Quem é Vivo sempre aparece: FINALMENTE, HTC Ultimate com Windows Phone 7.5
Durante muito tempo o Windows Phone no Brasil era espécie ameaçada, só existia em uma pequena reserva ambiental ocupando 2 andares da Av Nações Unidas, em São Paulo. Parecia coisa de criança egoísta, o pessoal da Microsoft falava das maravilhas do Windows Phone, mostrava as maravilhas do Windows Phone e na hora H dizia “não! meu! tira a mão!”
Agora, depois de um longo e tenebroso inverno ele chegou, na figura o HTC Ultimate, o carro-chefe da empresa, lançado no Brasil antes mesmo de chegar aos EUA.
No final da semana passada eu e Nick Ellis viajamos para o evento de lançamento, e: Spoillers: O bicho é lindo!
[Análise] Nokia E7
O que faz um bom smartphone? Hardware? Recursos? Software? Ou a combinação de todos esses, mais um bom ecossistema por trás da parte que o usuário vê?
Quem usa e abusa do seu marcará “todas as alternativas” sem pestanejar. Porque é assim que as coisas funcionam hoje. Não basta um hardware impecável, ou um software matador; se a peteca cai num determinando ponto, toda a experiência de usuário é comprometida.
Lançado em fevereiro de 2011, o Nokia E7, ou Nokia E7-00 como também é chamado, chegou num momento crítico. Não bastasse o Symbian amargando críticas negativas a despeito dos seus (tímidos) avanços e a incerteza acerca do MeeGo, dali a alguns meses a Nokia anunciou a parceria com a Microsoft que visa colocar o Windows Phone nos seus aparelhos high-end.
Vendido como o Nokia corporativo definitivo, ele empresta dos lançamentos recentes da fabricante finlandesa, como o N8, características de fazer suspirar, como o corpo de alumínio anodizado e a tela de AMOLED grande e brilhante. Dos seus antepassados, como o unânime E71, vem o perfil corporativo e o teclado, agora retrátil, confortabilíssimo. Em comum a todos, o Symbian, com pequenos ajustes na versão ^3.
Qual o resultado dessa mistura de campeões do passado? Confira na nossa análise completa!
[Análise] Samsung Galaxy 5
O Windows Phone 7 surge como o “terceiro cavalo” no páreo dos sistemas móveis, mas ainda é uma realidade distante para nós, brasileiros. Hoje, quem busca um smartphone moderno tem à disposição iOS e Android.
O iOS aparece como uma opção (bem) premium na figura do iPhone. O sistema da Google tem outra abordagem, por ser aberto qualquer empresa pode instalá-lo num aparelho e lançá-lo no mercado. Isso tem alguns contratempos, como a maciça fragmentação da base e o descaso de fabricantes na hora de atualizar o sistema, mas por outro lado essa liberdade permite que a “janela” de preços dos modelos equipados com o sistema seja bem flexível.
No topo da tabela (de preços) temos Atrix, Xperia Arc e outros parrudos chegando próximo dos R$ 2 mil. E na de baixo? Brigam hoje pelo posto de Android mais barato do Brasil o ZTE X850 e o Samsung Galaxy 5. Adquiri esse último recentemente, para uso pessoal, por pouco mais de R$ 300 e, após quase duas semanas com ele, chegou a hora do veredito: o Galaxy 5 vale a pena?
Confira a resposta na análise que segue!
Celulares “patrocinados”: essa moda pega?
Mesmo destratados por algumas fabricantes e tendo que enfrentar a ganância das operadoras, celular no Brasil é sucesso. Já ultrapassamos a barreira do 1 para 1 na relação aparelhos e cidadãos, e a tendência é que esse aquecido mercado continue quente pelos próximos anos.
Ninguém quer perder uma fatia desse mercado, mas dada a concorrência ferrenha, é preciso reinventar-se a todo momento. Então, se você é uma fabricante mundial, o que faz? Lança bons aparelhos a custos acessíveis? É uma boa opção. Mas existem outras, mais baratas e de gosto duvidoso, como lançar celulares “patrocinados”, associados a marcas conhecidas.
Esse fenômeno, pelo que consta, é bastante recente. Nas conversas que nós, da equipe do Meio Bit, tivemos nos bastidores, conseguimos levantar quatro modelos, e também desse papo surgiu a ideia de analisá-los. Preparem-se para o freak show.
Tony Stark e Mr Burns também apostam no iPad. Azar dos designers
O iPad tem se mostrado uma plataforma incrivelmente fértil para o mercado editorial. Pela primeira vez o leitor tem mobilidade e conteúdo rico. Convenhamos, o Kindle é excelente para livros mas nem sequer os jornais, os dinossaurescos jornais são mais em preto-e-branco.
Claro, websites podiam prover o mesmo conteúdo, mas quando você acessa um site em um notebook nunca está fazendo só isso. Há janelas de Instant Messengers, alertas de widgets, ícones de email piscando, o Windows Update avisando de algum novo download e a tentação de um ALT+TAB para fazer outra coisa.
Não é culpa do site, é culpa da mídia. Um notebook é algo que foi feito para ser usado dessa forma. Já o iPad embora disponha de notificações, multitarefa, etc, é projetado para concentrar toda a atenção na aplicação principal. Assim como uma revista o resto do conteúdo está lá, mas você o acessa uma matéria por vez.
Mesmo com todo o Hype Marketing explicado no artigo anterior, faz bastante sentido os produtores de conteúdo migrarem suas publicações para o iPad. A plataforma permite recursos ricos, o custo de publicidade é atraente (pro publisher) e o público é altamente selecionado. O preço dos exemplares está equivalendo ao das edições impressas e ninguém está reclamando. Continue lendo »
História de Uma Vida Mobile
“It’s been a long road. Getting from there to here“, já dizia a canção na abertura de Star Trek – Enterprise. É verdade. E como toda boa viagem, o percurso é tão ou mais importante do que o Destino. Foi o que descobri ao escrever este texto, relembrando todos os celulares que já tive.
Não é uma comparação crua sobre quem é melhor ou pior. Não é uma competição. Todos tiveram seu tempo, todos trouxeram alegrias e tristezas, todos valeram como experiência.
Vou me ater a celulares, sem listar PDAs, pagers, agendinhas eletrônicas e equipamentos genéricos. É um apanhado de telefones que me acompanharam em mais anos do que estou disposto a contar. Alguns eu ganhei, a maioria comprei. Cada um tem sua história.
Os aparelhos estão listados em ordem mais ou menos cronológica, alguns com certeza estão trocados e sempre que possível omiti datas, é complicado lembrar o quê fiz ontem à noite (mentira, o mesmo que faço todas as noites), que dirá quando comprei tal celular.
As especificações técnicas estão na Internet, a função deste texto é basicamente relembrar os velhos tempos. Sem saudosismo, sem aquela hipocrisia de “antigamente era melhor”. Pelo contrário, a evolução desses celulares inteligentemente projetados é evidente. Assustador é pensar que tão pouco tempo se passou.
Portanto, se quiser entrar no Bonde da Memória, clique em continuar lendo e divirta-se…




