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[Review] iPhone 6 Plus é perfeito para mim, mas não é um smartphone para todos

Por em 25 de março de 2015

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O iPhone 6 Plus é um smartphone com tela gigantesca de 5,5 polegadas, mas é tão fino e leve que não incomoda. Por dentro, o iPhone 6 Plus é equipado com o processador A8, a segunda geração de processadores de 64 bits mobile da Apple, e tem o apoio do coprocessador de movimento M8. Não gosto de fazer um review com pouco tempo de uso, procuro usar o aparelho pelo menos por um mês antes de escrever o texto, mas neste caso foram vários, então aproveito para pedir desculpas pela demora na entrega do post.

Como geralmente acontece com produtos da Apple, não basta simplesmente compararmos as especificações com seus concorrentes, e sim a experiência de uso, e no caso do iPhone 6 Plus, a minha foi excelente. Embora não seja um aparelho para todos, graças ao seu tamanho e preço, o iPhone 6 Plus é perfeito para o meu gosto pessoal. Desde 2007, eu tive todos os modelos de iPhone já lançados, e este é o melhor de todos eles, superando até mesmo o iPhone 6 nos quesitos tela, bateria e estabilização de imagens na câmera. Testei ele por vários meses em todas as situações, com uso constante no dia a dia, e posso dizer sem qualquer exagero que ele é o melhor smartphone que eu já usei, pelo menos até hoje.

O iPhone 6 Plus pesa 172 gramas, mas sinceramente na mão parece até leve, levando se em conta seu considerável tamanho (158,1 mm × 77,8 mm). Ele também é bem fino, com espessura de 7,1 mm. Na lateral esquerda, os botões de volume e o botão de silenciar o volume ou trocar a opção de rotação da tela. Na lateral direita, o slot do nano-SIM e o novo botão de ligar, que saiu do topo por uma questão de necessidade, já que seria impossível de alcançar com uma só mão.

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Em termos de design, não tem nem o que dizer, as bordas arredondadas e o vidro que se integra na lateral tornam o iPhone 6 Plus confortável de usar, mesmo sendo na prática uma peça finíssima de metal, algo essencial para um aparelho que você mais vai usar durante o dia. O único porém é a câmera que se sobressai, mas isto não chega a incomodar e, além de ter um precedente na Apple com o iPod Touch, também é o caso de vários concorrentes. Como eu não recomendo que você ande com um smartphone tão caro sem estar devidamente protegido por um case, esta diferença na espessura deixa de ser uma questão. Mesmo que prefira usar o aparelho sem case, a câmera é protegida por safira, então você pode ficar tranquilo que ela não irá arranhar, pelo menos não em condições normais de uso.

Depois que você se acostuma a usar um aparelho tão grande, até a tela de 4,7 polegadas do iPhone 6 se torna pequena. A tela de 4 polegadas do iPhone 5s então, nem se fala, e a minúscula tela de 3,5″ do iPhone 4 parece de brinquedo. Pra quem gosta de espaço como eu, não é sacrifício nenhum usar uma tela tão grande, muito pelo contrário, mas o iPhone 6 Plus não é para qualquer um, e muitos usuários já vão ficar plenamente satisfeitos com a tela do iPhone 6. Dito isto, ele tem suas vantagens. Com o iPhone 6 Plus, você pode girar a home para usar o smartphone sempre na horizontal, se assim preferir, e vários aplicativos já estão otimizados para melhor aproveitar todo o espaço disponível.

Como citei no começo do texto, outra grande diferença entre o iPhone 6 e o 6 Plus é a estabilização óptica de imagens. A câmera do iPhone 6 Plus usa o processador A8, o coprocessador M8 e o giroscópio para tirar fotos de ótima qualidade, mesmo em condições de baixa luminosidade. Se você preferir usar o flash, ele tem tecnologia True Tone, assim as fotos ficam com cores mais naturais.

A câmera de 8 megapixels tem lente de 5 elementos com abertura ƒ/2,2 e grava vídeos em Full HD em 30 ou 60 frames por segundo, em câmera lenta com 120 ou até 240 frames por segundo, além de fazer timelapses e panoramas com até 43 megapixels. O 6 Plus também conta com câmera frontal HD de 1,2 megapixels com abertura ƒ/2,2.

Se você pensa em comprar o iPhone 6 Plus, vale destacar que é impossível usar o aparelho com uma só mão sem ter que apelar para o recurso que a Apple chama de “alcançabilidade”, ou “reachability”. Esta “alcançabilidade” traz o conteúdo para perto dos dedos com dois toques no botão home, algo que depois que você se acostuma, é difícil viver sem, e que torna o 6 Plus mais fácil de usar do que aparelhos com telas menores, mas também grandes demais para serem usados com uma só mão.

Quem sabe em uma próxima versão, o conceito possa ser melhorado para que você possa incluir alguns apps que usa no dia a dia, permitindo que você navegue pela tela em destaque, ou quem sabe até possa rodar outro aplicativo no espaço que fica sobrando, mas por enquanto ele já é suficiente para você clicar no botão de enviar um tweet ou post no Facebook, por exemplo, e faz a diferença na prática.

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Resenha: O Buraco da Beatriz, o melhor livro do Universo

Por em 12 de março de 2015

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Por incontáveis anos Carlos Cardoso tem agraciado o mundo com seus incríveis textos. Cobrindo todas as áreas do conhecimento humano esse inigualável artesão das palavras nos emociona, educa e alegra, compartilhando da alma e do intelecto humano.

