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Anatel: sistema de bloqueio de celulares está na geladeira

Por em 5 de dezembro de 2014

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No início do ano as quatro principais operadoras brasileiras (Claro, Vivo, Oi e TIM), com o apoio da Anatel teriam colocado em prática um plano para combater a entrada de celulares xing-lings no país, e que poderia afetar a importação legítima de aparelhos por consumidores que gostariam de aproveitar os melhores preços lá de fora: o assim chamado SIGA (Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos) iria numa primeira fase coletar os números IMEI de todos os celulares ativados no país e então impedir que aparelhos não-homologados fossem ativados. A segunda fase, a mais controversa visaria desativar os celulares já ativados.

Isso na teoria. Na prática a Anatel colocou o plano em standby.

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É bom ser Rei — via Skype

Por em 2 de dezembro de 2014

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Já dizia Mel Brooks, é bom ser Rei. Você tem todas as vantagens: dinheiro, mulheres, iates, mulheres, carros, mulheres, mansões, mulheres e muito mais. Na maioria das vezes basta nascer na família certa, em outras entra em ação a sorte. Foi o caso de um sujeito chamado Togbe Ngoryifia Céphas Kosi Bansah, que por uma loteria genética pode se dar ao luxo de ter alguém para lavar o pênis real.

Céphas nasceu… destro. Em 1987 seu avô, o Rei de Hohoe morreu. Na linha de sucessão vinham o pai e o irmão mais velho, mas ambos são… canhotos. Na cultura de Gana isso é considerado sinal de má-sorte, de impureza. Sobrou pra Céphas assumir a coroa e as inevitáveis ninfetas.
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Europa quer dividir o Google em ao menos duas empresas: o buscador e o resto

Por em 23 de novembro de 2014
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“Google, não seja mau!” (Crédito: Ars Technica)

Vamos supor que você é coordenador do curso de computação de uma universidade federal e precisa de novos computadores da Apple usando dinheiro público, como fazer a licitação?

Uma bela saída é descrever bem detalhadamente o aparelho desejado sem dizer a marca. Em vez de “Mac Pro”, você diz na licitação que seu departamento precisa de “um PC em formato cilíndrico com processador central Intel Xeon de 3,7 GHz e dois processadores gráficos AMD FirePro W9000”.

Com sutileza semelhante, o Parlamento Europeu quer que o Google forneça parte da receita do molho especial para empresas concorrentes, um gostinho exclusivo que o buscador homônimo somente compartilha com as outras divisões de Mountain View.
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Acordo põe fim à guerra de patentes entre Apple e Google

Por em 21 de novembro de 2014

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Em 2011 o Google deu um passo errado que acabou por lhe custar muito caro: quando as patentes da Nortel estavam à venda foi-lhe oferecido um acordo pelo consórcio Rockstar, formado por empresas como Apple, Sony, Microsoft, Ericsson e Blackberry a fim de adquirir os papéis em conjunto, numa negociação que privilegiaria todo mundo.

Pois bem, Mountain View não quis. Quando a Rockstar adquiriu o pacote por US$ 4,5 bilhões, US$ 100 milhões a mais do que a empresa de buscas ofereceu ela começou o mimimi, dizendo que o grupo queria destruí-la. A resposta foi sensacional, foi revelado que o Google não só recusou o acordo como o fez na intenção de adquirir as patentes sozinha e usá-las contra todo mundo.

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Operadoras brasileiras: a busca incessante pelo pior serviço possível (dentro da legalidade)

Por em 1 de novembro de 2014

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Se há um serviço ruim e que deixa qualquer brasileiro morto de desgosto é a telefonia celular, mais especificamente quando precisamos utilizar o smartphone para acessar a internet. As operadoras brasileiras se esforçam ao máximo para serem obstáculos na inclusão digital e na popularização da internet móvel.

O motivo é simples: são algumas poucas empresas no mercado e óbvio que precisam obter lucro para se sustentarem, não fazem caridade. Como não há no Brasil alguma agência que regule isso de forma a privilegiar os consumidores (Anatel who?), as operadoras fazem a festa com o Lucro Brasil mesmo: se não há alternativa menos pior e há aqui a cultura de que brasileiro paga caro numa boa sem reclamar pra não fazer confusão, por que não explorar o povo de jeito?

Você está achando ruim? Não se preocupe, provavelmente vai ficar ainda pior!
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Prevenindo espionagem da NSA, cabo submarino vai ligar o Brasil à Europa

Por em 31 de outubro de 2014
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Mapa-múndi dos principais cabos submarinos transatlânticos. Em cinza claro temos aqueles que ainda serão instalados. (Crédito: SCM)

Anteontem (29/10) a internet completou 45 anos.

Exatamente 5 anos atrás, o tio Laguna começava a rascunhar este texto comemorativo. Será que a internet mudou muito desde 2009?

Sim, com certeza. Aconteceu tanta coisa nestes 5 anos que fica difícil escolher as mudanças mais relevantes nas interwebs em si. De cara eu escolheria a computação na nuvem e as redes sociais, termos que mais se destacaram no período. Infelizmente uma coisa não mudou muito nestes últimos 5, 10, 45 anos de internet: boa parte de todas as comunicações na rede ainda passam pelos Estados Unidos, país pioneiro.

E isso inclui nosso Brasil. A maioria dos cabos submarinos que conectam o país ao exterior tem como alvo a América do Norte.

Temos apenas um único cabo submarino transatlântico já desatualizado (2000) e sobrecarregado (apenas 40 Gb/s), o Atlantis-2 que conecta o Brasil diretamente ao principal parceiro comercial: a União Europeia. Isso quer dizer que, na prática, a maior parte da comunicação feita entre a América Latina e a Europa passa pelos Estados Unidos.
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Imposto sobre Internet – ou: como se diz Idéia de Jerico, em húngaro?

Por em 27 de outubro de 2014

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Políticos fazem todo tipo de coisas idiotas, como invadir a Rússia no inverno ou pegar bebês no colo, sabendo que vão ser molhados por eles, mas raramente conseguem pisar na bola como o governo da Hungria.

Lá como cá eles tentam compensar a incompetência em gerir as contas públicas aumentando impostos, e lá como cá odeiam tecnologia, então também metem a faca em telecomunicações. Desde 2010 vários impostos extras surgiram, como taxas sobre minutos extras em ligações de voz e até impostos sobre cada SMS enviado. Agora chegaram ao fundo do poço, ou melhor, ao fundo do tacho: baixaram uma Lei onde cobrarão 150 Forints Húngaros, equivalente a R$ 1,50 por cada gigabyte transferido pelos internautas húngaros.

O resultado? Isto aqui:
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