em MESES, aliás) lançamento que será feito amanhã em um evento da Apple.
Juntando vazamento com especulação, os blogs e sites de notícias fizeram a festa, com os resultados patéticos de sempre. Tem gente dizendo que o iPad 3 com 2048 x 1536 de resolução não atinge os 300dpi da Retina Display (o que é verdade) mas tratam como se fosse um FAIL absurdo. Pelo visto o mercado está cheio de tablets xing-ling com essa resolução e eu não estou sabendo.
Realidade Aumentada: A melhor app do mundo, pena que não existe.
Até agora a maior parte das aplicações de realidade aumentada é tão útil e interessante quanto propaganda via Bluetooth, que tenta entubar alguma porcaria em Java que vai levar 1h pra baixar via 3G e não vai rodar no seu telefone.
São esquemas onde você tem que imprimir um gabarito, apontar a câmera e então ver um vídeo, quando poderia muito bem ver o vídeo direto.
Neste caso a RA vai mais além. Estão usando a tecnologia para remover objetos em tempo real da cena, o que gera possibilidades interessantes. Veja que legal quando os bonequinhos de Vila Sésamo são colocados no ambiente virtual:
Legal, não? Pensou nas possibilidades? Então vou te mostrar mais uma que faria um monte de gente comprar CORRENDO um tabuleiro, peças e uma App de iPad de, digamos US$25,00:
ISSO MESMO! Esse brinquedo da Vila Sésamo tem APENAS a possibilidade de tornar real o Xadrez Holográfico de Guerra nas Estrelas!
Fonte: BI
Boot to Gecko, futuro concorrente do Android, Made in Mozilla
Normalmente eu abriria o texto com algum comentário sarcástico tipo “tudo que o mundo precisa, outro sistema operacional mobile”, mas essa iniciativa de nome horroroso da Mozilla é diferente.
O Boot to Gecko sai do modelo tradicional e se vende como um sistema para telefones low-end, aqueles onde o Android costuma capengar e o iOS nem sonha em chegar perto. A idéia do B2G é criar, logo acima do SO uma camada HTML5 e trabalhar todas as apps nela.
Eles estão desenvolvendo APIs em Javascript para bluetooth, telefonia, streaming, acesso a câmera, etc, então os desenvolvedores poderão criar apps completas, indo muito além de besteirinhas rodando no browser.
Aqui um demo do bicho rodando:
Ainda é MUITO preliminar, amador mesmo, mas tem potencial. O consumidor quer smartphones mas o custo ainda é proibitivo, principalmente em países do 3o mundo. Um celular com preço de Nokia pé-de-boi com funcionalidade de smartphone venderia feito água.
Fonte: Cnet
Como calibrar o botão Home do iPhone 4 e 4S
Antes de iniciar o texto, queria dizer que é um enorme prazer iniciar minha contribuição para o Meio Bit. Me esforçarei ao máximo para trazer muitas novidades, sempre com o foco no mundo Mobile.
Para dar início aos trabalhos, resolvi escrever sobre uma dica que pode ser muito útil para a maioria dos usuários do iPhone 4 e do iPhone 4S. Já recebi inúmeras reclamações de usuários do celular mais desejado do mercado sobre o botão Home (imagem abaixo), aquele botãozinho do meio, que a Apple mesmo já chamou de o único botão do iPhone, embora ele ainda tenha os botões de volume, vibrar e Liga/Desliga.

O fato é que embora muitos pensem que o problema está no Hardware, no botão mesmo, e que assim o mesmo deve ser trocado ou o aparelho substituído por um novo, na esmagadora maioria das vezes o problema é de calibragem.
Para poupar o tempo dos usuários, que provavelmente enfrentariam filas e horas de espera, resolvi mostrar como calibrar o botão Home do iPhone é muito simples. Para calibrar agora mesmo, é só seguir os 3 passos abaixo:
- Abra o aplicativo de Previsão do tempo do seu iPhone

- Pressione o botão Liga/Desliga do seu iPhone até a tela escurecer e aparecer na parte superior o botão vermelho de desligar.

- Pressione e segure o botão Home até que a tela volte ao normal e a barra de desligar o iPhone desapareça.
- PRONTO! O botão Home já está calibrado.
Nokia força a amizade e anuncia celular com câmera de 41Megapixels
O Gilson já deve ter falado várias vezes sobre o mito dos Megapixels, de como não importa o tamanho dos megapixels e sim o tamanho do sensor, ruído, etc. Deve ter falado que fotografia é essencialmente luz e não adianta você enfiar dois bilhões de megapixels se a quantidade de luz captada é pífia, etc, etc.
Tudo que ele falou a Nokia não leu, e resolveu ir atrás do pessoal que compra TekPix.
O hardware, claro, é de primeira, afinal é Nokia, então o 808 Pure VIew vem com lentes Carl Zeiss, gravação de áudio com tecnologia Dolby, vídeo em FullHD, saída HDMI, 512MB de RAM, 16GB de armazenamento e um ESSENCIAL slot pra cartão MicroSD.
Junto um sensor cujo termo técnico é “boçal” capaz de captar imagens com 41Megapixels.
Isso dá, em termos de resolução, fotos de 7392 x 5544. Comprimido em PNG uma imagem dessas ocupa 16MB. Em RAW12, isso sobe pra 61.5MB. 10 fotos por CD-R, que tal?
Obviamente o celular não faz filmes a essa resolução. Isso vai bem além mesmo da capacidade da RED, o Rolls Royce das câmeras de cinema digital, que filma a 5K, 5120 x 2700, meros 13.8Megapixels.
Assim é seguro dizer que ou a Nokia fez mágica ou esses 41MP serão totalmente subutilizados, lembrando até os MPx que infestam o Mercado Livre.
Ah sim, pra piorar o aparelho roda Symbian Belle.
Sim, a Nokia ainda insiste no sistema operacional morto e enterrado, mesmo já tendo se tornado a maior vendedora de Windows Phone do mercado.
O Nokia 808 Pure VIew custará por volta de €450, em Maio, quando chegar às lojas. Até lá será interessante ver os testes e como os 41Megapixels se sustentam no mundo real.
Fonte: SG

