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Twitter: presente brilhante, futuro obscuro

Por em 15 de novembro de 2013

IPO Twitter

O serviço de microblogging do passarinho azul do Twitter é uma das redes sociais mais conhecidas e movimentadas, fazendo parte da Trindade Sagrada de redes mais usadas (formada pelo Facebook, Twitter e Linkedin). Usuários reclamam e compartilham assuntos, perfis de celebridades são seguidos por milhões de pessoas, e empresas dão suporte ao usuário e divulgam seus serviços. Dependendo de como for, você pode ganhar muito dinheiro.

Mas a estabilidade de um negócio desse tamanho é confiável? Por maior que seja sua abrangência de usuários, o serviço não está imune a problemas.

Na segunda semana de novembro de 2013, o Twitter abriu uma IPO (oferta pública inicial), onde será possível que o público compre ações da empresa, tornando-a oficialmente uma empresa de capital aberto, em vez de capital fechado. O objetivo? Salvar o valor da marca, que poderia chegar a 11 bilhões de dólares.

Existem vários motivos para que o Twitter precise se salvar. O primeiro deles é a estagnação do crescimento da quantidade de usuários. A bem verdade, o serviço possuía um dos melhores crescimentos na área, com 10% a mais de usuários a cada trimestre — a maior vantagem em relação às outras grandes redes sociais. No entanto, ao chegar no valor aproximado de 231 milhões (o número atual de usuários), o movimento diminuiu muito. Ainda assim, sua parcela de usuários móveis é a maior do mercado: são 175 milhões em aparelhos portáteis, 76% da sua base de usuários.

Como se não fosse o suficiente, o Twitter entrou na mira de dois enormes processos por quebra de patentes. O primeiro veio da IBM, que alegou violação de propriedade intelectual, por três patentes diferentes. O segundo pede quase 130 milhões de dólares em nome de duas empresas, alegando que o Twitter organizou uma venda de ações privada que nunca pretendia completar — a venda ao público acabaria de vez com as negociações privadas.
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Por enquanto, Mozilla não pretende lançar seus smartphones Firefox OS nos Estados Unidos

Por em 14 de novembro de 2013

alcatel-one-touch-fire

A Mozilla havia prometido que o número de países em que seus aparelhos com Firefox OS seriam disponibilizados aumentaria consideravelmente, e neste mês o sistema chegou ao Brasil, através do Alcatel One Touch Fire e do LG Fireweb. Apesar de não ser um hardware de ponta, a intenção da empresa é oferecer um smartphone acessível focado em HTML5 com preço de um feature phone. Com isso o Alcatel One chegou chutando bundas com preço sugerido de R$ 199. Já o LG Fireweb chegou por um precinho maior mas ainda atraente, R$ 449.

Porém, se por um lado a Mozilla pretende brigar com Androids e Lumias de baixo custo nos países emergentes, por outro ela não está interessada em se inserir no grande mercado norte-americano, contrariando o desejo do então CEO Gary Kovacs quando anunciou durante a MWC 2013 que a operadora Sprint receberia seus aparelhinhos em 2014.

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TomTom Traffic, novo serviço de trânsito em tempo real chega ao Brasil

Por em 12 de novembro de 2013

TomTom Traffic mostra o trânsito em tempo real; no exemplo Londres hoje às 17:10

A TomTom é uma empresa pioneira e referência no quesito navegação veicular. No mercado desde 1991, foi ela que introduziu o PND (Portable Navigation Device) dedicado, e seus sistemas de mapas estão entre os mais precisos do mercado. Tanto é que foi à ela que a Apple recorreu quando rompeu a parceria dos mapas com o Google.

Porém uma coisa é fornecer um mapa extremamente detalhado e uma rota eficiente, outra bem diferente é alimentar de forma constante o PND com informações de trânsito, informando lentidão em tempo real e mudando a rota para um caminho mais rápido automaticamente – checando por atualizações a cada dois minutos. Foi o que a empresa exibiu hoje em evento realizado em São Paulo, ao apresentar suas futuras soluções tanto em hardware como para software para ajudar os sofridos motoristas brasileiros, bem como empresas e governos.

