Justin Bieber sobe nas tamancas e ameaça desenvolvedores iOS
O Pop Star e ídolo teen Jordi Rafael Jairzinho Justin Bieber é alvo de muita gozação online, algumas delas injustas, outras baseadas em indicações sutis de que ele é nerd demais para ser ídolo pop, como demonstrado:
Como todo nerd, Bieber tem pavio curto (sem duplo sentido, por favor) e não gosta de ser zoado. Tudo bem, ninguém gosta, mas ter 200 quaquilhões no banco e papar a Selena Gomez é um belo de um atenuante. Ao menos deveria possibilitar que ele gastasse seu tempo com coisas mais úteis do que xingar muito no Twitter.
Mesmo assim como todo metrossexual, mesmo em estágio embrionário, Bieber não gosta quando alguém brinca com ele, vira bichhhhhhhhhO e bate o pezinho, não, claro, no sentido mais másculo de bater o pé, como o de Roberto Leal.
O Alvo do Bieber (e consequentemente de todas as biebertards do planeta) são dois caras chamadas Mark Kaye e Robb Chamberlain. Eles desenvolveram um joguinho-paródia chamado Joustin’ Beaver.
Idéia Idiota do Dia: Spray de Pimenta para iPhone
O Spray de pimenta foi uma excelente invenção para o controle de Hippies, mas caiu no gosto popular também como arma de autodefesa. Muitas mulheres carregam consigo latinhas de spray, na esperança de incapacitar um agressor.
A questão é que esse negócio não é brinquedo, capsaicina é um composto irritante e seu uso em sprays defensivos é proibido em vários lugares. No Brasil é inclusive classificado como arma.
Por isso a idéia da SmartGuard não é uma boa, e nem digo pelo preço de €37,50.
Uma arma só é útil se o oponente armado não está ciente dela, ou se a sua arma é a Estrela da Morte. No momento em que todo mundo sabe que você anda com spray de pimenta, no momento em que seu stalker percebe isso, tomará providências para que você não tenha chance de usar o spray na hora do ataque.
Isso se ele não tiver criado imunidade, como o Quagmire. Sem falar que é um equipamento inútil na Bahia.
Pior ainda: Conhecendo a criatura humana como conhecemos, dá para dizer que as chances são de 100% de um iPhone com Spray desses em uma mesa de bar atrair a curiosidade de algum idiota nível Jersey Shore, que se auto-aplicará o spray para mostrar que é macho.
Fonte: UR
Monitorar pacientes via iPad/iPhone? Tem uma App Pra Isso™
Em todo hospital o equipamento mais caro é a máquina que faz ping. não dá sequer para confiar em um hospital que não tenha uma máquina que faz ping, mas mesmo ela tem suas limitações. Se o médico quiser monitorar os sinais vitais de um paciente terá que se deslocar até a máquina que faz ping – ou, sendo mais realista, mandará uma enfermeira.
A grande maioria dos equipamentos de monitoração não é amigável nem traz acesso remoto. Quando traz, você acaba lidando com 2, 3, 5 interfaces de fabricantes diferentes. Principalmente, são voltados para pacientes individuais.
Há uma forma de otimizar isso?
Há, é o AirStrip, uma tecnologia de software e hardware, homologada pelo FDA que se conecta ao equipamento de monitoração existente e transmite via Internet as informações para dispositivos iOS.
Qual o motivo? Simples, uma pesquisa recente indicou que 75% dos médicos americanos possuem pelo menos um dispositivo iOS, seja iPhone ou iPad.
Os dados monitorados vão muito além de sinais vitais. É possível acessar instantaneamente no histórico médico do paciente, prescrições, exames laboratoriais, tudo.
Apple começa a vender na surdina o iPhone Made in Brasil
O rumor de que a Apple fabricaria iProdutos no Brasil não é novo, e desde que o Gizmodo BR conseguiu fotos de um iPhone feito por aqui, a fabricação nacional é dada como certa.
