Executivo da Lenovo diz que Samsung só vendeu 20 mil Galaxy Tabs de 7 polegadas
A Lenovo está lançando o IdeaPad K1, seu próprio tablet Android, e Andrew Barrow, diretor de produtos de consumo da empresa para a Europa Ocidental foi direto no pescoço da concorrência: Acusou a Samsung de ter entregue às lojas 1 milhão de Galaxy Tabs de 7 polegadas, mas só ter vendido 20 mil.
A afirmação foi usada para justificar a produção pequena do IdeaPad, Barrow também não foi muito feliz ao dizer que “se vender, vendeu”.
As empresas são sempre receosas em divulgar números de vendas, então acusações a concorrentes não-Apple ainda mais no mercado de tablets têm boa chance de colar, pois primeiro os números não são lá essas coisas, segundo ninguém quer colocar a bunda na janela.
A questão é se isso é ético, mas estamos tratando de Business, então não está mais aqui quem perguntou.
O único senão nessa estratégia é que algumas vezes o concorrente tem uma boa resposta, e principalmente, não pode ser usado contra os grandes. Isso sim é uma estratégia errada, pois se você se nivela aos concorrentes de 3a linha no final você mesmo ganhando se torna o melhor produto de 3a linha.
iMotor de Popa [momento DealExtreme]
Esse produto custa US$5,70 na DealExtreme, é um motor de popa de emergência. Assim, se você estiver em um naufrágio pode subir no corpo congelado do Leonardo DiCaprio, encaixar o dispositivo em seu iPhone e navegar em segurança até a Terra Nova.
Se você tiver um iPad ele funciona como amortecedor de impacto, gerando um colchão de ar que suaviza a queda, que nem aquele notebook da Lenovo.
Quem salta de pára-quedas usando aqueles wingsuits mostrados no último Transformers não deve jogar fora o iPhone 4. Com a chegada do 5 você pode usar um iPhone em cada mão, acoplados ao dispositivo e passará a ter propulsão para ficar horas no ar.
Claro, a idéia mais idiota de todas é usar a preciosa bateria de seu iPhone para alimentar um ventilador vagabundo e se refrescar com uma hélice a centímetros do rosto.
A briga pelo posto de acessório mais idiota para iPhone está cada vez mais acirrada.
Quem diria, a Nuvem da Apple é Made in Redmond
Desde Junho quando começaram os testes do iCloud vários fuçadores perceberam que o tráfego do serviço de nuvem da Apple ia direto para servidores Windows Azure e AWS da Amazon.
A experiência da Apple em hospedar serviços online de grande disponibilidade nunca foi boa. O iTunes é conhecido por ser lento, o Mobile.Me vive caindo. Migrar milhões de usuários para uma estrutura de nuvem, incluindo streaming de músicas e sincronização constante de arquivos é a receita do desastre, e se a Apple quer desastre sai mais barato chamar o Sculley de volta.
O Windows Azure tem uma das estruturas mais robustas do mundo, fornecendo escalabilidade, armazenamento e versatilidade. São 24 datacenters espalhados pelo mundo, qualquer pico de consumo pode ser respondido por alguns cliques ou automaticamente.
A estrutura da Amazon por sua vez é usada… por todo mundo. Quando saem do ar –raríssimo mas acontece- é um barata-voa em toda a Internet.
Segundo o Guardian a Apple está usando bem mais que o armazenamento do Azure, estariam usando todos os serviços de computação e banco de dados SQL Azure. Isso colocaria a Amazon em uma posição estranha, pois seu serviço é basicamente Linux. Isso significa que a Apple estaria virtualizando ambientes Microsoft nas máquinas Amazon, já que o iCloud estaria dividido entre os dois fornecedores.
A Apple, claro, não fala nada. A Microsoft, que propagandeia para todo lado os grandes clientes do Azure, está de bico fechado. Amazon também nem uma palavra. Pelo visto o contrato é grande o suficiente para comportar uma cláusula de silêncio.
Do ponto de vista técnico, nada demais. Os únicos excitados ou indignados com a notícia são os fanboys. Já os CIOs da vida estão de olho, segurar um serviço como o iCloud é uma excelente validação, algo que todo cloud provider busca.
Cúmulo do Hype: Deutsche Telekom aceitando reservas para o iPhone 5, que a rigor sequer existe.
Parece óbvio mas todo mundo convenientemente esquece que a Apple NÃO tem um roadmap público de lançamentos. A rigor Steve Jobs pode ter deixado um bilhete na mesa dizendo “acabou, não faremos mais iPhones” e isso estaria sendo implementado neste exato momento.
