Você está vendo os artigos na categoria “Apple e Mac”

iPhones contrabandeados para a China dentro de… cervejas?

Por: em 22/04/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac


A princípio imagina-se que o sujeito usou um barril com fundo falso, caixas, essas coisas, mas os elementos não são repetitivos, e já usaram o truque de malocar iPhone em botijão de gás antes.

Dessa vez tentaram não chamar a atenção, e que coisa menos chamativa que um sujeito humilde levando garrafas pra reciclagem, atravessando a fronteira Hong-Kong/China Continental?

Só que a polícia chinesa tem know-how em detectar pilantragem, e estranharam o cara levar 54 garrafas de uma vez.

Não deu outra, examinando os recipientes perceberam que elas haviam sido cortadas. Abrindo, acharam três iPhones dentro de cada uma das garrafas de 750ml. 216 no total, entre iPhone4 e 4S.

Imagino o desespero que deve ser na China para ter iPhones, se o sujeito está disposto a comprar um telefone que “caiu do caminhão”, sem caixa, sem carregador, sem garantia, sem nem cabo.

Fonte: MG

um em cada dez solteiros prefeririam um iPad3 a uma companhia feminina. E piora.

Por: em 19/04/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac


chang

Uma pesquisa feita renomado instituto Casino Online Roxy Palace revelou fatos assustadores para as dúzias de homens heterossexuais usuários de produtos Apple, que correm o risco de injustamente rotulados.

Pegando carona no lançamento do novo tablet da Apple, o site entrevistou homens e mulheres, descobrindo que:11% dos homens solteiros prefeririam ganhar um iPad 3 a conseguir companhia feminina. (bobos, iPad 3 não tem Siri).

3% dos homens trocariam o relacionamento atual por um iPad 3.

Já as mulheres são menos ligadas em tecnologia, 84% prefeririam um novo parceiro a um iPad.

Pra provar que esse macfagismo é um fenômeno essencialmente Apple, quando confrontados com a Escolha de Sofia entre Sofia ou um tablet não-Apple, só 3% escolhem o Tablet.

De todos os entrevistados, 44% usaram a internet para resolver um problema de relacionamento e 15% consultam regularmente conselhos sobre relacionamentos, provavelmente naqueles sites de trogloditas tirando onda de pegador.

A chave de ouro é a declaração de um porta-voz do Roxy Palace, que provavelmente segurando o riso disse:

“O produto da Apple tem uma grande variedade de funções mas mesmo a última versão não consegue oferecer algumas das coisas que um novo romance consegue – mas parece que muitos homens estão felizes em ignorar isso”

Agora falando sério: Essa pesquisa mostra que a Internet não faz mágica. Ela foi sim uma bênção para os geeks, ajudou muita gente a encontrar sua tribo, ganhar confiança, sair e se socializar mais. Aquele “nerd solitário” do estereótipo está conversando com gente do mundo todo, interagindo com pessoas fora de seu grupo social, gente que ele jamais teria acesso ou coragem de contactar normalmente.

Mesmo assim há casos onde essa possiblidade das redes sociais não é suficiente. Há gente tão socialmente inepta, tão incapaz de conviver com outros humanos que se tornam os revoltados online, que odeiam tudo e todos e querem ser conhecidos como os revoltados, os irritantes, os disruptores, sem perceber que são apenas chatos.

Quando não se tornam haters, apenas se retraem, não entendem a Internet como uma ferramenta de contato humano, já desistiram dele.

A Internet, o mundo conectado todo só estourou depois que percebemos o óbvio: Essa tecnologia não existe como um fim, não é criada para deleite de nerds, existe para conectar pessoas. Preferir a tecnologia às pessoas é uma prova cabal de que o sujeito não entendeu a finalidade da mesma.

Rumor diz que Apple poderá lançar console

Por: em 17/04/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Games, Rumores


dori_pip_17.04.12

Apple e Valve, o que essas empresas tem em comum? Tirando uma seção do Steam dedicada aos computadores da maça, talvez não muita coisa, mas há alguns dias o CEO da fabricante do iPhone, Tim Cook, fez uma visitinha a desenvolvedora de jogos e não demorou para que as especulações começassem a aparecer e o site Cult of Mac surgiu com um rumor que se confirmado, poderia dar uma bela chacoalhada no mercado de games.

