Estudante cria kart inspirado em Mario Kart e torna nossos sonhos nerds mais molhados
Mei oBit, este é Charles Guan. Charles, conheça o Meio Bit.
Guan é estudante do Massachussets Institute of Technology – ou simplesmente MIT -, e entre uma aula e outra, gosta de bancar o engenheiro automotivo. Prova disso é o vídeo aí embaixo…
Entendeu? Pois é, o cara criou uma réplica fiel do kart que o Mario usa no saudoso Mario Kart para Nintendo64. As especificações do automotor indicam velocidade máxima de 26 mph (ou 41,84 km/h). Claro, não há qualquer proteção no kart, o que deixaria você nessa posição deveras desconfortável retratada no vídeo acima, mas ainda assim é interessante.
Fonte: Geekologie
Título multiplataforma impediu continuação de Titan Quest

O Diablo III já está entre nós, mas durante muito tempo algumas desenvolvedoras tentaram concluir a dura missão de lançar um game que conseguisse divertir os fãs da série da Blizzard e uma das que obteve um bom resultado foi a Iron Lore com o seu Titan Quest.
Aquele jogo manteve muita gente ocupada ao nos colocar num mundo tridimensional onde deveríamos aniquilar hordas e mais hordas de monstros em ambientes como a Grécia Antiga ou mesmo sobre as muralhas da China e embora ele tenha conquistados um bom número de fãs e ganhado uma expansão, uma verdadeira continuação nunca existiu. Agora Arthur Bruno, ex-funcionário do extinto estúdio explica o motivo.
“Eles [a Iron Lore] esperavam fazer uma sequência e estavam preparando o terreno para isso quando a THQ basicamente lhes disse que não tinham interesse em outro jogo exclusivo para PC e queriam ver uma nova propriedade intelectual multiplataforma. Então eles mudaram o rumo, começaram a trabalhar num novo RPG de ação multiplataforma em terceira pessoa. Era como um Oblivion misturado com Gears of War. Era semelhante ao recém lançado Kingdoms of Amalur, com uma ambientação mais sombria.”
A coisa foi para o espaço de vez quando a THQ começou a se interessar em comprar a Big Huge Games e com a contratação de Ken Rolston, game designer responsável por alguns capítulos da série The Elder Scroll, o estúdio foi incumbido de desenvolver um RPG que depois se tornaria o próprio Kingdoms of Amalur, fazendo com que o projeto Titan Quest 2 fosse engavetado. Como os diretos da marca pertencem à THQ e sem dinheiro no caixa, restou à Iron Lore fechar as portas.
Sei que lamentar uma sequência para um jogo assim pouco após o lançamento do Diablo III é pedir para ser criticado, mas ainda assim, eu gostaria de jogar um novo capítulo da franquia.
Revista Vida de Gamer
Demorou, mas finalmente chegou a hora de mostrar a vocês um projeto que mantive engavetado por vários anos e que sem dúvida é um dos meus maiores motivos de orgulho, a primeira edição da revista digital Vida de Gamer, mas primeiro, vou tentar explicar do que ela se trata.
Tudo começou quando tive a ideia de reunir num só lugar todos os textos que escrevi e dos que mais gostei. Seja por achar que eles ficaram realmente bons, por terem recebido uma boa resposta dos leitores ou por falarem sobre algum assunto que julgo relevante. A minha primeira opção então seria criar um livro, mas como percebi que publicá-lo não seria muito fácil, acabei adiando sua produção, até que um dia me dei conta de que esta poderia ser uma boa possibilidade de juntar aqueles artigos com outra das minha paixões, o design.
Nascia então o embrião da revista, que na verdade gosto mais de chamar de livro ilustrado. Como sempre quis criar uma revista digital, colocar os textos que eu já havia selecionado sobre belas imagens poderia dar um bom resultado, que você pode conferir ao baixar este arquivo (PDF – 2.4MB) ou através deste site.
Optei por colocar apenas dois textos por capítulo, para que a revista não ficasse muito grande e quando estiver folheando a Vida de Gamer, você poderá clicar em alguns pontos para facilitar a navegação, como no nome ao lado do número da página, que o levará de volta ao índice e caso tenha ficado curioso sobre a escolha da imagem da capa, a explicação (assim como os agradecimentos) pode ser encontrada no editorial, ok?
Como esta é a primeira revista que faço a diagramação, o pessoal da área certamente encontrará alguns erros, mas espero que eles não sejam muito graves e que folhear a revista seja tão prazeroso para vocês quanto foi criá-la (apesar do enorme trabalho que ela me deu).
Com o tempo pretendo publicar novas edições, portanto, se gostou dessa, em breve tem mais e sinta-se a vontade para criticar, fazer sugestões ou comentar sobre a revista.
Criadores de Reset dizem que ele não será um jogo artístico
Há alguns dias o pessoal da Theory Interactive, estúdio formado por ex-funcionários da Futuremark, chamou a atenção de muita gente graças ao visualmente incrível trailer que está logo abaixo e é referente ao seu primeiro projeto, o jogo Reset. Como ele será um puzzle focado no enredo, alguns logo imaginaram algo parecido com o Dear Esther, mas segundo Alpo Oksaharju, um dos fundadores da companhia, o objetivo não é criar algo muito voltado para a arte.
“Não iremos fazer um jogo artístico, que pode ser geralmente difícil de ser aproveitado, mas um jogo profundo e bastante desafiador. Um jogo que não é divertido para ser jogado, não é divertido, mesmos se tiver uma história de altíssima qualidade.
Estamos construindo o jogo como uma experiência imersiva e não quero dizer apenas gráficos de alta qualidade, mas uma experiência que espero, prenderá os jogadores e os deixará pensativos. Os gráficos são apenas uma ferramenta para transmitir a atmosfera e o estado de espírito. Estamos realmente tentando criar a história para que o jogador possa vive-la e não apenas assisti-la.”
Próximo jogo de David Jaffe poderá ser um shootter

