“Do No Evil” my ass, Google controla Android com mão de ferro
Quando o Android surgiu um monte de freetards deu as mãos cantando Kumbayá, destilando as maravilhas do modelo Open Source e como ele é mais humano, mais gentil, mais bondoso, mas Odara do que o modelo da Apple ou da Microsoft.
A idéia era que os telefones seriam livres, que não sofreríamos mais nas mãos das operadoras e que não correríamos risco de espionagem ou de sermos abandonados sem upgrades.
Na prática os fabricantes obram e andam para atualizações, elas demoram uma eternidade e sequer saem para todos os aparelhos. Usuários precisam entrar na Justiça para conseguir um upgrade disponível em outros países.
Os Googletards, claro, distanciam a empresa disso tudo, defendem com unhas e dentes dizendo que ela não tem culpa do mau uso do Android, bla bla bla, whiskas sachê.
Agora com a briga judicial entre Google e Oracle veio à tona um documento onde fica explícita a posição da Empresa:
“Não desenvolva em aberto. Ao contrário, só torne o código-fonte disponível depois da inovação estar completa”.
“Dê acesso antecipado ao software para parceiros que constroem e distribuem dispositivos segundo nossas especificações (ex: Motorola e Verizon). Eles ganham uma vantagem não-contratual de tempo para chegar ao mercado e em retorno se alinham a nossos padrões.”
Quer dizer: Se você dançar conforme a música ganha acesso ao código-fonte do Android ANTES dos outros, Se for um fabricante que não tenha bala na agulha, ou que tenha idéias próprias de inovação, fique chupando dedo esperando o Google liberar os fontes, enquanto os Parceiros Oficiais ganham MESES de dianteira para debugar, otimizar e lançar seus aparelhos.
Isso difere das práticas de outras empresas? Nem um pouco, exceto que as outras não se escondem por trás de um pelotão de usuários iludidos por discursos de boas intenções e promessas falsas de Liberdade e Software Livre.
Fonte: FOSS Patents
Acelere seu Chrome, mesmo que o Google não queira
Quando a Microsoft anunciou o Internet Explorer 9, tinha um trunfo inquestionável: Ele já vinha com aceleração gráfica por hardware, usando recursos das placas 3D que boa parte dos computadores tem, mesmo que sejam aquelas melecas onboard de baixo custo.
Foi um investimento ousado, apostar em uma tecnologia “nova” como diferencial não é a cara da velha Microsoft, mas valeu. Nos demos o Explorer dava voltas em torno de tudo que a concorrência tinha. Os outros browsers faziam mimimi dizendo que a Microsoft não suportava HTML5 direito mas na parte que suportava ela dava show.
Aos poucos a coisa foi se equiparando. Safari passou a vir com aceleração por hardware, Opera, mesmo que não seja verdade os usuário dirão que tem aceleração por hardware desde 1975. O Firefox 18^π (ou seja lá qual a versão atual) suporta. Já o Chrome, não. Não oficialmente.
Microsoft e o DMCA saindo pela culatra
Estava eu alegre e serelepe –mentira, estava muito P da vida- tentando resolver um problema com o Windows. O Live Messenger travava horrores, ficava lento, comendo recursos e levava mais de 1 minuto para abrir uma janela. (nota: Resolvi indo no IE0, opções de rede, LAN e removendo a busca automatica por configurações)
A solução veio via São Google, mas eis que noto no final da página de resultados, uma estranha mensagem:
Uau, uma página de resultados para a busca “windows live messenger problem slow” foi removida, via DMCA, o Digital Millenium Copyright Act, legislação de 1996 que pega pesado com violações de propriedade intelectual.
Google Chrome e América do Sul: um caso de amor ou necessidade?
Durante muitos anos o Internet Explorer dominou sozinho o mercado de browsers. Vir embarcado no Windows, que por sua vez ocupa 90% ou mais dos computadores pessoais em todo o mundo era como tirar doce de uma criança cega. Mas como qualquer mercado onde a concorrência não existe, o browser parou no tempo e a Microsoft sofreu diversas punições pelo seu monopólio. Foi aí que o FireFox mostrou suas garras.
Google se dá mal ao permitir contrabando de drogas
A turma do logo colorido se deu bem mal por aceitar anúncios de produtos proibidos publicados por empresas estrangeiras nos Estados Unidos. Mais especificamente, o problema é que lá, como aqui e maior parte do mundo civilizado, é proibido comprar medicamentos do exterior sem receita.

Isso logicamente nunca parou os milhares, quiçá milhões, de combalidos cidadãos norte-americanos que cruzam a fronteira fisicamente todos os anos para trazer remédios baratos para casa. E também nunca garantiu que estes mesmos cidadãos comprassem seus medicamentos do país do norte pela internet.
Os vendedores canadenses, que não têm nada a ver com as leis dos sulinos, faturaram bilhões ao anunciar dentro dos Estados Unidos seus remédios mais baratos. Para tanto, eles faziam como qualquer ecommerce e usavam o Google Adwords.
Aparentemente, a empresa de buscas tentou durante anos bloquear os anúncios ilegais, como mostra este post do blog oficial de 2010, mas o Departamento de Justiça ianque não viu isso e tascou-lhes a multa igual pela incapacidade de evitar um crime.
Uma observação: é preciso muito esforço para burlar a segurança do AdWords, mesmo para o Brasil. Tente anunciar termos considerados médicos para ver por si mesmo.
Apesar o valor salgado, um pouco superior ao valor do passe do Neymar, esta não é a maior bolada já recebida por violações com drogas. A campeã é a Pfizer, com US$ 2,3 bilhões.
Um porta-voz imaginário do Google que não quis se identificar afirma que a empresa está seriamente comprometida a mudar isso no futuro próximo. Aguardemos.
Com informações do Paid Content.
Google Street View–Boto Edition
O Street View é uma das ferramentas mais fantásticas do Google, a idéia de poder ver a “cara” da rua é genial, fica muito mais fácil de se localizar em cidades estranhas, mas ele serve para mais coisas além de facilitar a vida de stalkers.
Agora está sendo usado para fotografar e mapear nada menos que o Rio Amazonas, Rio Negro e todos aqueles afluentes que fomos obrigados a decorar na escola, armazenados nos primeiros neurônios a sucumbir diante da 1a dose de tequila em nossas vidas.
O projeto é uma parceria com a ONG Fundação Amazonas Sustentável, envolve a coleta de imagens em alta definição dos rios, margens e até das comunidades, através do Triciclo do Google View. Note na imagem a ligeira gambiarra…

