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Digital Drops Blog de Brinquedo

Há exatos 50 anos, acontecia a primeira videoconferência

Por em 20 de abril de 2014
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Picturephone, o aparelho pioneiro das chamadas de vídeo (Crédito: ALT1040)

Em 20 de abril de 1964, na Feira Mundial ocorrida no Queens, cidade de New York, a AT&T apresentava o Picturephone, um aparelho que usava a infraestrutura de telefonia para realizar chamadas em vídeo. Em vez de os usuários falarem usando os modernos headsets Made in China na frente de um LCD (seja do notebook, seja do smartphone/tablet), naquela época você tinha que se sentar em frente a um pequeno televisor de tubo com pouco menos de 6 polegadas que continha uma câmera bem rudimentar. Imagine uma transmissão analógica com resolução vertical de 250 linhas: era com certeza algo bem mais tenso que os problemas técnicos que a equipe do MeioBit enfrenta todas as noites de terça-feira. :) :D :lol:

Enfim, na Feira Mundial de 1964 a demonstração da videoconferência funcionava assim: qualquer participante poderia fazer chamadas de vídeo em uma das seis cabines da AT&T e conversar por até dez minutos com algum estranho que por acaso estivesse passeando por estandes similares da AT&T lá na Disneylândia da Califórnia, uns milhares de quilômetros distante.
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NASA prepara uma estação espacial com lasers. George Lucas prepara advogados

Por em 19 de abril de 2014
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Calma, é só Alderaan. Dessa vez…

A princípio a impressão é que Obama voltou atrás na decisão de não construir uma Estrela da Morte. A notícia de que lasers apontados para a Terra pegou todo mundo de surpresa. Dá até pra imaginar a imprensa sendo convocada e ele anunciando “Testemunhem agora o poder de fogo desta estação espacial completamente armada e operacional!”.

Infelizmente o orçamento da NASA está curto, então o protótipo que subiu ontem em uma cápsula Dragon da SpaceX é um tiquinho menos poderoso, e só será usado em comunicações. A idéia é continuar os experimentos da sonda LADEE, que conseguiu um link laser com a Terra de 622 Mb/s.
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Heartbleed foi introduzido por acidente: falha também afeta roteadores

Por em 11 de abril de 2014

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O Heartbleed, o bug catastrófico que tornou 66% da internet vulnerável a qualquer um que consiga invadir um servidor, conseguir copiar as chaves e acessar informações cruciais de praticamente tudo que deveria estar criptografado está tirando o sono de todo mundo. dos administradores de sites e serviços, que estão decidindo entre revogar e reenviar os certificados digitais; já os usuários serão obrigados a mudar quase que a totalidade de todas as senhas que utilizam, desde que os serviços utilizem OpenSSL e tenham sido listados como vulneráveis.

A pergunta que muita gente está fazendo é: como uma falha tão grotesca apareceu? O desenvolvedor alemão Robin Seggelmann respondeu em uma entrevista ao Sydney Monday Herald: ela foi introduzida por acidente através de um erro de programação que não foi revisado antes de entrar no ar.

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Gogo vai disponibilizar Wi-Fi 70 Mb/s em vôos transatlânticos. PÔ, AGORA?

Por em 9 de abril de 2014

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Pra quem vive na ponte aérea Rio-São Paulo ficar uma hora sem conectividade não é o fim do mundo, ainda mais com os preços das empresas que oferecem internet a bordo. Já quem viaja para o exterior, e absolutamente positivamente precisa consultar e-mail mandar uma DM ou acessar o servidor doméstico e apagar a pasta Best of Traci Lords antes que a esposa descubra, conectividade é essencial.

A Gogo oferece esse serviço. Utilizada por oito empresas dos EUA e Canadá, são mais de 2.000 aviões comerciais e 6.300 jatos particulares e cargueiros conectados. Uma antena de 4,5 polegadas conecta o avião a satélites de comunicação, conseguindo uma velocidade de 9,8 Mb/s.

O ping é uma droga mas aí a culpa é de Einstein.

Um hotspot Wi-Fi distribui a conexão para aparelhos dentro do avião, e o usuário pode se conectar com vários planos, que vão de um passe de 1 h por US$ 5,00 a um pacote mensal ilimitado de US$ 49,95; que dá acesso geral em qualquer vôo de qualquer uma das empresas participantes. Parece muito mas pra quem viaja a sério é uma pechincha.

Agora a Gogo anunciou que em meados do ano que vem disponibilizará links com velocidade de 70 Mb/s. Isso mesmo. Praticamente um cabo Ethernet sendo arrastado pelo avião. E isso no mundo todo.

