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Digital Drops Blog de Brinquedo

Nokia lança Lumias 1520 e 1320 e invade território do iPad Mini

Por em 18 de fevereiro de 2014

Os Lumias pelo visto vieram para ficar. Já são a segunda plataforma mais vendida no Brasil, o que não deixa de ser curioso, pois demonstra que o consumidor que rejeitou o Windows 8 não teve problemas com o Windows Phone, que com sua interface completamente diferente do “padrão”, sempre foi a grande incógina. Pelo visto ser bonito e elegante ajuda. Hora de comprar whey.

Depois do Lumia 1020 e sua câmera mágica, que na verdade troca as fotos de todos os homens pelo George Clooney e todas as mulheres pela Scarlett Johansson, foi a vez da Nokiasoft (too soon?) investir em um território novo: os telefones enormemente grandes demais da gota.
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“Oi tecla, de onde gatas” — o Bate-papo do UOL lança apps mobile

Por em 7 de fevereiro de 2014

Vou contar um segredo, um mistério arcano digno dos Illuminati, que vai chocar muita gente aqui, mas é hora da verdade vir à tona, então, doa a quem doer…

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Yes, existe muita, muita sacanagem na internet e nem toda ela envolve jabá de blogueiras de moda. Dentre toda essa sacanagem uma das mais antigas é o chat do UOL, que trouxe para a web toda a depravação e safardanagem (no melhor dos sentidos) do IRC. Na época em que ele surgiu eu trabalhava em um provedor e descobri o software utilizado, era um servidor canadense chamado Magma. Compramos e por alguns meses nosso chat rivalizada em tecnologia com qualquer outro no Brasil. Só não posso revelar se dava ou não pra ler as DMs alheias.

Hoje o chat do UOL é um monstro, seguido de muito longe pelo Terra, que não chega aos pés do conjunto de 8.000 salas individuais do concorrente. Dessas, umas 7.980 são sacanagem, mas de novo, tudo bem.

Agora o UOL lançou um app para smartphones, que tenta replicar no mundo mobile o sucesso do desktop. Isso pode ter profundas repercussões, pois não será mais preciso marcar de casa os encontros, em teoria você (você, não eu!) poderá encontrar companhia no próprio local, não mais apelando para métodos arcaicos como contato humano, olhares e abordagens criativas, mas acessando seu celular.
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NASA TV no Windows Phone? YES WE CAN!

Por em 30 de novembro de 2013

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Eu vou confessar: estou gostando muito do Windows Phone. Ele é uma nova metáfora no mercado de smartphones, ele é o mais inconspícuo dos sistemas operacionais mobile, só que ele tem um característica irritante: quando algo não dá pra ser feito nele, não dá mesmo.

Uma dessas limitações é o streaming via HTTP. Beleza, ele roda MP4 maravilhosamente bem, mas se você acessar um site de streaming, não vai rolar. Se for Flash, babau. Se for app dedicado, não vai ter. Se for MP4, usando os padrões Web que a Microsoft jurou aderir promover e implementar, NO SOUP FOR YOU.
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Habemus Instagram no Windows Phone. (e Waze também!)

Por em 20 de novembro de 2013

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A decisão da Microsoft de abandonar o legado e começar o Windows Phone do zero foi corajosa e extremamente válida do ponto de vista técnico, sem ter que suportar uma década de gambiarras, conseguiram criar um sistema operacional móvel leve, ágil, pensado para os dias atuais de socialização de conteúdo e bonito, a ponto de quando apresentaram a interface Prince, muita gente dizer “parece coisa da Apple”. Só que um sistema lindo, sem programas de nada adianta, e isso foi a pedra no sapato do Windows Phone.

Ele caiu no mesmo círculo vicioso da exploração espacial comercial: ninguém explora comercialmente o espaço por ser muito caro, e só deixará de ser caro quando muita gente estiver explorando. Ninguém queria escrever programas para Windows Phone por ele ter poucos usuários e os usuários não queriam Windows Phone por ter poucas aplicações.

