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Com a interface Unity como padrão, Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” chega à versão final

Por: em 29/04/11 na(s) categoria(s): Análise, Linux, Meio Bit, Open-Source


Até mesmo para quem não acompanha de perto a cena Linux, as drásticas mudanças trazidas pela Canonical ao Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” chamam muito a atenção.

A versão final do sistema saiu ontem e, contrariando alguns rumores, os planos iniciais foram mantidos e a Unity, novíssima interface de usuário, vem ativada por padrão — a secundária, GNOME 2.x, entra em ação caso o hardware não consiga dar conta da Unity ou o usuário a prefira.

Ubuntu 11.04: Unity faz sua estreia como shell padrão.

Ubuntu 11.04: Unity faz sua estreia como shell padrão. (Clique para ampliar)

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A partir do Ubuntu 11.04, Canonical não fará mais envio gratuito de CDs de instalação da distro

Por: em 05/04/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


A Canonical, além de manter uma das distribuições Linux mais amigáveis do mercado, ataca muito bem num ponto onde o Linux, genericamente falando, costuma falhar: marketing. Eles têm uma identidade visual bacana e marcante, lojinha de produtos, e não poupara facilitar o uso do Ubuntu e dizer aos quatro ventos o que estão fazendo.

Algumas decisões podem soar estranhas e até controversas, mas fato é que eles não ficam parados. Mesmo quando uma decisão aparenta ser um retrocesso, existe uma boa fundamentação para a mesma, tanto que, no fim das contas, a sensação que se tem é de que a mudança, afinal, é positiva.

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Firefox 4 é finalmente lançado para o Android e traz excelente sincronização com o desktop


ffloadingA Mozilla já liberou algumas versões beta do Firefox 4 para o Android que receberam duras críticas pelo tempo excessivo (comparado aos demais navegadores) que ele leva para carregar. Bom, a versão final está aqui e o tempo de carregamento continua não sendo o seu ponto forte… Por outro lado, o Firefox 4 tem seus atrativos.

É interessante analisar a versão final do Firefox 4 para Android após ter lido atentamente e comentado esse comparativo sobre os navegadores disponíveis para a plataforma. Com isso, é possível observar que cada navegador possui seus prós e contras e os pontos fortes do Firefox consistem no seu sólido desempenho quando se trata de processar JavaScript e na excelente sincronização que ele possibilita entre a versão móvel e a utilizada no desktop.

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Software Center do Ubuntu 11.04 trará test drive de aplicativos

Por: em 28/03/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source, Software


Você olha as screenshots, lê a descrição e as avaliações de outros usuários… Parece que, enfim, encontrou o software certo para suprir uma necessidade. Mas aí instala e vê que, por um detalhe (ou por muitos), ele não serve para você. Perda de tempo e carregamento de dependências e outros inconvenientes que a instalação/remoção de um programa gera.

Mas e se fosse possível testar de forma prática e rápida, numa camada separada da do sistema operacional instalado na máquina, o programa antes de instalá-lo? É o que promete a Central de Software do Ubuntu 11.04, ainda em desenvolvimento. O recurso “Test Drive” permitirá a qualquer interessado testar um aplicativo num servidor remoto antes de instalá-lo. Veja no detalhe:

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Acabou a confusão: BrOffice passa a ser LibreOffice no Brasil

Por: em 18/03/11 na(s) categoria(s): Meio Bit, Open-Source


BrOffice ou OpenOffice? Não chegava a ser uma confusão enorme, mas dividir uma “marca” era ruim se pensarmos em branding e consolidação do produto. O OpenOffice só tinha um nome diferente no Brasil, devido a problemas com registro da marca — alguém havia registrado o nome antes.

BrOffice é coisa do passado.

BrOffice é coisa do passado.

Com o fork no projeto, a mudança de nome e o acompanhamento dos pesos pesados que apoiam o projeto para o LibreOffice, a justificativa para o “BrOffice” deixou de existir. E, seguindo a lógica, a associação que cuida do programa no Brasil decidiu, em assembleia realizada ontem, por extinguir o grupo (até maio) e abraçar incondicionalmente o LibreOffice.

Na prática, isso significa que tudo passa a ser centralizado no site oficial/internacional do LibreOffice, de downloads a branding, incluindo o nome. A comunidade brasileira continuará tendo participação ativa no projeto, cuidado da tradução, dicionários e outros itens de localização. O que muda, mesmo, é o fim da associação BrOffice, já que ela perde a razão de existir com a migração total para o projeto-mãe.

Alguns podem ver essa situação como um retrocesso, mas pensando apenas no programa, quanto menos diferenças nas versões localizadas existirem, melhor. O Hardware.com.br ainda aponta algumas rixas entre os grupos de software livre e a associação, o que pode ter pesado na decisão de acabar com ela.

A última versão do LibreOffice, a 3.3.1, está disponível em português do Brasil e pode ser baixada tanto via HTTP/FTP, quanto por BitTorrent. Download aqui.

Gnome 3 lima botões de maximizar e minimizar janelas

Por: em 02/03/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source, Software


Mudanças estruturais em interfaces gráficas já conhecidas geralmente causam polêmica e, muitas vezes, discussões acaloradas a respeito. De qualquer modo, há situações em que mudanças não podem ser adiadas, como por exemplo adições de funcionalidades na ferramenta, integração com outros tipos de tecnologia (mobile, telas de toque, etc), ou até mesmo a substituição de velhos e complicados comandos por outros mais simples. Seja como for, elas geram desconforto inicial no período de transição, mas quando precisam ser feitas não há outra alternativa.

Essa semana o time de desenvolvimento do Gnome anunciou algumas dessas medidas polêmicas que entrarão em vigor a partir da próxima versão, a ser lançada no mês de abril. Trata-se do desaparecimento dos botões de minimizar e maximizar janelas, restando apenas o “xizinho” no canto superior direito.

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