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Digital Drops Blog de Brinquedo

Agora vai! Oculus não vai barrar conteúdo pr0n

Por em 20 de maio de 2015

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Eis uma verdade do universo: algumas tecnologias só pegaram no tranco, fizeram sucesso quando abraçaram o mercado do entretenimento adulto. Foi assim com o VHS, que ganhou a briga com o Betamax. Com o Blu-ray foi a mesma coisa, a puritana Sony teve que abaixar a cabeça quando percebeu que a Toshiba a atropelaria com o HD-DVD.

Corta para hoje. Temos o Google Glass (que ensaia se tornar real) e o Oculus Rift, duas plataformas de consumo de mídia e realidade virtual que obviamente já foram exploradas por desenvolvedores a fim de introduzir conteúdo pr0n. Só que se por um lado o Google não quer saber de nada mais erótico que um tornozelo em seu gadget, a Oculus não está preocupada com o tipo de atrações que o Rift tenha.

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Estudantes criam carregador de smartphone que usa energia das plantas. Riiight

Por em 14 de maio de 2015

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Dizem que pouco conhecimento é pior do que nenhum conhecimento. É verdade. Por isso tanta gente perde tempo tentando inventar moto-contínuos, denunciar os perigos do glúten e montando páginas anti-vacina no Facebook.

O maior risco de pouco conhecimento é reinventar a roda. Ok, talvez não, o maior risco é cair na mídia que adora uma bobagem que possam tirar de proporção e lançar como a Tecnologia Que Vai Salvar o Mundo da Semana.
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Celulares com suporte aos dois padrões de carregamento sem fio? Bom, mas…

Por em 11 de maio de 2015
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Lumia também tem.

Um dos recursos que menos me chamou a atenção nos Lumias é o carregamento sem fio. Ok, é legal mas as vantagens são pequenas demais, e de qualquer jeito a base de carga está conectada a um cabo USB, você troca 6 por meia-dúzia.

De uns tempos pra cá tenho mudado de idéia, quanto menos espetarmos conectores na porta USB, mais tempo de vida antes do inevitável mau contato ela terá. Os 0,03 s ganhos ao não desconectar o celular na hora de sair acumulam para alguma coisa. O grande problema, o desperdício causado pelas perdas do carregador sem fio? Sendo realista vamos nos explodir bem antes disso prejudicar o planeta.

Carregamento sem fio é uma comodidade, não é essencial, mas e daí? Se fôssemos viver apenas do essencial ainda estaríamos em cavernas. Só que, provando que não podemos ter coisas legais, a indústria não colabora. Você precisa comprar uma base de carga compatível com seu aparelho. Como? Claro que há um padrão, padrões são coisas legais, por isso sempre que dá criam um novo, e foi o que aconteceu.
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Tatuagens e cicatrizes no pulso estão bugando o Apple Watch

Por em 29 de abril de 2015

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Passado o furor do lançamento do Apple Watch, a comunidade tech do mundo todo começa a dar suas primeiras impressões sobre o gadget. Em geral, as pessoas estão entrando em um consenso de que o produto não tem lá muito propósito de existir. Exatamente como acontecia com os smartphones assim que eles foram lançados, é bom dizer.

Ainda assim, é complicado perceber que um gadget que resolve pouco ou nenhum problema, começa em vez disso a apresentar problemas. No caso de pessoas tatuadas, deixa evidente ao menos que faltou completude e competência na hora dos testes.

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Novo recurso do Android Wear não será possível em todos os smartwatches

Por em 24 de abril de 2015
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Apple Watch sem a tela, ao lado de um relógio analógico desmontado (crédito: iFixit)

No mundo civilizado, hoje foi o lançamento oficial do Apple Watch no varejo. Como de costume, o iFixit apresentou o desmonte desse novo gadget da Apple. Deram nota 5/10 e o modelo desmontado foi o de 38 mm, mais barato.

Entre as novidades encontradas no hardware, temos uma pequenina bateria com carga de 205 mAh (fornece 0,78 Wh a 3,8 V) relativamente fácil de ser substituída e que consegue reter 80% da carga após 1.000 ciclos de recarga como nos iPads. A Apple vai oferecer serviço pago de troca apenas da bateria em suas lojas, se o cliente do relógio precisar ou desejar.

O cabo recarregador do Apple Watch é compatível com a tecnologia Qi, sendo capaz de recarregar um smartwatch como o Moto 360. O inverso não ocorre, ou seja: só dá para recarregar o relógio da Apple com o cabo oficial.

Talvez seja a parte de comunicação e autenticação, afinal o Apple Watch se comunica com o cabo USB oficial através dos diodos e fotodiodos. Com o iPhone, o relógio usa Bluetooth e Wi-Fi mesmo. Falando em Wi-Fi no relógio, quem tiver um smartwatch Android Wear pode estar com um aparelho que deixará de ser atualizado.
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Watch Quest, o primeiro RPG do Apple Watch

Por em 20 de abril de 2015
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Se já conseguiram fazer Pokémon rodar num Android Wear, um RPGzinho no Apple Watch é fichinha

Há quem goste de jogar em qualquer lugar, por isso não abre mão de carregar seu console portátil consigo ou manter em smartphone uma vasta galeria de games. Mas pra tudo há um limite. Embora seja plenamente possível (já vimos um hack nesse sentido por aqui) eu questiono a capacidade de alguém conseguir jogar qualquer coisa que seja num smartwatch. Tanto é que não se vêem muitos disponíveis oficialmente para dispositivos Android Wear.

Já do outro lado pode ser que haja interesse maior, tanto é que o Apple Watch receberá não um game qualquer, mas um RPG (?!). Trata-se de Watch Quest.

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Resenha: SanDisk Ultra Dual USB Drive 3.0, um pendrive para dispositivos Android

Por em 10 de abril de 2015

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Meu primeiro smartphone Android foi uma bela porcaria, um LG p500 de míseros 170 MB de memória interna. Tudo bem que eu vim de um feature phone Nokia que aguentou o tranco desde 2007 (detalhe: ambos ainda funcionam) mas mesmo em 2011, ter um dispositivo mobile com tão pouca memória era um desafio e tanto, eu tinha que selecionar a dedo quais apps eu iria instalar. E jogá-los para o cartão não era uma opção muito boa.

Hoje os tempos são outros. Eu possuo um monstrinho de bolso com 64 GB de espaço, mas memória nunca é demais. Nem todo mundo pode contar com um SSD externo de 1 TB, mas um pendrive de 32 ou 64 GB não é mais nenhuma fortuna hoje em dia. E o Ultra Dual USB Drive 3.0 da SanDisk ainda traz a vantagem de poder ser utilizado junto com seu Android.

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