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TMNT – Marketing “tosco”!

Por: em 17/03/07 na(s) categoria(s): Anúncios, Games, Propaganda & Marketing



Já faz um tempo que eu assisti o primeiro anúnico de que um novo filme das Tartarugas Ninjas seria feito. E agora, já não basta 2 trailers (veja um deles aqui) e 1 teaser, o site britânico colocou no ar um jogo de luta, aonde você utiliza os personagens em forma de bonecos de plástico(?!), o que, para mim, não passa de um marketing mal feito, literalmente “feito nas coxas”.

Um jogo “tosco”, mas, que dá até pra fazer combos. Utilize os direcionais (para cima, para baixo, etc.) para se mover e F e V para golpear. Confira, AQUI o game.

O filme, Tartarugas Ninjas – O Retorno estréia no Brasil dia 20 de abril. Já nos EUA, dia 30 de março.

Mas uma pergunta: Eu lembro, e muita gente aqui deve lembrar, daquele antigo jogo do SNES das Tartarugas Ninjas, que era muito divertido e valia horas jogando. E hoje em dia, com a tecnologia que temos e a experiência que aumentamos para criarmos jogos criativos, será que não dava pra fazer algo melhor não? Espero que o filme não se compare ao jogo.

Fonte: Omelete

Caixas de Correio do R2D2, se essa moda pega…

Por: em 09/03/07 na(s) categoria(s): Destaque, Miscelâneas, Propaganda & Marketing


Tinha que ser coisa de Americano, para comemorar os 30 anos de “Star Wars” as caixas de correio nos EUA estão sendo devidamente fantasiadas, na falta de uma palavra melhor, com, bom vejam vocês mesmos :)

piiiputiiluiuuu!

Não é a primeira vez que acontece esse tipo de “propaganda” com a saga Star War, algum tempo atrás a equipe de Fórmula 1 RBR (Red Bull) apareceu toda caracterizada com os personagens de Star War para promover o lançamento do último filme da segunda trilogia, porém nessa ocasião era marketing direto e não uma homenagem.

Agora imaginem como deve ficar o uniforme comemorativo dos carteiros americanos han! han! :)

[ fonte e mais imagens: The Force.net]

Acirra a briga no Vale do Silício

Por: em 18/01/07 na(s) categoria(s): Indústria, Internet, Propaganda & Marketing


Passei as últimas semanas analisando a briga entre os principais concorrentes no mercado Web. O primeiro nicho analisado foi o dos sites de busca. Algumas conclusões são evidentes outras inesperadas, o estudo na íntegra pode ser lido aqui.

A seguir farei uma síntese do trabalho, com algumas observações exclusivas para MeioBit.

Na última semana a comScore divulgou os resultados do mês de dezembro de 2006, referente as ferramentas de busca on-line.

Em dezembro de 2006 o Google abocanhou mais 0,4% do mercado em relação a novembro, conquistando 47,3% da audiência. O Yahoo! também cresceu – 0,3% – e continua com a segunda posição no ranking das ferramentas de busca com 28,5% do mercado. A Microsoft perdeu 0,5% da sua audiência e agora detem 10,5% do market share. A quarta e quinta posição estão ocupadas pela Ask.com (com queda de 0,1% – 5,5% do market) e pela Time Warner (com queda de 0,2% – 4,9% do market) respectivamente.

No relatório a empresa incluiu algumas observações:

- Os americanos realizaram 6,7 bilhões de buscas on-line em dezembro, aumentando em 1% o volume de buscas em relação a novembro. O crescimento das buscas no ano de 2006 foi de incríveis 30% em relação a 2005.

- Os sites da Google receberam 3,2 bilhões de buscas em dezembro seguido pelo Yahoo (1,9 bilhões), MSN-Microsoft (713 milhões), Ask Network (363 milhões) e Time Warner Network (335 milhões)

Outro relatório da comScore Media Metrix, revela que o total de unique visitors que passou pelo site da Microsoft – nos EUA – em dezembro foram 117 milhões de usuários, volume inalterado em relação ao mesmo período de 2006. Do outro lado a Google registrou um crescimento de 21% recebendo 113 milhões de visitantes únicos.

