RIAA surta completamente, encarna Dr Evil e pede US$72 TRILHÕES de indenização
A única função real da RIAA – Recording Industry Association of America é fazer com que o ECAD, Hitler, o Imperador Palpatine e o Capitão Gancho, que perseguia os Brasinhas do Espaço não pareçam tão ruins em comparação.
A entidade (e-hê) representa uma indústria falida que come na mão da Apple e da Amazon, mas insiste em viver no século passado, um mundo de jabá, Restarts, Milli-Vanillis e outras porcarias pré-fabricadas. Em suas táticas terroristas a RIAA resolveu ir atrás de indivíduos. Alguns casos:
Fred Lawrence – Processado pela MPAA (a RIAA de Hollywood) por pirataria. O neto de 12 anos baixou QUATRO filmes (3 dos quais eles tinham em DVD). A MPAA exigiu US$4 mil de indenização. O coroa achou um absurdo. Corrigiram para US$600 mil.
Sarah Ward – Professora aposentada de 66 anos, acusada de baixar milhares de músicas via Kazaa, em especial Snopp Dogg. Só que ela era usuária de um Mac antigo, Kazaa só existia pra Windows. Não que a RIAA, os juízes ou alguém se importasse.
Gertrude Walton – Outra das avós que a RIAA ama perseguir. Essa tinha 83 anos, processada em 2005 por baixar 700 músicas. Só não deu muito certo por dois atenuantes menores: Gertrudes não tinha um computador, e estava morta desde 2004.
A lista segue adiante, mas com este caso a RIAA se superou. Processando o LimeWire, aquele site/serviço P2P que nem usuários do eDonkey usavam, resolveram extrapolar o valor aleatório e irreal dos “danos” causados pela pirataria, provavelmente argumentando que toda entidade sensiente da galáxia iria eventualmente comprar 10 CDs do Justin Bieber,
Câmeras reflex – como escolher?
Esse texto é baseado em uma dúvida mandada por um leitor do Meio Bit. O Marco Henrique Martins Araujo está cheio de dúvidas sobre qual câmera reflex comprar e não entende muito bem a baciada de especificações técnicas que a gente sempre coloca em todos os textos que publicamos por aqui. Como saber se a câmera que você quer comprar é a ideal para o que você quer fazer? Essa é a grande dúvida que assola a maioria dos fotógrafos iniciantes e, infelizmente, creio não existir uma resposta fácil e certeira. Mas, podemos levantar alguns fatores para aqueles que estão nessa grande dúvida existencial.
Meio Bit no Flickr – Fotos da Semana
Um toque para você que está começando na fotografia e quer mostrar seu trabalho para o mundo através do flickr. É muito positivo você dar um nome para a foto em vez de deixar o nome do aquivo que a câmera gera. Outro fato que ajuda na interpretação do observador é uma pequena descrição sobre a foto mostrada. Pequenas coisas que separam as fotos mais comentadas do resto.
A Foto da Semana é escolhida entre as imagens postadas em nosso grupo no Flickr. Já temos 1.838 participantes e um total de 38.435 itens compartilhados.
ATENÇÃO: pessoas que não permitem o compartilhamento de imagens no flickr podem mandar suas imagens para nosso grupo sem problema, mas ficam impossibilitadas de participar da escolha semanal de fotos.
Estatísticas do grupo do Flickr do Meio Bit:
Cinco maiores colaboradores
- Carlos Essei – 992 fotos
- pmenge – 839 fotos
- Sandra Mora – 783 fotos
- Malcoln X– 556 fotos
- Dudu.Maroja – 548 fotos
Cinco maiores Tags do grupo
- brasil
- brazil
- Canon
- nikon
- natureza
Leica 0-Series n°116 – a câmera mais cara do mundo?
O que determina o preço de uma câmera fotográfica? Se estamos falando de uma câmera nova então é a tecnologia utilizada em sua construção, a qualidade da imagem que ela entrega e o peso da marca que a fabricou. Mas, e de uma câmera que foi fabricada há 89 anos? O principal fator é sua raridade, afinal de contas, aquilo que existe em grande quantidade possui um baixo valor, a história envolvida em sua produção e, claro, o nome do fabricante. Por isso que, invariavelmente, quando ouvimos falar de vendas milionárias de câmeras em leilões quase sempre estamos falando de uma Leica.
