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Google Currents: quase, mas não totalmente, inteiramente diferente do Flipboard

Por: em 30/12/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Google


 
A reação Macfag normal é desconsiderar o Google Currents como mais uma das versões kibadas do Flipboard, ignorando-o e mantendo a pureza racial do iPad, mas o que parecem imperfeições são na verdade diferenças de filosofia, e o Currents tem tudo para se tornar uma excelente aplicação nos tablets da vida, lado-a-lado com o Flipboard.
 
O Currents ainda está numa versão preliminar, então é preciso perdoar alguns erros básicos, como a falha na integração com o Google Reader, mas mesmo assim ele já atendem bem a necessidade que se propõe suprir.
 
A idéia aqui é um agregador de informação voltado para conteúdo, não quantidade. As fontes de informação são poucas mas de qualidade. O foco também difere do Flipboard, que essencialmente é um agregador de twitter com recursos para lidar com RSS. O Currents é um agregador de blogs e sites.
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Gameloft lança jogo de corrida para o Google+

Por: em 21/12/11 na(s) categoria(s): Games, Google, Web Games


GT Racing: Motor Academy

A Gameloft pode não ser a desenvolvedora favorita daqueles que gostam de jogos originais, mas os franceses conseguiram surpreender muita gente ao disponibilizar através do Google+ o bom jogo de corrida GT Racing: Motor Academy.

Rodando no Firefox ou Chrome, ele é apontado pelo estúdio como o primeiro jogo desenvolvido em HTML 5 com gráficos em 3D, oferecendo mais de 100 carros de 26 montadoras diferentes, incluindo por exemplo Audis, Nissans e Ferraris, além de permitir que jogadores do mundo inteiro se enfrentem em corridas multiplayer.

Lançado originalmente para dispositivos iOS e Android, no computador o jogo exige pelo menos um processador dual-core de 1.8GHz e uma placa de vídeo com 512MB, além de uma boa dose de paciência na primeira vez que formos jogar, já que uma grande quantidade de dados precisa ser previamente carregada e dependendo da sua conexão, isso pode demorar bastante.

Graficamente ele está muito bonito, mas a física é estranha e é claro que o título não consegue chegar perto de jogos como um Forza Motorsport ou Gran Turismo, mas estamos falando de algo gratuito (com microtransações) que roda direto do navegador e que pelo menos mostra que jogos bastante complexos via browser não estão longe de se tornar realidade.

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Firefox desvia da bala–fecha mais 3 anos de Paitrocínio com Google

Por: em 20/12/11 na(s) categoria(s): Google, Internet


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Não tá fácil pra ninguém. Depois de achar que o mundo seria maravilhoso pra sempre, colocar todos os ovos numa única cesta e descobrir que o Google –a empresa responsável por 85% de sua renda- estava desenvolvendo browser próprio, a Mozilla viu o mundo desabar.

Depois de anos de uma lucrativa parceria, com direito a publicidade gratuita no AdSense, pacotes e propaganda junto aos serviços Google tudo começou a minguar. No final de Novembro o acordo entre as empresas acabou e não parecia que seria renovado. Isso significaria o fim do Firefox.

Atirando pra todos os lados chegaram até a lançar uma versão de Firefox com o Bing como buscador principal. Provavelmente esse foi um dos catalisadores que fez o Google reagir, chamar o Firefox pra um papo, explicar que não era bem assim, que tinha entendido tudo errado.

O acordo foi renovado por mais três anos. O Google continuará sendo o buscador-padrão do Firefox, que por sua vez poderá morrer aos poucos em paz, recebendo seu dindim, enquanto o Chrome e o IE assumem sua antiga fatia de mercado.

A princípio não faz sentido. Qual a lógica do Google pagar para continuar aparecendo em um navegador em franca decadência cujo extermínio seria a princípio benéfico?

firefox

Bem, primeiro o Google vive de busca, não de browser. O Firefox, com 25% de share direciona um horror de tráfego para o Google. Cancelar o acordo poderia fazer com que –mesmo por vingança- o Firefox passasse a usar o Bing. O buscador da Microsoft já empatou com o Yahoo, hoje tem 3,61% do mercado, comparado com 91% do Google.

