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Esqueça Dancing Han, isso sim é Magia com Kinect

Por: em 03/04/12 na(s) categoria(s): Hardware, Internet


Marco Tempest é aquele mágico que fez vários vídeos usando iPads. Ele se vende como um Tecnoilusionista, talvez porque TecnoMago já tenha sido usado pelos caras de Babylon 5.

Depois desse vídeo, talvez ele devesse passar a usar o título. Arthur Clarke diz, em sua 1a Lei que qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia. Não sei se o que Marco Tempest faz nessa apresentação do TED é Magia ou Tecnologia. Só sei que é lindo.

Ele usa uma câmera, um PC e um Kinect, tudo em tempo real. NO MÍNIMO ele revolucionou as apresentações em Powerpoint do futuro.

Fonte: ISS

Girls Around Me–Ferramenta de Stalker ou sinal de algo muito pior?

Por: em 02/04/12 na(s) categoria(s): Internet


quagmire

O Grande Barraco da Semana na AppStore foi um programinha, baixado por mais de 70 mil pessoas, com um dos objetivos mais nobres entre todas as peças de software já escritas: Mostrar a fauna mulherística em torno do iPhone em questão.

A idéia é excelente pra quem tá na pista e não tem tempo a perder. E mais, o Girls Around Me mostrava o avatar e uma ficha completa das beldades. Como isso é possível?

Simples, eles usavam o Foursquare e Facebook, buscando dados públicos das moçoilas em questão, compilando-os de forma compacta e mostrando de forma prática e geolocalizada.

Claro, deu caca. Todo mundo começou a xingar “invasão de privacidade”, “tarado”, “stalker”, etc, etc, etc. A App foi banida do FourSquare e removida da AppStore pelos desenvolvedores.

girls-around-meEu admito que a aplicação mostrada assim é bem sinistra. Aliás, mostrada de qualquer forma, mas ela levanta uma questão muito mais importante: Como dito, ela não usa nenhuma informação sigilosa, apenas faz um pouquinho de datamining e cruzamento de informações.

Até que ponto alguém pode ser responsabilizado por usar informação pública? Se a pessoa voluntariamente posta quem é, onde está, como se parece, idade, estado civil, qual a diferença se isso está em um site ou em cinco?

Alguém que faça esse cruzamento manualmente pode ser acusado de stalker também? Se eu hipoteticamente for sair com uma desavisada, e antes gastar algumas horas fuçando a vida da criatura online, isso é considerado stalking?

Tudo que fazemos online deixa rastro. Gente dando ataque por causa de “violação de privacidade” no Orkut está fazendo um papel ridículo, mas será que deixa de ser algo ridículo quando o cruzamento de informação ultrapassa o limite do que pode ser feito manualmente?

Antigamente era inviável manter contato com mais do que algumas dezenas de pessoas. Hoje é possível gerenciar centenas de “amizades” online. Isso é tão artificial quanto a agregação de informações feita pelo Girls Around Me.

As novas gerações terão um conceito de privacidade totalmente diferente do atual. Na verdade isso já está mudando, expomos fotos no Flickr que antigamente só os amigos próximos veriam. A grande dificuldade agora é inovar, experimentar esse limite, sem tornar a experiência desagradável.

Por mais que já tenha acontecido, o usuário nunca pode ter a percepção que perdeu controle sobre sua existência online, sobre seus dados. O fato do serviço não ser voluntário, por mais que agregue informações já voluntariadas pelo usuário, torna o Girls Around Me algo errado.

Ou seja: Na Redes Sociais, assim como na Vida vale a máxima do Apóstolo Paulo: “Tudo posso mas nem tudo me convém”.

Banco de Dados do Grindr é hackeado e divulgado na Internet

Por: em 01/04/12 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit


 

1º de Abril

Se você estava em Nárnia e usa o Grindr, agora não está mais. Um grupo hacker conseguiu acesso ao banco de dados de todos os usuários do Grindr, contendo e-mail e telefone, além de todas as informações do perfil que vemos quando entramos no aplicativo e divulgou na Internet. Foram divulgados mais de 3,5 milhões de dados pessoais dos usuários cadastrados e literalmente assumiu muita gente.

E pior, com o recurso de geolocalização, eles também descobriram o último local que a pessoa usou o Grindr. Muita gente acessa de casa, ou seja, seu endereço em toda a web (como eu sou assumido, nem me preocupa haha). Como a segurança da Apple é, digamos, bem melhor do que a do aplicativo, nenhum cartão de crédito ou algo assim foi exposto, já que a compra e assinatura do Grindr Xtra, a versão paga do Grindr é feita diretamente pela Apple.

A empresa admitiu o erro e em comunicado para Imprensa escreveu:

Lamentamos muito o ocorrido e estamos trabalhando, junto com os nossos advogados e com a polícia para identificar a origem deste ataque.

Lembramos que nenhuma informação de cobrança, usada tanto no Grindr Xtra como no Grindr foi divulgada e está em segurança.

Atualmente somos mais de 3,5 milhões de usuários em todo o mundo e pedimos sinceras desculpas para todos os nossos usuários.

Para quem não conhece o Grindr, é uma rede social voltada para o público gay/bi, e eu até fiz um post sobre ele aqui no Meio Bit. Nenhum grupo assumiu o ataque ao aplicativo, ainda. E se você não era assumido, bem, fizeram esse trabalho pra você! :) O F. (retirado por pressões públicas e DMs ameaçadoras) agora pode se assumir. Abraços. E bem-vindo ao dia primeiro de abril.

Golpe MASTER para matar de vez o Flash. Vindo da Adobe.

