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Crimeia — Um paralelo entre duas guerras e 160 anos

Por em 3 de março de 2014

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A menos que você tenha morado em uma caverna nos últimos 2 meses sabe que o bicho está pegando na Ucrânia. Claro, se você está lendo isto morando em uma caverna para fugir dos mutantes radioativos, então o bicho pegou muito mais do que imaginamos, mas não será a primeira vez.

160 anos atrás na região da Crimeia um arranca-rabo colocou de um lado o Império Russo e do outro o Império Otomano, o Francês, o Inglês e o Reino da Sardenha. Causada por incompetência, arrogância, temosia e azar, foram 3 anos de combate, de 1853 a 1856, que resultaram em mais de meio milhão de mortos. Foi um evento que afetou profundamente a geopolítica da região.

A Guerra da Crimeia foi tema de milhares de obras, do clássico filme A Carga da Brigada Ligeira à canção The Trooper, do Iron Maiden, baseada no poema de Lord Tennyson. Fale agora que metal não é cultura!

Ela também foi a primeira guerra onde as telecomunicações foram usadas de forma generalizada. Não pelos lados beligerantes, mas pela população.
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“Anota Meu Cel”

Por em 30 de dezembro de 2013

samara

Uma de minhas brincadeiras preferidas é soltar no Twitter a busca pela string “anota meu cel, e ver o pessoal comentando, desesperado sobre as salsinhas que soltam telefone assim, no aberto.

Entre gente com muitos seguidores liberar o telefone dos outros é o tipo de sacanagem que em geral termina com milhares de SMSs, mensagens de voz, etc.

É uma arma tão eficiente, quando bem usada, que até Justin Bieber mereceu respeito quando detonou um troll dessa forma.

Mesmo assim, é coisa de velho se importar com isso.

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Galaxy Gear sofrendo com grandes índices de devoluções, mas a culpa é da Samsung?

Por em 31 de outubro de 2013

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Os números não são nada animadores. Em verdade dariam para escrever um artigo suculento detonando o Android, afinal nada menos que 30% dos smartwatches Galaxy Gear vendidos na Best Buy estão sendo devolvidos. Isso é bem ruim, ainda mais levando em conta o preço NADA simpático de US$ 300,00 por relógio.

Talvez o Android só sirva para celulares de dois chips e aqueles Media Centres da Deal Extreme. Ou talvez a explicação seja menos divertida, e bem mais complexa.

Essa febre de smartwatches surgiu um ou dois anos atrás quando os boateiros, cansados de só falar da televisão que a Apple com certeza lançaria, começaram a divulgar que a empresa do Forrest estaria trabalhando em um relógio inteligente rodando iOS, que criaria toda uma nova categoria de produtos.

Várias empresas correram, baseadas apenas e somente em boatos, a projetar iWatch-Killers. Deles o mais bem-sucedido é o insuportavelmente hipster Pebble, que pelo menos tem a decência de custar só US$ 150,00. O Samsung Galaxy Gear, de US$ 300,00; foi lançado funcionando em um único modelo de celular. O público, que adora uma novidade, ignorou as resenhas e comprou, só pra descobrir que o SmartWatch é uma solução à procura de um problema.
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Windows RT, iPhone 5c e a teoria do bode na sala

Por em 18 de outubro de 2013

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Há uma velha história de uma mulher que vivia reclamando da casa pequena, a família estava desconfortável, a sala era minúscula e precisavam de um lugar maior para viver. O marido ao invés de comprar uma nova casa, arrumou um bode e colocou na sala. Logo tudo estava comido, o chão cheio de cocô, o bode berrando e incomodando a todos.

Depois de uma semana o marido deu sumiço no bode. Ninguém nunca mais reclamou da sala, que parecia imensa e confortável sem o bode fedido.

Vejo algo parecido acontecendo no mercado de gadgets.

Antigamente você podia se dar ao luxo de lançar produtos e as considerações dos consumidores eram sobre o produto lançado. Interagir, mesmo encontrar outros consumidores do mesmo equipamento. A não ser fãs que acompanhavam na imprensa especializada, ninguém tinha idéia do que seria lançado, era possível surpreender compradores e concorrentes. Ninguém discutia o sexo dos anjos das características estimadas de produtos ainda não-existentes.

Hoje seus lançamentos são escrutinados por um público e uma mídia – reconheçamos – francamente hostil. TODO smartphone é vendido pela mídia como iPhone Killer, e quando não consegue cumprir essa meta, que os fabricantes nunca propuseram, é dado como fracasso.

Rumores são tratados como escritos em pedra no alto de uma montanha, já cheguei a ver sites anunciando o iWatch Killer. Isso mesmo, estavam listando os produtos que iriam matar o produto que a Apple NÃO ANUNCIOU.