Eles alegam terem ouvido por aí que a Apple estaria planejando lançar, ainda este ano, um dispositivo para ser ligados aos aparelhos de TV que estaria conectado a sua loja virtual e funcionaria como um console. O aparelho viria com um controle com tela sensível ao toque, aceitaria comandos de voz no mesmo estilo do Siri e ainda usaria um sistema de detecção de movimentos muito parecido com o Kinect.

Alguns detalhes ajudam a reforçar o rumor, como o repentino interesse de Valve em produzir hardware, informações sobre isto já estar acontecendo ou mesmo a oferta de uma vaga de emprego para um engenheiro, mas que supostamente estaria relacionado a sensores biométricos.

Vale lembrar ainda que esta não seria a primeira vez que a Apple se arriscaria nesse mercado, já quem em 1995 a empresa fez uma parceria com a Bandai e lançou o Pippin, que mostrou-se um enorme fracasso, vendendo cerca de 42 mil unidades e sem a menor chance de competir com gigantes como o primeiro Playstation e o Sega Saturn.

Talvez a possibilidade não se confirme, mas uma aproximação entre as companhias faz muito sentido, afinal, a Apple já colocaria seu videogame no mercado com uma gigantesca biblioteca e a Valve por sua vez conseguiria ampliar consideravelmente o seu público alvo, finalmente levando sua loja para a TV da sala. A notícia parece boa demais para ser verdade, mas tem surgido tantos rumores sobre o assunto que está ficando difícil não acreditar que algo grande está por vir.

Momento Facepalm: Case de iPhone com porta-camisinha

Por: em 09/04/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac


iphonecamisinha

Os problemas dos usuários de iPhone com vida sexual ativa acabaram. Nada mais de stress quando o parceiro esquece de comprar camisinha, quando sai do quartel para uma noite de amor.

A Playa Case é uma capa protetora de iPhone com um discretíssimo (não realmente) compartimento que acomoda um preservativo padrão, assim o dono do iPhone protege o celular e a própria saúde, sem depender de terceiros.

O negócio custará US$30,00 e evitará o constrangimento de camisinhas na carteira, trocando pelo constrangimento de todo mundo perguntando que diabos é aquela gavetinha, e abrindo.

De brinde você ainda ganha o vídeo abaixo, estrelado pelo sujeito com menos cara de quem vai precisar dos serviços de um preservativo nos próximos dez anos.

4G–Apple descobre que até o campo de distorção da realidade tem limites

Por: em 03/04/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac


ipadspecialOs padrões de transmissão de dados e telefonia no mundo são uma grande zona, com países escolhendo quase aleatoriamente os modelos mais diversos. Hoje muitos celulares trabalham em 5 bandas de frequência diferentes, mas nem isso resolve, pois além de trabalhar na frequência correta ele precisa usar os protocolos corretos.

O marketing da novidade força os fabricantes, que lançam mais e mais aparelhos compatíveis com padrões novos, não-testados, não prontos pra consumo. Todo mundo que já usou as redes 3G e 3,5G no Brasil sabe do que estou falando.

Agora os EUA resolveram que querem sair na frente e lançaram suas redes LTE, mesmo que haja dúvidas se são realmente 4G ou 3G + gambiarra. Na dúvida, viraram 4G, e os iPads Retina funcionam nelas. Muito rápido, muito bom, exceto que essas tecnologias nas frequências em questão só funcionam nos EUA e no Canadá.

No resto do mundo os iPads fazem fallback para as boas e velhas redes 3G. Mesmo países com redes 4G não funfam, não ornam, não condizem com o iPad.

Só que no site de Apple Stores locais, como a da Austrália, o iPad 4G que só é 4G nos EUA e Canadá é vendido como… 4G.

