Digital Drops Blog de Brinquedo

Argentina deixa de entregar encomendas nas residências via compras online no exterior

Por em 22 de janeiro de 2014

 

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Nos últimos anos a Argentina vem sofrendo muito com a evasão de divisas. De 2011 para cá as reservas do Banco Central despencaram de 52 para 29 bilhões de dólares e a culpa geralmente é atribuída às importações. Nos últimos anos o governo tem colocado severas restrições para evitar a fuga da grana para o exterior e limitar as transações em moeda estrangeira, mas as últimas foram de certa forma bem maldosas.

Em dezembro o governo aumentou o imposto de gastos com turismo no exterior de 25% para 35%, e a taxa é a mesma para a aquisição de pacotes de turismo e passagens de avião. Se você preferir comprar em sites na internet não tem conversa: terá de pagar 50% de imposto para compras acima de 25 dólares. O motivo foi o aumento da porcentagem das compras online fora do país, de 7,5% em 2012 para 13,5% em 2013.

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emInternet Miscelâneas Web 2.0

Facebook e Google ainda não aceitam propagandas de maconha, mesmo onde ela já foi legalizada

Por em 21 de janeiro de 2014

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As coisas nos Estados Unidos andam um pouco conturbadas ultimamente. Há alguns meses um executivo que trabalhava na Microsoft anunciava estar planejando criar a primeira marca oficial de Maconha no país, vocês lembram?

Então, vários lugares da terra do Tio Obama passaram a legalizar o uso recreativo da droga, nos estados de Washington (não confundir com a capital Washington D.C.) e Colorado. Quem mora longe dali, vai ter que enfrentar uma viagem. Não que isso seja problema pra eles, quer dizer, não nesse sentido. Bom, vocês entenderam.

Recentemente, o próprio presidente afirmou que o fumo desta substância é uma prática menos nociva que o consumo de álcool, e que, ao contrário da pataquada que o Clinton fez (e que talvez fosse necessária na época), admitiu que fumou e tragou, quando era adolescente. “Reflexo das lutas e confusão de um adolescente“, segundo ele.

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emGoogle Medicina Web 2.0

LogMeIn anuncia o fim da versão gratuita do serviço

Por em 21 de janeiro de 2014

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Quando peguei esta pauta, a primeira coisa que fiz foi tentar lembrar desde quando utilizo o LogMeIn. Desde o suporte aos funcionários da empresa na qual eu trabalhava até o Suporte Fraga Premium vitalício que a minha mãe tem, o LogMeIn já me quebrou árvores inteiras, além de me economizar um tempo precioso. Afinal, é uma solução bem completa, segura e, o mais importante, gratuita. Bem, era.

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emInternet Web 2.0

Intel Media, projeto falho de TV por streaming é vendido para a Verizon

Por em 21 de janeiro de 2014

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Foi há exatamente um ano, durante a CES 2013 que a Intel apresentou seu próprio plano de TV por streaming, chamado Intel Media. A ideia era oferecer um serviço via web que agregaria a maioria dos canais que os espectadores assistem, com a vantagem de utilizar qualquer hardware com seu processadores – inclusive um set-top box dedicado. A Intel Media seria lançada no fim de 2013, entretanto ela esbarrou num pequeno problema: ninguém abraçou a ideia.

A Intel vem há tempos tetando morder o mercado de TV já que o de PCs está rolando ladeira abaixo. Entretanto ela não tem dado uma dentro: os processadores que ela forneceu para dispositivos como a Google TV e aparelhos da Sony não agradaram e foram substituídos por chips ARM, o que entre outras coisas levou a empresa a abraçar a tecnologia, ainda que de forma limitada. Já a Intel Media não despertou o interesse das emissoras e produtoras, que já possuem boas alternativas como Netflix, Hulu e outros. A Intel simplesmente não conseguiu comprar conteúdo.

O resultado? A Intel jogou a toalha, vendendo a divisão inteira para a Verizon. Segundo fontes o valor envolvido não é nada desprezível, podendo chegar a até US$ 500 milhões. No comunicado oficial o CEO Brian Krzanich ainda afirma que “os produtos da Intel Media são revolucionários”, mas a divisão será melhor aproveitada pela Verizon. Sei…

A Intel agora pretende agregar seu serviço de vídeo via fibra ótica ao novo produto de seu parceira, de modo a diferenciá-lo de seus concorrentes. Talvez agora, com uma operadora interessada a entrar no mercado de streaming o produto deslanche, mas sinceramente não boto muita fé.

Fonte: TNW.

emÁudio Vídeo Fotografia Hardware Internet Web 2.0

Hacker compromete dados de cartões de crédito de 20 milhões de sul-coreanos

Por em 21 de janeiro de 2014

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No mês passado a Target, uma das maiores redes varejistas dos Estados Unidos sofreu um ataque hacker que comprometeu sua base de dados de forma catastrófica: informações de cartões de crédito e débito de até 110 milhões de clientes (os números oficiais falam em 70 milhões, mas pode sem bem mais) podem ter sido roubados, e ainda há a possibilidade de que códigos PIN tenham ido no pacote. Uma empresa de segurança rastreou o malware até chegar ao suposto responsável, um russo de 17 anos.

