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Atualização do Chrome para Windows vai matar extensões que não estejam na Chrome Web Store

Por em 13 de fevereiro de 2014

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Não tem muito tempo, o Google avisou os usuários do Chrome que iria engrossar para o lado de quem disponibiliza extensões do browser sem hospedá-las em sua própria Web Store. Embora ela use o argumento da segurança, a verdade é que ela ganha US$ 5 por inscrição controla com mão de ferro o que pode e o que não pode entrar. Sabe aquela famosa extensão que permite alterar algumas configurações finas do YouTube, além de permitir baixar os vídeos (por favor não a mencionem nos comentários, por razões que já explicamos)? No mundo ideal de Mountain View ela jamais seria liberada, e em breve ela e muitas outras deixarão de funcionar.

Agora o Google determinou quando isso vai acontecer: o Chrome 33 para Windows, que será liberado para todos em algumas semanas contará com o recurso “mata-extensão” por padrão, que atuará de seguinte forma:

  • o usuário não mais poderá instalar extensões que não estejam hospedadas na Chrome Web Store, exceto nas versões Dev e Canary (instáveis) ou em modo desenvolvedor, ativado dentro do menu de extensões;
  • extensões já presentes que não tenham sido instaladas via Chrome Web Store serão desativas à força e não mais funcionarão.

Por enquanto usuários de Linux e Mac OS X não serão afetados, mas é fato que uma vez que o recurso se prove funcional ele migrará para outras plataformas. O Google deseja não só manter a segurança de seu navegador ao minimizar a presença de extensões maliciosas, como também controlar rigidamente o que pode ser publicado em sua loja; extensões que adicionam recursos interessantes mas que vão contra os interesses da empresa serão extirpados sem dó, caso o desenvolvedor ceda e deseje submetê-la à avaliação para torná-la legal.

Fonte: Chromium.

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Twitter testando novo visual: qualquer semelhança com o Facebook…

Por em 12 de fevereiro de 2014

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E o Twitter está testando um novo visual para as páginas de perfis, claramente inspirado e buscando atrair as massas do Facebook.

Nesse novo visual a imagem de perfil cresceu e está acompanhada de uma imagem de 1500 px de largura que exibe o número de seguidores e tweets. O tradicional visual vertical deu lugar a um mosaico para a visualização dos tweets.

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A grande fraude da venda de curtidas legais do Facebook

Por em 11 de fevereiro de 2014

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Não é de hoje que o Facebook toma atitudes controversas para promover suas postagens em sua rede social: independente de quantos seguidores sua página tiver, a rede do Zuck só mostra sua postagem para um número pequeno de usuários, e as atualizações vão sendo liberadas para mais pessoas conforme o engajamento dos primeiros. Então como você faz para promover sua página e suas publicações para mais pessoas e consequentemente ganhando mais likes? Comprando curtidas.

Há duas formas de se fazer isso: da forma legal, promovendo sua página com anúncios e da forma ilegal, apelando para fazendas de likes. Entretanto após uma pesquisa profunda, Derek Muller do canal Veritasium descobriu que não há diferença nenhuma entre ambos métodos e pior, você não tornará sua página mais relevante com isso.

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“Oi tecla, de onde gatas” — o Bate-papo do UOL lança apps mobile

Por em 7 de fevereiro de 2014

Vou contar um segredo, um mistério arcano digno dos Illuminati, que vai chocar muita gente aqui, mas é hora da verdade vir à tona, então, doa a quem doer…

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Yes, existe muita, muita sacanagem na internet e nem toda ela envolve jabá de blogueiras de moda. Dentre toda essa sacanagem uma das mais antigas é o chat do UOL, que trouxe para a web toda a depravação e safardanagem (no melhor dos sentidos) do IRC. Na época em que ele surgiu eu trabalhava em um provedor e descobri o software utilizado, era um servidor canadense chamado Magma. Compramos e por alguns meses nosso chat rivalizada em tecnologia com qualquer outro no Brasil. Só não posso revelar se dava ou não pra ler as DMs alheias.

Hoje o chat do UOL é um monstro, seguido de muito longe pelo Terra, que não chega aos pés do conjunto de 8.000 salas individuais do concorrente. Dessas, umas 7.980 são sacanagem, mas de novo, tudo bem.

Agora o UOL lançou um app para smartphones, que tenta replicar no mundo mobile o sucesso do desktop. Isso pode ter profundas repercussões, pois não será mais preciso marcar de casa os encontros, em teoria você (você, não eu!) poderá encontrar companhia no próprio local, não mais apelando para métodos arcaicos como contato humano, olhares e abordagens criativas, mas acessando seu celular.
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Look Back: já é possível editar o vídeo dos 10 anos do Facebook

Por em 6 de fevereiro de 2014

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Os vídeos Look Back, criados para comemorar os 10 anos do Facebook, se tornaram uma verdadeira febre, invadindo as timelines de praticamente todo mundo que eu conheço. Até agora, o esquema era totalmente engessado, e quem não tinha gostado do seu vídeo, simplesmente não tinha como editá-lo. A partir de agora, isto já é possível, pois o Facebook lançou uma funcionalidade que permite a escolha das fotos e dos updates mais significativos.

Para editar o seu vídeo, basta clicar no novo botão “Editar” (não diga!) pra fazer a sua escolha. Infelizmente a liberdade não é total, e você precisa escolher dentro de algumas opções pré-definidas pelo Facebook. Também não dá pra trocar aquela música insuportável chata, mas pelo menos é possível retirar algumas fotos ou frases constrangedoras, se este era o seu caso.