Dar de bandeja 25% dos navegadores para o Bing é tudo que o Google não quer. Isso colocaria na mão da Microsoft 66% das buscas via browser. Fora que os fãs do Firefox provavelmente reagiriam a um golpe mortal do Google migrando para o Bing, na estratégia “O inimigo de meu inimigo é meu amigo”.

Fonte: AT

Google quer fortalecer Chrome como plataforma de jogos

Por: em 12/12/11 na(s) categoria(s): Computadores, Games, Google, Indústria, Indústria


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A ideia de que os navegadores podem ser uma maneira de distribuir jogos não chega a ser uma novidade, com diversos títulos em Flash tendo feito bastante sucesso, emuladores rodando em Java e até redes sociais funcionando como plataforma para alguns games, porém, o Google está fazendo o possível para o Chrome ganhar mais espaço entre os amantes de jogos eletrônicos e a melhor maneira e fazer isso, claro, é oferecendo títulos de qualidade através de sua loja.

Para começar, há alguns dias a gigante de Mountain View começou a vender o Bastion, RPG indie desenvolvido pela Supergiant Games que conquistou muita gente na Xbox Live e PCs. Se você utiliza o navegador, basta acessar a página do jogo e adquirí-lo por US$ 15, ou se preferir, baixar a versão de demonstração gratuitamente. Um detalhe interessante é que a aventura pode ser salva em um computador e continuada em outro.

Permitir que games rodem direto do navegador só foi possível graças a tecnologia Native Client, recém lançada pelo Google e que para este jogo exige no mínimo um processador dual-core de 1.7 GHz e uma placa de vídeo com 512MB de memória e suporte a Shader Model 2.

E deixar o seu futuro ainda mais promissor, a empresa está fechando acordos com diversas produtoras e uma delas é a poderosa Square Enix, que anunciou uma versão do jogo Mini Ninjas para o navegador e através do seu CEO, Yoichi Wada, mostrou empolgação com as possibilidades abertas pela novidade:

Vamos começar esta nova era juntos. O Google Native Client será muito bem recebido em todo o mundo como uma tecnologia verdadeiramente inovadora para a indústria de IT, assim como a de jogos. É uma excelente solução para os jogos via browser.

Vale lembrar ainda que recentemente foi anunciado que o Chrome terá suporte a joysticks, câmeras e microfones sem a necessidade de plugins e através de sua loja já é possível encontrar uma razoável quantidade de jogos mais simples. No entanto a revolução parece estar apenas começando e se der certo, este seria apenas mais um prego no caixão dos consoles.

[via Escapist e Edge]

Mais serviços do Google descontinuados

Por: em 25/11/11 na(s) categoria(s): Google, Meio Bit


O Google anunciou mais uma série de produtos que serão eliminados. O Google Wave, que já estava planejado para ser encerrado (o Google inclusive já tinha parado o desenvolvimento de novas funcionalidades), ficará em modo de leitura (apenas) a partir do dia 31 de janeiro de 2012, e no dia 30 de abril ele será oficialmente encerrado (inclusive a ferramenta que permite a exportação dos dados também será encerrada).

Knol, que era uma tentativa de competir com a Wikipédia parece não ter dado muito certo (parece? não, não deu. O próprio Google passou a dar maior valor aos resultados da Wikipédia ao invés do Knol), a equipe de desenvolvimento inclusive está trabalhando com a Solvitor e a Crowd Favorite na criação da Annotum. O Knol ficará disponível apenas para consulta do início de Maio até o início de Outubro de 2012, e após esse período ele será oficialmente encerrado.

O Bookmark List (Lista de Favoritos) será encerrada já em 19 de dezembro de 2011 e permitia que o usuário compartilhasse favoritos com os seus amigos (uma dica: o Delicious voltou e agora sendo apoiado pelos fundadores do YouTube).