Como o modelo fabricado aqui é o iPhone 4 de 8GB, supunha-se que ele começaria a ser vendido junto com o iPhone 4S. Para a surpresa de muitos, o 4S veio, mas nada do iPhone 4 feito no Brasil…
Eis que um dia desses, notei que na Apple Online Store os iPhone 4 estavam com o número do modelo brasileiro na URL.
Já tinha ouvido que os produtos fabricados aqui receberiam o sufixo “BR” ao contrário do “BZ” que é usado nos produtos importados para o mercado brasileiro. Outro vazamento, desta vez no MacMagazine, confirma essa teoria – lá o modelo consta como MD198BR.
Fiquei na dúvida se a Apple já estava vendendo os aparelhos fabricados no Brasil ou apenas se preparando para isso.
Com sorte, encontrei alguém que havia comprado um iPhone 4 na Apple Online Store brasileira (obrigado Gabriel!) e ele pode me confirmar que o aparelho foi fabricado no Brasil.
Além da traseira do aparelho, a caixa indica que ele foi fabricado pela “Foxconn Indústria de Eletrônicos LTDA”, em Jundiaí.
Agora, a única dúvida que resta é se o preço dos iPhones deve abaixar ou não. Custando os mesmos R$1799 do iPhone 4 de 16GB, o preço do iPhone 4 “econômico” de 8GB parece caro demais.
Consultamos a Apple, mas ainda não obtivemos resposta – o que até é compreensível, já que o contato foi feito em pleno Carnaval.
Apple se aproxima da marca de 25.000.000.000 (ufa!) de apps distribuídas
E quem ganha é você!
Perto de alcançar a marca de 25 bilhões de apps distribuidas para a plataforma iOS, a Apple já colocou um contador no seu site oficial e o sortudo que o for 25.000.000.000˚ ganhará um gift card no valor de 10 mil dólares, para gastar com musicas, apps e videos.
Com o contador, no momento que escrevo este post, chegando perto de 24 bilhões e 600 mil, quanto tempo vocês acham que leva para a marca histórica chegar? Pela velocidade dele, acho que chega neste fim de semana.
Canon 5D Mark III em 28 de Fevereiro?
Depois que a Nikon colocou seu tanque de guerra do mercado, muita gente se perguntou quanto tempo a Canon iria levar para contra atacar. Parece que a espera acaba em 28 de fevereiro. Pelo menos é o que diz o Canon Rumors que também nos mostra algumas das possíveis características da câmera. Porem, devemos ter em mente que o mundo dos rumores possuí uma taxa de acertos e erros bem parecidas. A primeira coisa que fica no nevoeiro é o nome do equipamento. Alguns dizem que a Canon vai apostar no 5D Mark X e outros que vai dar continuidade no atual nome e chamar de 5D Mark III. Não vejo muita diferença nesses casos, pois é só uma questão de marketing.
O que parece estar certo são o sensor full frame de 22 megapixels (bacana, não entraram em delírio nessa parte), 61 pontos de autofocus, view finder ótico de 100% de cobertura, LCD de 3,2 polegadas, duplo conector para cartões de memória (compact flash/SD) e preço aproximado de US$ 3.500,00. Isso é o que podemos contar como certo e não temos absolutamente nada a respeito das funcionalidades de vídeo em Full HD. A câmera antecessora foi um absoluto sucesso por conta de sua ótima gravação de vídeo. Existem vários fotógrafos que trocaram o seu equipamento por Canon por conta disso. Agora que a Nikon deu um grande passo nessa área com a D800 e a D4 é certo que a Canon vai dar o troco e tentar não perder a dianteira nessa competição.
Outra grande interrogação é se a Canon finalmente vai colocar um sistema de disparo remoto de flash fora da sapata, assim como fez com a EOS 7D. Embora a linha da 5D não tenha o flash incorporado para fazer o disparo do flash remoto, existe uma antiga patente da Canon que visa resolver esse problema. Se for incorporado ou não só saberemos no dia 28. Os boatos sobre essa funcionalidade só aumentam com a possibilidade de ser lançado no mesmo dia o novo flash profissional da empresa. O 590EX poderia ser o primeiro flash da empresa a trabalhar fora da sapata com a 5D Mark III.





