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Canon Powershot G1X


Acho que somente agora a indústria da fotografia digital está chegando ao seu amadurecimento. Quando fotografávamos com filme era normal existir apenas uma câmera fotográfica na família, pois as mesmas eram caras. Mas, todas estas câmeras fotográficas eram full frames (termo que nem usávamos na época), pois todo mundo usava o mesmo tamanho de filme (independente da marca ou tipo). Você podia ter uma compacta de qualquer marca e abastecer ela com filme fotográfico profissional. Com a revolução digital, os equipamentos ficaram mais baratos, mas a qualidade caiu muito. O abismo entre uma reflex e uma compacta é muito grande. Notando que existem pessoas que pagariam caro por qualidade em um equipamento compacto, os fabricantes começaram a investir em câmeras compactas de alto desempenho. E deu certo.

A linha micro-quatro-terços começou a brincadeira e passou por outras câmeras mirrorless até chegar ao modelo que eu acho perfeito, a Fuji Finepix X100. Uma compacta com sensor APS-C e lente fixa com cara de câmera rangefinder. O preço é absurdo para o padrão de câmeras compactas (e até para algumas reflex), mas vendeu muito. Agora é a vez da Canon entrar neste mercado tomando a mesma decisão acertada. Uma câmera pequena, com grande poder de fogo e pouco zoom ótico. Tudo para deixar o principal, a qualida de imagem, em um patamar mais que ótimo. A Powershot G1X chega com um sensor CMOS de 14 megapixels e com 1.5 polegadas de tamanho. Pouca coisa menor que um sensor APS-C. O visual da câmera é muito parecido com a linha G de compactas da Canon. Eu gostei das linhas retrô do equipamento.

Como características técnicas, além da resolução máxima, temos uma lente com 4x de zoom ótico (equivalente a uma 28-112mm) e com abertura de diafragma em f/2.8-f/5.8. Gostei da abertura máxima em grande angular, mas achei uma lente meio escura na posição de tele. A câmera possui visor LCD articulado com 3 polegadas, pode fazer até 4,5 fotos por segundo no modo contínuo (tanto RAW quanto JPEG), grava vídeos em Full HD com som estéreo e o ISO nativo do equipamento fica entre 100 e 12800. O fato da ótima resolução, o grande sensor e a sapata hot shoe para flash externo levaram a Canon a anunciar o equipamento como sendo a primeira compacta que pode ser utilizada profissionalmente. Será?

A Canonliberou imagens em resolução máxima da nova câmera. O que foi mostrado realmente impressiona. O blog Foto Actualidad fez uma comparação entre o tamanho do pixel da Powershot G1X e de outras câmeras do mercado. O pixel da Canon com 14 megapixels mede 4.29μm enquanto da Nikon V1 com 10MP mede 3.38μm, da Fujifilm X10 com 12MP mede 2.2μm, da Panasonic GX1 com 16MP mede 3.77μm e da Nikon D7000 com também 16MP mede 4.78μm. Como sabemos que o tamanho do pixel é muito importante então vemos que aqui a briga é de gente grande.

A nova PowerShot G1X vai chegar ao mercado em fevereiro ao preço de US$ 799.00.

Playstation 3 poderá ganhar editor de vídeos

Por: em 09/01/12 na(s) categoria(s): Áudio Vídeo Fotografia, Rumores, Sony


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Esta semana acontece em Las Vegas a CES, uma das principais feiras do mundo sobre tecnologia e antes mesmo do evento ter início, já começam a surgir as primeiras informações sobre algumas novidades que serão (ou poderão ser) apresentadas por lá e uma delas fala sobre a possibilidade do Playstation 3 ganhar um editor de vídeos.

Ao passar por um stand da Sony, uma pessoa tirou uma foto (bastante borrada) do aplicativo, que possivelmente se chamará PlayMemories Studio e teria uma interface bastante intuitiva, permitindo que qualquer pessoal consiga editar seus vídeos utilizando apenas o joystick do console.

Outros indícios sobre a existência dessa ferramenta são o registro da marca feito em outubro passado, descrevendo-o como um “software para visualização, organização e edição de fotos digitais e vídeos,” além da criação de uma página no Facebook, que por enquanto não trás nenhum detalhe. Vale citar também que o PS3 já possui um programa chamado PlayMemories, mas voltado apenas para fotos.

Pelo jeito a intenção da Sony é integrar o aplicativo à rede social, facilitando o compartilhamento desses vídeos e fazendo com que o console ganhe mais uma função além dos jogos. Já para os gamers, o ideal serial que junto com o programa ganhássemos também a possibilidade de gravar as partidas, assim como poderá acontecer com o sucessor do Xbox 360.