Sem perceber sua empresa se descobre soterrada em críticas e opiniões questionando algo que você nem lançou ainda.

Steve Jobs provou mais de uma vez que o consumidor não sabe o que quer. O iPod só faltou ser crucificado pelos fãs da Apple, que previram o fim da empresa com o lançamento daquele “player de MP3 inútil e caro”. O iPhone e o iPad foram recebidos com o mesmo ceticismo.

Henry Ford dizia que se fosse consultar os consumidores, eles diriam que queriam cavalos mais rápidos. Só que Ford não teve que aturar milhares de consumidores se unindo e apontando a idéia idiota de uma carruagem sem cavalos.

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Superando a Índia, Governo Brasileiro institui cotas pra Apps em Smartphones subsidiados

Por em 28 de agosto de 2013

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Nos anos 80 cinema era muito mais tranquilo. Era normal chegar com 10, 15 minutos de atraso, pois além dos trailers (não havia avisos de segurança nem merchã de seguradora) passavam noticiários, Canal 100 e o inevitável curta-metragem.

Cinema nacional era associado com sacanagem, mas havia ainda um certo carinho, por causa dos Trapalhões, Grande Otelo, essa turma. Já o curta-metragem provocava ódio. Em geral era um documentário sobre oleiros da Paraíba, rendeiras de Olinda ou artesãos da casa do pênis.

Só passavam por obrigação Legal. Em décadas, nunca contribuíram em NADA para divulgar nossa cultura, promover o cinema nacional e gerar novos talentos. Uma geração inteira teve que ser reeducada, pois curta-metragem era sinônimo de LIXO, quando há coisa muito boa no meio, vide Jorge Furtado e seus Ilha das Flores, Barbosa e O Dia Em Que Dorival Encarou a Guarda, Arthur Fontes com seu Trancado (por dentro) e vários outros autores mais jovens.

Agora imagine esse cenário apocalíptico nos celulares.

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MVNO: Será que funciona no Brasil?

Por em 9 de agosto de 2013

MVNO

Muitas formas de negócio nascem diariamente, algumas acabam vingando e se tornando muito rentáveis enquanto outras não passam do estágio embrionário. O MVNO (de Mobile Virtual Network Operator, no inglês, ou Operadora Móvel com Rede Virtual, em tradução livre) é um desses negócios, que pode dar muito certo, caso seja feito de maneira adequada, ou pode ser um tiro n’água, caso não seja bem direcionado.

Essas operadoras móveis virtuais têm como objetivo usar a rede das operadoras tradicionais para atingir nichos específicos de cliente, agregar serviços diferenciados ou até mesmo simplesmente revender pacotes de serviços convencionais de outras formas. Resumidamente, são empresas que fazem parcerias com as operadoras tradicionais para usarem sua infraestrutura de rede e afins para criar novas utilizações para essa mobilidade nas quais as operadoras tradicionais não tem interesse ou não podem atender.

A princípio existem três maneiras de uma MVNO operar: 1) Atuando como uma simples revenda, colocando sua marca no serviço e deixando todo o resto para a operadora; 2) Além da marca, oferece serviços e aplicativos próprios, utilizando da operadora tradicional os sistemas de tarifação/cobrança e a infraestrutura de rede; e 3) Usa apenas a rede da operadora tradicional, se ocupando de todo resto do negócio, da marca até o faturamento.

Por enquanto, pelo menos no Brasil, o uso mais claro das MVNO é no M2M (Machine to Machine), um exemplo disso são as maquininhas de cartão de crédito/débito móveis, aquelas que o cobrador de pizza leva na sua casa na hora para você poder usar no Vale Refeição. Muitas vezes elas usam a rede de alguma operadora tradicional, mas quem faz todo gerenciamento desse uso é uma MVNO. Elas que fecham planos com os estabelecimentos, que fazem todo processo de pós-vendas, que habilitam ou cancelam novos simcards ou linhas e etc. A Oi/Claro/Vivo/Tim apenas cede as suas torres para que máquina funcione.

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Android 4.3 vaza para o Nexus 4: instale e confira nossas primeiras impressões

Por em 18 de julho de 2013

Vazou ontem à noite a nova versão do Android, a 4.3 (ainda com o nome Jelly Bean), para os dispositivos Nexus atuais, no caso o LG Nexus 4. Com pequenas melhorias e correções de bugs, a versão vazada já está sendo baixada, instalada e aproveitada pelos early adopters. Confira como instalar a versão em seu smartphone.

Diga alô para o Jelly Bean 4.3

Diga alô para o Jelly Bean 4.3

Como instalar a 4.3 Jelly Bean em seu Nexus 4

Atenção: lembre-se que o Meio Bit ou a autora não são responsáveis pela sua decisão de realizar esse procedimento, e nem por suas possíveis consequências.
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