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Samsung rouba da Motorola título de Nazista do Android e diz: NO UPGRADE FOR YOU!


soupnazi

Lembram quando a Motorola avisou que não soltaria atualização para vários celulares Android vendidos no Brasil, inclusive o Dext, com menos de um ano de lançados? O pessoal xingou tanto no Twitter que mudaram de idéia, soltaram um calaboca pro Milestone, prometeram pros outros e no final desistiram, deixando os otários que compraram o Dext chupando dedo?

Agora é a vez da Samsung, colaborando para detonar a imagem do Android junto aos consumidores.

Seguindo a linha de que pós-venda significa dizer pro consumidor “SE F@&@* AÍ”, avisaram que nem o insanamente popular celular Galaxy S nem o tablet Galaxy Tab receberão o Android Ice Cream Sandwich.

A desculpa é que o hardware não comporta, sabe como é, aparelhos muito velhos, blá blá blá.

O problema é que os consumidores não consideram esses aparelhos tão descartáveis quanto os fabricantes. Tirando os macfags mais inveterados, usuários normais não trocam de tablet ou celular todo ano.

A falta de respeito dos fabricantes de equipamentos Android está vergonhosa, e só tende a piorar.

O Galaxy S foi lançado em Março de 2010, com respeitáveis 1GHz de clock e 512MB de RAM. O Galaxy Tab foi lançado em Setembro de 2010, com o mesmo clock e RAM.

Ambos são considerados obsoletos pela Samsung.

Já o iPad foi lançado em JANEIRO de 2010, com uma CPU A4 de 1GHz e pífios 256MB de RAM.Mesmo assim o iPad 1 roda a última versão do iOS e ainda tem pelo menos mais um ano de atualizações garantidas.

Pior ainda: O iPhone 3GS, com 256MB de RAM e clock de 600MHz, lançado em Junho de 2009 TAMBÉM recebeu a versão mais atual do iOS.

Gostaria de entender a lógica dos haters em afirmar que os produtos da Apple são descartáveis. O que vemos aqui é um profundo respeito pelo usuário, ao suportar um aparelho de 2,6 anos, enquanto a concorrência joga no lixo celulares com menos de 1 ano de vida.

Talvez o Android é que seja celular de rico, de gente que pode trocar de aparelho toda hora e não se preocupa se ficarem obsoletos. Já quem quer um celular que dure bastante e não vá ser abandonado pelo fabricante, aí recomendo um iPhone mesmo.

Fonte: BI

Os 3 caminhos da Nokia


C2-06: 2 chips, touchscreen e browser capado

Conversamos com o pessoal de produto e marketing da Nokia nesta semana e levantamos a estratégica da companhia para os próximos anos e descobrimos, entre outras coisas, que a função “lanterna” é altamente apreciada em alguns lugares do mundo.

Falando sério, a empresa finlandesa não está parada e continua investindo para manter-se a líder do mercado. Seja por bem, ou por mal.

A ascensão do smartphone light

A popularidade do C3, o celular Nokia mais vendido no Brasil, mostra que há um espaço grande para telefone celulares que fazem mais do que apenas ligar. Eles servem para apurrinhar seus amigos no Facebook, enviar emails com piadas velhas para a família e até achar o caminho do bar.

Segundo a empresa, a diferenciação entre um smartphone light e um full é basicamente o sistema operacional. Os lights rodam em Symbian S40, já os full rodam em S60, o Anna, o Belle ou qualquer OS obscuro prestes a ser descontinuado, como o Maemo e o MeeGo.

Os novos aparelhos do segmento, cujo líder é o C3, não têm GPS, mas têm Nokia Maps localizado via rede de celular. O seu browser canaliza todo o conteúdo por um proxy que diminui o consumo de dados. E algumas versões ainda são touch e outras dual SIM.

Voltando ao mercado light, aparelhos baratos e funcionais como C3 e o C2 estão ajudando a Nokia a manter-se bem no mercado brasileiro, já focado em reposição e é uma boa aposta para outros segmentos menos exigentes.

O casamento da Nokia com o Windows Phone muda tudo de novo

Perdendo terreno por todos os lados e ficando cada vez mais atrás na corrida dos smartphones, a maior fabricante de telefones celulares do mundo, a Nokia, está em vias de se reposicionar no mercado novamente.

Quer dizer, reposicionar-se em termos, pois o objetivo declarado da empresa é estar em todos os segmentos. Todos. E este posicionamento esquizóide, típico de um líder de segmento, continua. Continue lendo »

Fará a Microsoft com os Tablets o que a Apple fez com os netbooks?


Quando os netbooks surgiram todo mundo se entusiasmou, a idéia de um equipamento ultra-portátil era muito atraente, mas a novidade logo passou. A proposta do Netbook era ser um computador mais simples, sacrificando potência em nome da mobilidade.

Ideal para escrever textos rápidos, consultar sites e acertar detalhes finais em algum trabalho, o netbook não se propunha a competir com um laptop. Sequer rodavam Windows, não tinham potência nem necessidade para isso. Vinham com Linux, otimizado para o hardware enxuto.

