Digital Drops Blog de Brinquedo

Você vai odiar como esse filho de uma boa senhora ganhou US$ 24 mil em bitcoins

Por em 2 de dezembro de 2013

Existem algumas idéias que dão raiva. São coisas tão simples, tão óbvias depois que alguém pensa que nos sentimos burros por não termos pensado naquilo. Quando  a idéia dá dinheiro, é pior ainda. Um caso clássico foi aquela coisa da Página de Um Milhão de Pixels, uma coisa absolutamente inútil e sem-sentido (tipo Twilight) que rendeu 1 milhão de dólares ao criador.

Surgiram milhares de imitadores, inclusive no Brasil, mas claro que não deram uma fração do dinheiro do original. Agora outro desses casos aconteceu, e duvido você não compartilhar do meu sentimento de revolta por não ter pensado nisso.

O caso envolve Bitcoin, aquela moeda hipster usada por libertários, lastreada na imaginação e em sorrisos de bebês-unicórnios. O Bitcoin está vivendo uma bolha, então é hora de faturar em cima, mas como ganhar bitcoins sem gastar dinheiro? Um sujeito teve uma idéia, aproveitando o desejo da comunidade em legitimar o Bitcoin.

O quê o sujeito fez? Veja a foto.

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Página de permissões de acesso à Conta Google é totalmente reformulada

Por em 29 de novembro de 2013

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Atualmente, é extremamente raro encontrarmos serviços ligados à Internet fechados em seus próprios mundos. Com algumas raras exceções, se tornou uma tendência irreversível a abertura das plataformas digitais, seja através de autenticação segura, seja por meio de APIs. Por exemplo, posso criar um perfil no Flickr utilizando a minha conta do Google ou Facebook, sem a necessidade de preencher todo um cadastro e ter mais um login e senha.

Apesar de todos os benefícios, a facilidade com que o usuário pode dar este tipo de autorização de acesso pode colocar as suas contas em risco. Afinal, é muito comum concedermos o acesso e, depois, nunca mais lembrarmos no que fizemos. Infelizmente, o nosso esquecimento não revoga as permissões dadas e os serviços de terceiros continuam tendo acesso às informações o tempo todo até que, em alguns casos, o pior aconteça.

Felizmente, na maioria dos casos, os serviços oferecem uma página na qual o usuário pode visualizar facilmente quem pode acessar as suas informações. No Twitter, por exemplo, basta que o usuário acesse as configurações e, em seguida, clique em Aplicativos. Pronto, uma listagem contendo todas as informações importantes será exibida e o usuário poderá desfazer qualquer permissão com um simples clique.

No caso do Google, além de o acesso não ser dos mais fáceis (clique na sua foto, escolha a opção “Conta”, selecione a opção “Segurança” e, finalmente, clique em “Permissões da conta” – ou aqui), a listagem das permissões era… digamos… bem porca. Para quem nunca acessou o link anterior antes ter uma ideia, a listagem era algo como um TXT simples, na qual era exibido o nome do serviço que tinha acesso e, na frente, o botão para remoção do acesso. Só isso.

Para a minha felicidade, há alguns dias, o pessoal do Google Operating System notou que o Google havia feito uma reformulação total na página em questão. Agora, ao centro, o usuário encontrará todas as permissões dadas aos serviços externos, com o logo, nome e uma breve descrição do acesso ao qual ele tem direito. Selecionando qualquer um dos serviços, a página exibirá, do lado direito, uma descrição detalhada de todos os acessos e do nível de acesso às informações. Caso o usuário não queira mais permitir, basta clicar em “Revogar acesso” e ser feliz.

