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Digital Drops Blog de Brinquedo

Melhor Coréia também não curte a Baleia e manda China tirar do ar vídeo do Grande Líder

Por em 27 de julho de 2014

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O humor é talvez a arma mais temida por qualquer regime totalitário. A incapacidade de rir de si mesmo é uma constante. Stalin mandou um monte de engraçadinhos para a Sibéria. Hitler prendeu comediantes, mesmo não-judeus. Coisas como o tradicional Jantar de Correspondentes de Imprensa da Casa Branca, onde o Presidente é sacaneado publicamente são impensáveis para essa gente.

Esses regimes agem como se qualquer piada fosse derrubar o governo, Se levam tão a sério que uns anos atrás o Irã lançou um concurso de charges e cartoons anti-semitas. Um grupo de cartunistas israelenses não gostou e respondeu na mesma moeda: fizeram um concurso próprio, para ver quem produzia o melhor e mais ofensivo quadrinho anti-semita. Não precisa dizer que foram bem melhores que os iranianos.
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Você pode confiar na Wikipédia? Spoiler: não

Por em 25 de julho de 2014

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Muito tempo atrás, quando eu era professor de física numa galáxia muito distante, estava dando uma olhada em um trabalho de biologia que um grupo de alunos iria entregar para o professor da aula seguinte.
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Campus Party Recife: Sean Carasso acredita que as redes sociais podem mudar o mundo

Por em 25 de julho de 2014

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Sean Carasso, fundador do Falling Whistle, esteve no palco principal da Campus Party Recife para mostrar como podemos usar as redes sociais para tentar resolver ou pelo menos amenizar problemas muito sérios. Ao visitar a República Democrática do Congo, ele conheceu os horrores da guerra civil, que já dura mais de 20 anos e tem mais de 6 milhões de vítimas. A guerra é motivada pela disputa pelas imensas riquezas minerais do país, que também tem uma das populações mais pobres do mundo.

Enquanto Carasso viajava pelo país, encontrou um acampamento militar que torturava crianças, que eram tratadas como criminosos de guerra, e conheceu a história de garotos que eram enviados para o front da guerra armados apenas com um apito, que deviam usar durante a noite para assustar as tropas inimigas. Ele achava que precisava fazer algo para mudar aquela história, e como não sabia o que fazer, começou escrevendo um blog, o Falling Whistles, enquanto viajava pelo país e conhecia vários grupos rebeldes, tentando entender quem financiava e como seria possível interromper o ciclo de violência. Ao voltar para os Estados Unidos, continuo tentando conscientizar as pessoas, até que recebeu um apito de um amigo que disse para ele: “onde quer que você vá, mantenha estas crianças vivas dentro do seu coração.”

O apito passou a ser o símbolo para chamar a atenção do mundo para a guerra do Congo, e passou a ser vendido para levantar recursos para a criação da organização Falling Whistles. No mesmo ano, o Twitter foi lançado, o que permitiu que ele organizasse uma comunidade ao redor do seu objetivo. A Falling Whistles trabalha em várias frentes, apoiando ativistas que retiram pessoas ameaçadas de morte do país, usando recursos locais para lutar contra a malária, e na criação de estações de rádio no país, assim pela primeira vez em 100 anos, a população do Congo podia conversar entre si sobre os problemas gravíssimos.

O projeto se tornou uma coalisão global que tem sedes em várias partes do mundo apoiando advogados e ativistas para realizarem mudanças no país. Em 2011, a Falling Whistle organizou uma petição online que teve mais de 24 mil assinaturas, e teve o apoio de 35 deputados e 16 senadores dos Estados Unidos, que enviaram emissários especiais para cobrar mudanças no Congo. Durante o processo, a organização também apoiou a eleição democrática do Congo, e usando mensagens de SMS e as rádios, permitiu que a população monitorasse em tempo real o resultado.

A Falling Whistle também pressionou empresas para que passassem a importar minerais vindos de regiões sem conflito, passando a gerar empregos ao invés de patrocinar a violência. Na CES deste ano, a Intel anunciou que todos os seus processadores passariam a ser produzidos com materiais sem conflito, mas nem todas as empresas que importam estes minerais tomaram a mesma atitude.
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Google teria enfim comprado Twitch por US$ 1 bilhão

Por em 25 de julho de 2014

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Embora ainda não haja a confirmação oficial de nenhuma das partes envolvidas, de acordo com fontes próximas à negociação entre o Google e o Twitch teria sido enfim concluída, com a gigante das buscas de fato tendo adquirido o serviço de streaming de games por US$ 1 bilhão.

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Google Glass é banido dos painéis da Comic-Con

Por em 25 de julho de 2014

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E a caça ao Google Glass continua. Os detentores de direitos autorais e oficiais da lei estão loucos da vida com o novo gadget de Mountain View, dizendo que ele representa uma ameaça à segurança pública, é um aparelho que será utilizado principalmente para pirataria, etc e tal. Nós já vimos casos em que uma mulher foi multada enquanto usava o Glass, a abordagem polêmica que um casal sofreu em Ohio e a ação do Reino Unido em baní-lo de todas as salas de cinema.

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Família é retirada de voo por pai reclamar no Twitter

Por em 24 de julho de 2014

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Até que ponto vale a pena reclamar nas redes sociais devido a um serviço mal prestado? Nós já vimos alguns casos em que a imagem de algumas empresas ficou um tanto comprometida após a exposição de descaso com seus clientes de várias maneiras, mas aparentemente empresas aéreas em especial não estão nem aí. Nós vimos um caso em 2013 de um passageiro que comprou um post patrocinado do Twitter para falar mal da British Airways, depois da bagagem de seu pai ter sido extraviada. Claro, não deu em nada, mas buzz negativo conta pontos contra de qualquer forma.

Só que a companhia de baixo-custo Southwest Airlines decidiu que com ela será diferente: ao invés de evacuar e se locomover para comentários e xingamentos, ela apelou para ameaça e truculência para evitar que um usuário a xingasse muito nas redes sociais.

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Review de app VIP: Facebook Mentions por James T. Kirk

Por em 24 de julho de 2014

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Lançado há pouco tempo, o app Facebook Mentions é uma solução (dizem) criada para permitir que celebridades em geral possam gerenciar suas menções e possam interagir mais ativamente com seus fãs. A intenção de Zuck aqui é menos do que nobre: permitir uma aproximação entre o astro e seu fã é algo que atrai muitos usuários, que gostariam muito de conversar diretamente com seus artistas favoritos. Isso atrai cada vez mais usuários para a rede, mais dados são compartilhados e o Facebook enche a pança e bolso, retornando anúncios e coletando informações.

Só que mesmo o público-alvo do MEntions não parece muito satisfeito. E como boa parte dos jornalistas não pode testar o app por não serem bons demais ou famosos demais para ele, restava esperar alguma pessoa pública aparecer para dar seu parecer. Felizmente podemos contar com William Shatner, que utiliza as redes sociais de forma ativa, inteligente e bem-humorada. E ele não gostou do que viu.

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