Não deu certo. As pessoas compravam e devolviam, pois não rodava os programas que estavam acostumadas a usar. Mesmo os modelos mais avançados, que já vinham com XP eram claustrofóbicos. Usar um Word numa telinha quase de celular não orna.

Quando o iPad foi lançado os haters usaram a lógica dos netbooks para mostrar que não daria certo. As pessoas iriam querer a mesma experiência do desktop no iPad.

Faria sentido, se o público percebesse o iPad como um computador, e não como um produto novo. O público está disposto a aceitar as limitações do iPad pois sua usabilidade não é comprometida. As coisas não ficam apertadas nele, que nunca se propôs a substituir computadores “de verdade”, e sim agregar uma nova tela à equação.

Perfeito, mas e os WinTablets?

A Microsoft nem tentou entrar na briga de iPad Killers, viu muito Android levando tapa na cara e pedindo pra sair.A alternativa, aprendida com a própria Apple era… criar um mercado novo.

Um tablet integrado via nuvem com seu PC e seu celular é algo MUITO atraente, ainda mais rodando as MESMAS aplicações. Toda aquela quinquilharia de recursos, portas e slots que não fazem sentido no iPad se tornam naturais em um WinTablet, afinal é uma experiência completa de computação móvel, rodando o SO do desktop.

Claro, tablets com interface de desktop sempre existiram e sempre foram medíocres, mas pela primeira vez a complexidade vai parar debaixo do tapete, e não teremos (espero!) que ficar mexendo em janelas e control panels.

Se essa estratégia der certo os tablets iOS e Android deixarão de ser atraentes. Suas limitações, que eram aceitas como fatos da vida não farão sentido, visto que o WinTablet trará a experiência completa, sem ser uma versão lobotomizada do desktop.

Talvez os tablets atuais não sejam mais que uma fase intermediária, quando ainda não temos hardware poderoso e interfaces otimizadas para rodar em dispositivos móveis os mesmos softwares do desktop.

Auditoria de AppWatchDog da ViaForensics revela um cenário porcino de segurança no mobile


Analisemos por um segundo o grande momento dos dois maiores OS mobile atualmente: iOS e Android. Essas duas houses ganhando os tubos, os desenvolvedores desbravando mercados com uma abordagem made-in-Indie, usuários frenéticos consumindo à rodo, tanto que nem mesmo a pirataria de software chegar a incomodar. Mas esse leaking não é só de grana…

Independente daquilo que procuramos explorar em pormenor, destacando falhas e sucessos em ambos, o fato é que a vida ficou bem mais fácil com sistemas portáteis e enxutos, também extremamente robustos e que, até um certo ponto, fazem bem o papel de converter um dispositivo mobile em algo realmente útil hoje.

Okay, Okay.

Uma característica igualmente comum em ambos os OSs é a, digamos, dependência dos aplicativos. O que torna um smartphone ou tablet interessante e multifacetado não está no quão bad-arse podem ser as suas especificações de hardware, seu design ou as suas funcionalidades padrão: são os apps que rodam neles.

Sem aplicativos o mercado mobile seria… medíocre.

Estes que são desenvolvidos por terceiros e que alimentam uma cadeia mercantil que pode render bilhões, à velocidades nada comuns em outros setores da indústria da tecnologia da informação.

Nessa trama, se costuram grandes movimentações e atrativos, como redes sociais para as mais infinitas finalidades, sistemas e programas para o gerenciamento de tudo, projetos incríveis de ciência, gaming e entretenimento.

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AMD espera que as APUs (inclusive as da Intel) matem o mais lucrativo mercado de placas de vídeo da nVidia?


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Kwik-E-Mart: juntamos CPU e GPU para dar aquele descontinho camarada no pacote.

No mercado de processadores gráficos dedicados, a fatia de mercado com maior volume de vendas é, de longe, o segmento de entrada (low-end): a maioria dos consumidores compravam placa de vídeo apenas para que a tela utilizada (TV, monitor, etc…) exibisse o que o computador estava a fazer, não necessariamente jogos.

Muitas placas-mãe traziam uma IGP bem simplória que compartilhava os canais de dados da memória principal e tais processadores gráficos low-end obtinham desempenho sofrível perante uma placa de vídeo qualquer.

Não raro o pessoal comprava uma humilde placa de vídeo com Radeon 9250/X300 ou GeForce 5200/6200 da vida só para poder desativar a IGP (no caso da Intel, as GMAs sempre foram desprezadas) e utilizar a memória do processador central a 100 %. 8-)

Houve uma época em que podíamos colocar as IGPs como o nível mais baixo do processamento gráfico via hardware… Entretanto, após a aquisição da ATi pela AMD, a Intel investiu pesado em seus processadores gráficos e, embora não tenha lançado quaisquer modelos comerciais de GPUs dedicadas em placas de vídeo, conseguiu a primazia de unir o processador central ao processador gráfico.

