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Ciência surpreende: Neymar, e não Fred só usa 10% do cérebro

Por em 25 de julho de 2014

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Um dos truques que mais gosto de fazer, aprendido com anos de datilografia (por que acham que eu gosto tanto de ciência espacial?) é estar digitando, alguém chegar para falar alguma coisa, eu olho pra pessoa, converso e enquanto isso continuo digitando. Não é nada digno de uma bolsa da escola do careca, mas um excelente exemplo de como o cérebro consegue ser multitarefa, com o devido treino.

Isso tem a ver com a chamada “memória muscular”, quando criamos macros para determinados movimentos repetitivos, e a área nobre do cérebro não precisa mais comandar cada submovimento. Funciona pra dirigir, pra digitar e pra jogar futebol, e como tudo, se você tem uma predisposição genética, consegue ser muito melhor do que quem aprende na base do treino. É o exemplo de Neymar, ao menos segundo cientistas japoneses.
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Campus Party Recife: Sean Carasso acredita que as redes sociais podem mudar o mundo

Por em 25 de julho de 2014

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Sean Carasso, fundador do Falling Whistle, esteve no palco principal da Campus Party Recife para mostrar como podemos usar as redes sociais para tentar resolver ou pelo menos amenizar problemas muito sérios. Ao visitar a República Democrática do Congo, ele conheceu os horrores da guerra civil, que já dura mais de 20 anos e tem mais de 6 milhões de vítimas. A guerra é motivada pela disputa pelas imensas riquezas minerais do país, que também tem uma das populações mais pobres do mundo.

Enquanto Carasso viajava pelo país, encontrou um acampamento militar que torturava crianças, que eram tratadas como criminosos de guerra, e conheceu a história de garotos que eram enviados para o front da guerra armados apenas com um apito, que deviam usar durante a noite para assustar as tropas inimigas. Ele achava que precisava fazer algo para mudar aquela história, e como não sabia o que fazer, começou escrevendo um blog, o Falling Whistles, enquanto viajava pelo país e conhecia vários grupos rebeldes, tentando entender quem financiava e como seria possível interromper o ciclo de violência. Ao voltar para os Estados Unidos, continuo tentando conscientizar as pessoas, até que recebeu um apito de um amigo que disse para ele: “onde quer que você vá, mantenha estas crianças vivas dentro do seu coração.”

O apito passou a ser o símbolo para chamar a atenção do mundo para a guerra do Congo, e passou a ser vendido para levantar recursos para a criação da organização Falling Whistles. No mesmo ano, o Twitter foi lançado, o que permitiu que ele organizasse uma comunidade ao redor do seu objetivo. A Falling Whistles trabalha em várias frentes, apoiando ativistas que retiram pessoas ameaçadas de morte do país, usando recursos locais para lutar contra a malária, e na criação de estações de rádio no país, assim pela primeira vez em 100 anos, a população do Congo podia conversar entre si sobre os problemas gravíssimos.

O projeto se tornou uma coalisão global que tem sedes em várias partes do mundo apoiando advogados e ativistas para realizarem mudanças no país. Em 2011, a Falling Whistle organizou uma petição online que teve mais de 24 mil assinaturas, e teve o apoio de 35 deputados e 16 senadores dos Estados Unidos, que enviaram emissários especiais para cobrar mudanças no Congo. Durante o processo, a organização também apoiou a eleição democrática do Congo, e usando mensagens de SMS e as rádios, permitiu que a população monitorasse em tempo real o resultado.

A Falling Whistle também pressionou empresas para que passassem a importar minerais vindos de regiões sem conflito, passando a gerar empregos ao invés de patrocinar a violência. Na CES deste ano, a Intel anunciou que todos os seus processadores passariam a ser produzidos com materiais sem conflito, mas nem todas as empresas que importam estes minerais tomaram a mesma atitude.
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Drone ajuda a localizar velhinho desaparecido nos EUA

Por em 24 de julho de 2014

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Nos Estados Unidos está rolando uma discussão forte sobre a legalidade do uso dos drones, não para aplicações comerciais (já que a FAA puxou o tapete da Amazon), mas para operações de resgate. E agora a atuação de um desses gadgets pode aajudar a pender a balança para o lado dos donos dos drones.

