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Resenha: “The World According to Twitter”, de David Pogue

Por: em 17/09/09 na(s) categoria(s): Dicas, Internet, Miscelâneas


Há quem diga que o Twitter veio para substituir os blogs. Outros crêem que blogs e tweets se complementam, afinal que link bacana iremos retweetar se os blogs não existirem? Fato é que na imensa maioria das entradas, sejam em blogs ou contas do Twitter, o conteúdo é completamente inútil.

Imagino que foi pensando nesse dado completamente chutado e aleatório, mas que pode ser observado de perto por qualquer um que twite com uma certa freqüência, que David Pogue resolveu usar a ferramenta e a imaginação de seus quase 1 milhão de seguidores para criar algo ao mesmo tempo engraçado e até mesmo útil.

Recentemente, o autor publicou The World According to Twitter, onde registra 2524 replies recebidos em resposta a uma série de perguntas que fez aos twiteiros na rede social, e que foram selecionados e compilados em livro.

Pogue teve a idéia durante uma palestra em Las Vegas. Para demonstrar como o Twitter funciona, ele twittou que precisava de uma cura para soluços e rapidamente obteve centenas de respostas de seus seguidores. Diferente de qualquer outro serviço online, no Twitter as reações são imediatas.

Abaixo, uma amostrinha do conteúdo presente no mais recente livro de David Pogue:

Qual o seu plano para salvar os jornais americanos?

- Banir o papel higiênico. – @disser

- 80 páginas de Sudoku – @pjpaul

- Acabar com a internet. Alguém faz idéia de onde ela fica? – @simonmcd

Redefina uma palavra existente com um trocadilho

- Algoritmo: Uma invenção da esposa do Al Gore pra tocar baixo no Guitar Hero. – @JimF

- Universo: música onde a mesma letra é cantada repetidamente. – @cmumathwhiz

Você sabe que a lua de mel acabou quando…

- …ambos param de raspar os pêlos. – @passepartout

- …Três palavras: Porta do banheiro aberta. – @Stefaniya

Adicione uma palavra em um nome famoso e defina

- White House, MD: um governo que consegue resolver qualquer problema em uma hora. E faz isso de novo na semana seguinte! – @lizardrebel

O livro é uma daquelas leituras leves e descompromissadas, com alguns tweets de histórias reais de pessoas reais compartilhando um pouco de seus momentos constrangedores, engraçados e heróicos. Outros são dicas práticas, invencionices e referências da cultura popular disseminadas na web.

Ao contrário de outros livros sobre o Twitter, The World According to Twitter não busca definir, dar dicas ou contar a história do serviço. É somente um apanhado descompromissado do conteúdo produzido nele – o que é muito mais divertido!

Agradecimentos à minha amiga Tássia (@tassiadesign), que teve seu tweet publicado, ganhou uma cópia autografada, e gentilmente me emprestou o livro para esta resenha.

Destruindo a produtividade: Constellation

Por: em 14/09/09 na(s) categoria(s): Análises, Dicas, Download, Games


Sou viciado em jogos casuais pelo mesmo motivo que a maioria das pessoas que gosta do gênero: a falta de tempo para jogar coisas mais “pesadas”. Por mais contraditório que pareça, acabo me viciando nessas pequenas maravilhas e passando horas a fio tentando desvendar seus mistérios.

O último que apareceu aqui no micro foi uma criação em Adobe Director de Matthew Woods, da Paper Dragon Games, com uma mecânica extremamente simples, mas nem por isso menos interessante: Constellation.

Untitled Uma mistura de “Konquest”, “Kstars” e “Othello” seria a forma mais simplificada e direta de descrever essa pequena jóia do entretenimento digital. Basicamente, é preciso dominar o maior número possível de planetas, aumentando sua área de “influência” antes que os oponentes o façam.

Por um registro de US$ 6,00 é possível jogar com mais dois oponentes e liberar “planetas especiais”. Só uma dica: não instale no micro do trabalho…

Desbravando Computadores Ultra-Portáteis e Netbooks: CPUs Intel


Vamos começar pela Intel, que atualmente oferece o maior leque de opções. Praticamente todos os grandes fabricantes possuem um ultra-portátil ou netbook com Atom ou um variante de baixa tensão (voltagem) e Thermal Design Power (TDP).

Há uma divisão entre a arquitetura mobile Ultra-Low Voltage (ULV) de processadores já conhecidos como o Pentium e o novo Atom e ainda esse ano uma nova linha de Consumer Ultra-Low Voltage (CULV) será lançada para baratear os custos para consumidores que desejam um netbook com performance de notebook.