Update: Está confirmado, o Playstation 3 irá mesmo receber o PlayMemories Studio, permitindo que fotos e vídeos sejam editados usando o console.

[via Engadget]

Nikon D4 – uma câmera multimídia


Como nós já tínhamos antecipado por aqui, a Nikon anunciou oficialmente nesta semana a sua nova câmera reflex profissional. A Nikon D4 (por favor, sem brincadeiras infames) chega para ocupar o posto de câmera mais avançada da empresa nipônica. Além de várias melhorias ergonômicas, as principais novidades ficam na parte de vídeo e conectividade. Por estes motivos a Nikon está anunciando o equipamento como uma câmera multimídia. Encontramos aqui um sensor full frame de 16 megapixels de resolução máxima, capacidade de fazer 10 fotos por segundo no modo contínuo e compatibilidade com a nova linha de cartões XQD.

Mas, vamos falar um pouco das novidades. Agora encontramos na câmera uma porta Ethernet, um sensor de medição RGB com 91 mil pixels e uma melhoria no sensor de foco automático que, segundo a empresa, vai melhorar em muito o foco em situações de pouca luz. A velocidade ISO nativa ficou entre 100 e 12.800 (nessa as previsões erraram, pois tinha gente apostanto que o ISO nativo iria até 102.000) e com a possibilidade de ser expandido para baixo até 50 e para cima até 204.800. A câmera também faz vídeos em Full HD com a opção de escolher entre três áreas do sensor. Você pode escolher aplicar um fator de corte no sensor para aumentar o poder de suas teleobjetivas. Isso é legal. Outra coisa interessante é a duração máxima de 20 minutos para o vídeo em alta definição. Uma melhoria que parece simples, mas é uma mão na roda em situações de pouca luz é que os botões superiores agora são todos iluminados quando acionada a luz do LCD superior.

Ao que parece, o pessoal da Nikon gastou muito tempo com o planejamento das opções de vídeo. Aqui encontramos um pacote completo para quem quer produzir vídeos com qualidade profissional. Além da gravação no próprio cartão de memória (responsável pela limitação de tempo de gravação em 20 minutos) agora também é possível conectar a câmera via cabo HDMI a um monitor ou fonte de gravação externa (ninguém falou se o tempo de gravação pode ser expandido com isso). O sinal enviado é sem compressão. Penso em várias situações onde isto pode ser muito útil. Também encontramos uma saída de fone estéreo cuja a finalidade é observar os níveis de som durante a gravação. Também temos o autofocus rápido durante a gravação de vídeo (embora a maioria dos profissionais desta área prefiram o foco manual), novo visor LCD com ajuste automático de brilho, controle manual de exposição que pode ser alterado durante a gravação do vídeo e o modo de gravação para Time Lapse.

A câmera é um primor de especificações técnicas, mas alguns usuários já começaram a bombardear a empresa com perguntas sobre o que eles acham deficiências imperdoáveis. A primeira e mais citada é a resolução de apenas 16 megapixels e outra que vi também foi a falta de disparo remoto do flash. A primeira é fácil de explicar. Durante o caminho de desenvolvimento do equipamento toda a propaganda ou informação davam conta que ela seria uma câmera para o fotojornalismo. Não é necessário mais do que 16 megapixels para a atividade jornalística hoje em dia. É possível imprimir uma foto sem interpolação em tamanho 60x40cm e nunca vi uma foto deste tamanho em jornal. Sem falar que o pixel gigante deste sensor deve gerar muito pouco ruído. A segunda reclamação também não é difícil de entender. As câmeras fotográficas profissionais não possuem flash incorporado, que é o responsável por mandar as informações de disparo para o flash remoto tanto no sistema da Nikon quanto da Canon.

Infelizmente, seguindo uma tradição boba entre os grandes fabricantes, não existe ainda nenhuma imagem em resolução total disponível para análise. Apenas imagens de baixa resolução. Assim fica difícil de atestar a qualidade total do equipamento. A nova Nikon D4 vai estar disponível em fevereiro ao custo de US$ 6.000,00. Um precinho camarada.

Fuji X-Pro1 – especificações oficiais


No dia de hoje a Fuji anunciou uma dezena de novas câmeras fotográficas. Estamos falanodo de novas compactas, uma nova ultrazoom e o relançamento da Finepix XS-1, só que agora com preço oficial. Mas, guardando as devidas proporções, todos os lançamentos são simples e estão presentes para substituir câmeras que já estavam no mercado. O que todo mundo está comentando mesmo, e que não foi anunciado oficialmente hoje, são as características técnicas da Finepix X-Pro1, a primeira câmera mirrorless lançada pela empresa nipônica.

