Crytek fica responsável por Homefront 2

Após a THQ informar que estava fechando o Kaos Studios, as pessoas que gostaram do Homefront, último jogo criado por eles, ficaram se perguntando sobre o que aconteceria com a franquia. Na época a detentora dos direito disse que iria passar o desenvolvimento do jogo para seu estúdio localizado em Montreal, mas numa grande reviravolta agora ficamos sabendo que será a Crytek quem criará o Homefront 2.
Com isso a franquia deixará a Unreal Engine 3 e adotará a CryEngine 3, ganhando previsão de lançamento para 2014 e o desenvolvimento ficando a cargo da divisão da Crytek situada na cidade inglesa de Nottingham, antes Free Radical Design e que ficou conhecida pela série TimeSplitters.
Danny Bilson, vice presidente executivo da THQ, declarou que “com a tecnologia e a lendária experiência da Crytek nos FPSs, estamos confiantes de que o próximo Homefront entregará a experiência de extrema qualidade que os jogadores desejam,” já o fundador da desenvolvedora, Cevat Yerli, afirmou que a franquia “possui muito potencial” e que foi importante a THQ ter acreditado neles, “dando muita liberdade criativa sobre uma de suas mais importantes propriedades.”
Embora eu tenha comprado o Homefront há alguns meses, ainda não tive oportunidade de jogá-lo e apesar de ter lido algumas críticas em relação ao jogo, gosto do seu conceito e ainda quero encarar a campanha principal para ter uma opinião melhor sobre a mudança na equipe de desenvolvimento.
[via Develop]
A jogabilidade do cancelado jogo dos Vingadores
Ultimamente temos visto a imagem de vários membros dos Vingadores sendo jogada no lixo graças ao lançamento de jogos horríveis (Sega, a culpa é sua!) e com o lançamento do filme que colocará o Homem de Ferro, Capitão América, Thor e Hulk lado a lado, era óbvio que os detentores dos direitos não perderiam a chance de ganhar mais alguns milhões de dólares com um game baseado na mega produção.
Quem ficou responsável pela tarefa dessa vez foi a THQ Studio Australia, que estava trabalhando em um jogo em primeira pessoa (!), mas com o fechamento da divisão o projeto acabou sendo cancelado, mas um vídeo com um pouco da jogabilidade caiu na rede, mostrando que ele poderia ser bom, por mais inacreditável que isso possa parecer.
Com modo cooperativo para até quatro pessoas, uma delas poderia, por exemplo, abrir caminho utilizando a força do Gigante Esmeralda, enquanto outra sobrevoaria o local disparando tiros com o Homem de Ferro, num estilo que lembra o Borderlands, dando experiência aos jogadores conforme derrotam os inimigos.
Não sei quanto a vocês, mas gostei do que vi e acredito que com um pouco de polimento e mais tempo de trabalho poderia sair um jogo bastante divertido disso aí e diversos títulos já mostraram que o combate corpo-a-corpo pode funciona muito bem com esse tipo de visão, desde que bem executado, é claro.
Skyrim impediu Bethesda de trabalhar em adaptação de Game of Thrones

Embora tenha sido publicado originalmente em 1996, apenas este ano o mundo descobriu o livro A Game of Thrones, graças a espetacular série produzida pelo HBO. Com um estilo muito parecido com o de muitos RPGs que estamos acostumados, logo passou pela cabeça dos gamers que a história poderia virar um bom jogo, o que acontecerá no dia 29 de setembro pelas mãos da Cyanide Studios, porém o gênero escolhido poderá não agradar a todos.
Acontece que A Game of Thrones: Genesis será um game de estratégia em tempo real e se você foi um que esperava por um RPG com mundo vasto e detalhado, saiba que a Bethesda por pouco não foi a responsável por tornar isso realidade, conforme revelou Todd Howard, produtor executivo da empresa.
“Com A Song of Ice and Fire nós pensamos ‘queremos fazer isso!’ As pessoas no nosso estúdio gostaram da ideia e isso passou um pouco para o que estávamos fazendo. Na verdade nos foi pedido há um tempo atrás para transformarmos aqueles livros em jogos.
Queríamos criar o nosso próprio mundo. Antes mesmo de fazermos o Skyrim, houve uma conversa com o pessoal do George R.R. Martin, eles pensaram que seria uma boa parceria – e na verdade nós também pensamos – mas então pensamos se era nisso que queríamos gastar nosso tempo. Era tentador, contudo.”
Apesar de achar que o RTS pode dar certo, penso que nenhuma desenvolvedora estaria mais preparada para criar um jogo baseado na franquia, mas como ele provavelmente ficaria muito parecido com o TES, então acho que o melhor mesmo será aproveitar o Skyrim e acompanhar a série pela TV.
[via VG247]
Estudo revela qual o jogo mais assustador para o Xbox 360

