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Assinantes do Office 365 terão espaço ilimitado no OneDrive

Por em 28 de outubro de 2014

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A guerra do armazenamento na nuvem continua. Google, Dropbox e Microsoft fazem de tudo para conquistar o consumidor, sendo que a primeira e a última forçaram a concorrente a rever suas políticas como forma de evitar sua morte prematura. Só que agora Redmond dá um golpe certeiro em ambas rivais: a partir de agora e de forma gradual, todos os assinantes do Office 365 passarão a contar com armazenamento ILIMITADO no OneDrive.

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Seu cérebro sabe que aquilo é altamente calórico

Por em 25 de outubro de 2014

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Alguém aí já se perguntou como é determinado o valor calórico dos alimentos?

Era uma dúvida que eu sempre tive até que um dia, lá em meados do quinto ano da faculdade de química, tivemos essa prática laboratorial em uma disciplina de química analítica. Sabemos que os alimentos são compostos de várias classes alimentícias, como carboidratos, fibras (um tipo de carboidrato não digerível por nós), lipídios e proteínas.

Cada uma dessas classes contribui com uma informação calórica diferente. A ideia é, então, separá-las e calcular a quantidade que há de cada uma. Depois de diversos processos de extração e algumas reações, determinamos as quantidades de cada espécie e com alguns cálculos simples conseguimos encontrar o valor calórico de um alimento.

É importante lembrar que as calorias não estão relacionadas se um alimento é ou não saudável, e sim com a quantidade de energia que ele consegue fornecer, que é equivalente ao calor trocado quando a massa de um grama de água passa de 14,5 °C para 15,5 °C. Mas é fato que alimentos industrializados, mais saborosos e aquela batata frita são altamente calóricos.

Desta vez, foi realizado um estudo sobre o que seu cérebro acha disso tudo. Quando você olha um cardápio ou anda entre os corredores em um supermercado, você pode estar pensando em como é o sabor de cada alimento, se ele é nutritivo, ou você pode apenas estar tentando decidir o que você pode comer que combine com seu humor naquele momento. No entanto, uma nova pesquisa com neuroimagens sugere que, enquanto você está pensando todas essas coisas, um “contador de calorias interno” no seu cérebro também está avaliando cada alimento com base na sua densidade calórica. Os resultados foram publicados na Psychological Science, uma revista da Association for Psychological Science.
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Agora o café faz bem: beber café pode ser bom para o fígado

Por em 18 de outubro de 2014
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Amor pelo Café

Volta e meia aparecem pesquisas sugerindo benefícios e outras os malefícios de se tomar um cafezinho. A bola da vez é uma boa notícia para os amantes do líquido negro.

Pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer revelaram que beber café descafeinado pode beneficiar a saúde do fígado. Os resultados do estudo publicado na revista Hepatology, um jornal da Associação Americana para o Estudo das Doenças do Fígado, mostram que o alto consumo de café, independentemente do teor de cafeína, foi associada à níveis mais baixos de enzimas hepáticas anormais. Isto sugere que os compostos químicos presentes no café, sendo a cafeína indiferente, podem ajudar a proteger o fígado.

O consumo de café é altíssimo: mais de metade de todos os norte-americanos com mais de 18 anos bebem, em média, três xícaras por dia, segundo um relatório de 2010 da Associação Nacional do Café dos EUA. Além disso, a Associação Internacional do Café relata que o consumo aumentou um por cento a cada ano desde a década de 1980 e está aumentando para 2% nos últimos anos. Segundo eles, há estudos anteriores que descobriram que o consumo de café pode ajudar a diminuir o risco de desenvolver diabetes, doença cardiovascular, doença hepática gordurosa não alcoólica, cirrose e câncer de fígado.
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Multitasking é anti-produtivo? Só se você for velho

Por em 13 de outubro de 2014
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Dr. Octopus já fazia multitasking 51 anos atrás, antes de ser mainstream

Fato: o mundo está ficando cada vez menor e a informação viaja cada vez mais rápido. O tempo, esse nosso velho inimigo é implacável e não são raras as vezes em que somos pegos tendo que fazer várias funções e tarefas ao mesmo tempo, seja para otimização do parco tempo que temos ou porque o trabalho assim exige.