A Microsoft investiu pesadamente nisso, seguindo a cartilha da Apple, que atirou toneladas de dinheiros nos desenvolvedores.  Hoje dá para ser feliz no Windows Phone, se você não quiser 254 versões de apps de colocar florzinhas em imagens, ou um jogo obscuro feito por um garoto do Takitakistão, nas horas vagas nas minas de tabaco.
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[Review] — HP Slate 7

Por em 30 de setembro de 2013

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A princípio eu não seria a melhor pessoa para resenhar o HP Slate 7 2800 que apareceu no QG da Meio Bit Corp, Inc, Ltda, afinal meu tablet de escolha é o iPad e meu celular, um Windows Phone. Minha experiência com Android não foi muito boa (cof cof Dext Cof), mas por outro lado, todos esses pés atrás poderiam me ajudar a fazer uma resenha bem mais objetiva.

Devo dizer que foi isso que aconteceu. Principalmente, ao me posicionar dentro do espectro de usuários, consegui entender a qual segmento o Slate 7 se destina, com quem ele não briga, e como não posso querer que um trator atraia supermodelos ou uma Ferrari puxe um arado. Vamos então ao bichinho:

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[Review] — Moto X: o Motorola “by Google” convence?

Por em 23 de setembro de 2013

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Primeiro aparelho feito completamente depois da compra da Motorola pelo Google, o Moto X mostra a mudança de filosofia na empresa: sai o foco nas especificações de hardware e entra uma preocupação maior com a experiência do usuário.

Ouvir o dono todo momento, melhorar a exibição das notificações, customização… Foram várias as cartadas da Motorola pra diferenciar o Moto X da concorrência, mas elas justificam a compra?

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iPad Mini, o pequeno notável

Por em 17 de setembro de 2013

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Finalmente testamos o iPad Mini, depois de quase um ano de seu lançamento nos Estados Unidos. Se levarmos em conta apenas a história oficial, o iPad Mini era uma idéia que não fazia muito sentido como conceito por Steve Jobs, mas se este foi mesmo o caso, ele certamente foi convencido da viabilidade do projeto e colaborou com o design do tablet, que é muito bem resolvido e parece levar sua assinatura, ao lado do traço inconfundível de Sir Jony Ive. Leve e portátil, mas com uma tela de tamanho bem razoável, o Mini foi milimetricamente projetado para ser usado de forma confortável em todos os momentos, mesmo com uma única mão.

Eu confesso que fui um dos maiores críticos do iPad Mini desde o seu lançamento no ano passado pela ausência de uma tela retina, quando tive o primeiro contato com o aparelho em uma loja da Apple, mas simplesmente não tinha entendido seu real propósito. No ano passado, cheguei a escrever uma coluna no site onde trabalhava recomendando que as pessoas não comprassem um iPad Mini, mas no teste do dia a dia, acabei me rendendo a este aparelho, que é um pequeno notável. A minha mudança de opinião aconteceu de forma gradual, com a experiência de uso, que na prática é bem mais importante do que as especificações eletrônicas.

Apesar de soar clichê, um dos grandes diferenciais do iPad e do iPad Mini é a App Store. Mesmo com toda a evolução dos últimos meses, a maioria dos programas para tablets Android me parecem simples adaptações do app para smartphone, o que não acontece com o iPad, que tem seu maior diferencial na App Store, incluindo inúmeros aplicativos criados exclusivamente para ele.

O iPad Mini é um tablet, mas pesando 308 gramas (ou 312 gramas na versão 3G), ele está mais próximo do peso de um reader como o Kindle Paperwhite (215 gramas) do que dos de 662 gramas do iPad 4. Se no papel, o iPad Mini fica devendo, no dia a dia ele entrega uma ótima experiência de uso, mesmo com a já citada ausência de uma tela de maior resolução (algo que já se espera de um iPad) e o preço, mais alto do que o dos concorrentes. Os problemas existem, mas a experiência compensa, e na hora de pegar um gadget para jogar na mochila e sair correndo de casa, o iPad Mini acaba sendo a primeira opção.

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