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Paper: novo agregador de conteúdo é aposta de Zuck contra o Flipboard

Por em 15 de janeiro de 2014

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Por um bom tempo o Flipboard era para o aplicativo que praticamente justificava a aquisição de um iPad. Ele foi o primeiro agregador de conteúdo a juntar feeds de sites, blogs, redes sociais e etc. e organizar tudo num layout de revista eletrônica que não perece ter sido criado pelos programadores, mas por quem realmente consome mídia impressa. DE lá para cá vários canais tentaram pegar carona em seu sucesso, o Google tentou com o Currents aproveitar que ele não estava até então disponível no Android. Finda a exclusividade, a aplicação de Mountain View praticamente foi esquecida.

Só que o Flipboard pode nas próximas semanas enfrentar um concorrente de peso, e seu nome é Mark Zuckerberg. A equipe do Facebook tenta há anos tornar o Feed de Notícias da rede social algo minimamente parecido com um jornal ou revista, o Flipboard mostrou onde eles estavam errando e agora tudo indica que vem aí uma aplicação dedicada, que se chamaria “Paper”. É, jornal.

De acordo com uma fonte interna o Paper seria praticamente um Ctrl+C Ctrl+V do concorrente, tanto em aparência quanto em funcionalidades. Ele agregaria updates de sites como New York Times, Washington Post e atualizações das redes sociais num layout próximo a de um jornal impresso. Entretanto a fonte não soube precisar entre uma aplicação standalone ou um webapp, mas a equipe responsável seria a mesma do Feed de Notícias atual, além do fato de que o próprio Zuck pode estar diretamente envolvido. Internamente ele seria conhecido como “Project Reader” e seria o resultado de anos de esforços em tentar tornar a interface do feed mais amigável.

Ainda não se sabe a data de lançamento, mas há indícios de que ele seja lançado no fim de janeiro. Se isso se concretizar a grande missão do Facebook será convencer os usuários a migrarem, principalmente os que estão satisfeitos com o Flipboard que fornece até revistas personalizadas para degustação, seja mobile ou na web. E além disso resta a dúvida até que ponto os feeds serão customizáveis, principalmente considerando a rusga de Zuck com o Twitter.

Fonte: re/code.

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Eis o novo visual do Twitter no desktop

Por em 14 de janeiro de 2014

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Através de uma mensagem solta ontem, o Twitter revelou que seu visual no desktop vai passar por mais uma mudança: já está rolando de forma gradual um update nos perfis de todos os usuários, aproximando o visual daqueles presentes nos iOS e Android.

Agora o perfil ocupará toda a tela e não mais uma tira central, por isso o mais provável é que o plano de fundo vai dançar de vez por falta de espaço hábil para exibí-lo. O nome e o header agora ficarão visíveis o tempo todo, bem como as já presentes sugestões de perfis e a nuvem de tags. Já a área com os tweets comeu o cogumelo do Mario e ocupará toda a área restante. A disposição dos botões Descobrir, Conectar e o que exibe seus próprios tweets também seguirão a disposição e visual já vistos nos smartphones.

O visual com certeza deixa a página do Twitter mais leve, mas mudanças mais profundas não foram aplicadas. A navegação ainda é padrão, fazendo deste update puramente estético. Ainda assim é importante para o serviço manter uma identidade visual, já que o visual no desktop atualmente difere do visto nos apps mobile.

Se o seu perfil ainda não mudou aguarde um pouco, a previsão é que todos os usuários estejam com suas páginas atualizadas nos próximos dias.

Fonte: Twitter via VB.

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Negócio fechado: Winamp agora pertence à Radionomy

Por em 14 de janeiro de 2014

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Muita gente ficou desesperada quando a AOL anunciou a intenção de encerrar o desenvolvimento do Winamp, o player de música preferido entre muita gente que nao vai com a cara do iTunes. A bem da verdade, desde que adquiriu a Nullsoft em 1999 ela não investiu quase nada no programa e no serviço de streaming Shoutcast, e mantê-lo seria desperdício de dinheiro. Entretanto, vender é melhor do que jogar fora e uma esperança surgiu quando boatos davam conta de que outra companhia poderia salvar o Winamp.

