O Acidente Aéreo No Chão Mais Impressionante do Dia
Embora seja especialmente caprichado no Brasil o Caos Aéreo é um problema mundial. São MUITOS vôos, aeroportos estão sobrecarregados, as vias aéreas operam de forma tão precária que qualquer incidente gera um efeito cascata e chegamos ao ponto de ser melhor viajar de ônibus do que de avião, em algumas rotas.
A solução para isso, fora Stargates é diminuir o número de aviões e aumentar a capacidade de passageiros das aeronaves. O A380 é uma resposta da Airbus para essa tendência, levando 519 passageiros em algumas configurações. Esse monstro de dois andares tem 72 metros de comprimento. O primeiro vôo do 14 Bis, em 23 de Outubro de 1906 percorreu a distância de 60 metros, a uma altitude de 3 metros. Com uma altura de 24 metros, o feito de Santos Dumont poderia ser reencenado dentro de um A380 e sobraria espaço.
Claro, há desvantagens desembarcar essa infinidade de passageiros e bagagens é um inferno, e os fingers, aquelas passarelas articuladas de desembarque terão que ser reprojetadas, mas melhor esperar no chão do que no ar.
Agora a parte suculenta: Esse MONSTRO não oferece uma visibilidade em solo muito boa para os pilotos, e os aeroportos ainda não se adaptaram a algo tão grande. O resultado é que ontem, no aeroporto John F. Kennedy em Nova York um A380 da Air France estava taxiando tranquilo sem perceber que sua envergadura de quase 80 metros invadia a área reservada para outros aviões. Lá estava um patético CRJ-700 da Bombardier, empresa canadense concorrente da Embraer.
Quem estava no A380 nem sentiu, mas os 62 passageiros do CRJ-700 devem ter tomado um senhor susto, veja só:
Entendeu agora PORQUÊ é importante entrar, sentar e colocar a porcaria do cinto de segurança, mesmo com avião no solo?
Não é a Arma de Ondas da Yamato mas é um começo
Lasers são armas excelentes, mas apresentam um problema: Demandam muita energia e muito espaço. Nos anos 80 o projeto Star Wars de armas espaciais do Presidente Ronald Raygun previa até um laser de raios-x orbital que utilizaria uma explosão nuclear como fonte de energia para o raio que detonaria ogivas nucleares comunistas a milhares de quilômetros de distância.
Esse tipo de grosseria era necessário pois assim como Ruby, Lasers não escalam. Não é questão apenas de refazer o equipamento maior, é preciso repensar todos os modelos a cada aumento significativo de potência.
Mesmo assim é um investimento que vale o esforço. Um Laser é muito mais versátil que uma arma convencional, o alcance é bem mais, pode ser redirecionado muito mais rapidamente e é instantâneo, não é preciso esperar até o projetil atingir o alvo.
A desvantagem é que boa parte da energia é dissipada na atmosfera, você precisa manter o raio no alvo por algum tempo para que ele consiga aquecê-lo, e qualquer Laser capaz de atingir alvos a dezenas ou centenas de quilômetros será do tamanho de um caminhão.
Perfeito para coisas chamadas navios, ótimas pra carregar grandes e pesados tanques de substâncias químicas e bancos de capacitores usados em Lasers.
Por isso a pesquisa mais avançada é feita pela Marinha dos EUA, que estuda Lasers para destruir mísseis balísticos E alvos convencionais. A segunda pesquisa já está bem mais avançada. Essa semana liberaram um vídeo de um teste ou um Laser naval incapacita um barco “inimigo”.
Visionários do Silício
No dia 17/3 fui convidado pela AMD para representar o Meio Bit em um evento para blogueiros em São Paulo. Não podia deixar essa oportunidade passar já que não é de hoje que sou fã da empresa. Durante o evento foi apresentada a nova estratégia chamada de VISION. A linha de produtos da AMD será classificada a partir de quatro vertentes, VISION, VISION PREMIUM, VISION ULTIMATE e VISION BLACK. Cada uma delas oferece ao consumidor uma forma simples de escolher o seu equipamento baseado na funcionalidade esperada pelo usuário.
Mas o VISION é mais do que isso, a estratégia é composta pela trajetória da AMD, que com a aquisição em 2007 da ATI, líder do mercado de placas gráficas, possibilitou a empresa a lançar no inicio de 2011 sua linha de produtos que com o nome sugestivo de FUSION une a tecnologia de processamento de dados com a de processamento gráfico.
Em um único módulo as unidades de processamento de dados e de processamento gráfico foram integradas e batizada com o nome de unidade de processamento avançado (APU). uma inovação extraordinária que traz vários benefícios, entre eles uma velocidade maior de processamento de dados e menor consumo de energia.
Com base na tecnologia da APU, a AMD se reposiciona no mercado, e com a classificação VISION, a empresa quebra o paradigma das métricas que a indústria de processadores usa há décadas, o que não é de se espantar, já que a empresa sempre inovou e foi a primeira a nos oferecer processadores de 64 bits e processadores múltiplos em um único módulo.