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Campus Party Recife: inovação, conectividade e muita informação

Por em 24 de julho de 2014

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Começou ontem a terceira edição da Campus Party Recife, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco até o próximo domingo, dia 27 de julho. Com mais de 4.000 ingressos vendidos e 1.500 barracas instaladas, a expectativa dos organizadores para o evento é de mais de 50.000 visitantes, dentro da arena e na Open Campus, espaço gratuito do evento. Serão mais de 300 horas de conteúdo com palestras, oficinas, hackatons e um foco em games e empreendedorismo. A área Startups & Makers, que fica na Open Campus, tem a presença de 50 startups, dentro de 300 indicadas.

A diferença em relação ao espaço do ano passado é imensa, e o evento em Recife tem pela primeira vez o clima de uma Campus Party, com um ambiente integrado com todos os palcos. Na cerimônia de abertura ontem de noite, o escritor Ariano Suassuna foi lembrado e homenageado com uma salva de palmas de pé por todos os presentes (ver foto abaixo).

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Pela primeira vez na história das Campus Party, aconteceu uma apresentação no primeiro dia do evento, com a palestra de Daniel Matros da DICE, produtor dos jogos Battlefield, que contou como é possível usar os games para educação.
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Desbloqueie seu Moto X com uma tatuagem adesiva

Por em 23 de julho de 2014

tattoo

Há algum tempo atrás, a ex-diretora do DARPA Regina E. Dugan trabalhava junto à equipe ATAP da Motorola, aquela mesma que foi absorvida pelo Google, restando à Lenovo ficar com o bagaço da laranja. Hoje, como VP de Engenharia, Tecnologia Avançada e Projetos de Mountain View, ela é a palavra final nos mais avançados planos que a gigante das buscas anda desenvolvendo, como o Project Ara. Só que há cerca de um ano atrás, antes da venda da Motorola ela apresentou uma nova forma de tecnologia de segurança que envolvia tatuagens adesivas e pílulas, e ao menos a primeira está sendo disponibilizada hoje pela sua antiga empresa.

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Sim, o mundo precisa de reconhecimento facial para manter gatos em forma

Por em 22 de julho de 2014

Grumpy Cat

Uma das indústrias que mais cresce é a dedicada aos animais de estimação. Cada dia mais pessoas criam bichos como se fossem gente, não poupando gastos com eles. Além da infinidade de coisas disponíveis nas pet shops, todo dia tem alguém pensando em uma nova maneira de ganhar dinheiro com esse (grande) nicho.
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Artistas criam robô para transcrever a Torá, mas isso não é kosher

Por em 22 de julho de 2014

Fifteen Commandments

Reza a lenda que um belo dia um gentio chegou pro Rabino Hilel e desafiou:

“Se você me explicar a Torá inteira equilibrado em um pé só, eu me converto.”

O rabino assumiu a posição e falou:

“Não faças aos outros o que não queres que façam contigo. O resto é só comentário.”

Claro, hoje em dia eles não estão mais em fase de captação, então não é tão simples assim se converter ao judaísmo, mas a Torá permanece. Ela não só é um dos livros sagrados entre os judeus, como faz parte do cristianismo E do islamismo. No ocidente a conhecemos como Pentateuco, os 5 primeiros livros da Bíblia, escritos por Moisés.

Ao contrário da Bíblia, que depois de Gutemberg qualquer Edições Paulinas produz aos milhões, a Torá tem todo um procedimento. Ela só pode ser produzida por rabinos especializados, escribas treinados. Como cada marca tem significado divino, não pode haver qualquer tipo de rasura ou inconsistência. O texto é escrito em hebraico, usando tinta, penas de ganso ou outros instrumentos aprovados. Não se usa papel, mas pergaminho. Uma Torá finalizada tem exatos 304.805 caracteres.
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