mode con cp prep=((860,,865) EGA), de novo?
Você não lembra desses comandos? Não perdeu nada. Antigamente (e bota atigamente) tínhamos que definir no boot da máquina qual tabela de caracteres o computador iria utilizar. Existam umas 7437 tabelas, todas incompatíveis, isso significava que em CP (codepage) 837 o caracter era um “é”, em CP 470 era um “ž” e em CP728 colocava o NORAD em DEFCON 3.
Com o advento do Windows isso melhorou, MUITO. Posso dizer que com o Windows 98 codepage hell já era coisa do passado, exceto no serviço público, mas pelo visto como bom zumbi, essa praga se recusa a morrer. A culpa agora é dos DVRs, aqueles videocassetes 2.0 que surgiram com o TIVO, que toda quitanda nos EUA vende mas aqui no Brasil virou oligopólio das operadoras de cabo então custa uma fortuna.
A casa caiu com o lançamento da série “$#*! My Dad Says“, baseada no twitter @shitmydadsays. Isso já foi o suficiente pra um monte de gente dar piti, afinal OH! estão SUGERINDO um palavrão no nome da série, que absurdo! Só que esse nem é o maior problema da CBS, a shit acertou o ventilador neste post no fórum da série, quando alertam para o fato de um monte de DVRs não conseguir encontrar a série, pois se confundem com os caracteres usados para o eufemisto de shit, “$#*!”.
Aparentemente anos de evolução no software produziu sistemas que são uma grande merrrcadoria (se eles podem eu também posso) e só disponibilizam teclados para buscas alfanuméricas, sem possibilidade de caracteres de símbolos. A grande maioria desses sistemas é Linux, mas seria injusto culpar o pinguim por isso. Soube de fonte segura que baixando um patch do servidor pessoal do Stallman e recompilando o Kernel, o Ubuntu fica até com cedilha
A culpa é da preguiça. Quanto menos variedade a suportar, melhor pra quem tem que dar manutenção. Agora imaginem um DVR desses lidando com filmes estrangeiros. E nem falo de coisas simples como idiomas latinos e seus n com tils e interrogações invertidas, falo daquelas línguas escandinavas que parecem klingon.
Hoje vivemos a ilusão de que é possível copiar um texto de qualquer lugar para todo lugar e tudo automagicamente se resolve, mas não é assim que a banda toca. Quem teve que fazer migração de bancos de dados de fabricantes diferentes sabe o que é isso. Só digo uma palavra assustadora: COLLATION.
Manter integridade de dados é algo complicado, mas de nada adianta se a sua interface não permite ao usuário pesquisar por esses dados. Acha simples? Já vi sites que não indexavam palavras de menos de quatro letras, sendo que a minha busca tinha três letras. É preciso brigar contra essas limitações artificiais impostas pelo pessoal do marketing, pois quando a bomba estoura a culpa vai ser SEMPRE uma “limitação técnica”, mesmo que a área técnica tenha esperneado contra os atalhos, cortes e gambiarras.
Fonte: Gearlive
Samsung 512GB SSD

Essa era de facto uma coisa que já estava sentindo falta: novos lançamentos do tipo ‘na real’ para discos sólidos (algo que já começa a temer que fossem apenas uma promessa bacana para o futuro, mas que fossem só isso mesmo…).
Entretanto, a Samsung já começa a conversa publicando hoje um press-release que dá conta do início da produção do novo HD SSD de 512 GB. Que tal lhe parecem velocidades como 3.0 Gb/s para leitura e escrita?
A empresa afirma que o seu novo SSD é tão eficiente em termos de energia e desempenho quanto os SSDs classe 40 mm, graças aos chips de 30nm-class de 32 Gb e um controlador de energia redesenhado do zero especificamente para os toggle-modes DDR.
Segurança e encriptação? You got it, kid. AES 256 bits.
Já podemos esperar que o tal periférico esteja correndo pelas esteiras das fábricas Samsung pelo mundo no próximo mesmo. O que não se sabe ainda ao certo quanto e como esperar é o preço (não mencionado).
Magic Trackpad: vaza, vaza, vaza…
De todas as novidades apresentadas na última WWDC, nem de longe se imaginava que a Apple já poderia estar realmente trabalhando a sua nova geração de hardware para manipulação de mídias. Mesmo sendo apenas mais um dos rumores bastante “burburinhados” semana adentro, as imagens postadas pelo Engadget deixam as coisas ainda um pouco mais movimentadas.
