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Descoberta causa genética do autismo

Por em 22 de setembro de 2014
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As mutações espontâneas no gene TBR1 do cérebro perturba a função da proteína codificada em crianças com autismo grave. Além disso, há uma ligação direta entre TBR1 e FOXP2, uma proteína já conhecida relacionada com linguagem.

Saiu na Nature, então deve ser verdade (NÃO, pare Silmar, esse é um assunto sério). O resultado do estudo foi publicado por Pelagia Deriziotis e seus colegas do Instituto Max Planck para Psicolinguística de Nijimegen e revela que as mutações espontâneas no gene TBR1 do cérebro desencadeia a codificação da proteína em crianças com autismo grave. Além disso, há uma ligação direta entre TBR1 e FOXP2, uma proteína já conhecida relacionada com linguagem.

Autismo é uma desordem no desenvolvimento do cérebro que leva as pessoas afetadas a terem dificuldades de interação social e comunicação. Essas desordens são causadas por mutações genéticas, que podem mudar o formato das proteínas e impedir que elas realizem sua função adequadamente. Em algumas pessoas com autismo, variações genéticas herdadas podem representar fator de risco, mas as pesquisas mais recentes mostraram que os casos mais severos são resultado de mutações que ocorrem no espermatozoide ou no óvulo, pois estas mutações foram encontradas na criança, mas não nos seus pais. Este tipo de mutação é chamada de “de novo(está em latim).

Então, o que os cientistas fizeram foi sequenciar o genoma de centenas de crianças com autismo grave e conseguiram chegar a uma amostra muito significativa de genes com essas alterações em muitas delas, sendo que o mais promissor é justamente o gene TBR1, que é extremamente importante no desenvolvimento do cérebro.
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Como o estresse nos destrói: enzima “revolts” leva a comprometimento cognitivo

Por em 22 de setembro de 2014
Estudiante

O mal do século?

Confessa, você já teve vontade de dar um soco no seu chefe ou protagonizar Um Dia de Fúria em alguma situação. O estresse crônico está entre os males mais presentes na nossa vida moderna, culpa da sociedade da informação que nos manda produzir, produzir, produzir, enquanto nosso corpo grita relaxar, relaxar, relaxar.

Por que é que as pessoas com muito estresse são por vezes ranzinzas (check), mal-humoradas (check), distraídas (check) e esquecidas (bingo!)?

Bem, pesquisadores do Instituto Mente e Cérebro da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne na Suíça acabaram de publicar um trabalho que desvenda um mecanismo sináptico fundamental para explicar a relação entre  o estresse crônico e a perda da capacidade social e cognitiva. Apesar de algumas pessoas não terem essas habilidades devido a outras causas, muitas pessoas são afetadas por este mecanismo e só se dão conta quando seu próprio quadro clínico está avançado. O estudo apontou que o estresse serve como gatilho, fazendo uma enzima atacar uma molécula responsável pela regulação enzimática no cérebro.
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A extrapolação bolada: conjecturas matemáticas errôneas

Por em 19 de setembro de 2014
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Eu vejo números mortos.

É bem sabido que a nossa intuição não é perfeita. Nós somos muito irracionais de uma forma cabulosa em muitas situações do dia-a-dia. Mas que tal alguma coisa mais sofisticada? Existem momentos em que usamos a razão, nossa habilidade para extrapolar e conjecturar, e ainda assim falhamos porque as coisas são simplesmente complicadas demais.

O colunista da Wired, Samuel Albersman, se deparou com uma questão interessante quando analisou uma pergunta do Quora. O autor da pergunta queria saber se existia alguma conjectura matemática que se provava errada para números MUITO grandes. Essencialmente, o autor procurava por uma equação fechada em si, mas que podia se provar errada com a aplicação de poder computacional muito acima da capacidade humana de raciocínio para testá-la.

E acredite, existem muitas dessas.
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Viva rápido, morra jovem em termos astronômicos

Por em 16 de setembro de 2014
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Pesquisadores querem saber como estrelas massivas, como a Eta Carina desta foto, evoluíram e eventualmente semearam o universo com elementos pesados.

No início, tudo o que existia era hidrogênio — e hélio e uma pitada de lítio. Três elementos em tudo (e pare de me lembrar dos isótopos e dos íons e me deixem ser poético). Entretanto, hoje o universo tem mais de cem elementos naturais, milhares de isótopos e provavelmente ainda mais a serem descobertos.

Tentar descobrir como o Universo saiu daqueles três elementos para a miríade surubástica diversificada que temos hoje é o foco da pesquisa do novo Centro de Fronteiras da Física da Universidade do Arizona, que acaba de garantir um financiamento de 11,4 milhões de Obamas. Pense em quanta gente poderia comer com esse dinheiro, tsc…

Então, vamos do início. Da última vez que me falaram, o tempo começou aos 13,7 bilhões de anos do segundo tempo, depois de Deus ter estalado os dedos (em algumas versões foram puns, mas vamos manter a compostura…). Então, depois do Big Estalo de Dedos que produziu esses três elementos (pare de grunhir isótopos, por favor), passou-se o intervalo para a prorrogação, cerca de 1 bilhão de anos e quando os jogadores voltaram ao campo, em vez de 3 eram centenas.

Como isso aconteceu?
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Plantações crescendo em reproduções de solo marciano e lunar

Por em 15 de setembro de 2014
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Simulação do ambiente imaginado pelos engenheiros da NASA.

Se um dia a humanidade construir bases permanentes na Lua ou em Marte, devemos ser capazes de cultivar nossa própria comida por lá. Para descobrir se isso é realmente possível, uma equipe de cientistas da Holanda plantou 14 espécies de plantas em solos que simulam os ambientes marciano e lunar. Uma das conclusões primárias é de que o solo marciano é até melhor que alguns terrestres para algumas plantas, com algumas poucas ressalvas.

Primeiro, você deve estar se perguntando o que diabos é um solo simulado e como ele é feito. Bom, a NASA os produziu a partir da nossa própria Terra (e você até pode comprar um pouco aqui). O solo marciano foi feito a partir do material presente em um vulcão no Havaí e tem a composição química muito similar ao que a sonda Viking 1 analisou em Marte. O solo lunar foi produzido a partir de cinzas vulcânicas depositadas perto de Flagstaff, Arizona.
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Elop: “a Microsoft fará parte de cada momento de sua vida”

Por em 10 de setembro de 2014

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A Microsoft não vai mais se contentar em ser forte em apenas um mercado. As mudanças que o CEO Satya Nadella está realizando na empresa estão levando a companhia a se tornar uma força que busca ser grande tanto no mercado corporativo quanto para usuários finais. Mas isso não é tudo. Segundo o VP Executivo de Dispositivos e Serviços Stephen Elop, a missão agora é integrar tudo em um único ambiente orgânico formado por todas as suas soluções, de modo a cobrir e estar presente em cada momento da vida de seus consumidores.

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Estudando a vida alienígena sem sair da Terra

Por em 9 de setembro de 2014
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Estudantes guiados por cientista da NASA coletam amostras nos lugares mais inóspitos.

Mayson Trujillo é um estudante secundarista da Red Bluff High School na Califórnia. Guiado pelo Dr. Dave Des Marais, geoquímico da NASA, ele coleta uma amostra de água com enxofre de um riacho no Lassen Volcanic National Park. A intenção é estudar a amostra em busca de evidências para o que pode ter sido o início da vida na terra, quem sabe também em outros lugares do universo.
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