Palm Pre deve ser mesmo lançado em junho
Segundo informações do New York Times, o Palm Pre deve ser lançado nos Estados Unidos com exclusividade pela operadora Sprint Nextel na primeira semana de junho.
A chegada do Palm Pre é cercada por uma enorme expectativa, até porque este celular pode significar a redenção da Palm, que teve um prejuízo de US$ 98 milhões no primeiro trimestre deste ano.

No entanto a porta-voz da Palm, Lynn Fox, tentou diminuir a importância do Pre dizendo que ele é apenas o primeiro aparelho a ser lançado com o novo sistema WebOS, e afirmando que não representa uma aposta no futuro da empresa.
Além do Palm Pre, devemos ter em breve o lançamento de uma nova versão do iPhone e de vários celulares com o sistema Android do Google. Ainda é cedo para apontar um vencedor nesta briga, mas o grande beneficiado parece ser mesmo o consumidor final, que terá excelentes opções para escolher o seu celular.
Via Engadget e New York Times.
Jornal: As notícias de sua morte foram um tanto exageradas?
Os jornais não estão perdendo espaço para a mídia online por ser um veículo chato feio e bobo ou manchar os dedos. A culpa é da exigência de instantaneidade do leitor moderno. Em uma entrevista com um figurão da mídia impressa dos EUA, Stephen Colbert puxou seu iPhone e disse: “Eu posso saber a temperatura agora na cidade, o New York Times faz isso?”
Por mais que a notícia no jornal seja estudada, detalhada, trabalhada, ela é por natureza velha. O TWITTER vai anunciar o Fim do Mundo, o Estadão não. No dia seguinte quando abrimos o jornal vemos muita coisa irrelevante E velha, o conteúdo aprofundado não é suficiente para manter o leitor.
Então, como combater isso? Com sites? Ninguém paga para ler nada em sites, muito menos notícias. E ficar na frente do computador? Se for pra abrir laptop na rua, vamos ler o MeioBit, não a Folha.
A saída seria um meio eletrônico de ler notícias, com a facilidade do jornal mas com a instantaneidade dos sites. Algo que não coma bateria desesperadamente, de preferência.
Isso foi resolvido na mídia livro com o Amazon Kindle, aquele negócio feio mas com tela de E-Ink®, que não cansa no olho, não consome energia (exceto quando mudando de página), 800×600, 166dpi, 2GB de memória e 3G, puxando livros direto da biblioteca da Amazon,a um custo bem em conta.
Agora uma conferência de imprensa quarta-feira irá revelar um NOVO Kindle, com tela maior (provavelmente bem maior) e um dos participantes de apresentação, além de Jeb Bezos, Mr Amazon, é Arthur Sulzberger, publisher do New York Times.
Já existe uma versão do Times para o Kindle. Custa US$14,00 por mês, vem sem fotos coloridas (o kindle é preto-e-branco) só tem uma atualização por dia e mesmo assim um número razoável de pessoas assina.
Imaginem um dispositivo com tela bem maior, atualizações constantes e -quem sabe?- cor.
Se conseguirem unir a credibilidade e profundidade de conteúdo da mídia impressa, a agilidade da mídia online e um modelo de receita real, de assinaturas, pode ser a Segunda Grande Chance pros jornais, e acreditem, revistas seguirão a onda.
Levando-se em conta a quantidade de gibis que tenho em casa, poder ter tudo em um dispositivo só pagando o mesmo (ou até um pouco menos) do que o pago por uma versão em papel seria no mínimo excelente.
Sem contar que ninguém falou que a publicidade na versão eletrônica precisa ser estática. Pensem só, anúncios dinâmicos e com prazo de validade.
A Amazon conseguirá? Descubra quarta-feira, neste mesmo bat-blog.
Fonte: Engadget
Lançamento do Nokia 5800 Comes With Music no Brasil
Nesta terça-feira estive em São Paulo para o evento de apresentação para a imprensa do novo Nokia 5800 e seu serviço Comes with Music, e tive a oportunidade de testar tanto o aparelho quanto o download de músicas. Ao comprar um Nokia 5800, você ganha 1 ano de acesso a até 3,6 milhões de músicas que você pode baixar para o seu celular ou computador sem qualquer custo.
Ao final do ano, todos os arquivos que você conseguir baixar são seus, algo muito interessante para qualquer pessoa que realmente goste de música. É bom deixar claro que as faixas tem uma proteção DRM e não podem ser transferidas para outros celulares e computador, mas você sempre tem o velho recurso de gravar um CD e converter para MP3.