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Gmail passa a permitir salvar os anexos diretamente no Google Drive

Por em 12 de novembro de 2013

gmail_salvar_anexos_google_drive

Quando o Google Drive foi lançado, em abril de 2012, boa parte dos usuários do Gmail ficou se perguntando o porquê de o Google não ter integrado ambos os serviços, permitindo que anexos recebidos através do Gmail fossem salvos diretamente no Drive. Em maio deste ano, quando o Google anunciou a unificação do armazenamento dos dois serviços, os usuários ficaram ainda mais intrigados com a falta da possibilidade, fazendo com que muitos optassem por utilizar extensões de terceiros que funcionavam como “gambiarras” e supriam a deficiência existente na integração dos serviços. Mas, mais uma vez, parece que o Google resolveu ouvir o feedback de seus usuários.

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Por que os adolescentes estão abandonando o Facebook?

Por em 11 de novembro de 2013

Mark Zuckerberg

Adolescentes estão abandonando o Facebook, principalmente nos Estados Unidos e Europa, mas a tendência parece ecoar por estas plagas.

Se por um lado é o pessoal mais velho que tem dinheiro para gastar e justificar o preço dos anúncios, foram adolescentes que alavancaram a rede, e partir antes da idade adulta meio que põe uma data de validade na mesma.

Se você acompanhou a ascensão e queda do Orkut, deve lembrar que a última começou quando sua tia começou a mandar gifs com glitter desejando um bom final de semana. O Facebook não aceita gifs animados, mas sua tia e sua mãe já estão lá, o que definitivamente não é um bom sinal.

Outro problema, e esse afeta a todos os usuários, é a sede de Mark Zuckerberg de se tornar mais FDP que o Zuckerberg retratado em A Rede Social. O crescimento exponencial de anúncios irritantes de produtos que ninguém quer disfarçados de recomendações de amigos enchendo a timeline, enquanto páginas que você quer acompanhar desaparecem a ponto de você não lembrar que as acompanhava é outro fator determinante no êxodo.

A guerra por popularidade, traduzida em likes, é outro motor da fuga, principalmente se você não é do tipo que vive postando fotos de biquíni e/ou roupa da academia com decotes generosos.

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Google disponibiliza ferramentas para ajudar as vítimas do tufão filipino Haiyan

Por em 11 de novembro de 2013

Combinação de imagens tiradas por satélites japoneses e europeus mostram a passagem do tufão Hayian sobre as Filipinas em 07/11. Clique para vê-la maior (Fonte: EUMETSAT)

Uma verdade que ninguém gosta de admitir: quando a natureza acorda de mau humor, a única coisa a fazer é sair da frente ou aguentar as consequências. No último fim de semana as Filipinas foram literalmente devastadas pelo tufão Haiyan (localmente denominado Yolanda), que atingiu seis ilhas com ventos de até 245 km/h (há informes que eles sustentaram por um minuto a velocidade de 315 km/h, o que o tornaria o mais poderoso a atingir terra firme já registrado). Os resultados são os esperados: o país virou um pandemônio, a cidade de Tacloban, uma das mais atingidas foi praticamente riscada do mapa e estima-se que pelo menos 10 mil pessoas morreram. Atualmente a tempestade se dirigiu para a China e já perdeu muito de sua força.

A comunidade internacional está se organizando para auxiliar o país nessa situação de emergência, e o Google disponibilizou ferramentas para ajudar de forma remota, como já fez em tragédias ocorridas anteriormente, como o desastre de Fukushima.

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Co-fundador do YouTube não gostou nada da nova política anti-trolls do serviço

Por em 8 de novembro de 2013

Trolls abatidos

O Google prometeu e cumpriu: o plano de desinfecção do YouTube prometido lá atrás foi completamente posto em prática nesta semana, com a exigência de que o usuário possua uma conta no Google+ para comentar nos vídeos. Com isso a anonimidade no serviço acabou, além do fato de que o sistema previne discussões nocivas: quem trollar terá seu comentário removido para todos menos o desbocado, que não saberá que foi removido da conversa e continuará xingando sem incomodar ninguém.

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