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FIFA UltimateTeam, uma mina de ouro (e de problemas)

Por: em 09/02/12 na(s) categoria(s): Computadores, Indústria, Microsoft, Sony


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Nós estamos cansados de ver ideias estúpidas sendo implementada pela indústria, mas vez ou outra algum gênio consegue propor algo que se torna uma espécie de presente para os jogadores e uma excelente maneira da desenvolvedora lucrar. O modo FIFA Ultimate Team (ou simplesmente FUT) é um desses casos.

Basicamente o negócio funciona como uma álbum de figurinhas (ou melhor, cards), nos oferecendo uma certa quantidade de itens – como jogadores, uniformes e estádios – quando criamos um time e nos dando a possibilidade de comprar novos pacotes, até mesmo através de leilões virtuais, conforme ganhamos partidas e campeonatos. O segredo está em nos manter jogando para melhorarmos nossa equipe, nunca sabendo quais cards virão no próximo pacote, o que mostrou-se extremamente viciante.

Só que há um detalhe no FUT, a EA Sports permite que o jogador adquira novos itens também com dinheiro real e o estúdio revelou alguns números internos que mostram que apenas entre setembro e dezembro passado esse modo rendeu aos cofres da companhia mais de 39 milhões de dólares, com previsão de atingirem US$ 100 milhões em vendas digitais até o fim de março, sendo que a arrecadação virá principalmente da venda de cards no jogo.

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Ainda há esperança para a Rare?

Por: em 08/02/12 na(s) categoria(s): Microsoft


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Ainda hoje, não é difícil encontrarmos antigos fãs da Rare que choram as mudança por qual passou o estúdio desde a sua aquisição pela Microsoft e em um artigo muito interessante publicado pelo Eurogamer intitulado “Quem matou a Rare?”, alguns ex-funcionários da desenvolvedora, como Phil Tossell, que foi diretor de jogabilidade por lá até setembro de 2010, falaram sobre o assunto.

Penso que o que aconteceu com a Rare apenas reflete o que aconteceu na indústria no geral: equipes maiores, orçamentos maiores e riscos reduzidos. Neste sentido, acho que a Rare de hoje está em melhor posição para lidar com a demanda da indústria moderna de jogos. Foi sem dúvida um desafio para todos na Rare e tenho certeza que na Microsoft também, mas ultimamente penso que tenha sido necessário para a sobrevivência da Rare…

Você não pode comparar a velha e a nova Rare, porque a comparação não é mais válida do que comparar motores a vapor com trens-bala.

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Revelada a edição de colecionador do Risen 2

Por: em 07/02/12 na(s) categoria(s): Microsoft, Sony


É engraçado como alguns jogos são incapazes de chamar nossa atenção, mesmo após terem chegado ao mercado há bastante tempo, até que um dia, sem mais nem menos eles nos conquistam. Isso aconteceu comigo com o Risen, RPG criado pela Piranha Bytes e que ao testar sua demo, me pareceu muito divertido e imersivo, apesar dos gráficos e animações um tanto simplórios.

Logo comprei o jogo para o Xbox 360, no entanto, ele acabou entrando para a fila de “games que jogarei um dia, assim que tiver tempo”, mas isso não me impediu de ficar de olho na sua sequência, que recebeu o subtítulo Dark Waters e chegará ao Xbox 360, Playstation 3 e PC no dia 24 de abril.

Se você também está interessado no game, os envolvidos com a produção divulgaram os detalhes da edição de colecionador, por enquanto confirmada apenas para os consoles e que será vendida na Europa por £ 69,99. Os itens incluso no pacote são:

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Processo Idiota do Dia: Kinbox (queeeem?) vs Kinect

Por: em 07/02/12 na(s) categoria(s): Indústria, Microsoft


Longe de mim defender o dinheiro da Microsoft, idealmente eles investiriam milhões em anúncios no MeioBit e clones da Luciana Vendramini para distribuir como brinde para blogueiro (eu). Mesmo assim há casos onde a ganância alheia é tão evidente que fica impossível não se solidarizar com a softhouse do Tio Chico.

É o caso desse processo idiota onde a Kinbook, uma app irrelevante de Facebook mudou de nome para Kinbox e descobriu que estava sentada na interseção entre dois grandes produtos da Microsoft, Kinect e Xbox.

Como em Maio de 2011 a App tinha 14 usuários ativos, decidiram que era melhor buscar alternativas de monetização. A melhor foi entrar com uma ação alegando que o público consumidor estava confundindo Kinbox com Kinect for XBox 360, e isso era a causa da péssima performance da App.

A lógica: Microsoft investe US$100 milhões em propaganda e marketing. O público confunde Kinect com Kinbox, acessa a tal App e por isso ela tem poucos usuários.