Agora a Coreia do Sul vive algo parecido. Um funcionário terceirizado da Korea Credit Bureau, a empresa de avaliação de crédito estatal conseguiu ter acesso aos dados de cartões de cerca de 20 milhões de cidadãos, o que corresponde a 40% da população do país. Ele já foi preso, mas as informações teriam sido vendidos para empresas de crédito. E pior: os dados não estavam criptografados.

A coisa está realmente feia por lá. Dados como endereços de e-mail, números de telefone, salário e média de gasto contidos em 104 milhões de cartões foram acessados. A divulgação da notícia provocou uma corrida intensa dos coreanos aos bancos em busca de informações. Os responsáveis pelas três principais operadoras de cartões de crédito – Sohn Kyung-Ik da NH Nonghyup Card, Park Sang-hoon da Lotte Card e Shim Jae-oh da KB Kookmin Card – pediram desculpas publicamente. Dezenas de executivos puseram seus cargos à disposição pela gafe e a Comissão de Serviços Financeiros do país disse que as operadoras irão cobrir quaisquer perdas financeiras de seus clientes.

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A essa altura do campeonato não dá para entender como operadoras de banco deixam dados tão cruciais sem criptografia nenhuma, ainda mais com potencial de prejudicar quase metade da população do país como ocorreu. Por sorte ninguém até hoje reportou ter sua conta invadida mas isso não é desculpa, e os executivos tem sorte de perder apenas seus empregos.

Fonte: Mashable.

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Beats Music chegou, porém serviço não possui modalidade grátis

Por em 21 de janeiro de 2014

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O Beats Music, o serviço de streaming de música de Dr. Dre desenvolveu para bater de frente com Spotify, Rdio, Deezer, Pandora e tantos outros chegou. O app para iOS já está disponível, e a previsão é da versão de Android e a interface web sejam liberadas ainda hoje (UPDATE: app para Android aqui). O link não aponta para lugar nenhum, e o do Windows Phone sequer apareceu. A versão web também chega hoje.

Entretanto algumas coisas devem ser consideradas. Conforme dito antes o serviço só está disponível nos Estados Unidos (o que não é muito diferente do que acontece com o Spotify). O formato do serviço também difere de seus concorrentes ao invés de permitir que o usuário procure faixas livremente, ele oferece uma ferramenta em que ele entra com seu gênero preferido ou especifica uma situação, e monta uma playlist sugerindo artistas e álbuns. Por conta disso ele não possui opção de rádio online. Entretanto quem está conseguindo utilizar tem informado que a qualidade do som é muito boa, que obviamente deve ser ressaltada com os fones da própria Beats, afinal…

Por fim Dre decidiu que não vai realizar caridade. O Spotify tem um modo grátis com anúncios, o Deezer oferece seis meses de teste e o Rdio 15 dias. O Beats Music porém só disponibiliza sete dias gratuitos ao ouvinte. Depois desse período ele será obrigado a abrir a carteira e pagar US$ 9,99 por mês. O rapper fez uma parceria com a AT&T, que lançou um plano familiar para seus clientes: cinco contas em até dez dispositivos por US$ 14,99.

O site oficial ainda está bem cru mas dá para dizer que o Beats Music vai se expandir a outros países em breve. Resta esperar o lançamento no Brasil ou apelar para o proxy assim que o site entrar no ar para valer.

Fonte: BM via TNW.

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Kim Dotcom também entra na festa com o Baboom, seu serviço se streaming de músicas

Por em 20 de janeiro de 2014

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Já se sabia que Kim Dotcom, o inimigo público número um da RIAA e MPAA estava desenvolvendo um serviço de streaming de músicas para fazer companhia ao Mega, seu site de compartilhamento de arquivos que conta com apps dedicados para iOS e Android.

Acontece que nas últimas semanas o negócio da música na web tem ficado movimentado. O Spotify se expandiu para vários países (nada de Brasil por enquanto) e acabou com a restrição de limite de tempo a usuários do serviço gratuito. Dr. Dre também entrou na brincadeira com seu Beats Music, por isso a apresentação do Baboom por Dotcom veio na hora certa.

Descrito pelo gordinho como “um híbrido entre iTunes e Spotify”, o serviço ainda é um preview, não dá para ouvir quase nada. Digo quase pois Dotcom disponibilizou uma amostra de como será o serviço com seu álbum completo, Good Times. O visual não é muito diferente do Spotify: é possível criar um perfil, hospedar fotos e vídeos e relacionar o perfil com suas redes sociais além de é claro, poder ouvir as músicas e baixar aquelas marcadas como livres, o que fica a critério do artista. Além disso há as opções Library, que deve servir para marcar suas faixas favoritas e jukebox, provavelmente para executá-las randomicamente.

O perfil de Dotcom é o único ativo, mas para atrair usuários ele lançou uma promoção interessante: quem fizer o melhor remix de uma de suas músicas vai ganhar um prêmio de US$ 5 mil, enquanto que o melhor clip original baseado em uma das faixas vai embolsar US$ 10 mil. Aos interessados, basta baixar os arquivos em .wav e mandar links de seu trabalho para [email protected] Aos demais é possível se inscrever e conseguir acesso antecipado assim que o beta estiver disponível.

Fonte: Baboom via TNW.

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