Se você tem notado acessos sem a sua autorização ou a publicação de mensagens ou envio de e-mails sobre os quais desconhece, recomendo, com veemência, que dê uma olhada nos acessos de terceiros de todos os serviços utilizados por você. Se não notou nada de errado, acesse assim mesmo e verifique se há alguma permissão que possa ser revogada. Lembre-se: por mais que as empresas estejam comprometidas com a segurança de nossos dados e contas, a responsabilidade de mantê-los seguros é nossa. :)

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SciCast: filial do Meio Bit Ciência (mentira) lança podcast mesclando ciência, cultura e diversão

Por em 29 de novembro de 2013

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Convenhamos, divulgação científica não é algo muito praticado internet afora. A maioria dos cientistas costuma divulgar seus materiais de forma reclusa, encontrar material de qualidade e filtrar os títulos sensacionalistas de muitos sites de notícias por aí é uma constante.

Existem poucos, porém bons divulgadores. Nós aqui no Meio Bit nos esforçamos para fazer nossa parte, temos o pessoal do ScienceBlogs além do Bolsão de Blogs e o Periódico, citados recentemente. Há também o Ceticismo do André, um dos nossos leitores mais assíduos e que manda muito bem no sentido de procurar educar os leitores com bom humor; eu recomendo fortemente a leitura das séries O Livro dos Porquês e Grandes Nomes da Ciência do site.

Então entra o podcast #SciCast e por tabela, o site CiênciaPop. O projeto foi ideia do autor do Meio Bit Silmar Geremia, que tinha a vontade de criar um programa de divulgação científica que não fosse chato, e que tivesse o formato de uma “aula” onde os convidados, geralmente cientistas e pesquisadores sobre o assunto em questão são os professores e conduziriam uma conversa descontraída e numa linguagem fácil de ser absorvida por todos.

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Atualização do YouTube revela futuro serviço de streaming de músicas

Por em 28 de novembro de 2013

YouTube na balada

Ao que parece o Google está procurando diversificar suas plataformas, no caso oferecer através do app do YouTube um serviço de streaming de música, algo que a Billboard já tinha dado indícios no mês passado.

Ontem a versão 5.3 do YouTube foi disponibilizada e o pessoal do Android Police resolveu fuçar no código do app em busca de novidades. Acabaram por encontrar várias referências sobre algo chamado “Music Pass”, com diversas citações sobre as características de como o serviço seria apresentado.

Por exemplo: no código do arquivo music_upsell_dialog.xml, as strings fazem referência a possibilidade de streaming offline para “levar sua música para onde você for”, o que dá a entender que o app vai permitir sincronizar sua biblioteca na nuvem e ouví-la quando quiser. Outras referências citam a possibilidade de continuar a executar músicas enquanto o usuário está em outros apps (algo básico, eu diria) e a possibilidade de “ouvir várias músicas sem ads”, o que confirma que o serviço terá um plano de assinatura, assim como os concorrentes Pandora, Spotify e o seu próprio serviço Google Play Music.

Ao ser questionado pelo site GigaOM sobre essas informações, o Google não confirmou nem desmentiu, entretanto disse o seguinte:

” Nós estamos sempre buscando novos e melhores meios das pessoas apreciarem o conteúdo do YouTube em quaisquer telas, e ao mesmo tempo dar a nossos parceiros mais opções para alcançarem seus fãs. Entretanto não temos nada para anunciar no momento.”

Ou seja, falou e não disse nada. Transformar o YouTube numa central de mídia seria uma opção interessante para combater os concorrentes que oferecem serviços de streaming, já que o até então desacreditado iTunes Radio se mostrou uma boa ideia. Além do mais, o nome do app é muito mais relevante do que o Google Play Music, que caso tal movimento se materialize não teria motivos para continuar existindo, já que seriam dois apps que fariam basicamente a mesma coisa.

Fonte: AP e GigaOM.

