Milestone 2, DEFY e Spice, os novos Androids da Motorola
A Motorola anunciou três novos modelos, todos com Android, para o mercado brasileiro — um deles, aliás, desenvolvido aqui. Confira os detalhes.
Motorola Milestone 2

Motorola Milestone 2
Com a experiência positiva que eu tive com o Motorola Milestone “1″, essa nova versão é estupidamente melhor. A velocidade já é um dos principais fatores para quem planeja trocar do antigo Milestone para o novo: sai o processador antigo, de 600 MHz, e entra um novo, de 1 GHz. Graças ao Android 2.2 “Froyo” (que a empresa quase recusou a atualização aqui no Brasil, por conta das operadoras e provocou a fúria dos clientes), o smartphone vira um hotspot, permitindo que até cinco smartphone ou computadores se conectem via WiFi utilizando a conexão 3G do aparelho. Continue lendo »
Release the Ballmer: Microsoft processa Motorola por causa do Android
As informações são poucas mas suficientes: A Microsoft entrou com uma ação na Justiça Americana contra a Motorola, envolvendo a violação de nove patentes relacionadas a smartphones, cobrindo coisas como sincronização de email, contatos e calendários, agendamento e reuniões e notificação de aplicações quanto a mudanças de intensidade de sinal e carga de bateria.
Vamos ver o que vai dar, muito provavelmente um licenciamento padrão e alguns motorolas rodando Windows Phone. Quanto ao Dext, continua sem atualização no Brasil.
Fonte: Techflash
Nokia alega ter 2,3 milhões de downloads diários na OVI Store
Os números são edificantes. 2,3 milhões de apps baixadas por dia, 200 mil novos usuários também diariamente e uns 70 desenvolvedores com mais de um milhão de downloads.
Há desenvolvedores como o tal HeroCraft que teriam 45 milhões de downloads de jogos incríveis como o Farm Frenzy.
São valores impressionantes? Sim, mas ironicamente não pra um player do tamanho da Nokia.
Se a fragmentação de versões é um problema no Android, na Nokia é um inferno. Um programa não tem COMO funcionar direito em plataformas tão distintas, a menos que trabalhem com gambiarras como alguns programas do N97, que ignorar 1/3 da tela e fingem que estão num Symbian 320×240.
Não adianta ter 2,3 milhões de downloads se eles se dividem em uns 25.478 modelos diferentes de telefones. Não é criada uma identidade Nokia, não é criada uma identidade Symbian, hoje só os fãs mais antigos mantém essa relação com a marca.
A Nokia precisa é de um carro-chefe, seja sistema operacional seja aparelho. Hoje a percepção de Mercado vem dos nomes fortes para o público E para a mídia. Não tem a ver com marketshare. O maior exemplo é a Apple, que conseguiu a invejável posição de ser alvo da obsessão da imprensa. Uma recente pesquisa descobriu que 15% de todas as matérias de tecnologia envolvem a empresa:
Não é nem questão de dizer que esse tipo de cobertura e atenção não tem preço. Tem sim e custa caro bagarai, palmas pra Apple por conseguir de graça. Cabe à Nokia correr atrás. Competência eles tem de sobra.
Fonte: Cellular News
Pirataria no Android atinge níveis alarmantes
Alguns meses atrás os usuários de Android tiveram a arrogância de usar FATOS para atacar a Apple, mostrando o resultado de uma pesquisa onde as aplicações do Android Market eram bem mais baratas que as da App Store. Claro, não tiveram argumento para retrucar a legítima resposta dos Apple Users: “mas.. mas… mas…”
Agora a equação se complica, em uma daquelas situações estilo Oriente Médio, onde nada é bom pra ninguém envolvido. A pirataria, que é um problema no iPhone está solta e descontrolada no Android.
Em alguns casos 90% das cópias instaladas de uma aplicação são piratas. Pior, a prática está disseminada pelo mundo.
Não há desculpa. Vejam a maioria das razões alegadas pelos piratas e como não se aplicam:
1 – mimimi é caro
Não é. Aplicações de $0,99 são pirateadas. O Android é reconhecidamente o ambiente com aplicações mais baratas. Não importa, mesmo as que saem quase de graça são roubadas e repassadas nos Rapidshares da vida
2 – mimimi que usem publicidade
Mentira. Aplicações gratuitas que se apóiam no modelo de publicidade são pirateadas e o código dos anúncios removido. Não basta nem mais ser de graça, tem que ser sem propaganda, afinal o desenvolvedor tem que se sentir feliz ao dedicar seu tempo e expertise produzindo conteúdo para nerds
3 – mimimi quero experimentar antes de pagar
Mentira. O Android tem um até polêmico modelo de pagamentos onde você pode devolver uma aplicação, dentro de um prazo. A velha desculpa não cola, e mesmo que fosse o caso, onde entram sites, resenhas, amigos, etc? NADA no mundo funciona assim, software deveria ser diferente?