O futuro se torna cada vez menos misterioso e cada vez mais conectado.

Fonte: EG.

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Thunderbolt Networking permite transferir dados entre Macs e PCs a 10 Gb/s

Por em 8 de abril de 2014

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Até o momento apenas poucos privilegiados possuem dispositivos com as portas Thunderbolt 2, a mais recente evolução para seu conector que permite transferência de dados em altíssimas velocidades, além de poder encadear monitores, NAS e outros dispositivos, possibilitando transferência de dados e execução de vídeo ao mesmo tempo. Por enquanto apenas a linha Macbook Pro de 2013, o novo Mac Pro e novas placas de ponta da ASUS contam com a interface.

Só que isso não basta. Para editores de vídeo, som e música que precisam transferir dados de um computador para outro rapidamente, a Intel anunciou na NAB 2014 uma atualização do padrão de conectividade. Chamado de Thunderbolt Networking, ele vai permitir que dois computadores com a porta possam trocar dados via cabo, em uma rede de dados numa velocidade de até 10 Gb/s.

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Google defende que é Legal monitorar Wi-Fi de usuários que dão mole

Por em 3 de abril de 2014
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Lembrem-se crianças, Don’t Be Evil

Em 2010 Alemanha e Irlanda ficaram em pé de guerra contra o Google, quando descobriram que os carros do Street View faziam mais do que fotografar inocentemente a vizinhança. Eles também monitoravam redes Wi-Fi.

Tecnicamente não há nada de errado nisso, é uma forma de aumentar a precisão do GPS. Guardando a identificação de um roteador E a localização geográfica dele, você já sabe mais ou menos aonde está mesmo que o GPS não tenha ainda fixado sua posição.

Só que foi descoberto que o sistema do Google ia além. Capturava, via packet sniffing, tráfego de todas as redes Wi-Fi abertas que encontrava. O Google havia engajado sua frota em um esforço mundial de Wardriving, de envergonhar a NSA.
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Marco Civil da Internet: conversamos com Flávia Lefèvre Guimarães, ex-integrante do conselho consultivo da ANATEL

Por em 26 de março de 2014

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Conversamos com sobre o Marco Civil da Internet com Flávia Lefèvre Guimarães, ex-coordenadora jurídica do IDEC e ex-membro do conselho consultivo da ANATEL de 2006 a 2009. Flávia também é integrante da diretoria de infra-estrutura de Telecom da FIESP, Mestre em processo civil pela PUC-SP e participa do Conselho Consultivo da PROTESTE, onde está desde a sua fundação em 2001. Em sua página em uma rede social, Flávia cita Pierre Lévy: “O Brasil está na vanguarda. O Marco Civil da Internet é muito bom e o melhor é que ele foi feito de forma colaborativa”.

MB: Em primeiro lugar, por qual motivo a aprovação do Marco Civil da Internet era tão importante? O que estava realmente em jogo?

Flávia: O PL 2126/2010 pretende estabelecer princípios para a convivência dos mais diversos interesses na internet. E estabelecer esses princípios e regras é fundamental. Primeiro porque a internet é um ambiente com um enorme potencial econômico, o que significa que grandes grupos tendem a se apoderar deste espaço e se não tivermos regras, o caráter público e a finalidade social das redes pode ser solapado de modo que a internet se transforme num negócio simplesmente.

Ocorre que a internet é um espaço público onde devem ser preservados os direitos fundamentais das pessoas, tais como o direito de se comunicar, de se informar, de se educar e buscar cultura e de exercer manifestações políticas. Além disso, tem papel preponderante para os estados, na medida em que os Poderes Públicos atuam em grande medida na internet como, por exemplo, na emissão de documentos, na atividade tributária, no sistema financeiro, nos sistemas previdenciários, no sistema eleitoral, entre outros.

Sem regras de convivência na internet estamos sujeitos aos interesses privados daqueles com mais força para fazer prevalecer suas posições, deixando os cidadãos em situação de extrema vulnerabilidade.

Costumo dar como exemplo a Floresta Amazônica, que é um patrimônio difuso. O que restaria da floresta se não tivéssemos o Código Florestal?

O MCI é que vai garantir que governos e empresas não se apropriem de um espaço público comprometendo a democracia e a inclusão digital. Estamos tratando de um direito fundamental reconhecido como tal pela ONU e que está na pauta de regulamentação tanto na Europa quanto nos EUA.

MB: Por que as empresas telefônicas estavam posicionadas contra a neutralidade da rede?
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