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O Brasil mostrou que está com muita moral com a Nokia, porque nosso país foi o sexto do mundo e o primeiro país das Américas no lançamento do Comes with Music, passando na frente até mesmo dos Estados Unidos. Já faz um tempo que a Nokia está apostando tudo na paixão das pessoas pela música para tentar superar seus concorrentes, e a empresa vem fazendo um grande esforço com as gravadoras para viabilizar o serviço Comes With Music.
O resultado são acordos com as quatro maiores gravadoras do mundo e com uma grande quantidade de selos independentes. A Nokia sabe que a inclusão de artistas locais no repertório era essencial para o serviço dar certo no Brasil, e incluiu no catálogo vários selos como Tratore, Som Livre e Deckdisc, entre outros. Segundo Almir Narcizo, presidente da Nokia do Brasil, até mesmo gêneros como sertanejo e forró estão na lista.
Para mostrar a importância que o evento teve para a Nokia, tivemos a presença ilustre e simpática de Liz Schimel, vice-presidente mundial de música da Nokia. Ela é responsável pela Nokia Music Store e pelo Comes With Music, e trabalhou na Comcast, AT&T Wireless e BMG antes de se juntar a Nokia. Na AT&T, Liz conseguiu disseminar o uso de mensagens SMS na campanha da primeira temporada do American Idol.
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O primeiro touchscreen da Nokia chega ao Brasil com a marca de 3 milhões de unidades vendidas lá fora desde o seu lançamento no final do ano passado. Ele tem GPS com uma licença para o Nokia Mapas, conectividade 3G e Wi-Fi. A tela de 3.2” pode ser usada com os dedos ou com uma stylus que mais parece uma palheta de guitarra e acompanha o aparelho. A câmera de 3.2 megapixels tem uma lente Carl Zeiss, e também grava vídeos que você pode enviar para o YouTube ou para o serviço de vídeos da operadora.
Você pode gravar as músicas do Comes With Music no cartão de 8GB que vem com o Nokia 5800, e como o foco deste celular é música, ele tem caixas de som estéreo com uma ótima qualidade de som que pude comprovar pessoalmente e o essencial plug de 3.5 mm para você usar os fones de ouvido que preferir. Além do Nokia 5800 Comes With Music, também pude testar os novos fones de ouvido Nokia WH-600 e Nokia BH-504, e as caixas estéreo sem fio Nokia MD-7W, todos companheiros perfeitos para o Nokia 5800. Aguarde um review completo assim que recebermos os aparelhos para testes.
No final do encontro perguntei a Liz e Almir o que acontece quando vencerem os 12 meses do contrato, e acabei ouvindo o que temia, não existe a opção de renovar mesmo que você queira pagar, e para manter o serviço só mesmo comprando outro aparelho com a licença do Comes With Music. No segundo semestre devem ser lançados no Brasil outros aparelhos com o serviço Comes With Music.
A Tim está lançando o Nokia 5800 Comes With Music com uma exclusividade de 5 semanas, e oferece um pacote de dados ilimitado gratuito durante os dois primeiros meses. O Nokia 5800 Comes With Music vem com acesso a TIM TV, com vários canais como MTV Brasil, CNN e Cartoon Network, entre outros. O aparelho sai por R$ 399 com um plano de R$ 120 e mais R$ 49 do pacote de dados, ou então R$ 1.799 nas lojas da Nokia.
Se você fizer as contas, verá que está gastando um bom dinheiro neste celular, mas o serviço Comes With Music pode compensar o gasto, dependendo da sua disposição para baixar tantas músicas. É bom lembrar que a Nokia repassa os royalties para as gravadoras pagarem seus artistas por cada música baixada no Comes With Music. Se você gosta de ouvir música de qualidade, deve saber a importância de ajudar os seus artistas, e por mais que eles recebam bem menos do que deveriam de suas gravadoras, pelo menos recebem alguma coisa, algo que pode ser um bom incentivo para entrar no estúdio e gravar outro disco. Esta história que o artista precisa viver apenas com o que ganha fazendo shows não passa de pura hipocrisia, pelo menos na minha opinião.
O Nokia 5800 é um excelente celular e o Comes With Music é um serviço revolucionário, mas vamos aguardar para ver como vai ser a sua aceitação do produto aqui no Brasil. Eu realmente gostei muito da proposta do Comes With Music mas faço parte do público alvo, afinal adoro ouvir música, tenho milhares de CDs na estante e raramente deixo de comprar os novos álbuns das bandas e artistas que eu mais gosto. Apesar de continuar detestando todo e qualquer tipo de DRM, entendo a razão pelo qual ele está sendo utilizado neste caso.