Não existem datas oficiais para lançamentos da empresa. Quando o iPad 2 “demorou” a aparecer, alguns colunistas escreveram que a Apple estava atrasada, como se estivesse escrito em algum lugar que ela deveria entregar um novo iPad até o dia XX.
Essa estratégia tem várias vantagens: Confunde a concorrência, por não saber quando e se um produto novo será lançado, evita o marketing negativo dos atrasos e passa a idéia de que qualidade vem em primeiro lugar, que o produto só é lançado “quanto estiver pronto”.
No caso da Apple deu tão certo que as pessoas antecipam produtos que não existem oficialmente, fazem protótipos falsos, especulam sobre a tecnologia e se impacientam com a aura de mistério. Mistério esse que gera situações surreais como a Deutsche Telekom alemã. Desde o dia 5 de Setembro estão aceitando reservas para consumidores interessados em comprar o iPhone 5, ou seja lá o nome do próximo celular da Apple, SE ele existir.
Repetindo: Tem alemão reservando um celular que não existe por um preço que ninguém sabe qual é e lançamento em data indeterminada.
Me parece um exemplo de ovelhização extrema, algo digno de fãs de Twilight, O grande mérito da Apple tem sido, mesmo com essa base de consumidores sem critério, capaz de manter a qualidade e o cuidado com que seus produtos são projetados.
Esperemos que continuem.
Zooey Deschanel, digrátis no iTunes
A Zooey Deschanel é uma das grandes musas da comunidade geek, mas não faz o gênero boazuda, loura burra ou sequer loura. A irmã cuti-cuti da Emily é um clone da Katy Perry, mas medicada, e passa a imagem de ser mulher de se namorar no portão. Talvez essa imagem de não-agressividade seja apelativa aos geeks, mas filosofo.
Ela esteve em filmes como Quase Famosos e séries como Weeds e Bones (mas aí rolou nepotismo). Fez o Guia do Mochileiro das Galáxias e uma participação obrigatória nos Simpsons. Sua nova série, New Girl estréia nos EUA dia 20 de Setembro, mas já dá para baixar o piloto e o primeiro episódio.
Pirataria, marmotagem, “vazou”?
Não. A estratégia de disponibilizar episódios e material sobre lançamentos online não é nova, várias produtoras fazem isso, mas o diferencial aqui é que a Fox está atrasando em oito dias suas séries e não entende o motivo da pirataria aumentar.
Aqui a Fox fez exatamente o contrário. Ao disponibilizar o episódio online, em HD, através de um monte de serviços legítimos tornou a pirataria tão desinteressante que sequer me dei ao trabalho de verificar se já está disponível no bit torrent.
Muita gente não gostou, principalmente as emissoras locais, que mais temem que a pirataria afete seus índices de audiência. Uma rede como a Fox atropelar os canais em mais de 10 dias é quase inédito. Quanto ao resultado, ainda está por vir, mas qualquer coisa que envolva a Zooey é automaticamente WINNING!
Para baixar e assistir é só abrir este link do iTunes. Claro, só vale para a conta americana mas convenhamos qual motivo para ter uma conta brasileira lá?
Fonte: ATD
RIM baixa o preço do tablet Playbook em US$150,00
Lembram do tablet que a RIM lançou, e se esqueceu de equipar com pequenas funcionalidades dispensáveis como EMAIL e acesso ao sistema de mensagens do Blackberry?
Aquele, que a RIM insistiu em gritar que é melhor porque tem Flash, sem se tocar que os usuários normais estão pouco se lixando pra Flash? Isso, o Playbook que sofreu recall de 1000 unidades por um erro besta. Aquele que sofreu corte de 2/3 nas projeções de vendas.
Agora a Bestbuy está anunciando o Playbook de 64GB por US$550,00. O preço original era US$699,99. O gesto foi estranho, pois inicialmente os Playbooks de 32GB e 16GB não sofreram redução. O de 32 inclusive custava o mesmo que o de 64. Agora ganharam US$50,00 de desconto.
Estima-se que outras lojas acompanhem o desconto, mas US$550,00 ainda é muito caro por um tablet que ninguém quer. O Mercado já falou, o preço ideal de tablets indesejáveis é US$100,00.
Existem poucas formas melhores de depreciar a imagem de um produto do que cobrar um preço alto, não vender nada e então sair dando descontos, mas algumas vezes não há alternativa. Os fabricantes entenderam erroneamente que a Apple havia determinado os preços para o mercado de tablets, quando ela determina apenas o preço para SEUS produtos.
Nem Steve Jobs consegue fazer com que os consumidores paguem preço de iPad em um Playbook.
Fonte: Techcrunch

