Ciência
Ciência
Digital Drops Blog de Brinquedo

Agora o café faz bem: beber café pode ser bom para o fígado

Por em 18 de outubro de 2014
café

Amor pelo Café

Volta e meia aparecem pesquisas sugerindo benefícios e outras os malefícios de se tomar um cafezinho. A bola da vez é uma boa notícia para os amantes do líquido negro.

Pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer revelaram que beber café descafeinado pode beneficiar a saúde do fígado. Os resultados do estudo publicado na revista Hepatology, um jornal da Associação Americana para o Estudo das Doenças do Fígado, mostram que o alto consumo de café, independentemente do teor de cafeína, foi associada à níveis mais baixos de enzimas hepáticas anormais. Isto sugere que os compostos químicos presentes no café, sendo a cafeína indiferente, podem ajudar a proteger o fígado.

O consumo de café é altíssimo: mais de metade de todos os norte-americanos com mais de 18 anos bebem, em média, três xícaras por dia, segundo um relatório de 2010 da Associação Nacional do Café dos EUA. Além disso, a Associação Internacional do Café relata que o consumo aumentou um por cento a cada ano desde a década de 1980 e está aumentando para 2% nos últimos anos. Segundo eles, há estudos anteriores que descobriram que o consumo de café pode ajudar a diminuir o risco de desenvolver diabetes, doença cardiovascular, doença hepática gordurosa não alcoólica, cirrose e câncer de fígado.
continue lendo

emDestaques Medicina Produtividade

Multitasking é anti-produtivo? Só se você for velho

Por em 13 de outubro de 2014
asm-v1-03

Dr. Octopus já fazia multitasking 51 anos atrás, antes de ser mainstream

Fato: o mundo está ficando cada vez menor e a informação viaja cada vez mais rápido. O tempo, esse nosso velho inimigo é implacável e não são raras as vezes em que somos pegos tendo que fazer várias funções e tarefas ao mesmo tempo, seja para otimização do parco tempo que temos ou porque o trabalho assim exige.

Nós que viemos de um mundo analógico ainda não nos acostumamos ao multitasking, mas uma recente pesquisa aponta que não só os jovens que usam vários devices ao mesmo tempo conseguem dar conta disso, como fazê-los focar em apenas uma tarefa por vez acaba por reduzir a produtividade, e não o contrário como geralmente ocorre com a maioria.

continue lendo

emMedicina Mundo Estranho Produtividade Telecom

Ímãs são usados para melhorar a memória (onde compra?)

Por em 10 de outubro de 2014

sn-memoryenhanceH

Quem nunca se esqueceu de algo e ficou irritado com isso? Seja nomes, datas, aniversários ou se até mesmo de fechar o carro. A construção de memórias está relacionada a vários fatores, porém as perdas de memória se aceleram com o passar da idade e por doenças neurodegenerativas.

Agora, através da aplicação de pulsos eletromagnéticos na cabeça para determinar as regiões do cérebro, os pesquisadores descobriram uma maneira de aumentar o desempenho da memória em pessoas saudáveis. Os novos estudos correlacionaram as redes neurais que mantém as memórias e podem levar a terapias para pessoas com déficit de memória.

A estimulação magnética transcraniana (ou transcranial magnetic stimulation, TMS) é uma terapia cada vez mais popular para os transtornos psiquiátricos que envolve a colocação de um certo tipo de ímã no couro cabeludo para estimular diferentes regiões do cérebro. Embora os pesquisadores não tenham certeza por que ou como ele funciona, parece beneficiar alguns pacientes. No ano passado, por exemplo, a Food and Drug Administration norte-americana aprovou vários dispositivos TMS para o tratamento de enxaquecas e depressão.

Estudos também tem demonstrado que a técnica pode melhorar o desempenho em diferentes tipos de testes de memória, mas alguns pesquisadores tem investigado se os benefícios persistem após a parada da estimulação. Para isso, é observado como o estímulo afeta os circuitos de memória do cérebro, é o que explica Joel Voss, neurocientista da Escola Feinberg da Universidade Northwestern of Medicine, em Chicago, Illinois.
continue lendo

emDestaques Medicina Produtividade

A curiosidade prepara o cérebro para um melhor aprendizado

Por em 8 de outubro de 2014
curiosidade

A curiosidade nos motiva a procurar respostas e ajuda o cérebro a lembrar mais facilmente o que foi descoberto.

