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O estado da arte da tecnologia 3D. Em 1972.

Por: em 06/09/11 na(s) categoria(s): Indústria, Meio Bit, Miscelâneas, Software


Nos anos 70, quando os primeiros polígonos renderizados começaram a aparecer nos laboratórios de pesquisa e departamentos de P&D das universidades e empresas, o futuro da computação gráfica estava começando a se delinear. Até aquele momento, o máximo de gráficos gerados por computador de que se tinham notícia eram os osciloscópios das máquinas americanas e inglesas, restritos aos mesmos laboratórios já citados. Ao público, a interação com esses gráficos começaria bastante passiva, no cinema e em comerciais de televisão. E em videoclipes, claro.

(Sobre)Viventes da primeira década do século XXI, temos a oportunidades de apreciar o estado da arte da computação gráfica, e ainda de vê-la se construindo em tempo real diante dos nossos olhos em nossas próprias máquinas. Para quem se interessa pela história das coisas, é até emocionante ver o vídeo abaixo, onde Ed Catmull (nome bastante familiar para quem já usou qualquer software 3D na vida) e seu colega Fred Parke fazem experimentos no departamento de informática da Universidade de Utah.

40 Year Old 3D Computer Graphics (Pixar, 1972) from Robby Ingebretsen on Vimeo. Continue lendo »

Picaretagem Científica do Ano: CelebrityGene

Por: em 05/09/11 na(s) categoria(s): Ciência, Miscelâneas


snake_oil_posterSeparar os idiotas de seu dinheiro é a atividade preferida de muita gente, mas alguns conseguem fazer isso de forma incrivelmente criativa, vide o pessoal no estacionamento de um McDonalds que vendeu para uma otária um iPad de madeira por US$180,00. Otária mesmo, um HP Touchpad de madeira é tão bom quanto e sairia por US$30,00.

Dentre todos talvez os campeões de esperteza sejam os caras da CelebrityGene. Qual o esquema: Eles tem –ou dizem ter- DNA de celebridades, e oferecem pingentes com esse DNA. Quem nunca pensou em ter o DNA de Michael Jackson em seu pescoço? É um sonho de criança, ao menos na cabeça do Michael.

Entre outros produtos eles tem:

  • DNA do Elvis Presley: US$100 mil
  • DNA do Michael Jackson: US$100 mil
  • DNA do Al Capone: US$20 mil
  • DNA da Princesa Diana: US$10 mil

Também oferecem cópias de DNA mitocondrial, o que sai bem mais em conta. Um pingente do Elvis sai por meros US$270,00.

Eles vendem kits pra você colher DNA de seu animal de estimação e fazer um pingente, assim sempre levará uma parte dele com você. Não que seja novidade para quem tem gatos persas e blusas de camurça.

Esses kits saem por US$199,00.

O pior, as pessoas compram, pois DNA é vendido como algo mágico pela mídia, é o Código da Vida, na cabeça das pessoas é completamente diferente de ter uma amostra de cuspe do Justin Bieber (não que isso não fosse render uma grana no eBay). Um monte de fãs que diriam pro próprio Elvis “no cabelo não!” adorariam poder pagar US$100 mil para levar seu DNA no pescoço.

Fica a dúvida: Isso é Lei da Oferta e da Procura OU abuso da ignorância alheia?

Um HD cheio de arquivos confidenciais diretamente das mãos da Apple. True story?

Por: em 02/09/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Indústria, Miscelâneas


Vocês conhecem a história do cara que perdeu um protótipo do novo iPhone. E a outra também. Se perder dois protótipos de um produto que ainda nem chegou ao mercado não é estupidez suficiente para uma empresa que preza pelo segredo em função de aumentar o hype e a expectativa por seus produtos, imagine então perder planos e estratégias, antigas e recentes, e tê-las às vistas de qualquer um?

É chegada a temporada de cabeças rolarem na Apple Inc. Segundo nos conta o Cult of Mac, um cara teve problemas com seu Time Capsule e levou-o a uma Apple Store de Connecticut para conserto e, alguns dias depois, foi chamado para buscá-lo de volta. Dado a um defeito no HD, o mesmo teve de ser trocado e, junto com o Time Capsule, ele levou um outro HD, supostamente o antigo, defeituoso. Chegando em casa e dando uma olhadinha no drive antigo, uma surpresa: centenas de arquivos confidenciais de Cupertino, com datas entre 2009 e maio de 2011!

