Tethering entre a sua câmera e o iPad
Alguns lançamentos atraem toda um horda de haters e não consigo pensar em um dos mais recentes que não seja o iPad.
Mas como dizia minha avó, inteligência e curiosidade geram conhecimento — e conhecimento nunca será o bastante. Para quem é afim de explorar novas maneiras de usar as mesmas coisas, o pessoal do FStoppers.com publicou um material bastante interessante envolvendo a sua câmera e o iPad.
Posso dizer sem susto que o FStoppers é um site que sigo praticamente todo dia. Trata-se de um grupo liderado por Lee Morris que reúne publicações autorais sobre o back-stage do mundo mais profissional de fotografia. Então, fica aqui a dica para um cliquezinho por lá se o assunto tiver algum apelo para você.
O tema: transmitir informações da sua câmera direto para o seu iPad, sem fio, na hora. Como? Continue lendo »
Smart Twitter filtra ruído do Twitter no Facebook
Manter o perfil no Twitter atualizado é um grande desafio para uns. Manter perfis no Twitter e no Facebook, é impossível para muitos. Para facilitar as coisas, muita gente conecta o Twitter ao Facebook, mandando para a rede social tudo que é publicado no microblog, sem distinção.
Essa prática é abominada por muita gente, devido ao excesso de ruído e mensagens que, fora de contexto, não têm sigifnicado, que o Twitter gera. Afinal, uma reply perdida nas suas atualizações do Facebook diz muito pouco — ou nada.
Gravando o áudio do PC
Domingão… programando drivers para GNU/Linux®… toca o telefone. Quem será? E, mais importante: por que, afinal de contas, ainda não coloquei “ringtones” diferentes para cada um dos meus contatos mais próximos?
Como sou um sujeito nostálgico, resolvi que toda vez que meu irmão me ligasse, meu Android tocaria a música do jogo “Venom Strikes Back”, do saudoso MSX. Achar a música foi fácil, graças ao trabalho do RicBit.
Gravar a música do YouTube (atenção para esta parte, salsas) sem a instalação de nenhum aplicativo, também parecia simples. O Windows 7 tem um gravador de som, não tem? Seleciono a fonte de áudio como a placa interna e não o microfone, inicio o gravador, inicio o vídeo do YouTube, espero o final da música, paro o gravador, exporto a música. Simples, não é? Deveria ser… Continue lendo »
ZOMF: sincronia entre Symbian e PC via WiFi
Seria o Symbian um sistema injustiçado? Não quero entrar no mérito, apenas faço um pequeno relato pessoal: abandonei um Android novo em prol de um Symbian idoso. E, nesse retorno, aproveitei o embalo da “destroca” para me aventurar na Ovi Store, que continua limitadíssima no que toca à oferta de aplicativos, continua sem oferecer os pagos em solo brasileiro, e continua pouco amigável. Ah sim: também continua guardando algumas surpresas agradáveis.
É raro encontrar aplicativos com cinco estrelas, por isso, enquanto passeava pelas páginas da loja, me chamou a atenção o ZOMF, um desses raros exemplares perfeitos, segundo quem testou. Não chega a tanto, mas surpreende: ele permite sincronizar arquivos com um PC via rede sem fio!
Já vi (e uso) no Zune HD, o que, por tabela, nos faz pensar que o mesmo recurso estará disponível para o Windows Phone 7. O ZOMF é multiplataforma, conversa com smartphones Symbian, BlackBerry, Android e até Windows Mobile. Em desktops, só Windows. Continue lendo »
Medibuntu deixa o Ubuntu pronto para vídeos e músicas
Lançado no último domingo (10/10/10), o Ubuntu 10.10, codinome Maverick Meerkat, chegou com novidades bacanas, como a belíssima nova fonte padrão, novo programa de gerenciamento de imagens e melhorias drásticas na interface para netbooks.
Infelizmente, uma coisa não mudou: a compatibilidade com CODECs e DVDs na instalação padrão. Mas o que poderia ser um problemão para usuários de primeira viagem é remediado com algumas linhas no terminal referenciando o Medibuntu, abreviação para “Multimedia, Entertainment and Distractions in Ubuntu”, famoso repositório de programas e arquivos que, por motivos de licença, não são incluídos na imagem oficial da distribuição. Continue lendo »
Carregando o Bilhete Único pela internet
Muita gente não sabe e sofre nas filas para carregar o Bilhete Único (o paulistano, não o homônimo campineiro ou fluminense), mas ele também pode ser carregado pela internet.
É bastante simples, basta entrar na loja virtual da SPTrans e fazer um cadastro. Depois, toda vez que carregar é preciso ou digitar um número que aparece no verso do cartão (o caso do cartão “normal”) ou RG e data de nascimento (caso do cartão de estudante ou professor).
Depois, você escolhe o valor a ser carregado, que será acrescido de uma taxa de R$ 1,50 pelo serviço.
O maior incômodo é ter que digitar o código do boleto no site do banco — não há outra forma de pagamento disponível. Seria bem mais cômodo se ele desse a opção de ir diretamente para o Internet Banking, como outros sites fazem. Outro problema do boleto é que ele demora mais para que o pagamento seja verificado; ao invés de liberar os créditos na hora, existe uma espera de cerca de 12 horas entre o pedido e a liberação do valor.
E como o Bilhete Único não funciona de forma online (ainda bem!), você ainda precisa, de fato, carregar o cartão.

Máquina para carregar o Bilhete Único. Antigamente, servia apenas para o "Vale Transporte"
Para isso, basta colocar seu cartão em uma dessas máquinas “amarelinhas” que estão presentes em quase todas as estações de Metrô/trem e terminais de ônibus. Colocando o cartão, a máquina irá conectar ao sistema da SPTrans e finalmente carregar o cartão.
Comigo, todo esse processo (colocar o cartão, esperar a conexão e a recarga do cartão) nunca demorou mais que 15 segundos.
Não é a melhor opção quando você está com o cartão zerado e precisa de créditos imediatamente, mas se você costuma carregá-lo com antecedência, pode valer a pena.

