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Digital Drops Blog de Brinquedo

Tatuagens e cicatrizes no pulso estão bugando o Apple Watch

Por em 29 de abril de 2015

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Passado o furor do lançamento do Apple Watch, a comunidade tech do mundo todo começa a dar suas primeiras impressões sobre o gadget. Em geral, as pessoas estão entrando em um consenso de que o produto não tem lá muito propósito de existir. Exatamente como acontecia com os smartphones assim que eles foram lançados, é bom dizer.

Ainda assim, é complicado perceber que um gadget que resolve pouco ou nenhum problema, começa em vez disso a apresentar problemas. No caso de pessoas tatuadas, deixa evidente ao menos que faltou completude e competência na hora dos testes.

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Novo recurso do Android Wear não será possível em todos os smartwatches

Por em 24 de abril de 2015
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Apple Watch sem a tela, ao lado de um relógio analógico desmontado (crédito: iFixit)

No mundo civilizado, hoje foi o lançamento oficial do Apple Watch no varejo. Como de costume, o iFixit apresentou o desmonte desse novo gadget da Apple. Deram nota 5/10 e o modelo desmontado foi o de 38 mm, mais barato.

Entre as novidades encontradas no hardware, temos uma pequenina bateria com carga de 205 mAh (fornece 0,78 Wh a 3,8 V) relativamente fácil de ser substituída e que consegue reter 80% da carga após 1.000 ciclos de recarga como nos iPads. A Apple vai oferecer serviço pago de troca apenas da bateria em suas lojas, se o cliente do relógio precisar ou desejar.

O cabo recarregador do Apple Watch é compatível com a tecnologia Qi, sendo capaz de recarregar um smartwatch como o Moto 360. O inverso não ocorre, ou seja: só dá para recarregar o relógio da Apple com o cabo oficial.

Talvez seja a parte de comunicação e autenticação, afinal o Apple Watch se comunica com o cabo USB oficial através dos diodos e fotodiodos. Com o iPhone, o relógio usa Bluetooth e Wi-Fi mesmo. Falando em Wi-Fi no relógio, quem tiver um smartwatch Android Wear pode estar com um aparelho que deixará de ser atualizado.
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Watch Quest, o primeiro RPG do Apple Watch

Por em 20 de abril de 2015
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Se já conseguiram fazer Pokémon rodar num Android Wear, um RPGzinho no Apple Watch é fichinha

Há quem goste de jogar em qualquer lugar, por isso não abre mão de carregar seu console portátil consigo ou manter em smartphone uma vasta galeria de games. Mas pra tudo há um limite. Embora seja plenamente possível (já vimos um hack nesse sentido por aqui) eu questiono a capacidade de alguém conseguir jogar qualquer coisa que seja num smartwatch. Tanto é que não se vêem muitos disponíveis oficialmente para dispositivos Android Wear.

Já do outro lado pode ser que haja interesse maior, tanto é que o Apple Watch receberá não um game qualquer, mas um RPG (?!). Trata-se de Watch Quest.

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Resenha: SanDisk Ultra Dual USB Drive 3.0, um pendrive para dispositivos Android

Por em 10 de abril de 2015

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Meu primeiro smartphone Android foi uma bela porcaria, um LG p500 de míseros 170 MB de memória interna. Tudo bem que eu vim de um feature phone Nokia que aguentou o tranco desde 2007 (detalhe: ambos ainda funcionam) mas mesmo em 2011, ter um dispositivo mobile com tão pouca memória era um desafio e tanto, eu tinha que selecionar a dedo quais apps eu iria instalar. E jogá-los para o cartão não era uma opção muito boa.

Hoje os tempos são outros. Eu possuo um monstrinho de bolso com 64 GB de espaço, mas memória nunca é demais. Nem todo mundo pode contar com um SSD externo de 1 TB, mas um pendrive de 32 ou 64 GB não é mais nenhuma fortuna hoje em dia. E o Ultra Dual USB Drive 3.0 da SanDisk ainda traz a vantagem de poder ser utilizado junto com seu Android.

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Nunca, NUNCA confie cegamente no GPS

Por em 6 de abril de 2015

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A gente ama tecnologia, isso é fato. Ela é linda maravilhosa incrível quando funciona, mas muitas vezes nos esquecemos que máquinas e sistemas tendem podem sim falhar, principalmente por terem humanos na retaguarda.

