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Internet em viagens – uma boa notícia

Por: em 28/03/07 na(s) categoria(s): Wireless e Redes


Normalmente o viajante fica à mercê da Vex, o que em alguns casos como comprovei significa até 85% de insucesso em obter uma conexão. Nesta viagem para o BarCamp levei o celular, para usar o GPRS em último caso, mas sabia que o Hotel Ibis, na Avenida Paulista teria acesso WIFI no Lobby e uma conexão de rede no quarto.

CLARO que não levei um cabo de rede, e tive que dar um pulo no stand center (embora o hotel pudesse emprestar um, achei melhor resolver isso de uma vez). Só que na hora que espetei o MacBook na parede, a surpresa: Uma tela de autenticação da GuestNet.

Já li horrores na Wired sobre Internet em hotéis, então desci com medo, para perguntar sobre o custo.

Bem, um cartão de 24 horas de acesso custava R$12,00 e valia tanto para conexões via cabo no quarto quanto para o acesso WIFI no Lobby ou no bar do hotel.

Foi absolutamente tranqüilo. Você raspa o cartão, insere o código e está rodando. Sem burocracia, sem os problemas da Vex, nada. A coisa simplesmente funciona.

Claro, sovina como sou tentei as muitas redes WIFI que estavam disponíveis, mas todas estavam fechadas. Isso é bom, os usuários estão começando a se conscientizar de que segurança é preciso.

Havia uma rede da GuestNet disponível, mas como nada é perfeito, esta só pegava na bancada, onde não fazia sentido usar WIFI, tendo o cabo de rede disponível. Para usar o MacBook na cama, só puxando fios, conforme a foto abaixo. Ainda bem que comprei um cabo de rede de 3 metros.

E não, o sinal não pegava no banheiro, também.

Parabéns ao Íbis por investir no cabeamento de seus apartamentos, e parabéns à GuestNet por demonstrar (principalmente à VEX) que é possível prover acesso e autenticação de forma competente, simples e desburocratizada.

E na bunada, Mr hacker, não vai dinha?

Por: em 24/03/07 na(s) categoria(s): Wireless e Redes


CapScr0011.jpgEstava fuçando as redes em Congonhas qundo dei de cara com a seguinte conexão WIFI disponível, no meio de toneladas de redes pagas da Vex, telefonica e Brasil Telecom:

“Free Public WiFi”

Suspeito, pois embora o pessoal do software livre discorde, no mundo real ninguém dá nada de graça. A sigla WIFI escrita errado também não agradou.

A Bia Kunze já havia comentado sobre isso, espertalhões que criam Access Points falsos em aeroportos, monitorando o tráfego dos incautos. Não imaginava entretanto que fossem tão comuns.

Para piorar, a conexão era tipo AdHoc, não o tipo de conexão criada por um Access Point. O porco nem se deu ao luxo de arrumar um programa que simula um Access Point. Definitivamente está apostando na falta de conhecimento de sua vítima.

Eu até tentei conectar com a rede, mas acho que o dono não ficou satisfeito, pois não conseguiu achar arquivos e diretórios compartilhados, muito menos alguma vulnerabilidade no Windows Mobile. Eu estava com o PDA Dell Axim X51v, e não com a máquina Windows 98 que ele imaginava…

Desculpe, Mr Pirata.

O nome disso, crianças, é honeypot, um pote de mel, como o proverbial meio de atrair ursos. (cestas de piquenique são mais eficientes) e é uma velha técnica usada para identificar hackers E usuários incautos.

Um esperto desses configura um notebook como “Free Wifi”, coloca um proxy e fica observando e capturando tudo que você faz, incluindo senhas de banco, provedores, aquelas incríveis fotos com as japonesas gêmeas caratecas ninfomaníacas e o jacaré inflável, que você subiu para sua conta secreta no Flickr. Tudo.

Pois é. Acabou a lua de mel. Quer quer viver sem fio precisa do mesmo bom-senso e desconfiômetro de quem acessa de casa, talvez mais.

