Toyota lançará rede social privada para compradores dos seus carros
Em parceria com a Salesforce, a Toyota trabalha na construção de uma rede social privada, a Toyota Friend, exclusiva para donos de carros da marca.
Quando for lançada, a Toyota Friend será acessível via PCs, smartphones e tablets, e tendo carros como centro das atenções, fará a conexão de três “peças” importantes nesse cenário: além dos próprios donos, os carros e vendedores da marca.
SouMix quer aproximar músicos e permitir gravações em grupo remotas
Uma nova rede social a essa altura do campeonato? Pois é. Apesar da saturação do assunto, não uma, mas várias se multiplicam como coelhos. A maioria apenas reproduz, com uma ou outra coisinha diferente, o que está dando certo com as pioneiras. Outras, porém, encontram seu nicho justamente pela inovação.
A SouMix, se não vingar, pelo menos não será por falta do fator inovação. À primeira vista, o site parece um orkut-like da vida e, a bem da verdade, conserva muitas características da decadente rede da Google: perfil, recados, yada yada yada. Mas além dessa casca superficial, o grande barato da SouMix está no aspecto musical.
Sarkozy reúne grandes líderes da internet às vésperas de encontro do G8

Às vésperas do G8, o premier Francês, Nikolas Sarkozy, organizou uma cúpula para reunir os líderes mais proeminentes da internet.
Os principais convidados da lista de hoje e amanhã são Mark Zuckerberg (Facebook), Rupert Murdoch (News Corporation), Jeff Bezos (Amazon) e Eric Schmidt (Google), assim como top executivos da Vivendi, Groupon, Microsoft, gravadoras de música, operadoras de telefonia móvel, o fundador do Wikipedia (Jimmy Wales) o criador da licença livre Creative Commons (Lawrence Lessig), entre outros.
A convocação anunciada indica que o encontro tem a finalidade de refletir sobre o impacto da Internet na economia e na geração de empregos, assim como também observar como a tecnologia rompeu com o modelo industrial tradicional e passou a ter um papel epicêntrico em questões importantes no mundo todo.
IPO do LinkedIn suscita a questão: estamos vivendo uma nova bolha da Internet?
Ontem o LinkedIn, a rede social profissional mais popular do mundo, abriu capital nos Estados Unidos. As ações foram oferecidas, inicialmente, pelo preço unitário de US$ 45. No auge do dia, alcançaram US$ 122, fechando o dia a US$ 94. Hoje, no momento em que escrevo essa nota, o valor já ultrapassou uma centena de dólares, está em ~US$ 102,00.
No seu IPO, a capitalização do LinkedIn bateu US$ 9 bilhões, mais que o dobro do que os executivos da empresa definiram antes da abertura do pregão — US$ 4 bilhões.
Bitcoin quer ser a verdadeira moedinha virtual
Existem diversos sistemas de “moeda virtual” que dão aquela forcinha na hora de realizar compras online. Em vez de digitar o número do seu cartão em qualquer .com por aí, esses sistemas, cujo maior expoente é o PayPal, requer apenas dois cliques.
Tudo acontece automagicamente. Após confirmar a compra, o PayPal e seus similares debitam o valor gasto dos créditos da sua conta ou, na falta desses, na fatura do seu cartão de crédito, e a transação é concluída com sucesso.
Parece muito moderno, e é! Mas no meio de campo temos as instituições bancárias, as mesmas que no século passado registraram movimentações da poupança numa caderneta de papel e que, até hoje, arrancam o couro dos pobres coitados que recorrem ao cheque especial.
[Walkthrough] Music Beta by Google
Segundo a própria Google, o serviço bacaníssimo do Music Beta by Google está disponível apenas clientes americanos. Isso pode ser até verdade, ou nem por isso. Eu explico…
Recentemente adquiri um Motorola Xoom da Verizon (já prontinho para o 4G que deve chegar aqui no Dia de São Nunca, nosso velho amigo) na troca pelo meu antigo iPad 1.
Antes de falar do MBG, já vou adiantar a resposta para a maioria maciça de comentários feitos assim que dei a notícia da nova aquisição: sim, estou adorando o Xoom, há muita bobagem sendo falada e, na prática e no dia-a-dia, ele pode surpreender… e muito.
Foi a melhor troca que já fiz nos últimos tempos. Portanto, é isso mesmo: não volto para e iPad 1 nem de baixo de uma chuva de cavaco e só o trocaria mesmo por um iPad 2. Aliás, tenho o compromisso de fazer uma quase-análise dele nos próximos dias e postar para o leitor do Meio Bit. Espero, que em breve.