Tudo bem, hoje em dia este tipo de câmera não é mais novidade. Para falar a verdade, já é uma tendência e até agora só a Canon ainda não entrou neste barco, mas a coisa fica mais interessante porque estamos falando da Fuji. A empresa, que dominou o setor de filmes fotográficos juntamente com a Kodak, se mostrou uma grande empreendedora no mundo da fotografia digital e desenvolveu uma invejável linha de sensores fotográficos. Além disso, a empresa também consegue produzir as próprias lentes e alguns de seus equipamentos são campeões de vendas. Um bom exemplo é a Finepix X100 que custa uma fortuna, mas vendeu como água. Fazendo uma pequena reflexão, a Fuji mostrou que existe uma parcela de consumidores com muito dinheiro que querem câmeras compactas de alta qualidade e com design atraente. Nem todo mundo quer uma DSLR e estão dispostos a pagar por conforto.

A nova Fuji X-Pro1 vai ter o mesmo visual retro da X100. Vai estar equipada com um sensor APS-C com tecnologia EXR de 16 megapixels de resolução máxima e com a segunda geração de visor híbrido da Fuji. A empresa não está poupando elogios ao novo sensor e diz que a nova tecnologia EXR desenvolvida para esta câmera vai ter um rendimento muito parecido com as Full Frame em alta velocidade ISO. Alguns especulam que este novo sensor já seria um sensor orgânico, mas isso só saberemos no lançamento oficial. O resto da informação divulgada indica também o lançamento de três novas objetivas. Estamos falando das 18mm f/2.0, 35mm f/1.4 e 60mm f/2.4. Só lembrando que o fator de corte é de 1.5 no equipamento.

Nada mais sabemos, nem o preço e nem a data de lançamento. Espera-se que o lançamento oficial seja na CES-2012 e claro que o valor do brinquedo vai ficar entre o absurdo e o obsceno.

Tekpix i-HD18 – preço de amigo


Existe a piada que corre a internet de que a Tekpix é a câmera mais vendida do Brasil. O pior que isso já foi verdade mesmo. Apoiado em sua propaganda massiva em programas de apelo popular, infindáveis formas de pagamento (em alguns momentos sem consulta ao SPC) e uma lista infinita de possibilidades tecnológicas, o produto já vendeu muito, e também é campeão de reclamações e queixas. A câmera é um equipamento de baixa qualidade produzido em algum lugar do mundo oriental (já tentamos rastrear o local da produção, mas não tivemos sucesso) e provavelmente deve ser vendido por uma ninharia. Aqui no Brasil ela acaba sendo revendida pela Tecnomania a preço de ouro.

Agora, depois de vários modelos vendidos no Brasil, chega à mão dos brasileiros a nova i-HD18 com 12 megapixels de resolução máxima e com a capacidade de fazer filmes em alta definição. A nova propaganda é muito bacana. Ela é anunciada como a filmadora digital 9 em 1. Além de fotografar e filmar ela também é um MP3 player, MP4 player, gravador digital de voz, função pen drive, função Web Cam, câmera de segurança (não me pergunte) e função VGA 480p. Sim, a pequena guerreira promete muito, mas como não temos ainda um teste prático com o equipamento não podemos afirmar como ela se comporta em todas estas possibilidades. Porém, podemos dar uma olhada nas especificações técnicas que encontramos na própria página da Tecnomania (e que ninguém se dá ao trabalho de ler ou entender antes de comprar a câmera).

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A Apple TV vai Destruir a Globo? Meh. Não afeta nem a CNT.


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Os especialistas estão prevendo que com a entrada da Apple no mercado de televisores tudo irá mudar, será o fim dos canais tradicionais, blá blá blá. A Apple TV não conseguiu fazer isso, a Google TV não conseguiu fazer isso, a Netflix não conseguiu fazer isso.

Produzir conteúdo é fácil, há muito mais pilotos rejeitados do que séries no ar, seria trivial recuperar séries com audiências cativas, como Star Trek: Enterprise e Firefly, produzindo novos episódios, mas isso seria nicho. A grande massa quer o que já está no ar, e isso depende de uma enorme e complexa teia de licenciamento.

Muitas vezes uma série passa em um país licenciada por uma distribuidora mas a música-tema dela está sob controle de outra distribuidora. Há casos em que a concorrente determina que a série pode ser distribuída em um país mas não em outro.

Para negociar esse tipo de contrato você precisa ter poder de barganha. Uma rede de TV de alcance nacional fala muito mais alto do que uma fabricante de tablets de luxo que disputa um mercado onde em 2011 foram vendidas pífias 200 mil unidades.

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