Sobretudo, não acredite em conexão gratuitas de brinde. Vale a regra: Se é bom demais pra ser verdade, geralmente é. Você vai ter conexão de graça em um restaurante ou um café, onde você consome. Cartazes de “Internet Grátis – acesso aqui”? Não, obrigado.

Se você realmente precisa de uma conexão e não quer arriscar, use a boa e velha rede de celular. Um link GPRS/EDGE/EVDO ainda é bem mais seguro do que usar um access point desconhecido.

E não, não é nada inerente ao protocolo sem fio, a insegurança é a mesma de usar redes físicas desconhecidas. Afinal, se um sujeito esticar um cabo na rua você não vai sair pegando, né?

(leitores de Pelotas e Campinas podem pular a pergunta)

Existe segurança em usar um hotspot no Brasil?


 A tecnologia sem fio ganha novos adeptos a cada dia que passa e a internet wi-fi vai devagar aumentando o número de pontos de acesso (hotspots) pelas cidades. Atualmente existem cerca de 20 mil hotspots espalhados pelo mundo, com previsão para aumentar em 6 vezes este número até 2015.

É claro que os fornecedores desses hotspots – sejam eles cafés, shopping, prefeitura – apostam que isso será mais um ponto a favor do conforto do cliente. Infelizmente, acredito que aqui no Brasil isso não funcione tão bem sem prejudicar a segurança dos clientes. Temo que dentro de algum tempo os hotspots se tornem um lugar ideal para se roubos notebooks, e isso me preocupa. No aeroporto aqui de Curitiba chegaram a assaltar duas vezes um médico em 5 minutos, sendo que ele sequer andava com um notebook – o que mais procuram em saídas de aeroportos. Espero que o que vem acontecendo nas saídas de aeroportos não se torne comum em saídas de shoppings, saídas de cafés, ou de qualquer lugar onde tenha muita gente usando laptops. A insegurança é mais um motivo para dificultar a instalação de pontos de acesso em praças. Ou você se sentiria confortável em abrir seu notebook em uma grande praça de uma capital brasileira, por exemplo? Acho que ninguém. Diferente do que acontece nas praças da Europa.

 

Também deve se considerar que toda evolução tecnológica tem pontos negativos, no caso do Brasil e dos hotspots acredito que o problema da segurança nestes locais deve preocupar as autoridades num futuro não tão distante. Espero nunca precisar aconselhar alguém a não usar um hotspot por motivo de insegurança, mas sempre vale a pena ficar atento com pessoas te seguindo ou com alguma atitude suspeita (alias em todos os lugares).

Analistas garantem que a Macworld ofuscou a CES 2007.


Como já havia escrito anteriormente, a Apple que nem participou da CES 2007, realizada em Las Vegas, foi a empresa que causou maior impacto na feira.

O anúncio de Steve Jobs realizado na Macworld Conference e Expo, em San Francisco, onde foi lançado o iPhone, atraiu muito mais atenções que todos os lançamentos da CES.

Las Vegas foi ocupada por mais de 140 mil turistas, que viajaram exclusivamente para visitar a CES. O Chairman da Microsoft, o lendário Bill Gates, abriu a feira com seu tão esperado “keynote” de despedida, visto que Gates anunciou sua aposentadoria para o inicio de 2008. A feira é o maior evento anual do setor de bens eletrônicos de consumo e movimenta 145 bilhões de dólares ao ano.

Mas foi mesmo em San Francisco, onde o presidente-executivo da Apple anunciou o iPhone para pouco mais de quatro mil jornalistas, que o mundo da tecnologia chocou com a maior novidade do ano.

“O espantoso é que a Apple anunciou basicamente dois produtos, e eles conseguiram mais atenção anunciando do que a CES conquistou com seus milhares de lançamentos”, disse Van Baker, analista da consultoria de tecnologia Gartner.

