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Hangouts do Google agora conta com site dedicado

Por em 18 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Mountain View está sistematicamente desmontando o Google+, e embora a empresa não admita isso de jeito nenhum todas as evidências estão aí para comprovar. Ela já admitiu que a rede social não teve o alcance esperado (pela terceira vez, lembrando do Buzz e Wave, quatro se incluirmos o Orkut; já pode pedir música no Fantástico) e por isso derrubou algo que muita gente odiava, a integração forçada para utilizar ferramentas do Google.

Embora diga que o Google+ está vivo e bem, era preciso promover suas funcionalidades em separado. Assim o Google Fotos foi desmembrado, bem como o recurso de streaming foi absorvido pelo YouTube. Restava o Hangouts receber atenção.

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emGoogle Web 2.0

Sua Falácia — um site para ajudar a melhorar sua argumentação

Por em 14 de agosto de 2015 - 1 Comentário

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Se você possui uma conta em alguma rede social, já entrou em algum fórum, respondeu mensagem do grupo do WhatsApp da família ou teve aquela conversa sensata com o tiozão do taxi, é bem provável que você já deva ter entrado em alguma discussão mais aquecida, certo?

Menos o Cardoso. O Cardoso nunca se envolve em discussões, é um primor de paciência esse garoto.

Só que, de vez em quando, o interlocutor tenta colocar seu ponto de vista na conversa de uma forma equivocada, cometendo alguma falácia, e isso sempre atrapalha o bom entendimento entre as partes. Seja na melhor das intenções, seja na mais pura má fé.

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emBrasil Destaques Dicas Web 2.0

Rússia bloqueia Reddit por causa de cogumelos (ou não)

Por em 13 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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O Roskomnadzor, o órgão regulatório de telecomunicações da Rússia (resumindo, o censor) aprontou mais uma. Em seus esforços de controlar com mão-de-ferro a internet do país a mais nova vítima é o Reddit, que foi completamente bloqueado por conta de uma thread sobre… cogumelos. Mas claro, o buraco é bem mais embaixo.

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emMundo Estranho Web 2.0

Twitter acaba com limite de 140 caracteres (nas DMs)

Por em 12 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário
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A zuera e as direct messages agora não têm limites! (crédito: Engadget)

Em abril, o Twitter liberou o recebimento de mensagens diretas (DM) vindas de qualquer seguidor, mesmo que a pessoa não siga o perfil. Isso, claro, desde que o recurso seja permitido pelo usuário.

Pois bem, agora em junho, o Twitter planejava retirar o limite de 140 caracteres. Ao menos nas mensagens diretas (DM).

Infelizmente os desenvolvedores tiveram que adiar o lançamento de tal recurso, mas o dia chegou: a partir de agora (12/08), as DMs terão como limite 10 mil caracteres. Ou cerca de metade de um textão™ do Facebook.
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emSoftware Web 2.0

Sua selfie no Instagram está sendo vendida e você nem sabe disso

Por em 12 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

Embora alguns fotógrafos bem renomados já anunciaram em alto e bom tom que discutir direito autoral em tempos de internet é cafona, não podemos negar que leis existem para proteger o trabalho intelectual, seja ele publicado na internet ou em livros. Em 2015 tivemos mais uma polêmica envolvendo o “artista” Richard Prince que simplesmente pegou as fotos de um monte de gente no Instagram (sem permissão) fez algumas modificações e colocou elas a venda em uma galeria de arte por valores que chegavam a US$ 100 mil. Muita gente já processou ele por outras apropriações indevidas de trabalho intelectual, mas a lei do mundo civilizado permite que você pegue algo, acrescente sua visão e, teoricamente, produza algo diferente. Essa é a grande defesa de Richard Prince para todos os processos que já levou na cabeça. No Brasil não colaria, pois nossa lei proíbe modificações de obras intelectuais sem expressa autorização do autor.

Só que, se você achou o Richard Prince extremamente cara de pau, veja o que está acontecendo agora. Um site chamado Sellfie faz o que Prince fez, só que mais barato e com mais falta de vergonha. O serviço é simples: o site vasculha o Instagram à procura de fotos com a hashtag #selfie. Ao entrar no site é mostrado a você uma foto aleatória. Se não gostou é só clicar no botão next e outra foto será mostrada. Quando achar uma que lhe agrade é só clicar no botão Print e você vai comprar uma cópia impressa da foto em alta qualidade com tamanho de 10×10 polegadas pela bagatela de US$ 150,00. Segundo informa o site, quando uma foto é impressa ela sai da galeria de vendas, o que faz dela uma impressão única e exclusiva. O mais bacana disso tudo é que o autor da foto não recebe nada e nem fica sabendo que a foto foi comercializada. Notamos que a foto impressa não possui nenhum tipo de modificação em relação ao que está no Instagram.

A ideia e construção do site foi do diretor de arte Damjan Pita. Ele deve estar apostando na mesma impunidade conseguida por Richard Prince, mas nesse caso nenhuma alteração é feita na imagem. Ele simplesmente vende o que outras pessoas fizeram e não repassa o crédito ou parte do valor da venda. Essa é mais uma iniciativa “artística” que ainda vai render muita conversa.

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Spotify planeja limitar severamente seu plano gratuito

Por em 11 de agosto de 2015 - 1 Comentário

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E a guerra do streaming continua a todo vapor. A gente sabe que o formato não agrada gravadoras e artistas, neste último caso temos Taylor Swift e Prince mandando o formato às favas a preferindo controlar seu material eles mesmos. No geral eles não gostam do pouco dinheiro que o formato paga, mas são obrigados a engoli-lo devido à queda geral das vendas de música (embora o formato tenha recebido uma lufada de ar fresco recentemente, ainda que com a venda de LPs).

Serviços como o Spotify mantém acordos com a indústria da música, mas em geral os artistas e selos não gostam do ínfimo repasse de grana do formato e querem mais. Assim, uma das formas seria pressionar os canais a trancar o serviço, oferecendo apenas a modalidade paga ou restringir o modo gratuito ao máximo.

O Spotify estaria sendo pressionado para observar essa exigência, e denúncias apontam Cupertino como principal interessada nesse movimento a fim de promover seu Apple Music. E segundo informes parece que a companhia deu ouvidos às exigências.

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A última: a palavra “Pixels” tem copyright

Por em 10 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Parece que não passaremos uma semana sem ver mais uma maluquice da indústria do copyright. Tudo bem que estúdios em geral odeiam que usuários pirateiem seu conteúdo, mas uma coisa é proteger produção própria, e outra bem diferente é alegar propriedade sobre algo tão banal quanto… uma palavra.

Pois é. A Entura International, empresa antipirataria ligada à Columbia Pictures distribuiu uma série de takedowns no site Vimeo, retirando do ar inúmeros vídeos por terem um título similar à bomba de Adam Sandler.

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