O Buraco da Beatriz é sua mais nova incursão na literatura, e o coloca lado a lado de nomes como Gaiman, Clarke, Joyce, Hemingway, Sartre, Sagan, Gabo, Tolstoi, Twain e Spohr. Cada página, cada parágrafo é um deleite, é como lamber a Venus de Milo feita de bacon e coberta de Nutella. Não há palav —

Tá, ok, acho que perdi a mão. Vamos tentar de novo.
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Review — iPad mini 3

Por em 31 de janeiro de 2015
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Prepare o bolso pois a brincadeira sairá cara (crédito: tio Laguna)

Desde o lançamento do iPad, o tio Laguna faz a si mesmo e a outrem uma mesma pergunta: para que deabos serve um tablet?

Tá, confesso: nunca vi muita graça no iPad original, parecia uma versão esticada do iPhone 3GS. Na verdade, quase sempre rejeitei a ideia de tablets ARM pois, além dos aplicativos e jogos serem mais simples que nos computadores com legado x86, tocar na tela não me é uma atividade mais produtiva (e precisa) que usar a dupla teclado e mouse ou mesmo teclado e touchpad.

Também tinha a questão do tamanho: uma tela com diagonal de 9,7 polegadas não é algo que eu possa carregar por aí. Grande demais para mim. Alguns anos depois comprei o meu primeiro smartphone, um iPhone 4S, e logo depois, começaram os rumores de uma versão menor do tablet da Apple. Nesse meio tempo a Microsoft lança o Surface.

Seja iPad mini, seja Surface, a minha urgência maior era trocar o Pobrebook 1 (um Asus Eee PC 701, com tela de 7 polegadas). Ao trocá-lo pelo Pobrebook 2 (Asus Eee PC 1015BX, com 10 polegadas) no começo de 2013, não sobrou dinheiro algum para pensar em comprar essas máquinas luxuosas da Apple e Microsoft.

No caso do iPad mini, lançado no final de 2012, eu também tinha algo contra: o tablet usava o mesmo Apple A5 de meu smartphone. Seria no mínimo uma redundância. Melhores motivos tive para rejeitar o Surface 3. Quando o Pobrebook 2 deu um problema no final do ano passado, aproveitei uma promoção relâmpago e peguei o Pobrebook 3, o melhor netbook que já tive: um Acer Aspire V5 com processador AMD E1 e tela de 11,6 polegadas.

11,6 polegadas talvez seja meu tamanho máximo para notebooks de uma maneira geral. Rejeitava o iPad e seus sucessores diretos justamente pelo tamanho mas, após trocar duas vezes de netbook, cada um maior que outro, seria hora de eu esquecer o iPad mini e comprar logo um iPad Air?
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Análise: ASUS Zenbook UX301, o ultrabook para quem tem bala na agulha

Por em 13 de janeiro de 2015

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A ASUS não deve conhecer minha fama: sou extremamente estabanado, do tipo que sai dando trombadas em tudo (até em mim mesmo). Isso ou não mandariam esse produto para que eu o testasse. O Zenbook UX301 é incrível, um ultrabook pra lá de parrudo, leve, bonito e que dá conta do recado em qualquer situação.

O único porém é o preço: 11 mil reais. Agora imaginem se eu tivesse danificado o bichinho, o que não ocorreu.

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Review: ASUS Zenfone 6, o foblet que é quase um tablet

Por em 11 de dezembro de 2014

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A chegada da ASUS no mercado brasileiro de smartphones teve bastante pompa e circunstância. A linha Zenfone desembarcou com preços agressivos e hardware decente, sendo seus modelos equipados com processadores Intel. O Zenfone 5 foi o primeiro disponibilizado por aqui, e antes do Natal a ASUS disponibiliza o Zenfone 6, um foblet muito próximo de seu irmão menor, mas com alguns atrativos que possam fazer valer a compra.

Após passar duas semanas com esse aparelho, vamos ver onde a ASUS acertou e errou com ele.

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Review: Moto Maxx ou “essa bateria é realmente necessária?”

Por em 24 de novembro de 2014

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Devo dizer que estou impressionado com o que a Motorola vem realizando nos últimos tempos, embora é preciso convir que o mérito não é inteiramente dela: ela foi completamente remodelada pela quando foi adquirida pelo Google em 2011, indo de uma fabricante de aparelhos medianos e um pós-venda terrível a um sério player no mercado de Androids, graças aos excelentes aparelhos que vem lançando nos últimos dois anos.

Os novos Moto X e Moto G, bem como o Moto E são produtos destinados a perfis bem distintos de usuários: o primeiro é para o que gosta de funcionalidades e design (um que provavelmente compraria um iPhone), o segundo é para quem quer um aparelho de meio-termo que não faça feio, e o último é o modelo de entrada mas bem eficiente. Com o Moto Maxx, a Motorola resolveu mirar no power user, aquele que usa seu smartphone como um verdadeiro computador de bolso e precisa de uma máquina parruda. E nisso ele não decepciona.

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Review: Sony Xperia Z3

Por em 17 de novembro de 2014

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O Xperia Z3 é o atual smartphone flagship da Sony. Ele conta com tela de 5,2″; proteção à prova d’agua e uma bateria de 3.100 mAh que a Sony promete durar até 2 dias.

Além da bateria, outro diferencial do Xperia Z3 está nos modelos vendidos: um traz TV Digital embutida e outro tem suporte a dois chips, um 4G e outro 2G. E com wearables em alta, uma SmartBand acompanha o aparelho.

Só que com tantos concorrentes bem parecidos — alguns bem mais baratos, inclusive — isso basta para o Z3 se destacar?
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