A CES lançou diversas novidades, entre elas estava o aparelho da Samsung que combina DVD nos formatos Blu-ray e HD-DVD, celulares da Qualcomm que podem receber transmissões de TV ao vivo e muitos outros produtos.

Já o iPhone, como descrito anteriormente promete revolucionar a indústria da telefonia móvel e de gadgets.

Para Arnie Bernan, estrategista de tecnologia, “o produto mais interessante anunciado na semana foi o iPhone, e a Macworld superou a CES.”

Dessa forma, confirmo minha teoria que a CES 2007 foi “micada” pela Macworld. Vamos esperar que em 2008 os organizadores incluam a Apple em seus “keynotes”, nem que seja para ocupar a vaga disponibilizada pela ausência de Bill Gates.

(fonte: G1)

Live Demo do iPhone.


Para finalizar minha contribuição a respeito do lançamento do iPhone da Apple, segue um vídeo muito legal onde Phill Schiller demonstra, ao repórter da CBS John Blackstone, como funciona o novo aparelho.

Realmente após ver o vídeo qualquer um fica, ainda mais, perplexo com o novo gadget que Steve Jobs apresentou essa semana no Macworld 2007.

Você também pode ler mais informações sobre o novo iPhone nos seguintes links:

As primeiras impressões do iPhone, para simples mortais

Apple reinventando o telefone e, mais uma vez, fazendo história

As primeiras impressões, reais, do iPhone

Steve Jobs ofucas a CES 2007

As primeiras impressões do iPhone, para simples mortais


O novo iPhone da Apple realmente demonstra o estado da arte que a empresa atingiu com o novo produto. Tela Wide, com interface Multi-touch que aboliu os botões, opera com OS X, cheio de widgets, e-mail integrado, Google Maps, Busca Google e Yahoo!, voicemail visual (você pode ver quem enviou voicemail antes de ouvi-lo), SMS, Wi-Fi, Bluetooth e muito mais. Claro, todas as funcionalidades de um iPod também estão presentes nesse maravilhoso gadget.

O mercado está de queixo caído para a nova maravilha que Steve Jobs apresentou ao mundo, ontem, na MacWorld 2007. Usando as especificações técnicas disponíveis na apple.com, Jason Kottke, criou um modelo em escala real do iPhone.
Achei super interessante a proposta dele e resolvi traduzir, parte, do seu post e também analisar suas conclusões.

A seguir a foto do modelo construído por ele feito com, cartolina, tesoura e cola. Bastante artesanal, mas serve para uma primeira análise, para aqueles que não têm acesso ao protótipo real.

A foto acima mostra como o iPhone cabe confortavelmente na mão do usuário.

A próxima imagem compara a diferença no tamanho do iPhone para um aparelho de celular convencional Nokia 7610. Comparado ao Nokia 7610, que já é um celular considerado grande, o iPhone é ainda maior. Isso parece um ponto negativo, mas levanto em conta as funcionalidades e vantagens do produto, podemos relevar esse fato. O iPhone também é mais pesado que o modelo comparado, pesando 135 gramas contra 116 gramas do 7610.

A seguir a comparação com o iPod de 5G. Também superando o tamanho e peso.

Quanto a espessura, o iPhone de cartolina também é mais grosso que o iPod de 5GB. Lembrando que as dimensões do iPhone seguiram a risca as especificações disponíveis no site da apple.com, apenas o material não é o mesmo.

Lado a lado o iPod shuffle de 1G, O iPod de 3G, o de 5G iPod e o iPhone, que supera as dimensões e peso de todos os outros produtos da Apple.

Concluí que aparentemente o novo iPhone é maior que os celulares convencionais e mais pesado. Contudo esse aparelho converge celular, tocador de mp3 e visualizador de vídeos, assim podemos destaca-lo da categoria celular e incluir o novo gadget da Apple em uma nova categoria. Uma pergunta que não consegui responder é: qual seria essa categoria na qual o iPhone poderia ser incluído?

Querendo saber mais informações sobre o iPhone leia aqui.

Leia o depoimento de quem já testou o novo iPhone.