Quem procura por máquinas desse tipo, como já disse no post passado, precisa de autonomia. Não faria sentido em pleno 2009 comprar um computador que não tenha uma CPU com a técnica de fabricação de 45nm, o Penryn. A ilustração abaixo é um guia rápido para escolher uma CPU Intel:

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A imagem mostra as 5 famílias de CPUs voltadas para baixo consumo de energia. Todas compartilham arquitetura semelhante, exceto o Atom.

Atom

É uma família de processadores com arquitetura nova e simplificada com apenas 47 milhões de transístores. Baixo desempenho e baixo consumo voltado principalmente para e-mail, internet, bate papo (chat), Tweeter, ouvir música, assistir vídeos em resolução normal e jogos casuais, etc. Nem pense em fazer conversão de vídeo, mas pequenas correções nas fotos de família, tudo bem.

Se você pensar em DirectX, ele já não serve mais. Para uma análise completa sobre o desempenho, há um bom artigo no TomsHardware (clique na imagem):

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Há uma quantidade enorme de chips disponíveis porque há uma enorme variedade de aplicações e dispositivos no mercado e a Intel tenta atender a todos. Existem 4 linhagens de Atoms, Z500, 200, Z200 e 300 com opções de embarcados, 32-bits ou 64-bits e clock que começa em 800 MHz e vai até 2 GHz.

Todos eles possuem suporte ao HyperThreading com exceção do Z510. O retorno dessa tecnologia se deve principalmente a arquitetura, na qual a Intel removeu a funcionalidade de Execução Especulativa (Speculative Execution), ou seja, ele faz todo o seu processamento em série, ou seja, a execução fora de ordem que permite o “paralelismo” dentro do pipeline foi retirado porque consome muita energia.

Além disso, o único que possui 2 núcleos físicos é o modelo 330, justificando o TDP de 8 watts. A maioria dos netbooks está equipada com o Atom N270, de 1.60 GHz, FSB 533 MHz, 1 núcleo e TDP de 2.5 watts. Para outros modelos e mais detalhes consulte a tabela abaixo, também disponível no website da Intel (clique na imagem):

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Ultra-Low Voltage

É aqui que mora o maior perigo. Como a empresa resolveu lançar versões ULV de cada família, temos hoje Celeron, Pentium, Core 2 Solo e Core 2 Duo em versões Ultra-Low Voltage (tensão ultra-baixa).

Segundo a página da Intel, o Celeron possui 410 milhões de transístores e obviamente possui um desempenho considerável se comparado ao Atom, já que ele é uma CPU completa, modificada para dissipar pouco calor e preservar a carga da bateria.

acer-1410-blue-heroA escolha entre esses processadores está relacionada ao que você, consumidor, deseja e seu orçamento. Não encontrei um netbook por menos de 450 dólares com esses chips, mas a Acer lançou o Acer Aspire AS1410 com tela de 11.6” e custa na Amazon US$ 450,00 e está equipado com nada menos que um Core 2 Solo ULV SU3500, 2 GB de RAM e 250 GB de HD. Ele é um “netnote”, está no meio da batalha. Se você precisa de mais desempenho a custo razoável e baixo consumo, comece procurando por modelos semelhantes.

O modelo que eu citei está na imagem acima tem 6 horas de autonomia de acordo com a Amazon e 8 horas de acordo com a Acer. Como a bateria tem 6 células e 4400 mAh, eu acredito mais na Amazon. Se alguém souber de uma bateria com 5000 mAh ou maior que caiba nessa belezura, avise nos comentários!

A Intel encomendou vários benchmarks SPEC CPU CINT2006 para alguns produtos da Acer com processadores diferentes. Isso fornece uma informação valiosa de performance relativa entre as CPUs ULV. A página onde encontrei os resultados abaixo foi http://www.spec.org/cpu2006/results/res2009q2/. Existem dados desde 2006.

Os testes feitos em um Acer Aspire 3810T e 3410T:

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Como esses números não significam muito se não houver algo para comparar, as notas de algumas CPUs usadas em desktops:
AMD Athlon 64 2100 – 5.74
AMD Athlon 64 X2 3000 – 14.1
Intel Core 2 Duo E4300 – 11.4

Eu não sei quanto a vocês, mas o meu perfil de uso está mais próximo de uma máquina com o desempenho próximo de um Core 2 Duo E4300 ou Athlon 64 X2 3000.

Conclusão

Se você precisa comprar um computador hoje e precisa de algo acima de um iPhone ou PDA, a linha Atom pode atender. O conforto de um teclado completo e tela grande pode ser usado como computador secundário leve para carregar em viagens, eventos, faculdade, trabalho e até na fila do banco.