O Juiz não engoliu esse papo.

Primeiro, a Microsoft já tinha a marca Kin antes da tal empresa.

Segundo, não é razoável que um acessório de videogame seja confundido com uma App de Facebook.

Terceiro a própria Kinbox admitiu que investiu só alguns milhares de dólares em divulgação, e que segundo seus próprios (inflados e irreais) números nunca passou de 17 mil usuários.

Quarto: O autor da ação admitiu perante o juiz que outros serviços que usam o prefixo kin, como Kindle não são motivo de confusão, sem explicar o motivo de Kinect for XBOX 360 ser.

No final das contas os espertões tomaram um safanão legal, provavelmente arcarão com as custas e se a Microsoft estiver num dia ruim ainda exigirá que paguem os custos legais dela, que não devem ser nada baratos.

Fonte: GW

Desenvolvedoras, o novo Xbox e o comércio de jogos usados

Por: em 07/02/12 na(s) categoria(s): Indústria, Microsoft


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Há alguns dias uma polêmica relacionada ao comércio de jogos usados ganhou a internet. Tudo porque um rumor dizia que o próximo console da Microsoft teria um sistema que impediria que os jogos pudessem ser aproveitados em mais de um aparelho. Como era de se imaginar, a notícia não foi bem recebida pelos jogadores, gerando incontáveis críticas, o que não impediu que Jameson Durall, designer da Volition, Inc. expressasse uma opinião bastante diferente.

Pessoalmente acho que isso poderia ser uma mudança fantástica para o nosso negócio e mesmo que os consumidores estejam em pé de guerra sobre isso num primeiro momento… eles entenderão o motivo e porque ele não irá matá-los.

Durall explica em seu blog que uma maneira de impedir a venda de jogos usados seria incluir uma chave em algum lugar do código do game que o vinculasse a uma conta da Xbox Live e embora reconheça que o sistema tenha falhas, ele sugere que uma maneira de resolver o problema das locações ou empréstimos de jogos poderia ser resolvido com a própria Microsoft alugando licenças, cobrando uma pequena taxa pela liberação por alguns dias e repassando parte do valor para as desenvolvedoras.

O rapaz conclui afirmando que algo precisa ser feito sobre os jogos usados, caso contrário há o risco de a indústria entrar em colapso, além de as pessoas não entenderem o quanto é investido para que um jogo seja vendido “por apenas US$ 60” e o quanto elas prejudicam as desenvolvedoras ao comprar uma cópia usada ou piratear um game.

Para dizer a verdade não tiro a razão dele, só acho que há uma maneira mais simples de resolver a situação e ela atende pelo nome de distribuição digital. O grande problema a meu ver nessa história está no fato de que logo alguém descobrirá uma maneira de burlar esse sistema, também conhecido como número serial, e novamente os prejudicados serão aqueles que adquiriram normalmente seus jogos.

[via CVG]

Força bruta não funcionará nos modos mais difíceis do Mass Effect 3

Por: em 03/02/12 na(s) categoria(s): Computadores, Microsoft, Sony


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De uns anos para cá muito tem sido discutido entre os jogadores sobre a queda da dificuldade nos jogos e tenho notado que alguns desenvolvedores tem feito o possível para conquistar aqueles que consideram os jogos atuais fáceis demais e segundo Preston Watamaniuk, designer chefe do Mass Effect 3, o jogo deverá fazer sofrer aqueles que se aventurarem pelas dificuldades mais altas.

Realmente achamos que será difícil. No normal você poderá abrir caminho pelo jogo na base da força ou dos tiros, mas quando tentar o Hardcore e Insanity, você não será mais capaz de fazer isso. Você de fato terá que pensar sobre cada combate, quem são os inimigos, que tipo de resistência encontrará e então criar uma estratégia para derrotá-los. É melhor fazer tudo corretamente, ou então morrerá.

Como ainda não comecei a jogar o Mass Effect 2, não posso dizer se nele isso foi melhorado, mas no primeiro eu senti muita falta de uma maior liberdade para podermos organizar melhor nossa equipe durante os confrontos. Eu por exemplo optei por uma classe voltada para os rifles de precisão, mas não conseguia enviar meus amigos para as lutas de forma satisfatória e ficar numa distância segura dando suporte.

Como várias pessoas já me disseram que o segundo capítulo tem um maior foco na ação, espero que eles tenham equilibrado melhor essa parte e as palavras de Watamaniuk dão a entender que a BioWare deixou o ME3 ainda mais interessante para quem não quer avançar pelo game apenas descarregando a arma em qualquer coisa que se mova.

Provavelmente não será um Dark Souls, mas espero que os modos mais difíceis realmente exijam mais estratégias nas batalhas.

[via That VideoGame Blog]