Por diversas vezes eu vi na internet pessoas tentando chegar a um consenso sobre qual jogo tinha mais capacidade de nos assustar e para acabar de uma vez por todas com as especulações (ou apenas servir como incentivo para novas discussões), uma empresa chamada Vertical Slice, cujo foco é melhorar a qualidade dos games, fez um estudo onde eles alegam ter descoberto qual jogo merece o título.
Para chegar ao resultado a pesquisa levou em consideração seis jogadores casuais e hardcore, medindo seus batimentos cardíacos, sudorese e temperatura enquanto jogavam o Condemned, Residente Evil 5, Alan Wake e Dead Space 2, com este último tendo sido aquele que mais fez as cobaias tremerem.
Descrevendo a reação das pessoas em cada um dos jogos, o estudo cita por exemplo que “a atenção de nenhum dos jogadores foi estimulada durante a cena de corte exibida no início, ao menos até que Isaac presenciasse a sua esposa morta se transformando em um necromorph de uma forma horrível,” com pelo menos quatro dos participantes tendo achado este momento angustiante e com a conclusão de que as piores partes aconteciam quando eles eram atacados pelos monstros.
Embora possa parecer um tanto irrelevante, o estudo pode servir para mostrar às desenvolvedoras o que leva as pessoas a sentirem mais medo enquanto jogam e se bem aproveitados, os dados podem fazer com que títulos ainda mais assustadores surjam no futuro.
Mas o que você acha? O Dead Space 2 merece mesmo ser considerado um dos “piores” jogos já feitos? Isso e os constantes comentários sobre o quão aterrorizante ele é me faz lembrar que ainda preciso jogar o primeiro Dead Space, além do Amnesia: The Dark Descent e da série Fatal Frame, mas acho que é melhor não encarar todos um após o outro, pois vai que o coraçãozinho aqui não aguenta?
[via Eurogamer]
Remake do Syndicate será um FPS

Lá pela metade da década de 90, quando uma das minhas poucas preocupações era jogar e conhecer a maior quantidade possível de títulos do Mega Drive, fui até uma locadora perto de casa e peguei um jogo chamado Syndicate. Naquela época eu já gostava do universo cyberpunk (por influência do Blade Runner, é claro), mas não consegui jogar mais do que alguns minutos da criação da Bullfrog Productions e o motivo foi que o meu inglês não permitia que eu entendesse muito bem o que estava acontecendo ali.
Meu interesse pela franquia então foi guardado em algum canto obscuro do cérebro, até que há alguns dias comecei a ver um burburinho de que a EA estaria interessada em ressuscitar a marca, com a missão ficando nas mãos dos suecos da Starbreeze Studios (The Chronicles of Riddick, The Darkness), o que acabou sendo confirmado.
Talvez valendo-se da ideia de que não há mais espaço para os games de estratégias, os envolvidos decidiram que ele será um jogo de tiro em primeira pessoa, o que poderá desagradar os mais puristas e foi confirmado que o novo Syndicate, previsto para 2012, permitirá que até quatro pessoas joguem cooperativamente, resgatar as equipes com quatro personagens do original.
O produtor executivo Jeff Gamon afirmou que o objetivo deles é “oferecer um desafiador jogo de ação para os jogadores de hoje em dia, assim como os fãs do original e tem certeza que eles irão gostar e reconhecer o legado que fez do título um clássico,” como “as armas e ambientes no game, mas de uma nova maneira.” Isso não foi o suficiente para que não houvesse reclamações, mas acho que será interessante ver como o jogo se sairá no novo estilo, porém, este talvez seja apenas um cara que não conhece muito a franquia falando.
[via Rock, Paper, Shotgun]
From Software: Fazemos os jogos que temos vontade
Sejamos sinceros, embora tenha sido fundada em 1986 e no seu currículo tenha títulos de expressão como as séries King’s Field e Armored Core, boa parte dos jogadores ocidentais não davam a menor importância para a From Software até que a empresa japonesa lançou o Demon’s Souls, um RPG de ação para o Playstation 3 que fez um enorme sucesso devido a alta dificuldade e a ideias interessantíssimas implementadas na jogabilidade.
Como o Dark Souls, próximo lançamento deles, tem muitas semelhanças com o título exclusivo do console da Sony, a expectativa por parte dos fãs é imensa e durante um passeio pelas dependências do estúdio, o diretor Eiichi Nakajima fez uma afirmação que deveria ser seguida pela maioria das desenvolvedoras.
“A filosofia da From Software é de não perseguir o que é popular, mas de fazer jogos baseado no que valorizamos. Este é o princípio básico da nossa companhia. Ao invés de dizer ‘esse outro jogo é um sucesso, vamos copiá-lo,’ colocamos uma enorme ênfase em simplesmente fazer os tipos de jogos que queremos fazer.
A coisa mais importante que quero que o jogador experimente enquanto estiver jogando nossos games é um senso de conquista.”
E quem jogou o Demon’s Souls certamente teve bastante dessa sensação a cada inimigo derrotado e cada fase concluída.