Agora o consumidor pode realizar a compra baseado na funcionalidade que deseja do equipamento, ao invés de especificações que muitas vezes ele não entende.
Tabela do que cada vertente oferece:
Fony doa 30 mil rádios sodas pras vítimas do Tsunami
Entre os geeks há um grande desprezo com tecnologias arcaicas como o rádio, eu mesmo já pensei bastante assim. Na realidade ainda é a tecnologia mais pervasiva e abrangente para disseminar informação, principalmente em situações de desastre.
Por isso é muito bem-vinda a notícia de que a Sony doou, além de US$4 milhões, 30 mil rádios de emergência ICF-B02 para as vítimas do Tsunami de 2011.
O aparelho, com custo unitário na faixa de US$40,00 vale cada centavo.
Alimentado com 2 pilhas-palito, tem 40 horas de autonomia. Ele vem com duas fontes de luz, uma difusa na parte superior e uma dupla de leds na frente.
Não é à prova d´água, mas é resistente a respingos, as pilhas são protegidas.
Além disso ele tem um carregador via manivela pra bateria interna. É, aquilo que o OLPC sempre vendeu que iria ter. Um dia.
Na correia do rádio, vem um apito. Típica idéia que salva vidas.
Na frente do rádio há uma porta que, conectada com os adaptadores que vêm com ele, permitem que você utilize a manivela para carregar a bateria de um celular.
Aqui um vídeo detalhando os recursos do rádio:
O mais legal é que a moça do vídeo comprou o rádio tem alguns dias, a resenha foi subida dia 4 de Março! Vai ser precavida assim no Japão! É o tipo de equipamento que todo mundo deve ter em seu kit-apocalipse (vide Sheldon).
Recomendo a todo mundo que more em áreas com probabilidade de grandes desastres naturais. Quais áreas são essas? Qualquer ponto da superfície da Terra. Pergunte aos dinossauros.
Mouse de Dedo?
Muito tempo atrás (muito mesmo) alguém teve a idéia de um teclado-laser para Palms. Anos se passaram antes do primeiro protótipo aparecer. Quando começou a ser vendido o custo do equipamento assustou os consumidores, mas o pior mesmo foi que o grande problema do teclado já havia se tornado conhecimento geral: A falta de feedback.
Um teclado normal possui um mecanismo de amortecimento. Isso faz com que não só o dedo sofra menos impacto como retorna uma informação táctil de que a tecla foi pressionada. O Teclado-Laser não tinha nada disso.
Um teclado virtual como o do iPhone a princípio é semelhante, mas por ser em uma tela, estamos psicologicamente condicionados a achar que é frágil. Pode reparar, quem usa iPad para digitar o faz literalmente com a ponta dos dedos. Todo equipamento com tela de toque gera esse comportamento.
NOTA: Palmas para mim por usar de forma correta o termo “literalmente”.
Por isso fico com três pés atrás quando vejo uma proposta como o evoMouse, que não é o mouse do Evo Morales o Zacarias do Mal. Mesmo assim a idéia é boa, veja só:
Será que isso fará sucesso onde o teclado não deu certo? O mundo portátil não depende de mouses. Notebooks contam com vários dispositivos de movimentação, seja trackball, trackpad ou clitóris, então não há realmente ganho.
Gamers nem chegarão perto.
Poooor outro lado, a possibilidade de gestos é bem atraente. Unificaria o Magic Trackpad da Apple com um mouse comum.
Se o preço ficar abaixo da barreira mágica de US$100,00 acho que é algo que vale a pena experimentar, até porque é essencial estar aberto (da cintura pra cima) para novas experiências. Eu odiava teclados virtuais, hoje prefiro o do iPhone a todos os outros de verdade exceto o do E71.
PS: Sim, a ponta dos dedos ficará imunda, faz parte.
Muhahahahahah!
Nikola Tesla foi um cientista do final do Século XIX pioneiro na popularização da eletricidade. Suas experiências com eletromagnetismo o transformaram em uma figura pública, ao ponto de ser o Lex Luthor de Thomas Edison, comparado a este em genialidade.
Ao contrário de DaVinci a maioria das invenções de Tesla funcionava, mas para sorte de Edison sua grande invenção, o Raio da Morte nunca foi finalizada. Seria um feixe de partículas de Mercúrio ou Tungstênio em estado líquido, acelerado a próximo da velocidade da luz por um poderoso campo magnético. Nas palavras dele, “uma superarma para acabar com todas as guerras”.
Entre as invenções que deram certo estão as bobinas Tesla, capazes de gerar altíssima voltagem e produzir descarga de plasma de grande beleza e poder.
Muito provavelmente elas contribuíram para a fama de cientista louco de Tesla.
Como contribuirá o hack do Kinect abaixo. Um cidadão uniu um conjunto de bobinas Tesla a um oscilador controlado por um notebook, que por sua vez mapeia um sujeito diante do Kinect.
Com simples gestos ele faz a eletricidade saltar das bobinas, em cena digna do Dr Evil.
Fonte: Neatorama