Para criar ou editar o seu vídeo, é só acessar a página do Look Back. Depois de fazer suas escolhas, é só apertar o play para visualizar o vídeo com as alterações em tempo real. Na hora de compartilhar, o vídeo é salvo com as suas mudanças (o vídeo só é divulgado depois que a nova renderização fica pronta).

Se você não gosta do Look Back e não aguenta mais ver este vídeo e ouvir a tal música, saiba que também compartilho de um sentimento parecido, mas não podia deixar de contar essa novidade pra quem gostou desta brincadeira do Mark Zuckerberg e sua equipe. E se você por acaso é leitor do MB e ainda não curtiu a nossa página no Facebook, aproveite para se redimir deste erro agora mesmo.

Fonte: TechCrunch.

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Apple não ama o Bitcoin: apps da criptomoeda são removidos da iTunes Store

Por em 6 de fevereiro de 2014

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Ó tempo vai passando e ninguém entra num acordo da legalidade dos Bitcoins. Para muitos economistas eles são uma falcatrua na sua essência, pois facilitam a lavagem de dinheiro e seu uso na contratação de negócios escusos. Por outro lado muita gente está ganhando grana de verdade com a especulação da moeda, cujo maior detentor no momento é o Governo dos Estados Unidos e que prefere deixar as moedinhas virtuais congeladas.

Fazer pagamentos com Bitcons é até simples, basta acessar sua carteira virtual no desktop ou através de apps para Android ou iOS. Ou melhor, a última opção não é mais viável já que a Apple realizou um pogrom na iTunes Store, escorraçando várias aplicações do tipo. O Blockchain, o mais popular deles foi o último a dançar.

Há quem diga que a Apple está assumindo a defensiva: na possibilidade do Bitcoin ser considerado ilegal, eliminar os apps seria a opção mais sensta para evitar associação. Só que a equipe do Blockchain não engoliu. Em uma postagem o grupo relata que a decisão de remover a aplicação foi unilateral e a empresa não foi consultada, tendo recebido a resposta de Cupertino que o app era “um problema sem solução”. Ora, segundo eles o Blockchain era basicamente o mesmo app há dois anos, possuía mais de 120 mil downloads e nenhuma aviação negativa.

A equipe não acredita numa atitude simplesmente preventiva, mas numa possibilidade da Apple estar planejando um sistema de pagamentos via iGadgets e simplesmente estaria eliminando a concorrência, já que os devs não possuem a força do Google por exemplo, cujo app Wallet segue vivo e bem. Os devs do Blockchain chegam a dizer que se a Apple continuar restringindo o Bitcoin, seus usuários irão abandonar o iOS (como se a Apple estivesse preocupada com alguns gatos pingados).

Eu até me solidarizaria com eles, mas é fato que o Bitcoin atualmente não inspira confiança, e nem falo do fato de ser utilizado para cometer crimes (o dinheiro de papel ainda é insuperável nesse caso), mas porque leves gafes podem levar a roubo em rede nacional. Por outro lado até a Virgin Galactic aceita a moeda virtual como forma de pagamento), portanto estamos caminhando para dois cenários possíveis: regulamentação ou banimento, e sinceramente não sei o que vai acontecer.

Fonte: CNet.

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Parceria de sucesso: Microsoft investe US$ 15 milhões no Foursquare

Por em 5 de fevereiro de 2014

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Eu particularmente não curto mais a brincadeira de sair fazendo check-ins no Foursquare em tudo quanto é lugar; eu costumo utilizá-lo de vez em quando, ou quando vou a um lugar pela primeira vez ou quando dá vontade mesmo. Entretanto o sistema de geolocalização e a base de dados do app é enorme, muita gente está crescendo o olho em seu potencial, tanto é que uma recente rodada de investimentos amealhou US$ 35 milhões em dezembro.

E agora a Microsoft, que acabou de definir seu novo CEO está injetando mais US$ 15 milhões como parte de um acordo de licenciamento de tecnologia, e ainda garantiu participação na empresa. O trato prevê a utilização da base de dados e o sistema de geolocalização do app nas plataformas Windows 8 e Windows Phone, 8, bem como pelo Bing, o que permitiria seu uso em dispositivos Android e iOS. O Foursquare escreveu o seguinte em seu blog:

Em um futuro próximo, quando você usar um dispositivo da Microsoft que rode os sistemas operacionais Windows ou Windows Phone e produtos, como o Bing, os lugares serão aprimorados pelo Foursquare para prover uma experiência consciente e as melhores recomendações de qualquer serviço no mundo.

Ainda não está claro como a Microsoft fará uso dos dados fornecidos pelo Foursquare; é provável que com a grande quantidade de check-ins de seus usuários o movimento mais óbvio seria refinar os resultados de navegação do Bing, que não é de todo ruim pois conta com a base da dados da Nokia, ainda que não seja nada como o Google (ao menos é melhor que a solução da Apple). Como decisão estratégica o acordo favorece mais a Microsoft, pois poderá tornar seus mapas muito mais precisos graças ao feedback dos usuários. Já o Foursquare, com um valor de mercado de US$ 650 milhões pode gozar de uma certa tranquilidade ao tocar seus negócios.

Fonte: Mashable.

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