O volume de page views no site da Microsoft caiu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo a marca dos 18 bilhões. O crescimento da Google foi fantástico – 90% – exibindo 13 bilhões de páginas.

Rapidamente a Microsoft está perdendo terreno para a sua principal concorrente, a Google. A participação de mercado da empresa de Bill Gates caiu para 8% no ano de 2006. Comparando com o ano de 2004, quando o serviço de busca da empresa foi lançado, a Microsoft já perdeu mais de 6% de mercado.

Essa perda está refletindo diretamente nas vendas da empresa, no terceiro trimestre de 2006 (terminado no dia 30 de setembro) a Microsoft faturou U$539 milhões em vendas de publicidade on-line, registrando uma queda de 5% no ano. A comparação com a Google chega a ser cruel, a empresa de Moutain View registrou um crescimento de 70% em suas vendas atigindo os U$2,69 bilhões.

Aparentemente a Microsoft está cada vez mais distante de seus objetivos mercadológicos, no que diz respeito a internet. A empresa de Redmond dá sinais que seu futuro on-line poderá ser sombrio. Especialistas já começam a especular a possibilidade da gigante se tornar a próxima IBM. Perdendo espaço e sendo esmagada pelos jovens da Google.

Façam suas apostas…

Banco do Brasil e a viralidade da mensagem


No dia 02 de janeiro, o Banco do Brasil começou o ano com sua nova campanha publicitária, criada pela agência Artplan, homenageando seu cliente. A campanha “Todo seu” teve um início conturbado, a maioria dos analistas, especialistas e clientes tinham certeza que aquele era um tiro no pé do departamento de marketing do BB.

Quando acessava o seu home banking (www.bb.com.br) o cliente era surpreendido com o seu nome estampado no logotipo do banco. Na sua estréia a campanha alavancou drasticamente a audiência do site do Banco do Brasil. Os habituais 800 mil acessos diários cresceram 275%, para três milhões, informação cedida pelo próprio diretor de Marketing e Comunicação, Paulo Rogério Caffarelli, do BB.

Apesar desse incrível crescimento com a mudança de logo a maioria dos acessos foi de clientes que achavam que sua conta havia sido invadida ou o banco hackeado. Quase ninguém entendeu que essa mudança no site era um teaser para uma campanha muito maior que estava por vir.

O passo seguinte foi a mudança nas fachadas em mais de 300 agências ao redor do país. Rebatizadas com nomes de clientes, onde antes se lia “Banco do Brasil” passou-se a ler “Banco da Ana”, “Banco do João” e Banco com vários nomes próprios.

Dessa vez foi o sindicato dos bancários de Brasília que colocou a boca no trombone, pensando que a campanha era um golpe para a privatização da instituição. Mas uma vez Caffarelli saiu em defesa da campanha explicando que o conceito era aproximar o cliente do Banco.

Desde o início, apoiei a estratégia da campanha, uma iniciativa corajosa poucas vezes observada na publicidade brasileira. O BB e a Artplan utilizaram a internet como canal de divulgação para o teaser da ação. Possivelmente imaginavam a repercussão e da viralidade que a inovação da mensagem desencadearia. Atualmente algumas campanhas já tentam utilizar o poder viral da mensagem na internet, a pouco tempo a Pirelli tentou, sem sucesso, algo do tipo.

A campanha caiu na boca do povo, estendeu-se para fora da internet, foi vista e comentada por todos, sejam clientes do banco ou não. O Banco do Brasil e a Artplan demonstraram saber tirar proveito da comunicação on-line e de como utilizar o poder viral da rede. Vamos ver se daqui para frente agências e empresas tenham aprendido essa lição de comunicação e, principalmente, a apliquem.