Download pirata: Aqui se faz, aqui se paga
Eu defendo que o sujeito que compra um DVD pirata não tem moral nenhuma de reclamar se ao invés de Tropa de Elite 4 vier uma sex tape do Morróida, e que baixar o filme do Wolverine para descobrir que era o 2Girls1Cup versão full, bem… faz parte.
Algumas vezes entretanto tenho que reconhecer que o karma foi exagerado. Como no caso de um sujeito que se identificou como “Alberto”. Em uma viagem para o México, resolveu fazer uma graça para o sobrinho e baixar WALL-E.
Como diz o Batman, toda boa ação tem sempre uma punição, e a graça do Alberto gerou uma fatura de US$62 mil em roaming de dados internacional.

Isso mesmo. Nem que a MPAA, RIAA, KAOS e COBRA processassem juntos pediriam US$62 mil por um filme, mas mais maligno do que organizações de gravadoras e estúdios de cinema, só operadoras de telefonia celular.
O cidadão tentou negociar, e conseguiu um descontão: Após muito chorar, WALL-E custará para ele apenas (preço de mãe!) US$17.000,00.
O valor apresentado pela operadora é no mínimo ridículo. Tráfego de dados está sendo tarifado como se fosse SMS, o que já é outro custo igualmente ridículo e irreal.
Por 62 mil dólares dá para contratar um link de satélite, profissional e dedicado. na verdade vários. Um link de 2MBits custa US$20 mil por mês.
Quando uma conexão profissional custa por mês 1/3 do preço de UM download, há algo muito errado (ou certo) no modelo de custos do roaming internacional.
Os pacotes de dados locais também são improvavelmente caros, o maior obstáculo para uma sociedade globalmente conectada está ironicamente nas operadoras de telecomunicações.
Fonte: Ars Technica
Google Health expande seu alcance
O Google anunciou ontem que está agregando ainda mais farmácias ao Google Health, com a rede americana CVS entrando no sistema. Um dos problemas encontrados diariamente por profissionais de saúde é saber exatamente que medicamentos seu paciente está tomando, visto que muitos pacientes tomam vários medicamentos sendo alterados com certa frequência. Imagine um paciente idoso, tomando mais de 10 medicamentos diferentes diariamente; é dificil gerenciar tudo isso.
O Google Health conecta-se à várias redes de farmácias, e também a alguns sistemas de prontuário eletrônico, e agrega toda esta informação em um único lugar. O paciente, que é dono da conta, escolhe quem pode ter acesso a estas informações: família, médicos, por exemplo.
A idéia é muito boa, entretanto a complexidade de se criar um sistema que lida com tantos outros sistemas diferentes é muito alta. E claro, o paciente ter pego o medicamento na farmácia não necessariamente significa que ele esteja efetivamente tomando este medicamento. Acredito que algo como o Google Health seja muito valioso no momento em que os profissionais de saúde passarem a utilizá-lo de fato. Vamos ver quando isto consegue massa crítica.
Você sabia? 3.0 (Did You Know? 3.0) : Uma amostra da Era da Informação
Fatos triviais do nosso cotidiano e como o mundo mudou e está passando por uma transformação radical, em ritmo acelerado. E nós, os filhos da era da informação, é que estamos fazendo isso. Já repararam que a nossa demanda por comunicação, barata, imediata e rápida é incansável?
O rádio precisou de 38 anos para obter uma audiência de 50 milhões de pessoas. A TV, 13 anos. A Internet, 4 anos. O iPod, 3 anos e o Facebook, 2 anos.
Outro fato que me chamou a atenção e mostra o senso de urgência na área de educação: “os empregos em maior demanda em 2010 não existiam em 2004”. E o outro trecho que achei marcante, logo no começo:
“Nós atualmente preparamos estudantes para empregos que ainda não existem…
Usar tecnologias que ainda não foram inventadas…
Para resolver problemas que nós ainda não sabemos ser problemas”
Eu ia fazer uma legenda em português, mas uma alma caridosa já o fez. Pena que no processo o vídeo ficou minúsculo. Ah sim, a música, é Fatboy Slim – Right Here, Right Now.
Versão legendada em português.
Update: Fiz a legenda em português. Vídeos anteriores removidos.
Dica e link: Paulo Iap

