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Coca-Cola aprende a não vacilar na internet

Por em 9 de fevereiro de 2015

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Existe uma regra de ouro que nunca, nunca, NUNCA pode ser ignorada: “não dê vacilo”. Seja na vida offline ou online, se você cochilar o cachimbo vai cair, vão te dar uma rasteira e te jogar um balde de água gelada na sua cabeça enquanto afanam sua carteira.

Gente esperta existe aos montes, seja com intenções maliciosas ou na linguagem da internet, querem aprontar apenas “for the lulz”. E a Coca-Cola aprendeu essa lição da pior maneira possível.

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Seguindo o Vine, agora o Instagram também contará com vídeos em loop

Por em 4 de fevereiro de 2015

Este é que é o tal do Super Bowl? Muito interessante (crédito: Mia Khalifa)

O bendito GIF foi a primeira forma “padrão” de compartilhar vídeos curtos na internet. Alguns milhares de anos depois surgiu o Vine e o Instagram veio atrás, popularizando o MP4 como um formato substituto ao GIF na rede.

Colocar vídeos curtos no lugar de imagens paradas tem lá seu custo de hospedagem. Para compensar, a publicidade utilizando tais vídeos vem crescendo, ao ponto de o Vine considerar o número de cada uma das reproduções automáticas do vídeo após darmos o play (aka loop) como mais uma métrica a ser utilizada para medir sua popularidade.

Se na era do GIF eles viviam em loop e ninguém tinha a menor preocupação em contá-los, hoje o serviço rival do Vine tem que correr atrás para também monetizar isso.
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Apple comemora o Ano Novo chinês como a grife mais desejada (de lá)

Por em 2 de fevereiro de 2015
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Apple Watch, mais para jóia que para gadget (crédito: TechCrunch)

Mesmo com a grande maioria dos consumidores mantendo as expectativas baixas com relação ao smartwatch da Apple, esta já está preparando suas lojas para receber a versão mais cara do relógio. Com estimativa de preço na casa dos milhares de dólares, a Apple Watch Edition com carcaça de ouro 18 ou 24 quilates vai precisar de segurança reforçada lá na civilização.

As Apple Stores que venderem fisicamente a edição mais cara do Apple Watch tornar-se-ão joalherias e ao término do expediente os itens serão guardados em cofres. E não é somente isso: tais lojas contarão com balanças de precisão para aferir a massa dos relógios que retornarem aos estabelecimentos em caso de devolução ou manutenção. Ouro, ouro!

O tio Laguna tem suas dúvidas se a única Apple Store brasileira vai receber tamanho lançamento, talvez cheguem por aqui apenas as versões de alumínio (menos cara) e aço (preço intermediário) do Apple Watch. O lançamento mundial do smartwatch é previsto para abril e posso apostar que ao menos uma das 15 lojas da Apple lá na China receberão o smart-relógio ainda este ano.
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OLX oficializa fusão com Bom Negócio, este deixará de existir em breve

Por em 23 de janeiro de 2015

Em novembro, dois dos mais ferrenhos rivais no ramo de classificados online, o sul-africano Naspers e o norueguês Schibsted, uniram forças em alguns mercados emergentes. No Brasil, eles correspondem ao OLX e ao Bom Negócio.

Dona da argentina OnLine eXchange desde 2010, a Naspers é a maior empresa da África do Sul, tendo valor de mercado de mais de US$ 50 bilhões, enquanto a norueguesa Schibsted, que arrecada dois terços de sua receita online, vale US$ 7 bilhões. Não, a Naspers não está comprando a Schibsted. O Bom Negócio é de propriedade da SNT, uma joint venture entre a Shibsted e a Telenor ASA, outra companhia norueguesa embora esta seja de telecom.

No meio de dezembro, as autoridades de regulação na União Europeia aprovaram o acordo entre a Naspers e a Shibsted, que afetará o ramo de classificados online não só no Brasil como em Bangladesh, Tailândia e Indonésia. Ontem (22/01), a OLX tornou oficial a fusão com o Bom Negócio.
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Google Contributor transforma os leitores em mecenas dos sites que mais gostam

Por em 23 de novembro de 2014

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Assim como acontece no mundo real lá fora, quando a gente cria um projeto online, é preciso muito trabalho, tempo, paciência e muita perseverança pra ver ele dando certo, ou seja, dando retorno financeiro. Falando pessoalmente, o único modelo de negócios que funciona é uma combinação entre trabalho duro e contatos com agências de publicidade, mas existem outros relatos que envolvem outras soluções como o apoio do público, nunca porém sem o primeiro elemento da equação.

Criada para tentar agilizar este processo, enquanto rende bons lucros, a nova ferramenta Google Contributor é uma assinatura mensal com a qual o leitor que mais curte os blogs pode passar a patrocinar seu conteúdo com contribuições mensais de US$ 1, 2 ou 3, e como recompensa deixar de ver os anúncios do Google, que são trocados por um padrão de pixels com uma mensagem de agradecimento.

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O Contributor tem uma diferença fundamental para o Patreon, uma das plataformas de crowdfunding mais populares entre os criadores de conteúdo, a respeitável chancela do Google, que literalmente entra com o “seu na reta”, ao tirar as exibições de anúncios, grande e histórica fonte de faturamento da empresa. Os criadores dos sites recebem parte do valor das contribuições, e o resto fica com o Google, é claro, que ninguém é de ferro.

Sites respeitados como Mashable, The Onion, ScienceDaily, Imgur, WikiHow e Urban Dictionary foram os primeiros escolhidos, e por enquanto a entrada no programa está restrita a sites de moradores dos Estados Unidos, o que é uma pena, mas conhecendo o Google, em breve também estará disponível para o resto dos mortais ao redor do mundo. Como algumas das coisas mais legais do Google, a entrada como contribuidor é feita por convite, e você pode se inscrever para ser colaborador. Para se inscrever como dono de um site, além de morar por lá, é preciso enviar um email.

Saiba mais sobre o Google Contributor.

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CEO diz que Twitter está considerando timelines temáticas

Por em 10 de novembro de 2014

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Geralmente quando você clica no botão de “seguir” no Twitter, o que chamou a sua atenção muito provavelmente foi o conteúdo que aquela pessoa ou empresa compartilha na rede social. Entretanto, em se tratando de pessoas elas não são monotemáticas: você pode ter adicionado ela à sua timeline porque a pessoa fala sobre música, moda, ciência ou o que quer que seja, mas tweets comuns como o que ela comprou no mercado de manhã não são algo que lhe interessaria de qualquer forma.

O CEO do Twitter Dick Costolo sabe disso, e segundo o mesmo o popular site de microblogs™ estuda uma forma de introduzir timelines temáticas.

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Como Michelle Phan foi do YouTube a uma startup milionária

Por em 28 de outubro de 2014

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Eu costumo dizer que aqueles que dominam a arte da maquiagem não estão muito longe de serem verdadeiros magos. Embora eu não seja o mais indicado para falar sobre, é só dar uma zapeada pelo YouTube para checar inúmeros tutoriais que fazem verdadeiras magias negras no que diz respeito à transformação do rosto de uma pessoa, seja homem ou mulher. Mas a maioria desses canais são de entusiastas, não de empreendedores.

Por isso a trajetória de Michelle Phan, YouTuber que conta com mais de 7 milhões de viewers inscritos em seu canal, hoje empreendedora de sucesso com uma startup que movimenta cerca de US$ 84 milhões por ano é algo legal de se acompanhar.

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