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O bate-papo mais forever alone de todos os tempos: ICQ para Linux

Por: em 23/05/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Software, Web 2.0


Não me surpreenderia saber que muitos leitores do Meio Bit jamais usaram ou mesmo ouviram falar do ICQ. Para esses, uma explicação rápida.

O ICQ foi criado em Israel, no século passado, por uma empresa chamada Mirabilis. Era um programa de bate-papo que, no final dos anos 1990, início da década 2000, era bastante popular, algo como o Windows Live Messenger, aka “MSN”, é hoje em dia.

O sucesso levou a Aol a comprar o ICQ e, com o toque de Midas às avessas da empresa, destrui-lo com o passar do tempo. Nesse ínterim, a Microsoft investiu uma baba em publicidade para o então MSN Messenger e abocanhou boa parte do mercado do ICQ, deixando o concorrente, afogado em anúncios da Aol, no limbo do esquecimento.

Hoje o programa está nas mãos de um grupo de investidores russo e… bem, dizem que ele ainda é bastante usado naquela região. E só.

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O Ano do Linux no JavaScript

Por: em 20/05/11 na(s) categoria(s): Linux, Software


2011 – o Ano do Linux no Javascript

Uma das características da mente Hacker (no sentido original do termo) é a de aceitar desafios pelo simples fatos deles existirem. Fazer algo apenas para saber se pode ser feito é algo que ou você entende ou não entende.

Para quem entende, o experimento de Fabrice Bellard é algo lindo de se ver. Ele criou um emulador de um pc x386 rodando todo em… JavaScript.

20110520-040149.jpg

Baseado no QEMU, o programa usa Typed Arrays e simula uma máquina com:

32 bit x86 compatible CPU
8259 Programmble Interrupt Controller
8254 Programmble Interrupt Timer
16450 UART
Real Time Clock

É claro que há várias limitações, não há processador para ponto flutuante, nem modo real ou 16 bits, embora as instruções estejam emuladas, pois são usadas pelo Linux.

Mesmo assim é espantoso ver o quanto a capacidade de processamento evoluiu. JavaScript quando surgiu, ainda batizada de LiveScript era apenas um brinquedo, navegadores mal e porcamente navegavam, as máquinas não tinham processamento sobrando.

Hoje conseguimos não só rodar aplicações pesadas, como emular máquinas inteiras. Lembrando que o próprio JavaScript roda em cima de uma máquina virtual. É uma coisa meio Inception.

E mais: Se a máquina rodou Linux, muito provavelmente seria capaz de rodar Windows 95. O que exigia um computador inteiro (e caro) alguns anos atrás hoje se resolve em uma instância dentro de um navegador.

O JavaScript Linux funciona nos seguintes navegadores:

Firefox 4.x
Chrome 11
Opera 11.11
Internet Explorer 9

Pode ser executado neste link aqui.

lubuntu ganha reconhecimento da Canonical e passa a ser um “derivado” oficial do Ubuntu

Por: em 11/05/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


Não é só de Ubuntu que a Canonical vive. Baseado no seu sistema principal, existem alguns outros que compartilham a maioria parte das características, mas, em geral, saem de fábrica com ambientes gráficos diferentes. São os casos do Kubuntu e Xubuntu, respectivamente com KDE e XFCE.

Logo do lubuntu.Baseado nessa premissa, um grupo de desenvolvedores criou uma outra variação do Ubuntu, o lubuntu, esse baseado no ambiente LXDE, com foco em máquinas simples, com hardware mais fraco e/ou antigo.

Durante a UDS, encontro de desenvolvedores do Ubuntu, Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, rasgou elogios ao lubuntu:

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Mark Shuttleworth quer 200 milhões de usuários do Ubuntu até 2015

Por: em 09/05/11 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


O Ubuntu recebe bastante atenção da mídia e, entre os pouquíssimos usuários domésticos que se arriscam com uma distro Linux, figura entre as prediletas.

Mas mesmo com todo o trabalho para fazer do Ubuntu o “Linux para seres humanos”, parece que o sistema não emplaca. O Linux, considerando todas as distribuições, não apenas o Ubuntu, patina há anos com 1% de uso segundo diversos institutos de estatísticas renomados, como Net Applications e comScore. Até o iPad já passou o sistema do pobre Tux…

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Com a interface Unity como padrão, Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” chega à versão final

Por: em 29/04/11 na(s) categoria(s): Análise, Linux, Meio Bit, Open-Source


Até mesmo para quem não acompanha de perto a cena Linux, as drásticas mudanças trazidas pela Canonical ao Ubuntu 11.04 “Natty Narwhal” chamam muito a atenção.

A versão final do sistema saiu ontem e, contrariando alguns rumores, os planos iniciais foram mantidos e a Unity, novíssima interface de usuário, vem ativada por padrão — a secundária, GNOME 2.x, entra em ação caso o hardware não consiga dar conta da Unity ou o usuário a prefira.

Ubuntu 11.04: Unity faz sua estreia como shell padrão.

Ubuntu 11.04: Unity faz sua estreia como shell padrão. (Clique para ampliar)

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[Hands-on] GNOME 3 por um usuário de Windows

Por: em 07/04/11 na(s) categoria(s): Análise, Linux, Meio Bit


GNOME logo.Não escondo de ninguém minha predileção pelo Windows nos meus computadores. Isso não me impede, porém, de vez ou outra me aventurar em ambientes diferentes, especialmente os das distribuições Linux, sempre cheio de invencionices e efeitos bonitos, que chamam a atenção.

Hoje saiu a versão final do GNOME 3, rompendo com muitos paradigmas não só do próprio GNOME, como do que se convencionou ser o “padrão” das interfaces gráficas de sistemas desktop. Baixei uma das distribuições sugeridas pelo próprio site do GNOME para testar a novidade, no caso, o Fedora, joguei a imagem para um pen drive e inicie uma sessão temporária num netbook Lenovo X100e. As impressões, a seguir!

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