Dada a semelhança com o design griffe da empresa para a maioria dos seus produtos desta última geração, o suposto protótipo para o Magic Trackpad (ou Magic Slate, como já foi chamado) torna difícil até para o mais incrédulo dos haters duvidar que não se converta em lançamento em breve.
Mais uma vez ‘supostamente’, o tal acessório conectaria laptops, desktops e outros produtos via Bluetooth, funfando como um finger-tablet e muito provavelmente incorporando novos gestos e funções aos já conhecidos recursos do Magic Mouse.
Também se falou em reconhecimento de escrita e a incorporação de funções para edição e controle típicos dos tablets mais populares, como os Bamboos da Wacom, por exemplo. Tudo vazadamente extra-oficial, como manda o Manual de Boas Táticas para o Rumor.
E tudo também meio que se encaixa a um antigo rumor do começo do ano que emanava nas páginas de Jonh Gruber (do Daring Fireball) e do MacRumours, onde o assunto era um pedido de patente redigido pela empresa publicado em Fevereiro.
Consulte as fotos abaixo, julgue por você mesmo.
Projeto Natal + Japão = Safardanagem
As intenções da Microsoft com o Projeto Natal são as melhores possíveis, mas a realidade é que o primeiro uso para novas tecnologias sempre acaba sendo sacanagem, nem a exploração espacial está imune a isso. Vide o manual de operações que os astronautas da Apollo XII descobriram já na Lua havia sido decorado com diversas fotos de playmates pelo pessoal de terra.
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Teclado Bluetooth + iPod Touch / iPhone = win
Uma das melhores notícias que vieram com o anúncio com o novo sistema para o iPhone (versão 4.0) é a capacidade de usar um teclado Bluetooth com o sistema. Com isto, eu posso ter uma minúscula estação de trabalho que serve muito bem para escrever textos, blogar e email, que é o que mais depende (para mim) de entrada de texto.
O que interessa agora é quanto vai custar um teclado Bluetooth, e quais são os mais compactos (ou dobráveis). Em uma pesquisa rápida, pude achar alguns candidatos:
- Teclado Bluetooth da Apple: pequeno, mas obviamente não dobrável. US$69.
- iGo Stowaway. Minúsculo e dobravel. Mas o preço de US$149 mata. (foto abaixo)
- Freedom Pro. Pequeno e dobrável. O preço de US$84 pode ser até aceitavel, mas eu nunca ouvi falar sobre esta marca.
Não vou comprar nada no momento, até que a versão 4.0 saia e eu tenha certeza que o teclado funciona bem com o iPod. E eu tenho certeza que teremos mais teclados portáteis muito em breve.
No Brasil, existe algum modelo de teclado bluetooth que seja mais comum ?
Mais monitores com adaptador USB-VGA
Eu trabalho há algum tempo com 2 monitores, e tenho percebido que havia necessidade de mais espaço no desktop. Entretanto, eu uso um Macbook Pro, que tem apenas uma saída para monitor externo, e portanto instalar uma outra placa de vídeo sería inviável.
Comecei então a pesquisar alternativas, e acabei encontrando a tecnologia DisplayLink, que permite que monitores DVI ou VGA sejam conectados via porta USB através de um pequeno adaptador. Eu já havia lido sobre estes adaptadores há 1-2 anos, porém eu sempre fui cético, principalmente por terem uma resolução limitada. Mas com uma nova safra de chipsets, agora chegam a 2048×1152 em 32 bits, o que atende (e supera) as minhas expectativas.
Acabei comprando o adaptador da Kensington por aprox US$70 (marca com a qual já tive ótimas experiências ), depois de verificar que eles tinham suporte para Mac OS 10.6, além de Windows (XP, Vista e 7). O adaptador é pequeno (7.5×5 cm) e só precisa de uma conexão mini-USB.
Estou usando este adaptador há mais de 3 meses e estou muito satisfeito. Meu uso é 100% programas de escritório, e o lag é negligível. Entrentanto, se você pretende usar para games ou vídeos, desaconselho, o lag pode ser significativo. Ele pode ser conectado e desconectado sem problemas com a máquina ligada, e é como se um monitor externo convencional fosse conectado à máquina. Além disso, o usuário pode usar ate 6 (!!) adaptadores por máquina (mas imagino que isso iria saturar a banda do USB)