4 – mimimi pirateio pq sou pobre
Como assim? O sujeito tem dinheiro pra um smartphone, tem dinheiro pra plano de dados, tem dinheiro pra um computador com Internet mas não tem US$0,99 pra comprar um programa?
5 – mimimi pirateio por não ter alternativa gratuita
Mentira. Mesmo no iPhone, que não é exatamente o paraíso do FOSS, dá pra ser absolutamente feliz só com as aplicações gratuitas. O Android tem muito, muito mais coisas em termo de aplicações versáteis e gratuitas.
6 – mimimi odeio a Microsoft
Android é do Google, amigo do Open Source, dos pandas e dos unicórnios. Mais um motivo para não sacanear os desenvolvedores, mordendo a mão que alimenta o Open Source.
Se a situação continuar corre-se o risco de uma revoada de desenvolvedores para outras plataformas mais lucrativas, onde usuários tenham uma cultura de respeito ao programador e seu trabalho. Quais? De cara, iPhone e Windows Phone.
A culpa disso é da “cumunidade”, pois não adianta querer um ecossistema viável quando a maior parte dos usuários é composta de geeks fuçadores que entendem como ofensa pessoal um desenvolvedor ousar cobrar por seu trabalho, e se orgulham de mostrar aos amigos como são radicais e intensos ao passar 3 horas até piratear um programa de US$0,99.
Cadê o Google nisso? Brigando com a pirataria, mas como todo mundo, perdendo.
Fonte: Slashdot
Apps pagos do Android Market no Brasil
Mesmo aberta e sem barreiras geográficas físicas, a Internet ainda esbarra na burocracia que impede determinados produtos de serem disponibilizados mundialmente, de uma vez só. Com o Zune Pass, por exemplo, fiquei só na vontade
O Android sofria do mesmo problema. Rolavam alguns rumores já fazia alguns dias, e hoje, enfim, a Google avisou que a comercialização de aplicativos para a plataforma sofreu uma boa expansão. A compra e a venda de aplicativos para Android passam a integrar o Android Market em mais países.
Desde já, desenvolvedores de mais vinte países poderão submeter aplicativos pagos à lojinha. Dentre os países agraciados está o Brasil! Nosso país também aparece na lista de dezoito mercados nos quais, daqui a duas semanas, consumidores poderão comprar aplicativos. Um dos absurdos do mundo moderno: gente querendo pagar por software e não pode por questões que fogem à minha compreensão.
Fonte: Android Developers Blog.
Corra nVidia, corra! “Tira logo esse atraso”, pois as Radeon HD 6000 vêm aí
Após quase três anos de bons serviços na fatia popular do mercado de processadores gráficos DirectX 10 para desktops, parece que a nVidia finalmente “aposentará” as GPUs derivadas do G92.

Um motivo é a GeForce GTS 450, que representa o 5º lançamento desktop em GPUs DirectX 11 da camaleão verde de Santa Clara: tal processador gráfico dedicado será o principal componente de placas de vídeo na faixa dos 130 dólares, basicamente a metade do preço de uma placa de vídeo com a GeForce GTX 465 e pouco mais de um quarto do investimento para conseguir outra placa com a GeForce GTX 480.
Outro detalhe que faz tal GPU ser um lançamento digno de nota: a GeForce GTS 450 é diretamente derivada da GF106. Só que esta e a GF104 (GeForce GTX 460) têm uma coisa em comum: ambos os processadores gráficos foram redesenhados em relação ao chip Gráficos Fermi 100 original.
O plano inicial da nVidia era que o GF104 e o GF106 fossem, respectivamente, a metade e o quarto da capacidade do projeto original do Fermi. O porém foi a “incontestável liderança” das GeForce GTX 480 e 470 nos quesitos temperatura e consumo, facto que obrigou a nVidia a modificar bastante os chips sucessores, até para melhorar o desempenho ante a concorrência direta contra a AMD+ATi.
E a principal modificação foi logo no interior do módulo constituinte de tais chips, a unidade de Múltiplo Processamento em Fluxo Gráfico (SM):