Compreensivelmente os consumidores se sentiram enganados. A Apple diz que o 3,5G da Austrália é meio que mais ou menos 4G, mas não colou. O equivalente Australiano ao CADE (ou seja, um órgão parecido, só que venenoso) chamou a Apple na real, e agora ela se comprometeu a alterar as informações nos pontos de venda e até oferecer o dinheiro de volta de quem comprou o iPad Retina achando que era 4G.

Ninguém vai devolver, claro, mas é uma excelente chamada à realidade para a Apple. Uma coisa é dizer que o íPad é resolucionário, ou que é mágico. Não temos como medir midichlorians, ou seja lá como determinem essas coisas em Hogwarts, então tudo bem.

Já dizer que algo é 4G, mas que não funciona na rede 4G do país, e alegar que a definição de 4G oficial não é correta, já é forçar a amizade.

Fonte: Engadget

Asus Transformer transforma vitória em vergonha alheia

Por: em 29/03/12 na(s) categoria(s): Apple e Mac


Imagem meramente apelativa

Lembra quando a Hasbro subiu nas tamancas e processou a Asus, por lançar um tablet com teclado chamado… Transformer Prime?

A boa notícia é que o juiz que pegou o caso mandou a Hasbro catar coquinho em Cybertron, provavelmente explicou que um tablet é bem diferente de um robô alienígena gigante, que encaixar um tecladinho é bem diferente de virar um caminhão, e que se não processaram o Michael Bay por perdas e danos, não será a Asus que pagará o pato.

Caso encerrado, dura lex sed lex, excelente, mas nos autos do processo surgiu uma informação suculenta (pra Apple) e humilhante para quem está acostumado com números na casa dos milhões.

O Asus Transformers, iPad Killer da empresa, que iria salvar o mundo das cáries E desbancar a Apple? O Grande Campeão Android?

Teve 2000 unidades vendidas na pré-venda de alguns meses, e quando foi despachado para os pontos de venda no mundo todo, a quantidade de tablets enviados foi de… 80 mil. Só para dar uma idéia de comparação, o 1o iPad vendeu 300 mil unidades. No primeiro dia.

Isso mesmo. 80 mil. Todo o auê nos sites, todo o papo “se prepara, Apple, sua hora chegou” se resumiu a 80 mil unidades. ENTREGUES NAS LOJAS, não vendidas, veja bem.

Curioso é que haters adoram dizer que o iPad é um produto de nicho. E esse Asus é de quê então? De gueto?

O Ecossistema do Android é fragmentado, eu sei, mas esses números são problemáticos.

O iPad, claro nasceu perfeito, assim como o iPhone, e da mesma forma tem seus defeitos e deficiências corrigidos a cada versão. Isso custa caro, só é possível por causa da quantidade de unidades vendidas.

Um produto que não atraia interesse não é continuado. O fabricante prefere lançar um novo, tentar mais uma vez e apostar que quem não gostou do antigo, gostará desse.

Com isso não temos tablets com um longo histórico de otimizações, nem longevidade garantida. Ninguém vai escrever uma aplicação específica para o Transformer, sabendo que primeiro tem um mercado potencial máximo de 80 mil usuários, e segundo, há enormes chances de ano que vem ele não existir mais.

O resultado são aplicações genéricas, estilo “um tamanho serve pra todos”. Há uma enorme preguiça em fazer apps para tablets Android, os desenvolvedores e designers apelam para soluções porcas e simplistas. Veja este slideshow da PC Magazine. Nem as Apps do Google são decentes.

Ao mesmo tempo a CNN tem uma App que não só é bonita como é, segundo muitos, melhor no Android do que no iPad. Qual o segredo? DINHEIRO. Investiram pesado em homologação em um monte de modelos de tablets, adequando o layout e a funcionalidade. Mas que nem todo mundo pode fazer isso.

A diversidade e flexibilidade do Android está transformando o sistema no Java dos SOs mobile. Isso é péssimo, pois o que fez o Windows ficar bonito não foi o Linux, foi o MacOS. Precisamos de menos, porém melhores tablets, com uma estratégia de longo prazo definida.

Óbvio que não quero um iPad killer, mas nada seria melhor para os usuários da Apple do que um tablet “iPad não vacila que estou de olho”.