Mas se você quer jogar games que usam versões antigas do DirectX ou OpenGL, vai editar som ou vídeo e transformar o computador como escritório móvel de campo com autonomia considere as opções ULV que existem atualmente. Se puder esperar até 2010, toda uma nova linha de processadores mais baratos forçará uma queda nos preços de notebooks ultra-portáteis e teremos mais opções dentro da faixa de preço inferior a 800 dólares. Os preços no Brasil variam demais para fazer qualquer previsão sobre o mercado nacional.

Fonte: http://ark.intel.com/

Desbravando Computadores Ultra-Portáteis e Netbooks – Introdução

Por: em 07/09/09 na(s) categoria(s): Artigo, Destaque, Dicas, Hardware, Indústria


O mercado de computação portátil está uma uma bagunça e o consumidor mal informado com certeza vai levar gato por lebre. Antigamente, havia a versão desktop e outra para laptop das famílias dos dois principais fabricantes, AMD e Intel.

Com o surgimento dos Netbooks ou Subnotebooks, os fabricantes correram para competir nesse mercado popularizado principalmente pelo conceito do XO  e pelo sucesso comercial do Asus Eee. A sopa de letras e opções que misturam novos produtos e conceitos com as linhagens antigas de baixa tensão (voltagem) e consumo, confundem ainda mais. Intel Atom, AMD Athlon/Turion Neo e o Via Nano estão entre as opções com diversas configurações e modelos.

 Via Nano

O mais complicado é que as linhas de produtos estão confusas e custo/benefício nebuloso e nem sempre vantajoso para o consumidor. Vamos desbravar o território numa série de artigos.

Passo 1: Objetivo de Uso

Não se espera usar um telefone celular para digitar longas planilhas, editar imagens, blogar usando um teclado T9. Então, defina bem o que você vai fazer com o novo equipamento para saber se ele realmente atende.

Ninguém compra um computador nessa categoria para procurar uma tomada a cada duas horas. Uma visita do Cardoso foi fácil observar como um power user desses equipamentos trabalha: carrega a bateria, usa sem tomada até sobrar uns 20-30 min de carga e repete.

Passo 2: Ordenar Restrições

Orçamento, dimensões, peso, longevidade de bateria são os principais aspectos e não há uma ordem específica pois depende de cada objetivo. Por exemplo, para quem viaja muito e pode passar longas horas em trânsito a autonomia torna-se o fator número 1 e a diferença entre 4 e 7 horas de uso contínuo é enorme.

Por exemplo, no meu caso, a principal restrição é longevidade de bateria e em seguida por performance. Eu sou um power user e gamer. Os meus jogos casuais são os encontrados no www.gog.com.

Passo 3: Decisões e Informações Técnicas

E aqui começou o pesadelo e passei muitas horas pesquisando para descobrir e comparar os dados e o termo de maior importância chama-se TDP, acrônimo de Thermal Design Power. A escolha correta pode ser uma máquina que possui longa duração de bateria e performance suficiente para atender os objetivos.

Fabricantes e Plataformas

Intel Atom 

As plataformas estavam relativamente definidas até esse ano: baixa performance, baixo consumo, colocado como um equipamento acima de um PDA/Smartphone, bem abaixo de um notebook.

Então os consumidores ditaram mais uma segmentação ao comprar e devolver muitos equipamentos por decepção. São pessoas que esperavam comprar um notebook pequeno, barato, com longa duração de bateria e performance reduzida, mas não um subnotebook com metade da performance de um AMD Sempron.

A AMD respondeu com o Yukon e a Intel que já fornecia uma linha de CPUs Ultra-Low Voltage vai lançar ainda mais opções, mais baratos, chamados de Consumer Ultra-Low Voltage. Esbarrei em um artigo do Ars Technica sobre a nova linha de CPUs da Intel que vale a leitura e mostra como o mercado vai ter opções, MUITAS opções.

A Intel lidera o mercado, mas a AMD e Via ainda estão no páreo. Considerando que as pessoas que possuem notebooks compram uma segunda máquina menos poderosa e o preço atrativo inclui novos consumidores, são bilhões de dólares em vendas que não poderiam ser ignorados.

Windows 7 avisa: é hora de trocar a bateria

Por: em 05/09/09 na(s) categoria(s): Dicas, Hardware


discutimos algumas vezes sobre a “vida útil” das baterias de notebooks. Hoje, ao ligar o portátil, o Windows 7 mostrou um “X” vermelho no canto direito da barra de tarefas, com o singelo aviso “Consider Replacing your battery”.

windows7batterywarning

Minha primeira preocupação foi com as baterias explosivas que, mesmo não sendo notícia, continuam por aí. Mas como a temperatura da carcaça estava normal e tampouco havia algum cheiro estranho pelo ar, era bem possível que o problema fosse mesmo a capacidade de carga. Para tirar a dúvida, há um “passo-a-passo” simples:

1) Abra o “prompt” de comando com permissões de Administrador (vá em “Iniciar”, digite “cmd” e clique com o botão direito sobre o programa, escolhendo a opção “Executar como Administrador”);

2) Já no “prompt”, digite: “powercfg –energy” e aguarde. Depois de um diagnóstico de 60 segundos, um arquivo contendo o relatório estará no diretório atual. Como é formatado em HTML, basta visualizá-lo com o Internet Explorer ou Opera.