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Ministério da Justiça quer saber por que a Apple pratica preços em dólar na iTunes brasileira

Por em 28 de novembro de 2013

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Hoje em dia fazer compras online no exterior em lojas que cobram em dólares mas exibem o preço em reais, que é um valor relativo ao câmbio do dia e não ao do fechamento da fatura. Nessa de proteger os interesses dos consumidores (e por tabela restringir os gastos dos brasileiros no exterior), bancos passaram a não concluir as compras, a menos que a cobrança seja feita diretamente em dólares para que o cliente saiba quanto vai pagar. Google e Microsoft se adequaram ao formato, já o Steam não.

O caso do iTunes é diferente, pois ele sempre cobrou única e exclusivamente em dólares, assim como a Mac App Store. Entretanto o governo brasileiro parece que não mais permitirá essa prática: a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça enviou à Apple Brasil uma notificação cobrando explicações do porquê de a empresa praticar preços em dólar e não em reais no mercado brasileiro, já que ela está plenamente instalada no país.

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Estado de São Paulo adota Google Apps para 4,3 milhões de alunos e professores

Por em 27 de novembro de 2013

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Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos e em outros países, nos quais o pacote de serviços online Google Apps é amplamente utilizado por empresas e instituições de ensino, no Brasil, o serviço é muito conhecido pelos usuários e empresas, mas não é adotado em larga escala por instituições de ensino, sejam federais, estaduais ou municipais. Mas este cenário está começando a mudar.

Nesta quarta-feira, o Google Brasil e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo assinaram um acordo de cooperação através do qual a gigante das buscas oferecerá, a mais de quatro milhões de alunos e 300 mil professores, alocados em mais de cinco mil estabelecimentos de ensino da rede estadual, acesso ao Google Apps for Education de forma totalmente gratuita. De acordo com o Google, esta é a primeira vez no mundo em que a empresa oferecerá esta solução para um grupo tão grande de usuários.
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E não deu outra: Twitch remove diretório do Playroom do PS4 após abuso dos usuários

Por em 27 de novembro de 2013

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A Sony implementou uma ferramenta muito legal através do Playroom, um app de realidade aumentada que permite streaming via PS4 Camera e compatível com Twitch e UStream, oque permitiu o surgimento de utilizações interessantes relativas a games: alguns usuários chegaram a criar talk-shows como o The Spartan Show, que nada mais é que um programa onde as pessoas ligam para os apresentadores, mas a execução foi sensacional.

Claro que dar algo do tipo na mão de humanos e pedir que eles não façam besteira é pedir demais. Não demorou para muitos começarem a fazer aleatoriedades que nada tinham a ver com games, até o incidente que culminou num imbecil despindo a esposa bêbada e incapaz na frente da câmera.

O Twitch já havia avisado que tomaria medidas drásticas contra quem quer que utilizasse a aplicação para qualquer uso que não fosse relativo a games, mas se convenceram de que era uma empreitada em vão. Por isso chegaram à conclusão inevitável: o diretório com os vídeos do Playroom subidos pelo PS4 foi completamente removido e a aplicação foi desativada. Ainda é possível transmitir vídeos de gameplays capturados normalmente (você pode conferí-los neste link), mas a aplicação que utiliza a câmera permanecerá fora do ar “até que os usuários tomem consciência de que só podem realizar transmissões dentro do foco do site, que são jogos”. Otimistas…

Veja bem, eu não sou contra projetos como talk shows de games, até adorei a ideia. Eu só lamento que por causa de uma turma que não sabe usar a ferramenta todos os que viram nela algo excelente paguem o pato em conjunto. E eu não concordo com o argumento de que “é só não comprar o console” para evitar que uma criança veja algo que não deve: estamos à beira da Black Friday e das festas de fim de ano, e crianças desejam videogames, sempre desejaram. Seria inevitável que em algum momento um pequeno acabaria por ver algo mais agressivo através do Playroom, já que o app não possuía filtros – afinal, Sony e Twitch confiaram na boa vontade dos usuários -, e aí já sabem o que se seguiria.

Uma pena, infelizmente.

Fonte: Polygon.

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