E dessa vez mais um recorde foi quebrado quando um leilão de apenas 4 minutos conseguiu vender uma Leica 0-Series n°116 pela bagatela de 1,8 milhões de Euros. Somando os impostos devidos pela compra, a câmera custou apenas 2,16 milhões de Euros. Para quem não participa desse mundo de colecionadores, fica até difícil entender como uma câmera mecânica pode valer tanto dinheiro. Mas, temos alguns indicativos. Além de ter sido fabricada pela Leica a 0-Series n°116 é uma edição muito especial e rara. Foram fabricadas em 1923 e apenas 25 unidades foram produzidas. Dessas 25, apenas 12 existem no mundo atualmente.
Percebemos que a Leica desde seu início aposta em edições especiais de suas câmeras. No lançamento elas são muito caras, mas depois de 80 anos o investimento se torna milionário. Pensando nisso, seria uma boa herança para seus filhos e netos.
CEO da Time-Warner, “entusiasta da Apple” não tem idéia do que seja Airplay. Explica muita coisa.
Quando a Disney despontou como força dominante no mercado de animação, praticamente inventando o conceito de curta animado antes dos filmes os outros estúdios foram atrás, colocando rio de dinheiro. Reza a lenda que a Warner por anos bancou satisfeita a produção de sua unidade animada.
Imaginando algo fofinho como a Disney, e acostumados só com os números (positivos) e achando que desenho era coisa de criança, nenhum executivo se deu ao trabalho de VER o que estava produzindo, e foi um choque quando descobriram. O Pernalonga era um grande FDP e ainda por cima crossdresser, coisa que a menos que você fosse diretor do FBI, era bom esconder. O Patolino era caso clássico de esquizofrenia. Gaguinho era… bem, gago.
Assustados mandaram fechar as portas e demitir todo mundo, e assim foi feito, ao menos por um tempo.
Não conhecer o próprio produto é uma prática incrivelmente comum entre executivos de alto escalão. Já vi gente vender um SITE interativo e dependente de bancos de dados e servidores de mídia como algo que pudesse ser enfiado em um CD, mas mesmo isso é menos inadmissível do que não conhecer a concorrência.
E foi isso que aconteceu com Glenn Britt, CEO da Timer Warner Cable.
Câmera Instagram – Em breve em uma loja perto de você
Não gosto muito de falar das chamadas Câmeras Conceito, pois a maioria é feia e nunca vai chegar a ser produzida. Mas, está aqui vale pela curiosidade. O mundo está sendo dominado pelo Instagram e seus milhões de usuários. Independente se você fotografa com iPhone ou um dos diversos celulares que rodam Android, temos que admitir que a maior produção fotográfica do mundo, pelo menos em quantidade, está dentro do serviço de compartilhamento de fotos. Então, por que não pensar em uma câmera fotográfica específica para o Instagram? Foi isso que o pessoal da ADR Studio visualizou para o futuro.
A câmera (chamada Instagram Socialmatic) , assim como o formato das fotos, é quadrada e segue o design criado pelo Instagram. Como a palavra da moda é conectividade, o brinquedo vem equipado com Bluetooth e Wi-fi para transferência de imagens, além de poder se conectar com os mais comuns modelos de celulares (o legal de criar um conceito é que você pode viajar nas especificações, independente da tecnologia disponível). Em vez de contar com filtros virtuais, a câmera terá filtros reais que serão acoplados à lente, além de um visor LCD de 4,3 polegadas sensível ao toque. Finalizando as especificações do equipamento temos uma memória interna de 16GB e um sistema de impressão acoplado muito semelhante ao utilizado pela Polaroid.
Obvio que a câmera não existe, ainda. Mas, o pessoal do ADR Studio deixa um recado no fim de sua apresentação para quem gostou da ideia:
“Instagram Socialmatic é apenas um conceito. Mas, talvez, poderia se tornar real”.
Eu gostaria de brincar com uma dessas.