Sons muito baixos podem nos fazer ficar surdos?
De onde veio a água da Terra?
Teletransporte é possível?

Antes de clicar naqueles links talvez você deva considerar como o seu cérebro, sedento por conhecimento, está se preparando para as respostas. Um novo estudo da Universidade da Califórnia sugere que quando a curiosidade é aguçada, o cérebro muda para aprender mais não só sobre o assunto em questão, mas sobre qualquer outra informação incidental também.

A neurocientista Charan Ranganath e seu time de pesquisadores pediram a um grupo de 19 participantes que avaliassem mais de 100 questões, classificando-as sobre o grau de curiosidade que sentiam em relação a resposta. Em seguida, eles revisitaram 112 daquelas perguntas, sendo metade as que mais os intrigaram e metade que eles julgaram de pouco interesse, enquanto os cientistas escaneavam seus cérebros usando ressonância magnética funcionar (fMRI).
continue lendo

emBiologia Destaques Indústria Medicina Produtividade

Pela primeira vez um bebê humano nasce de um útero transplantado

Por em 7 de outubro de 2014
baby footprints

Pezinhos ^^

Após ter o útero transplantado, uma mulher na Suécia gestou e deu a luz a um pequeno menino. O bebê recebeu o nome de Vincent, que significa “para conquistar” (será o equivalente sueco para Vitório?). Vincent é o primeiro bebê do mundo a nascer de um útero transplantado. A operação em si só havia sido tentada outras duas vezes antes de janeiro, quando um médico sueco efetuou o mesmo procedimento em oito outras mulheres.

O menino nasceu prematuro, mas saudável. A mãe, que preferiu permanecer anônima, descobriu quando tinha 15 anos que nasceu sem útero e nunca poderia ser mãe de forma natural. Segurem as lágrimas:
continue lendo

emDestaque Destaques Medicina Produtividade

Estudo revela que acupuntura não funciona para dor crônica nos joelhos

Por em 6 de outubro de 2014
acupuntura-auricular

Tira essa agulha daí, por favor?

Mais um dia, mais um estudo mostrando a ineficácia e perigo das pseudociências. Este, conduzido pela Universidade de Melbourne e publicado esta semana no Journal of the American Medical Association, mostra que a acupuntura não faz diferença nenhuma em pacientes com mais de 50 anos e dores crônicas nos joelhos.

Os pesquisadores da universidade observaram 282 pacientes com dores crônicas nos joelhos fazerem acupuntura com agulhas e acupuntura a laser com práticos do gênero durante 12 semanas, sendo que um grupo de controle foi formado por pacientes que receberam acupuntura a laser “cego” (sem efeito). Tanto pacientes, quanto acupunturistas não sabiam quem era do grupo de controle.
continue lendo

emMedicina Produtividade

Físicos teletransportam o estado quântico de um fóton para um cristal distante 25 km

Por em 29 de setembro de 2014

Cristais que contêm informações do fóton após o teletransporte.

Calma, ainda não vamos poder mandar o chefe pra Marte. Ainda. As pesquisas estão avançando e, há 10 anos, pesquisadores já tinham teletransportado o estado quântico de um fóton para um cristal por 6 km. Dessa vez, a distância é bem maior.

Uma equipe de físicos teletransportou com sucesso um estado quântico de um fóton de um cristal por mais de 25 quilômetros de distância através de um cabo de fibra óptica. Isso efetivamente mostrou que o estado quântico do fóton, e não a sua composição, é importante para o processo de teletransporte. A equipe foi liderada por Nicolas Gisin da Universidade de Genebra, e os resultados foram publicados na revista Nature Photonics.

Com esse novo artigo, a equipe de Gisin esmagou com sucesso o recorde anterior, quando teletransportaram o estado quântico de um próton por 6 km (Go on! São só 75 milhões de quilômetros até Marte). Os resultados provam “que o estado quântico de um fóton pode ser mantido enquanto transportá-lo em um cristal sem os dois entrarem diretamente em contato”.
continue lendo

emEnergia Produtividade