Aparentemente, esses arquivos faziam parte de um backup da empresa, e entre eles estão documentos confidenciais, manuais internos, registros fotográficos e vídeos de atividades corporativas da Apple, coisas que apenas empregados devem ter acesso. Em uma nota ao rodapé da notícia, o Cult of Mac dá uma agulhadinha no Gizmodo (que prontamente respondeu às críticas em seu texto a respeito do ocorrido), fazendo referência ao contraditório episódio do primeiro iPhone sumido:

Originalmente, nossa fonte entrou em contato com o Cult of Mac esperando vender o HD contendo esses backups, e mandou-nos screenshots como prova. O Cult of Mac não paga por notícias, e especialmente não paga por coisas como informações confidenciais e protótipos de iPhones. Logo, o aconselhamos a devolver o HD à Apple, e nos oferecemos a ajudá-lo nesse processo caso ele estivesse nervoso. Não ouvimos mais falar dele desde então.

A imagem acima é um dos screenshots citados pelo Cult of Mac, enviados pelo cara que teve a sorte (ou azar, depende do ponto de vista) de receber das mãos da própria Apple o misterioso e recheado HD. Se a história for mesmo verdade, logo a Apple entrará em contato com o rapaz e ele ganhará um lindo par de sapatos de concreto para usar no fundo do oceano Pacífico certamente devolverá o disco, nem que seja sob processo judicial.

É, basta tio Jobs se aposentar pra confusão se instalar na Apple.

[via @graveheart no Twitter]

Inkling: o mais novo sonho de consumo dos ilustradores


Todo mundo que alguma vez na vida já trabalhou com ilustração não-digital e teve que transpor seu trabalho para o meio digital para fazer ajustes já passou por isso: desenha no papel, escaneia em alta resolução, trata no Photoshop, modifica o que der (geralmente de maneira muito limitada) e, dependendo do caso, desenha tudo de novo no mouse ou na tablet. Dependendo do suporte, da pressão sobre ele e do número de vezes em que a borracha foi usada, algum trabalho terá de se feito apagando eventuais marcas e borrões.

Apresentado ao mundo hoje, o Inklinkg propõe acabar com esse esforço considerável dos ilustradores e rabiscadores em geral. Trata-se de uma canetinha conectada a um receptor que utiliza tecnologias simples como infravermelho para captar os traços do artista e transformar em linhas vetoriais que podem ser posteriormente editadas nos Illustrators da vida. Com uma bateria de duração de aproximada de 8 horas, o Inkling possui limitação de tamanho que nem chega a ser um grande problema, aceitando desenhos de tamanho máximo equivalentes ao A4. Continue lendo »

Zoofilia vegetariana: PETA planeja site porn


A turma maluca do PETA está preparando mais um PR Stunt. Dessa vez, a novidade é um site educativo para adultos com uma pegada vegan. Achamos que nome do gênero será o porn vegan, uma alternativa ideal para o zombie porn.

A ideia deles é atingir um tipo de gente que geralmente não dá ouvidos ao apelo dos vegetarianos e deverá conter muito conteúdo picante, incluindo subcelebridades ultra-saradas vestindo absolutamente nada de origem animal.

O que não sabemos, entretanto, é se o objetivo da organização é diminuir a crueldade contra os animais ou usar isso como motivo para explorar suas voluntárias em vídeos picantes como este publicado pelo Judão.

Mais uma vítima da PETA: até quando!?

Cá entre nós, achamos este um excelente tema para debater durante o próximo churrasco da equipe.

Debateremos também a possibilidade nada remota de ser apenas uma jogada para aparecer na mídia e sobre o tipo de conteúdo pornográfico a ser produzido que conseguirá induzir esse público adulto a não consumir carne.

Com informações do Huffington Post.

A Perdida Arte da Datilografia

Por: em 15/08/11 na(s) categoria(s): Miscelâneas


O computador que me desculpe, mas a grande revolução nos escritórios do mundo todo foi a máquina de escrever. Até o final do Século XIX toda a papelada era manuscrita, consumia-se um tempo absurdo com canetas, mata-borrão, rasuras, etc.

A máquina de escreve mudou tudo isso. Com o advento das fitas corretoras até errar se tornou aceitável. A velocidade de escrita era incomparável. Um datilógrafo treinado conseguia a média de 100 palavras por minuto.

Embora ainda sejam usadas no mundo todo (inclusive nos EUA, a Prefeitura de NY comprou milhares em 2009, para as repartições) na absoluta maioria dos escritórios o computador substituiu a máquina de escrever, e por mais românticos que os saudosistas sejam, a única coisa que dá pra sentir falta é dos teclados da MARAVILHOSAS IBMs elétricas.

Na minha infância lembro que era comum o chamado “curso de datilografia”. Saber escrever à máquina era um diferencial. Na verdade datilógrafo era uma profissão para a qual estudavam milhares de jovens, em sua maioria mulheres. Era estranho passar por aquelas lojas, abertas para a rua com fileiras e fileiras de máquinas e o pessoal escrevendo maniacamente.

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