O Google Gears que permitia o uso de aplicativos no navegador mesmo estando offline. Terá fim no início de dezembro deste ano.

E um que era muito bem usado (e ainda é, nos bloggers da vida) e que será descontinuado no início de Março de 2012, será o Google Friends Connect que funciona de forma parecida com o Facebook Like Box. Em mais um esforço de migrar toda essa comunidade para o Google + e que inclusive foi sugerido no artigo do blog do Google, a implementação dos badges e aplicativos do Google Plus.

Sei que é comum muitas empresas terem alguns produtos cancelados. Mas ultimamente tenho visto uma infinidade de serviços do Google sendo cancelados para “simplificar” as coisas. O Knol, Gears, Bookmark List, por exemplo, podem ser facilmente justificados: falta de uso e de inovação. O Friends Connect, no entanto, era ainda é bastante utilizado (alguns blogs, por exemplo, possuem mais de 10.000 seguidores no Friends Connect e, no entanto, números bem menores no Facebook).

Talvez com essas novidades do Google +, a coisa fique melhor para o Google e para os que dependem das suas ferramentas. Mas ressalto, que eu ainda não concordo com o fim do Connect e nem com a ferramenta social do Google Reader.

Com informações do Google Blog.

App de Raio-X em Realidade Aumentada–Um fail com grande potencial


Moosejaw X-Ray App from Gary Wohlfeill on Vimeo.

Depois da linda aplicação de realidade aumentada da National Geographic agora é a vez dessa bobeirinha da Moosejaw, uma loja online de roupas, totalmente sem graça. No vídeo acima você vê a proposta: Um iPad, iPhone ou Android rodando a aplicação visualiza as páginas do catálogo da empresa, e quando passa por cima de alguma modelo vestida até as orelhas, exibe a mesma pose mas com a guria de lingerie.

Isso teria graça se catálogos não tivessem seção de lingerie, ou se fosse possível usar a aplicação em gente de verdade, igual aos óculos de Raio-X que anunciavam nos gibis.

selenaNa prática há poucas formas de ver os outros sem roupa que não envolvam vodca ou tequila, e mesmo o escândalo de anos atrás quando descobriu-se que as câmeras Sony com nightvision podiam ser enganadas e visualizar debaixo dos maiôs das japinhas se mostrou exagerado. Eu sei, eu tenho uma Sony com nightvision.

Um outro método que funciona mais ou menos envolve alterar os níveis de cor da imagem no Photoshop. É uma técnica interessante, usada em fóruns de celebridades e se baseia na idéia de que uma fotografia traz mais informação do que nossos olhos conseguem ver. São variações de tons muito próximas, causada por contornos e mudanças de cor no corpo debaixo da roupa da modelo.

Melhor: essas variações podem ser intensificadas digitalmente. Um bom exemplo (e tutorial) é este vídeo aqui, mas cuidado, é NSFW, seu chefe não vai gostar, mesmo que você o esteja assistindo em nome da Ciência!

Não é nada difícil escrever uma aplicação de celular que manipule tons, cores e contraste em tempo real, em busca do mesmo efeito de transparência.

Prevejo que uma aplicação assim surgirá (se é que já não existe) no Japão.

Aí entra a grande questão: Sua privacidade vai além do espectro visível? Quem compra uma foto tem direito a todos os pixels? A imagem acima, da bonitinha Selena Gomez é perfeitamente legítima, correta e honesta, mas após a devida manipulação de níveis de cores ela mostra aquilo que só o Justin Bieber teria visto se não tivesse fechado os olhos e gritado “xô bicho feio!”.

Não estamos falando de fakes, mas de intensificar informação existente na imagem. Qual o limite, já que essa técnica cai na área de tratamento de imagem?

A tecnologia que soluciona problemas também os cria, e hoje só a falta de tempo ou vontade impede alguém de criar uma App que deixaria a maioria das convidadas em uma festa nuas com a mão no bolso.

Será possível impedir que alguém manipule os fótons que você reflete? Até onde vai o direito de imagem, se for para “consumo próprio”?