No início do ano descobrimos que a empresa interessada não foi a Microsoft (que já demonstrou interesse) mas a belga Radionomy, uma empresa rádios online. O anúncio da conclusão das negociações foi feito hoje, entretanto não foi revelado o valor da bufunfa que os belgas tiveram que desembolsar; o Techcrunch (que também pertence à AOL) diz que informes internos apontam para um valor entre 5 e 10 milhões de dólares, e para completar a AOL adquiriu 12% da companhia. Um negócio da China.

A intenção da Radionomy, segundo o CEO Alexandre Saboundjian é levar o Winamp e o Shoutcast ao maior número de usuários possível, já que para ele “o futuro não é apenas desktop, mas mobile, carros e muito mais”. Além disso a Radionomy poderá levar seu serviço de streaming, atualmente com mais de 13 milhões de usuários a mais gente, atrelando-o à popularidade do Winamp.

Portanto respirem aliviados: o Winamp não vai a lugar nenhum e agora tem tudo para evoluir, o principal problema do player que parou no tempo, mas nunca deixou de ser bom.

Fonte: TC.

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Google passa a filtrar imagens por direitos de uso para reutilização

Por em 14 de janeiro de 2014

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Um costume normal de muita gente que escreve artigos na internet (eu incluso) é de ao anexar uma imagem fazer uma pesquisa rápida e pegar uma imagem diretamente relacionada ou que remeta ao aasunto de alguma forma mais sutil. Entretanto, no caso de sites de tecnologia muitas das imagens divulgadas possuem direitos autorais, replicar sem dar o devido crédito é no mínimo antiético.

Alguns canais costumam fornecer fotos oficiais, sejam por releases ou através de canais oficiais (muitas empresas mantém contas no Flickr, com toneladas de fotos em todas resoluções possíveis), mas nem sempre isso é regra, e agora o Google resolveu dar uma mãozinha para aqueles que desejam utilizar fotos sem se preocupar com a autoria das mesmas.

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Beats Music, o mais novo serviço de streaming de música

Por em 13 de janeiro de 2014

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A Beats Electronics não deu um passo muito esperto ao fechar uma parceria com a HTC. A empresa de Taiwan adquiriu 51% das ações da companhia de Dr. Dre num acordo que em teoria beneficiaria ambas: a HTC adicionaria dispositivos de áudio de qualidade em seus gadgets e a Beats ganharia mais visibilidade.

Bem, não deu certo. Comprada por US$ 300 milhões, a HTC revendeu as ações de volta por um valor que muito provavelmente excedeu o que gastou. No fim das contas a parceria só ajudou a HTC a fazer uma graninha, enquanto a Beats não saiu do lugar.

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Instabilidade do Dropbox não afetou dados; empresa nega ataque hacker

Por em 13 de janeiro de 2014

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Esse é mais daqueles casos que nos lembram que confiar cegamente na nuvem não é a melhor das estratégias. Neste fim de semana usuários do Dropbox passaram por um sufoco daqueles, tendo em vista que na última sexta-feira o serviço sofreu uma pane generalizada, que impedia o acesso de cerca de 99% dos usuários.

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Foi Ráquer: Google se desculpa por “Praça Adolf Hitler” no Maps

Por em 10 de janeiro de 2014

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*Sim, Ráquer, foi proposital.

Durante o período no qual os nazistas governaram a Alemanha, muitas ruas e praças públicas foram renomeadas para homenagear Adolf Hitler. Depois que a guerra acabou, várias destas localidades, obviamente, voltaram a ter seus nomes originais. É, mas parece que alguém usou o Google Maps para demonstrar que discorda um pouco disso.

Entre os anos de 1933 e 1947, a Theodor-Heuss-Platz (ou praça Theodor-Heuss), em Berlim, teve seu nome alterado pelo regime nazista, tornando-se então Adolf-Hitler-Platz. Tratava-se da praça bem no centro de uma área que era pra ter um papel de destaque na planejada “Germania“, uma capital global prevista no Terceiro Reich.

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