Num primeiro momento, tal união era realizada colocando-se os dois chips num mesmo encapsulamento. Logo depois vieram as primeiras APUs propriamente ditas da Intel, que juntavam CPU e GPU numa mesma pastilha de silício. Embora mais fraca economicamente, a AMD não ficou muito para trás e acabou por colocar suas primeiras APUs, tanto no mercado mobile quanto nos desktops. Continue lendo »

Xperia Arc: vale a pena?

Por: em 27/07/11 na(s) categoria(s): Análise, Celular, Meio Bit, Opinião


Então… depois de ler e reler por aí todos os dados técnicos do Sony Ericsson Xperia Arc, decidi trocar o bom e velho Motorola Milestone.

Analisando as características técnicas, a troca parecia ser um bom negócio: uma CPU Cortex A8 de 600MHz por uma já conhecida (mas ainda respeitável) Snapdragon de 1GHz. A tela, apesar de manter a mesma resolução (854 x 480 pixels), teria meia polegada a mais! Uma câmera decente, um microfone extra usado para cancelamento de ruídos e o Android 2.3 já de fábrica pareciam a cereja do bolo.

Tudo perfeito? Se não fosse o preço… R$ 1.699,00? Caro, muito caro. Mesmo assim, o design (8,7mm… 8,7mm!) e a predileção pela marca falaram mais alto.

Depois de uma semana, posso garantir que a Sony Ericsson está no caminho certo: o equipamento é bonito, elegante e bastante rápido. Mas não deixa de ter seus probleminhas.

Primeiro ponto: a câmera. A qualidade da imagem é muito boa, graças ao sensor Exmor R, de 8MP e retroiluminado. Vejam dois exemplos ao ar livre (ei, Gilson, não sou profissional, hein!).

Fazendo coro a dezenas de outras análises, também achei o botão de disparo muito próximo da borda, dificultando uma foto “firme”, sem a famigerada “tremida”. Mas tudo é questão de treino (e o reconhecimento de sorrisos ajuda bastante: já viu foto para Facebook com o sujeito sério?). A posição do sensor (e da lente), também muito próximos da borda da câmera, são outro ponto negativo.

Eu até entendo que a engenharia da Sony não devesse ter muita opção de lugar, se quisesse manter o equipamento “delgado” como é. Mas que ficou incômodo, ficou.

A gravação de vídeo, em 720p, é bem razoável para um celular e apesar da concorrência já disponibilizar 1080p, não vejo como um grande diferencial.

A tela é um caso a parte: certamente, o melhor LCD que já vi. É muito nítida e o ângulo de visualização é excelente mesmo ao ar livre, graças ao “Bravia Mobile Engine”. No entanto, por mais que tenha tentado (usando, inclusive, o widgetsoid) foi impossível ativar o “brilho automático”. Por conta disso, em ambientes fechados ou à noite, o brilho excessivo incomoda e é preciso ajustar manualmente.

Outro compromisso entre funcionalidade e design foi a localização do conector para fones de ouvido: na lateral do aparelho. Vai colocá-lo no bolso enquanto escuta suas músicas prediletas? Boa sorte.

Aliás, no quesito áudio, quando se recebe uma chamada enquanto se ouve alguma música, há um ruído durante a comutação. Pude perceber nitidamente durante três chamadas.

A carcaça do Arc é muito, muito, muito bonita. No entanto, é plástica… e muito fina. Conversando com alguns amigos, chegamos à conclusão de que seria impossível para a Sony fabricar um equipamento assim com outro material e, portanto, foi uma escolha de projeto. Mas é preciso cuidado redobrado para não deixá-lo cair e perder todo o seu investimento.

Para quem tinha um Milestone, é de se estranhar a “pegada”. A parte traseira é muito lisa e a gordura dos dedos logo se acumula. É preciso usar um paninho fino ou uma mecha de algodão diariamente.

Vale notar que, seguindo a tendência mundial, o conector mini-USB está presente e você pode utilizar outros carregadores que não os da Sony Ericsson.

A interface “Timescape”, que centraliza mensagens, Facebook, Twitter e afins é bem bacana. Nada fora do comum, mas é um visual que faz sucesso.

Algo que faz falta é um bom programa de GPS. Apesar do onipresente Google Maps, um “GPS de verdade” viria bem a calhar… e eis que, ao conectar o aparelho ao computador, via USB, o “Sony Ericsson PC Companion” é instalado automaticamente e dá a opção de se baixar o Wisepilot. Não é um programa ruim, mas o iGo é muito superior.

Depois de tudo isso, fica a pergunta: “Vale a pena?”. A resposta, como quase tudo na vida, é “depende”. Se você for fã da marca e quiser um aparelho que simbolize um certo status, mas sem abrir mão da velocidade e das funcionalidades do Gingerbread, o Arc é a escolha certa.

Mas se você é um “early adopter” e já está de olho nos novos “dual core” que estão aparecendo, então, junte mais alguns caraminguás e escolha outra marca.

No entanto, uma coisa é certa: o Arc tem ótimas qualidades e é um aparelho acima da média.