Nós que viemos de um mundo analógico ainda não nos acostumamos ao multitasking, mas uma recente pesquisa aponta que não só os jovens que usam vários devices ao mesmo tempo conseguem dar conta disso, como fazê-los focar em apenas uma tarefa por vez acaba por reduzir a produtividade, e não o contrário como geralmente ocorre com a maioria.

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Ímãs são usados para melhorar a memória (onde compra?)

Por em 10 de outubro de 2014

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Quem nunca se esqueceu de algo e ficou irritado com isso? Seja nomes, datas, aniversários ou se até mesmo de fechar o carro. A construção de memórias está relacionada a vários fatores, porém as perdas de memória se aceleram com o passar da idade e por doenças neurodegenerativas.

Agora, através da aplicação de pulsos eletromagnéticos na cabeça para determinar as regiões do cérebro, os pesquisadores descobriram uma maneira de aumentar o desempenho da memória em pessoas saudáveis. Os novos estudos correlacionaram as redes neurais que mantém as memórias e podem levar a terapias para pessoas com déficit de memória.

A estimulação magnética transcraniana (ou transcranial magnetic stimulation, TMS) é uma terapia cada vez mais popular para os transtornos psiquiátricos que envolve a colocação de um certo tipo de ímã no couro cabeludo para estimular diferentes regiões do cérebro. Embora os pesquisadores não tenham certeza por que ou como ele funciona, parece beneficiar alguns pacientes. No ano passado, por exemplo, a Food and Drug Administration norte-americana aprovou vários dispositivos TMS para o tratamento de enxaquecas e depressão.

Estudos também tem demonstrado que a técnica pode melhorar o desempenho em diferentes tipos de testes de memória, mas alguns pesquisadores tem investigado se os benefícios persistem após a parada da estimulação. Para isso, é observado como o estímulo afeta os circuitos de memória do cérebro, é o que explica Joel Voss, neurocientista da Escola Feinberg da Universidade Northwestern of Medicine, em Chicago, Illinois.
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A curiosidade prepara o cérebro para um melhor aprendizado

Por em 8 de outubro de 2014
curiosidade

A curiosidade nos motiva a procurar respostas e ajuda o cérebro a lembrar mais facilmente o que foi descoberto.

Sons muito baixos podem nos fazer ficar surdos?
De onde veio a água da Terra?
Teletransporte é possível?

Antes de clicar naqueles links talvez você deva considerar como o seu cérebro, sedento por conhecimento, está se preparando para as respostas. Um novo estudo da Universidade da Califórnia sugere que quando a curiosidade é aguçada, o cérebro muda para aprender mais não só sobre o assunto em questão, mas sobre qualquer outra informação incidental também.

A neurocientista Charan Ranganath e seu time de pesquisadores pediram a um grupo de 19 participantes que avaliassem mais de 100 questões, classificando-as sobre o grau de curiosidade que sentiam em relação a resposta. Em seguida, eles revisitaram 112 daquelas perguntas, sendo metade as que mais os intrigaram e metade que eles julgaram de pouco interesse, enquanto os cientistas escaneavam seus cérebros usando ressonância magnética funcionar (fMRI).
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Pela primeira vez um bebê humano nasce de um útero transplantado

Por em 7 de outubro de 2014
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Pezinhos ^^

Após ter o útero transplantado, uma mulher na Suécia gestou e deu a luz a um pequeno menino. O bebê recebeu o nome de Vincent, que significa “para conquistar” (será o equivalente sueco para Vitório?). Vincent é o primeiro bebê do mundo a nascer de um útero transplantado. A operação em si só havia sido tentada outras duas vezes antes de janeiro, quando um médico sueco efetuou o mesmo procedimento em oito outras mulheres.

O menino nasceu prematuro, mas saudável. A mãe, que preferiu permanecer anônima, descobriu quando tinha 15 anos que nasceu sem útero e nunca poderia ser mãe de forma natural. Segurem as lágrimas:
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