Não seria exagero, muito menos uma maneira de desmerecer seu trabalho, resumirmos a carreira de David Jaffe em, o primeiro God of War e a série Twisted Metal. Caso você tenha jogado esses games, sabe que se tratam de estilos muito diferentes entre si, mas o game designer, em uma entrevista até certo ponto surpreendente ao IGN, disse que um dos seus planos é se arriscar no mundo dos jogos de tiro, talvez em primeira pessoa, gênero que afirmou adorar.
Jaffe disse que tudo começou com um quadro branco que foi preenchido com 30 ideias para um novo jogo e depois de estudá-las, acabou ficando com apenas duas, sendo que em uma delas haverá um arma e nós a seguraremos. O grande problema é que, segundo ele, o próximo passo será encontrar uma editora e pessoas para aperfeiçoar o conceito, mas até que isso seja feito, nós não ficaremos sabendo mais detalhes sobre o projeto. Ele no entanto revelou um grande entusiasmo em relação aos títulos que podem ser jogados via browser. Será que estaria pensando em algo gratuito?
Enfim, mesmo tendo trabalhado sua vida toda em poucas franquias, David Jaffe já mostrou ser capaz de criar universos singulares e extremamente fortes e seria bacana ver o que ele conseguiria levar para os FPS. Meu único medo é que este seu interesse pelos web games acabe gerando apenas mais um jogo de tiro voltado para o multiplayer competitivo, ignorando quase que completamente uma boa história.
Uma incrível coleção de capas customizadas para os seus jogos

Diga uma coisa, você usaria em seus jogos capas que não são as originais simplesmente por serem extremamente bonitas? Se a resposta foi positiva, então você precisa conhecer este tópico do fórum NeoGAF. Lá os usuários publicam versões criadas por eles de capas de games para vários sistemas e embora algumas artes não sejam muito interessantes, várias outras são belíssimas, superando muito as que recebemos quando compramos os jogos.
Eu já estou pensando seriamente em pegar algumas dessas, como a do Mirror’s Edge, do Enslaved e do Batman: Arkham Asylum, levar os arquivos numa gráfica digital e mandar imprimir em couché brilho de 180g, só para dar um novo visual à coleção. Também pretendo fazer um levantamento para ver outras capinhas que não gosto muito e tentar encontrar versões customizadas mais bonitas e é claro que não jogarei fora as originais, deixando as guardadas em baixo dessas novas verões.
Mas o que você acha? Acha muito estranho mudar a arte que vem com o jogo por essas?
[via Arena]

