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Digital Drops Blog de Brinquedo

M510, o tablet perdido da Nokia

Por em 17 de abril de 2014

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Hoje é difícil contestar a hegemonia da Apple no mercado de tablets. Ainda que o produto não fosse necessariamente uma novidade em 2010 quando ela cometeu o iPad, há de se levar em conta que ela ditou como o mercado seria dali pra frente. Até então os modelos disponíveis que rodavam Windows eram extensões de um desktop ou notebook, com diversos botões e nem todos suportavam tela de toque. O iPad provocou uma corrida armamentista dos concorrentes em busca de se atualizarem, já que mais uma vez Steve Jobs convenceu todo mundo que era aquilo que o público queria.

Só que o primeiro modelo de tablet era mais antigo do que se pensava. Em um entrevista a um canal finlandês na última terça-feira, um ex-funcionário da Nokia revelou um curioso protótipo produzido em 2001, o M510 Web Tablet.

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Capa de iPhone em formato de isópode. Sim, Japão, claro.

Por em 10 de abril de 2014

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Os isópodos são uma espécie de tatuí gigante que vive em águas profundas. São caçadores e carniceiros.

Eles comem baleias mortas, e embora cientistas digam que não matam as baleias, não tenho certeza nem quero testar. Esses bichos com pernas demais são fruto de pesadelos, e o último lugar que eu queria um era perto do meu telefone.

Só que eu não sou japonês, e por algum motivo obscuro eles acham esse bicho fofinho. Tanto que agora lançaram uma… capa de iPhone no formato de isópodo gigante.

Assista abaixo, não faz o menor sentido.
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Assista a um Android exercer a 3ª Lei de Asimov

Por em 8 de abril de 2014
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Quero ver tentar com esse.

Existem alguns conceitos que se tornam universais em ficção científica. Um bom exemplo é a incapacidade de naves camufladas em usar suas armas. Isso se tornou uma regra informal em diversos universos ficcionais. Em outros casos o conceito é tão bom que se torna algo usado no mundo real. Isaac Asimov é pai de vários desses conceitos.

O mais conhecido talvez seja o conjunto das 3 Leis da Robótica:

  • 1ª Lei: um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª Lei: um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
  • 3ª Lei: um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Vários engenheiros roboticistas já declararam que devem ser obrigatórias. Outros querem banir essas leis, pois criariam robôs inúteis para combate. Imagine um drone pacifista…
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Carros da Mazda sofrendo infestação de… ARANHAS!

Por em 8 de abril de 2014

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Vou contar um segredo: eu odeio aranhas. Eu ABOMINO aranhas. Eu desprezo aranhas. Para mim elas justificam a invenção das armas nucleares. Não acredito no conceito “aranha inofensiva”. Nem morta são inofensivas, na dúvida, como aprendi em Supernatural jogo sal e queimo os ossos (eu sei) pra não virarem aranhas-fantasma.

Por isso eu jamais nunca em minha vida comprarei um Mazda. Esse carro maldito é LITERALMENTE um ninho de aranhas. No caso um tipo de aranha chamado Cheiracanthium. Essas malditas, igual minhas vizinhas na adolescência são marias-gasolina. Adoram o cheiro e entram pelas linhas de ventilação do tanque de combustível do Mazda 6. Ou seja: você está dando carona a várias, centenas, milhares, milhões (exagero? Vai lá você contar. Eu não) de aranhas.
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Não hackeie seu Tesla, Tony Stark não gosta

Por em 7 de abril de 2014

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Elon Musk é uma das inspirações para o Tony Stark cinematográfico, e faz por onde. Um dos fundadores do Paypal, ele é uma das poucas pessoas do mundo que pode dizer que tem uma nave espacial E produz carros elétricos decentes. Musk é favorito dos geeks, e todos o apoiam em sua briga contra o cartel das grandes montadoras.

Só que Musk não é santo, e a Tesla, com todo seu modernismo está se posicionando contra o mais nobre espírito hacker, que antecede os próprios computadores.

Desde que o automóvel foi inventado entusiastas dedicavam suas noites e fins de semana para fuçar, aprender e modificar seus carros. Nos EUA nos anos 30, durante a Lei Seca carros eram envenenados para superar tudo que a polícia usasse para perseguir os contrabandistas de bebidas. Foi o nascimento da cultura dos Hot Rods.

Com o advento dos carros com injeção eletrônica e depois com limitações de performance por software, os donos com perfil hacker fizeram engenharia reversa, aprenderam como o sistema funcionava e logo estavam reprogramando o carro. Um amigo meu baixou um firmware que tem o Modo Manobrista, a potência fica lá embaixo e a velocidade não passa de 40 km/h.

Outro exemplo é o Nissan GT-R. Um super-carro fantástico, mas limitado por software a 250 km/h de velocidade máxima. Pior. No Japão ele é limitado a 178 km/h, MAS se o GPS detecta que você está em uma pista de corrida, ele libera o limite de velocidade. Faz sentido você pagar uma fortuna e ter performance limitada artificialmente ou é direito do dono desligar esses controles?

No caso dos carros da Tesla não é tão simples.

Um usuário (é, carros agora têm usuários) conseguiu descobrir a pinagem do Conector Misterioso do seu Modelo S, e era uma conexão proprietária mas o protocolo, Ethernet. Logo o sujeito descobriu uma rede local rodando Ubuntu, com direito a Telnet, X11, SSH, Apache e por aí vai. Até rodar Firefox no console central de 17 polegadas ele conseguiu.
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Moça de cabelo claro fica presa em bueiro tentando resgatar celular

Por em 3 de abril de 2014

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Rir da desgraça alheia é esporte mundial, é algo até moralmente questionável, mas algumas vezes a história é humilhante mas entre mortos e feridos todos se salvaram, a única vítima sendo a dignidade. Foi o caso de Ella Birchenough, uma inglesa de 16 anos residente em Dover, na Inglaterra.

Distraída acenando pra uma amiga, deixou cair o celular, que seguindo a Crueldade Natural dos Objetos Inanimados foi certinho pra um bueiro. Ella ficou desesperada e, no melhor estilo Mulher-Maravilha, arrancou a tampa de ferro, em busca do aparelho. Problema: ela decidiu, talvez honrando nossos ancestrais símios, utilizar a destreza dos pés para procurar o celular no fundo do bueiro cheio de água.
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Para justiça brasileira, Apple tem que dar suporte a produtos comprados no exterior

Por em 3 de abril de 2014

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Comprar produtor no exterior é, quase sempre, sinônimo de voltar para casa com o fiofó na mão, uma vez que a garantia ficará no país onde a compra foi feita. Se o produto apresentar algum problema, você que se vire para pagar do seu bolso o conserto, uma vez que a empresa fabricante não está nem aí para você. Felizmente, em alguns casos, empresas conta com o serviço de “garantia mundial”, como é o caso da Apple com alguns de seus dispositivos.

No caso específico do iPhone, a empresa até oferece “garantia mundial”, mas com a condição de o aparelho comprado no exterior ser do mesmo modelo vendido no país de origem do usuário. Como o modelo vendido no Brasil é diferente do modelo comercializado nos Estados Unidos (culpa das frequências do 4G), se você comprar um celular na terra do Obama, ficará sem garantia por aqui. Ou não.
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