O relatório completo vale a leitura, mas a parte que nos interessa é a seguinte:

relatoriobateria1Ou seja: a bateria, atualmente, retém menos de 40% da carga original. De certa forma, foi um alívio, já que esse “problema” é comum, conhecido e, infelizmente, insolúvel, carecterístico da tecnologia de “Íons de Lítio”.

Como não pretendo trocar a bateria por estes dias e o tal “X” vermelho (intermitente!) incomoda, a solução é desativá-lo. Abra o gerenciador de dispositivos (Iniciar –> Painel de Controle –> Hardware e Som –> Gerenciador de Dispositivos), expanda a opção “Baterias”, clique com o botão direito sobre a opção “Método de Controle Compatível com ACPI Microsoft” (ou algo assim, já que a versão do Windows 7 é a Beta, em inglês) e desative-a.

É um paliativo, mas vai servir por enquanto.

Os primeiros 90 dias numa empresa de TI

Por: em 01/09/09 na(s) categoria(s): Artigo, Destaque, Dicas, Miscelâneas


Habilidade que ninguém ensina na escola ou na faculdade e a grande maioria sofre: os primeiros 90 dias em um novo emprego/estágio/trabalho na área de tecnologia. Uma empresa é também uma enorme rede social: política, relacionamento, fofocas, alianças, inveja, sexo, traição, pegação, humor e várias outras coisas acontecem, tudo ao mesmo tempo.

A ideia desse post começou com alguns quarks de post no Tweeter.

Então sem demoras, algumas dicas para você sobreviver nos primeiros 90 dias. E lembre-se que não são regras, apenas sugestões. Conselho eu vendo, um dia. ;-)

1. Seu gerente não é seu amigo

Para que você se sinta em casa, normalmente os gerentes, coordenadores, líderes adotam uma postura informal com quem é novato. Eles podem, você, não.  Por mais que digam para baterem na porta a hora que quiser, interromper quando necessário, matenha a postura de ambiente de trabalho. Chamar o diretor da empresa para beber uma cerveja na hora do almoço na primeira semana não é a melhor forma de mostrar que é um bom profissional.

Brincadeiras e bom humor fazem parte, mas existe hora certa para tudo.

2. Ninguém é seu amiguinho de colégio

No começo, existem colegas. Apenas o tempo dirá se essas pessoas podem virar amigos ou não. Algumas pessoas acham que para serem aceitas precisam contar tudo sobre a vida delas. Ouça mais do que opine. Conheça as pessoas primeiro, pois você vai apoiar e ser apoiado por eles. Não azede o relacionamento logo no começo com problemas pessoais. Conquiste a confiança dos colegas e eventualmente você terá amigos.

3. Adapte-se!

Você pode influenciar mudanças, trazer experiências e ideias novas, mas não force a barra. Lembre-se que as pessoas não gostam de mudanças. Conheça a empresa, a cultura, adapte-se, conquiste aliados e “venda” a sua ideia. Se não der certo, reagrupe e tente outra abordagem.

4. O gerente do meu gerente, é meu gerente também

Não. Se você está numa empresa altamente hierarquizada, primeiro você conversa com o seu superior imediato e depois você fala com o picão. Quem vai avaliar você é a pessoa mais próxima do dia a dia. Isso pode ter uma atitude muito negativa entre colegas e passa uma imagem de pessoa que não sabe ou não quer trabalhar em equipe.

5. Team Player: Odeio fulano!

Faz parte. No ambiente de trabalho, você vai ter que lidar com indesejáveis. Brigar e discutir não ajuda em nada, mesmo que você esteja certo. Quem levantar a voz primeiro, perdeu a argumentação.

Atacar a pessoa numa reunião por achar ele ou ela um babaca não é atitude profissional. Atacar ideias sem apresentar outras melhores, pior ainda. Aprender a lidar com pessoas é complicado e não adianta se esconder atrás dos computadores e dizer que só quer saber da tecnologia.

6. Foco nas tarefas e no projeto

Na Alemanha, considera-se um dia 100% produtivo quando uma pessoa passa 6 horas de uma jornada de 8 horas trabalhando no avanço de um projeto. Quando sua atenção desviar, lembre-se que existem tarefas e um projeto carentes de atenção.

Esse post é dedicado aos que pediram um post além do quark.