A gente adora quando temos mais e mais opções de automatizarmos nossas vidas, mas é preciso entender que numa situação crítica (ou nem tanto) a máquina não pode, não deve ter a palavra final. Só que nem sempre isso ocorre, vide os inúmeros fails que temos testemunhado envolvendo o GPS.

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Chromebit, o pendrive que é um computador com Chrome OS

Por em 31 de março de 2015

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Foi-se o tempo em que computadores eram máquinas gigantescas, feias e desajeitadas que ocupavam toda a sua mesa. Nos últimos 20 anos a miniaturização de hardware foi essencial para que chegássemos onde estamos, com smartphones que executam diversas funções ao mesmo tempo e com maestria, só não fazem café.

Nossos computadores pessoais também encolheram, de desktops desengonçados para ultrabooks finíssimos e mini-PCs de respeito como o Arduino e o Raspberry Pi. Só que não contentamos com pouco, queremos que eles sejam cada vez melhores e menores.

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O que é real? Michael Abrash da Oculus fala sobre realidade virtual

Por em 31 de março de 2015

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Em sua apresentação no #F8 na semana passada, o cientista chefe da Oculus Michael Abrash, mostrou alguns motivos pelos quais a realidade virtual será importante para nós, e fará cada vez mais parte da nossa vida. Mas isto não é um certo exagero? Bem, eu testei o Crescent Bay em janeiro na CES e fiquei muito impressionado com a tecnologia, pois pela primeira vez realmente me senti dentro dos ambientes e das situações mostradas nas demonstrações. Antes eu era cético, mas agora realmente acredito que o VR tem o potencial de causar uma verdadeira revolução no mundo dos games e do entretenimento.

Admitindo de cara seu interesse por ficção científica, Abrash citou como algumas de suas influências o clássico Snow Crash de Neil Stephenson, e sensacional Ready Player One de Ernest Cline: “As raízes claramente vêm de uma vida lendo ficção científica, que me mostraram que o caminho para pensar em realidade virtual não era apenas possível, mas algo que eu podia ajudar a acontecer”. Para ele, porém, tudo mudou quando ele assistiu o clássico filme Matrix, de 1999: “Enquanto os livros de ficção científica me deram o framework para pensar em realidade virtual, a Matrix me fez acreditar nela”. Abrash reviu o filme recentemente e ficou tão impressionado com o discurso de Morpheus para Neo, que o leu na íntegra durante a apresentação.

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Para Abrash na expressão “realidade virtual”, a palavra “realidade” é muito mais importante do que “virtual”. Como disse Morpheus, tudo o que percebemos são os sinais elétricos interpretados pelo nosso cérebro, e assim o nosso entendimento do mundo real é limitado pelos sensores com que os captamos.

Citando nossa visão, por exemplo, Abrash lembrou que não conseguimos enxergar infravermelho ou ultravioleta, só temos três sensores de cores e nossa visão periférica é limitada. É claro que ele também falou sobre o inevitável vestido que parece trocar de cores para diferentes pessoas, mostrando como o que vemos depende do que a nossa mente interpreta. Tentamos montar um modelo coerente do mundo, com os dados limitados que temos, e é isto que define o que é real para nós. Nossa mente faz certas suposições e interpretações que nem sempre mostram o que está acontecendo no mundo real.

Michael Abrash trouxe várias ilusão de ótica para fazer valer o seu ponto de que o mundo real é muito maior do que conseguimos captar: “Existe um mundo lá fora, e o seu cérebro está juntando informações bem limitadas captadas pelos seus sensores, e tentando inferir qual é o estado real deste mundo, de acordo com o seu modelo interno.”

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Voltando a Matrix, ele mostrou a imagem de duas pílulas, uma azul e outra vermelha, só para depois revelar que as duas são na verdade da mesma tonalidade de cinza, quando você retira as cores na lateral. O mesmo acontece com duas imagens de um cubo mágico, uma com luz amarela e outra com luz azul, que na verdade são do mesmo tom de cinza. Outro exemplo são quadrados em um piso, que apesar de terem a mesma cor, parecem ser brancos e pretos.

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Abrash trouxe mostrou outras ilusões de ótica já clássicas como a ilusão do dragão, na qual o seu cérebro te engana para ver o rosto do dragão para fora quando ele está para dentro, e o efeito McGurk, que você pode conferir no vídeo abaixo, no qual uma bela moça fala a mesma coisa com um vídeo dela falando outra, assim o que nós escutamos, depende do que estamos vendo.
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