Microsoft Points poderão ser abolidos ainda este ano

Nesta geração a Microsoft merece elogios por ter trazido aos games várias ideias interessantes, como as conquistas e uma robusta rede online para o seu console. Contudo, se com a Xbox Live recebemos uma loja recheada de conteúdo, também tivemos que engolir uma moeda virtual que no fundo só serviu para atrapalhar.
Ter que comprar jogos virtualmente no Xbox 360 com MS Points é algo bastante chato e que muitas vezes dá um nó na cabeça do jogador, como saber quanto custa em dinheiro real 2160 MS Points, por exemplo e um indício de que a própria empresa não se acertar com o modelo está nos Games on Demand, vendidos pela moeda local do país em que a conta do jogador foi registrada.
Caso você também não goste muito dos MS Points, torça para a informação obtida pelo blog Inside Mobile Apps esteja correta, pois eles garantem que até o final de 2012 a Microsoft irá abandonar o uso dos pontos e caso aconteça, isso afetará também os usuários do Windows Phone e do Zune Marketplace.
Como de costume, a companhia não se pronunciou sobre o rumor, mas além de terminarem com os MS Points, torço também para que eles nos permitam gastar apenas o necessário para a compra que queremos fazer e parem de nos obrigar a ter que comprar pacotes de pontos maiores do que precisamos, mas aí acho que já estou pedindo demais.
[via VG247]
Por que Final Fantasy XIII foi tão criticado negativamente?
E aí galera, sentiram falta dos meus textos? Ando com a agenda lotada por conta do meu emprego remunerado, do meu mais novo blog e, é claro, das minhas atividades sociais. Mas não pretendo deixar de escrever para o Meio Bit Games, só não vou poder atuar com a mesma frequência de antes. Porém, tentarei escrever menos notícias e mais opiniões ou críticas a respeito do mundo dos games.
Primeiramente, gostaria de deixar claro que nunca joguei Final Fantasy XIII, esse texto é fundamentalmente baseado no texto do Jason Schreier – colunista de JRPGs lá do Joystiq.
Não é de hoje que venho reclamando da decrescente qualidade de uma das minhas séries prediletas de JRPGs, Final Fantasy. Na verdade, eu acredito que o Final Fantasy IX foi o último FF que eu realmente gostei.
Trailer mostra confrontos no I Am Alive

Um jogo de sobrevivência lançado no início de 2012 após alguns adiamentos e distribuído digitalmente… Pois é, eu sei que já vi esse filme antes e o final não foi nada bonito, mas será que novamente terei uma decepção, dessa vez com o I Am Alive? Bom, teremos que esperar mais algumas semanas para descobrir, mas o último trailer liberado pela Ubisoft aumentou bastante a minha expectativa.
Nele podemos ver o protagonista dando de cara com alguns inimigos, que na verdade nada mais são do que outras pessoas tentando sobreviver ao desastre ocorrido na cidade retratada no jogo e se a mecânica for realmente tão legal quanto aparenta no vídeo, com o jogador tendo que economizar munição, seja apenas ameaçando os outros personagens, seja improvisando o máximo que puder, acho que o jogo tem tudo para divertir.
Graficamente o I Am Alive também parece bastante interessante e fiquei especialmente impressionado com a fluidez dos movimentos, mas maquiar fotos e vídeos de jogos ainda em desenvolvimento é prática comum na indústria e por isso ainda prefiro aguardar seu lançamento para ter uma opinião mais concreta, principalmente por se tratar de algo que será distribuído digitalmente.
Vamos torcer para que este seja um bom jogo e que mais do que isso, consiga passar uma boa sensação de como é estar em uma situação extrema como esta.
Produtora não concorda com críticas feitas ao Amy

Quem lê o Meio Bit Games deve ter percebido o quanto eu estava ansioso pelo lançamento do Amy. Além de ser uma criação de Paul Cuisset, um dos responsáveis pelo espetacular Flashback, o jogo ainda prometia trazer aos fãs dos Survival Horror um belo motivo para voltarmos a acreditar no gênero, mas a minha suspeita se confirmou e o preço baixo do título acabou servindo como indicativo da sua qualidade.
A crítica especializada tem batido duramente na produção, com a versão para Playstation 3 ficando com uma média 35 no Metacritic, enquanto que a do Xbox 360 saiu-se ainda pior, registrando uma horrorosa média 22, o que provavelmente colocará o game entre um dos piores do ano.
De olho nas reclamações, o pessoal da Lexis Numérique tentou se justificar na página oficial do jogo no Facebook, dizendo o seguinte:
“Como muitos de vocês já ouviram, Amy é um jogo DIFÍCIL. Algumas pessoas não gostaram disso, enquanto outras realmente adoraram. Acreditamos que isso é parte da experiência de sobrevivência que tentamos construir com um jogo que queríamos que fosse desafiador.”
O impressionante trailer do Project CARS
Fundada em 2008, a desenvolvedora britânica Slightly Mad Studios ganhou destaque ao assumir a responsabilidade de aproximar a franquia Need for Speed da simulação, o que aconteceu com a série SHIFT. Após dois jogos eles mostraram que estão no caminho certo, mas visando voos mais altos, começaram a trabalhar em um novo jogo que tentará entregar uma experiência ainda mais realista, conhecido por enquanto como Project CARS.
Trazendo um modo carreira onde iniciaremos no kart e escolheremos as categorias que disputaremos na sequência, o jogo permitirá partidas cooperativas, com algum amigo podendo servir como copiloto e contará com um elaborado sistema de gerenciamento de equipe, mudanças dinâmicas de tempo e clima, além de conteúdo gerado pelos jogadores e ainda promete trazer uma simulação avançada de física, inteligência artificial e iluminação.
Tudo isso é muito interessante e já serve para nos deixar com vontade de colocar as mãos no jogo, que deverá chegar ao Playstation 3, Xbox 360, Wii U e PC apenas em 2013, mas se você quiser ter um gostinho de como ele está ficando, dê uma olhada no trailer abaixo, preferencialmente em Full HD, onde é mostrado um pouco do Project CARS rodando num computador com DirectX 11.
Remedy está gostando do que a Rockstar tem feito com o Max Payne 3

Quando o desenvolvimento de uma série muda de mãos, é relativamente comum vermos os antigos responsáveis criticando o rumo que os novos jogos tomaram, mas com a Remedy Entertainment e o Max Payne 3 não é o que está acontecendo, conforme declarou Oskari Hakkinen, chefe de desenvolvimento de franquia no estúdio finlandês, sobre sobre o novo game.
“Nós adoramos absolutamente o que eles fizeram e não poderíamos estar mais orgulhosos de para onde a série está seguindo. Quero dizer, a Rockstar não faz porcarias, faz? É como se a logo da Rockstar tivesse se tornado um ‘selo de qualidade’.”
Caso não se lembre, a Remedy criou a série e em 2002 vendeu os direitos para a Take-Two por 10 milhões de dólares e mais algumas ações da companhia. Vale citar também que as versões do primeiro e segundo jogo lançadas para o Playstation 2 e Xbox foram desenvolvidas pela Rockstar.
Mas voltando ao Max Payne 3, infelizmente teremos que esperar um pouco mais para jogá-lo, pois o seu lançamento foi adiado de março para maio. Dessa forma a Take-Two terá uma linha fortíssima para o próximo ano fiscal, contando ainda com o Borderlands 2, BioShock Infinite, XCOM (recentemente adiado para uma data entre 1º de abril de 2012 e 31 de março de 2013), XCOM: Enemy Unknown, Spec Ops: The Line e se tivermos sorte, o Grand Theft Auto V.