Por: em 29/03/12 na(s) categoria(s): Internet, Software


suicide-pistolQue as coisas não vão bem para o Flash não é novidade. O antes grande diferencial dos Tablets Android deixou de ser oficialmente desenvolvido para a plataforma. Nos desktops ele ainda é grande fonte de instabilidade e consumo de CPU.

O HTML5 vem tomando espaço, e de agregador de recursos Flash hoje é um mal necessário. Seu último grande reduto é na área de joguinhos casuais, que rende horrores para a Zynga e seus malditos Ville.

De olho nisso a Adobe resolveu alterar as regras do jogo (e reze para que não as altere novamente!). Agora quem desenvolver jogos high-end usando recursos premium do Flash Player, como Stage 3D, para gráficos com aceleração por hardware, terá que pagar.

Quanto? Até US$50 mil de receita anual tá tranquilo. Mais que isso, o desenvolvedor terá que pagar um dízimo de 9% da receita do jogo. A Zynga, com FarmVille, FrontierVille e CityVille faturou US$311,2 Milhões só no último trimestre de 2011.

Isso dá US$28 milhões, SEM FAZER NADA. Note que as aplicações para desenvolver os jogos foram VENDIDAS pela Adobe.

Agora o momento WTF: A Adobe diz que fez isso para… estimular inovação e experimentação, e que isso vai beneficiar o ecossistema.

Vai, o ecossistema de jogos em HTML5, rodando de forma decente em todos os browsers e tablets.

Fonte: Cnet

Anonymous ameaça desligar a Internet dia 31. TODOS CHORA!

Por: em 29/03/12 na(s) categoria(s): Internet


 

 

Em uma mensagem postada no Pastebin o grupo hacktivista Anonymous anunciou com antecedência seus planos malignos, no melhor estilo Vilão de Quadrinhos. Pretendem, dia 31 de Março desligar a Internet.

A ameaça utiliza a grande e praticamente unica arma do Anonymous, o ataque DDOS. Eles estão propondo sobrecarregar as conexões dos 13 servidores primários de DNS da Internet, fazendo com que os pedidos de resolução de domínios não sejam atendidos e, em efeito cascata, ninguém consiga acessar site nenhum.

Imaginam que o efeito durará de algumas horas a alguns dias. A justificativa é que isso funcionaria como um protesto contra sopa, wall street, o capitalismo mundial, o final do Mass Effect e a personagem de pele escura inexplicavelmente negra no Hunger Games.

Claro, avisando com antecedência todo mundo já se preparou, se bem que os servidores visados estão entre as maquinas mais bem-protegidas da Internet. Nem de longe este é o primeiro ataque que sofrem.

Para piorar o Anonymous vem de um duro golpe, quando vários membros do grupo foram desmascarados e presos, graças a um dos mais proeminentes membros, que se tornou informante do FBI.

Há relatos de que o ataque teria sido desmentido, mas temos um problema conceitual aqui. O Anonymous se vende através do conceito de não ter lideres, ser totalmente descentralizado, não poder ser desligado por não existir em um lugar,com um grupo especifico de membros.

Aí alguém fala besteira em nome do grupo, todos correm par dizer que aqueles não são verdadeiros Anonymous. É a boa e velha falácia do True Scotsman, usada para manter a santidade de tantos outros grupos.

A brincadeira está perdendo a graça, a Internet hoje é uma ferramenta essencial, não só por causa do RedTube, mas milhares de serviços, como hospitais, delegacias, ONGs, protetores animais dependem dela. Arriscar que uma criança mordida por uma cobra exótica morra porque um um médico não conseguiu acessar o Medscape de seu celular no interior da Austrália é um preço alto demais por esse “lulz”.

Claro, vão ficar de mimimi, dizendo que estamos atacando os hacktivistas, a serviço dos Poderosos, que o Anonymous é uma força para o bem, bla bla bla. Eu acreditaria se corressem ativamente atrás de quem faz ameaças idiotas em nome de grupo, ao invés de se esconder comodamente atrás de um anonimato que os isenta de tudo de errado que é feito em seu nome.

 

Mozilla lança MMO feito em HTML5

Por: em 28/03/12 na(s) categoria(s): Computadores, Games, Internet, MMO


Além de muitas outras vantagens, o HTML5 tem se mostrado uma ótima maneira dos desenvolvedores de jogos disponibilizarem suas criações através dos navegadores e para ajudar a divulgar a sua integração com o Firefox, o pessoal da Mozilla decidiu pedir ao franceses da Little Workshop para desenvolver um MMO gratuito usando apenas a linguagem, Javascript e a interessante tecnologia WebSockets.

Apesar de ser uma demo técnica, BrowserQuest funciona como um grande tributo aos antigos jogos de RPG para os 16-bits, como o The Legend of Zelda, contando porém com o elemento multiplayer e basta clicarmos no botão que mostra o número de jogadores online para vermos que milhares de pessoas podem estar aproveitando o jogo ao mesmo tempo.

O game permite ainda trocarmos mensagens com outros jogadores para organizarmos missões, conta com um sistema de conquistas e roda no Chrome ou Safari e ainda pode ser aproveitando em dispositivos iOS e Android, embora neste caso se trate de uma versão amis simples. Outro detalhe que merece ser mencionado é a disponibilização do código fonte, permitindo que os interessados na criação de games saibam como tudo funciona.

BrowserQuest pode ser uma ótima maneira de passarmos tempo, contudo, mais do que isso ele é uma bela demonstração de que bons jogos dos mais diversos estilos já podem ser acessados em praticamente qualquer lugar.

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